1 em Autoestima/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 16.04.2019

Mudar o cabelo pode ser um jeito de contar que você mudou…

Nossa aparência não deixa de ser uma extensão de como a gente se sente e de como a gente quer se expressar no mundo. Quanto mais conectadas estamos conosco, menos os padrões externos tendem a nos controlar. Por isso, mais conscientes conseguimos ser. E temos uma real noção sobre quais escolhas queremos ou não fazer dentro desse sistema que visa a busca de uma aparência perfeita.

A busca por perfeição no universo da beleza facilmente se transforma em uma opressão. Com isso, ficamos suscetíveis a sermos reféns do que esperam de nós nessa sociedade. 

Dito isso, vale a pena lembrar que o universo da moda e da beleza não deixa de ser importante para as pessoas mais livres. O que passa a acontecer é que as necessidades passam a ser menos sobre os outros e mais sobre si. A vaidade deixa de ser um caminho de aprovação social e passa a ser uma forma quase artística de expressar quem você é. Ou a que grupo você pertence (ou não), até mesmo qual a sua personalidade ou sua maneira de se comportar. 

Nos expressar esteticamente baseadas em quem somos é uma espécie de arte que todas nós podemos escolher para nos comunicar. Se quisermos, nosso reflexo do espelho pode ser uma tela em branco. E ela nos levará a pintar aquilo que a gente escolhe acreditar que somos. Pelo menos por enquanto.

A verdade pra mim é: quanto mais livre eu consigo ser, mais próxima da minha essência eu consigo estar.

Esse é o antes. Mas não estou botando essas fotos de mudança para fazer qualquer tipo de comparação. Essa fase dele mais longo e um pouco mais escuro foi ótima!

Nesse contexto, é mais fácil ficar consciente dos meus ciclos de mudanças pessoais, profissionais e familiares. E quanto mais a gente percebe os movimentos que estão acontecendo, mais fácil é querer marcar esses ciclos. Pra algumas pessoas é uma tatuagem, pra outras uma nova decoração do próprio espaço. Uma organização do armário pode ser bem vinda também, mas o mais comum que vejo a minha volta é: MUDAR O CABELO. 

Assim como amo estar com ele mais curto e mais iluminado!

Não, eu não estou falando que mudar o cabelo muda a sua vida automaticamente, não é isso!

Tampouco estou reduzindo nossos ciclos à estética. Ou falando da busca por um cabelo “igual ao de todo mundo” em busca de aprovação e likes. O que estou dizendo é justo o oposto. Quanto mais tudo muda dentro, mais a gente tende a querer marcar fora. E é impressionante como cortar, descolorir ou pintar pode trazer isso para as pessoas. Mudar o cabelo traz isso pra mim e pra algumas mulheres com quem conversei. Por isso, resolvi voltar nesse assunto de mudar o cabelo como forma de expressão pessoal, de maneira livre e criativa.

Eu tinha 21 anos quando cortei o cabelo curto e me senti mais forte pra colocar pra fora todo um novo lado. Um momento que eu estava vivendo. Tem sido assim desde então. A cada ciclo eu busco algo que me lembre desse processo libertador que eu encaro dentro de mim. E da forma que eu quiser, pode ser expressado no espelho. Não em busca de aprovação nas redes sociais, mas em busca de mim mesma. 

E isso é ótimo, porque eu também consigo ignorar mais facilmente certas demandas.

Afinal, quem nunca ouviu que para o verão é bom clarear o cabelo e cortar mais curto? Ou no inverno é melhor deixar as madeixas mais escuras?

Crenças como essas acabam nos levando para um ciclo de novas demandas. E a única necessidade que eu quero atender é a de mudar quando eu quiser. Seja pra matizar as mechas deixando-as mais claras ou escurecendo todo o cabelo. Seja cortando ou deixando crescer.

[ Nessa mudança de cabelo eu cortei o cabelo pré carnaval, fiz mechas e matizei os fios com a tinta de BIO EXTRATUS COLOR 11.21 louro platinado irisado acinzentado. Esse ano puxamos as mexas menos da raiz, pra um efeito mais suave. Ano passado contei todo o processo desde a primeira mudança de cor no meu cabelo nesse post. Esse ano quis só lembrar que toda mudança importa e que podemos ser livres pra experimentar o que fizer mais sentido pra gente! 

Mas acho que pra sempre vou escolher mudar meu cabelo quando eu mudar meus processos. Porque se eu quiser marcar essas transformações no espelho, só caberá a mim escolher. Se for pra não me deixar esquecer, deixa ser. 

Agradeço a Bio Extratus por ser uma parceira incrível e cuidar da gente e do nosso cabelo há tantos anos. A tinta da marca tem tutano e trata o fio, ajudando no processo de cuidar dos cabelos após esses processos que tendem a ser tão abrasivos. Se você estiver considerando mudar os cabelos, pesquise Bio Extratus Color. ]

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1 Comentário

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    Helena
    18.04.2019 às 0:51

    E não é maravilhoso isso? Cortei o meu antes de mduar e la deixei mudar de novo. Agora ja quero um novo corte e cor (tchau, brancos!) Mudei tb o perfume. A vida é assim, né? Que bom que a gente muda. Amei seu cabelo novo! Bj

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