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3 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 09.04.2019

A família da Máscara Colorante cresceu!

Há exatamente um ano, eu estava aqui nesse mesmo blog - e nas redes sociais - divulgando para vocês uma super novidade de Bio Extratus: a máscara colorante vermelha! Um produto que promete mudar o tom do cabelo ou reavivar a cor sem precisar sair de casa. 

Quando eu fiz o post eu só conseguia pensar que seria lindo se tivessem mais opções de cores. Até que em julho do ano passado, eu fiquei um dia a mais na fábrica da Bio Extratus para um trabalho bem especial.

Fui testar a máscara colorante cobre!

Como vocês sabem, eu pinto meu cabelo com a tinta 9.4 da Bio Extratus Color. Da família dos acobreados, ela é a mais clara. É uma mistura de loiro com ruivo. Já a máscara colorante cobre joga o cabelo para um tom de ruivo mais escuro, o equivalente à tinta 8.4.

A primeira vez que eu usei essa máscara foi nessa fase de testes, lá em Julho. Na época foi com ajuda profissional, e com 10 minutos de aplicação, meu cabelo ficou assim:

Eu estou com uma amostra dessa máscara (ainda sem a embalagem oficial) guardada aqui em casa desde julho do ano passado. Estava difícil segurar minha ansiedade! Não só para contar a novidade para vocês, mas também para poder testar minhas habilidades com ela. Eu nunca me atrevi a fazer nada no cabelo em casa. Acho que sou bem sem jeito para essas coisas. Mas como a proposta da máscara colorante é justamente ser prática e fácil de fazer em casa, eu to curiosa. Assim que eu fizer, vocês vão ficar sabendo! rs

Claro que vale lembrar que, por ter pigmento, o ideal é ter todo um kit tintura. Luvas (para não manchar mãos e unhas), uma camiseta ou toalha velha que possa sujar e o PPT (para proteger a pele antes de aplicar).

E vocês acham que a novidade parou na máscara colorante cobre? Na na ni na não!

A Bio Extratus aproveitou para lançar a família toda! E além da máscara colorante Vermelha e da Cobre, agora também temos a Marsala e a Castanha.

Elas podem ser usadas em todas as cores de cabelo, seja para intensificar a cor original, seja para mudar o tom. Por exemplo, a Marsala deixa cabelos escuros com reflexos vinho. A castanha reaviva a cor e até mesmo escurece os fios - inclusive o meu tom, por exemplo! 

O mais legal dessa máscara colorante é que, justamente por ser um processo mais superficial que a tintura, ela te permite fazer uma mudança mais rápida e temporária.Inclusive, dependendo do tempo da máscara no cabelo, dá para controlar a intensidade da cor. Menos de 2 minutos, a cor vai ser bem mais suave e com menos fixação. Mais de 2 minutos (dá para ficar até 20 minutos, no máximo), mais intensa e com mais fixação. O efeito dura de 8 a 12 lavagens, dependendo da saúde do seu fio.

Inclusive, dependendo do tempo da máscara no cabelo, dá para controlar a intensidade da cor. Menos de 2 minutos, a cor vai ser bem mais suave e com menos fixação. Mais de 2 minutos (dá para ficar até 20 minutos, no máximo), mais intensa e com mais fixação. O efeito dura de 8 a 12 lavagens, dependendo da saúde do seu fio.

Se empolgou? A notícia boa é que já dá para comprar as máscaras no site da Bio Extratus! Os preços variam de R$28,90 a R$48,90 dependendo da volumetria.

0 em Autoestima/ Destaque no dia 08.04.2019

Amor próprio não é egoísmo, não acredite quando dizem que é

Vira e mexe vejo por aí algumas pessoas comentando que alguém virou uma pessoa egoísta. Os principais argumentos para justificarem essa impressão? “Essa pessoa agora só pensa nela” ou “vive falando que tem que se botar em primeiro lugar”. E aí, a gente vê como falar sobre amor próprio ainda faz muita gente confundir com egoísmo.

Andei pensando a respeito de amor próprio, egoísmo e afins. Acho que cheguei à algumas conclusões.

É um processo descobrir o verdadeiro valor que nós temos. Passamos a valorizar nossas capacidades e habilidades diferentes. Olharmos pra nós mesmas com mais amor é um caminho de autoconhecimento que faz com que fiquemos mais auto centradas, sim.

E é aí que vem o pulo do gato, em uma frase que eu sempre falo: quando descobrimos quem somos, entendemos sobre o que merecemos. E a questão nessa lógica é que quanto mais nutrimos nosso amor próprio e mais sabemos o nosso valor, mais vamos cortando sentimentos que sejam pela metade. Mais vamos parando de ceder às vontades dos outros apenas para agradar. Mais vamos deixando de viver debaixo da aceitação alheia.

E acabamos aprendendo a dizer não. 

É natural que quem esteja de fora estranhe. Cadê aquela pessoa boazinha, que faz tudo para agradar? Cadê aquela pessoa que aceitava qualquer coisa? Quando nos veem dizendo não a coisas que antes não questionávamos - especialmente se isso beneficiava a essas pessoas - somos consideradas egoístas.

Pensar no seu bem estar, em você e nos seus limites não é egoísmo.

Sei que falamos muito em sororidade, em olhar para o outro para compreender a dor alheia e sermos solidárias. Mas não tem absolutamente nada de errado em pensarmos em nós mesmas e no nosso bem estar. Aliás, diria que nutrir amor próprio nos dá ferramentas para amar as outras pessoas. Afinal, só conseguimos ser boas, gentis e ter empatia pelo outro quando temos esses sentimentos por nós mesmas antes.

Toda mudança e toda atitude começa primeiro dentro da gente. Por isso é importante de se colocar como prioridade para depois poder sair espalhando esse mesmo amor e compreensão pelo outro.

Diga não sempre e quantas vezes forem necessárias para que entendam o que você não gosta, não quer ou que não te faz bem. Mesmo que isso faça parecer que você é egoísta. Quem de fato te conhece e te ama vai entender - e, mais do que isso, vai apoiar - esse momento tão importante na sua vida.

5 em Autoestima/ Destaque/ maternidade no dia 05.04.2019

O primeiro passo para uma maternidade saudável? Admitir as fraquezas!

Eu vivo numa bolha. E sei disso. Convivo com muita gente que está aberta a discutir a maternidade desromantizada. Mães e não mães. Converso com gente que está disposta a se questionar sobre maternidade, doação e amor incondicional. Pessoas que querem tirar a imagem da mãe/super mulher/super heroína, pessoa incansável. Hoje vivo uma maternidade saudável, graças à essa bolha que eu vivo.

E acreditem em mim, tirar esse peso das costas das mulheres é um passo incrível para construirmos uma maternidade saudável.

Eu me lembro da primeira vez que alguém veio dizer que eu falava de um jeito que parecia que meu filho era um fardo. Eu não vesti a carapuça. Mas fiquei pensando sobre o assunto. E acabei chegando à conclusão que o fardo estava todo nas costas da maternidade. E do que a sociedade espera que uma mãe seja.

Você pode ter o filho mais comportado, educado e lindo do mundo. Você pode ter a criança dos sonhos. Você pode ter se encontrado na vida como mãe. Você pode estar muito realizada. Mas pode ter certeza que vai ter dia que a maternidade vai ser um fardo. Vai ser um trabalho solitário, repetitivo, cansativo. Vai ter dia que a gente só vai querer se trancar dentro do quarto e deixar o mundo explodir. E vai ter dias que queremos fugir.

E é bom que a gente possa admitir isso, para nós mesmas ou em voz alta. Vai ter dias que maternar vai ser pesado. E tá tudo bem.

Outro dia entrei no meio da live que a Fernanda Marques, uma mulher incrível que conheci aqui em NY, estava fazendo. Em um dado momento ela estava contando como ela faz questão de criar o filho em uma casa de pais imperfeitos. Que ela não queria criar o filho achando que a imagem da mãe é daquela mulher incansável, que se desdobra, se anula e nunca reclama só pra fazer os filhos felizes. Que ela queria poder virar pra ele e ser sincera no dia que ela estiver cansada, chateada, etc. Que essa é uma forma de criar um ser humano empático.

A gente precisa ser mais sincera com nossos filhos. Até mesmo para construirmos não só uma maternidade, mas também uma relação saudável com eles.

Vejo muito adulto que foi criado com a visão da mãe incansável e que se doa incondicionalmente. Mulheres que cresceram ouvindo que ser mãe era padecer no paraíso (e sem reclamar!) e acreditaram nisso. Passaram essa imagem para os filhos por anos, até o momento que ficou difícil sustentar essa imagem. Quando elas falam em voz alta, dá tilt na família.

Vemos filhos magoados, se sentindo preteridos e até mesmo culpados por terem “estragado” a vida da mãe. Ou seja, será que as coisas não teriam sido diferentes - e até mesmo mais suaves - se a relação não tivesse sido mais honesta desde o início?

Eu precisei me tornar mãe para entender a minha.

Foi quando eu me vi no mesmo lugar que ela que eu consegui enxergar as coisas de forma mais flexível. E consegui enxergar suas decisões e sua história com mais compaixão e empatia.

Nunca vou dizer que você precisa se tornar mãe para chegar nesse lugar que eu cheguei. Mas que tal começar a olhar com outros olhos a maternidade desromantizada? Tente ouvir mais sem julgamento. Tente tirar a ideia de que maternidade saudável é aquela que a mãe vira super heroína. Ou então que a mãe tem que aguentar tudo sem reclamar. Tenho certeza que isso serve não só para as mães, mas também para quem é filha.