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Moda

0 em Sem categoria no dia 25.04.2019

Looks Enjoy e toda uma discussão sobre uma marca que preenche nossos limbos

Há algumas semanas eu fui no stories do Papo Sobre Autoestima levantar um assunto que muito me incomoda: moda para mulheres que estão no limbo. Isso é, moda para a galera que veste entre 44 e 46. Por quê limbo? Porque a maior parte das lojas terminam a grade no 42. E quando procuramos nas lojas plus size, muitas começam no 48.

E aí, quem está nesse meio termo, como eu, fica nessa eterna insatisfação de comprar o que tem e o que cabe. Sem muita escolha. Principalmente quando você entra em um processo de querer se expressar mais através da moda. E quando vê, tem dificuldades de fazer até isso. Muitas vezes a gente perde as esperanças de experimentar roupas em lojas do shopping. E acabamos recorrendo à lojas fast fashion, mesmo querendo uma peça de maior qualidade e durabilidade.

Nesses stories que eu dividi essa insatisfação, também pedi indicações de lojas. E fiquei impressionada com a quantidade de gente que mencionou a Enjoy.

Não que eu não conhecesse a marca. Inclusive ela esteve conosco na primeira pool party que fizemos. Ela ofereceu sandálias Ipanema nas estampas da coleção, no tamanho certo de cada convidada. Achamos o cuidado com esse detalhe um diferencial bem especial. Mas mesmo assim, ela não era a loja que eu mais prestava atenção quando ia em um shopping. O principal motivo é que eu sempre achei que o público alvo dela era uma mulher mais velha.

E claro, achava que a Enjoy era como todas as outras marcas, onde a grade terminava no 42.

Quando a marca entrou em contato conosco, ela nos contou sobre seus tamanhos e nos apresentou o lookbook dessa coleção. Ficamos surpresas. Vimos muitos looks modernos, com modelagens bacanas. E que atendem não só o meu limbo do tamanho, mas o da idade também (que foi algo que chamou muito a atenção da Carla).

Acredito que muita mulher de 30 e poucos vai entender do que ela está falando. Porque ouço demais mulheres da minha idade reclamando de como as vezes é difícil achar roupas que não sejam curtas, coloridas e informais demais. E ao mesmo tempo é difícil encontrar estampas mais sóbrias e modelagens mais confortáveis (e ainda assim interessantes) sem parecer muito mais velha. Fiquei encantada com a quantidade de opções, com a qualidade da modelagem e com essa capacidade de atender mulheres de tantas idades. 

Vendo os looks Enjoy no lookbook, conseguimos ver que a marca está atenta nessas questões.

Disposta a trazer opções com bons cortes e tecidos, com uma pegada mais jovem. Mas para ser sincera, eu só entendi como a marca realmente se empenhou em cobrir o tal limbo do tamanho no dia que fui na loja experimentar looks. 

Eu saí de lá imediatamente mandando um audio para as meninas do marketing. Contando como eu tinha ficado completamente encantada com a quantidade de opções que eu tinha à minha disposição. Tudo me coube, absolutamente tudo me vestiu bem, e eu me vi ali, confusa com tanta possibilidade. 

Uma das frases que eu soltei para elas foi exatamente essa: “deve ser assim que meninas dentro do padrão se sentem!”. 

Afinal, entrar numa loja, gostar de muita coisa e escolher o que quer vestir é algo que a inadequação da moda de uma forma geral nunca me deixou sentir por aqui. Me lembro de passar por isso viajando, mas não no Rio, a um shopping de distância. Seja porque nunca procurei em marcas que vestiam corpos como o meu, ou porque nos últimos tempos eu vinha comprando onde eu sabia que boa parte serviria. E a sensação de conseguir quebrar isso, eu preciso falar pra vocês, é muito boa! Abre um infinito de possibilidades. 

Essa coleção que mostramos aqui se chama Viajantes, e está focada principalmente em liberdade. Não poderia concordar mais, pois foi exatamente isso que senti ao conhecer as peças. Se você está nesse mesmo limbo, vale a pena conhecer a marca e experimentar as peças. E, caso você não seja do Rio de Janeiro, ela tem loja online também! 

0 em Moda/ Patrocinador no dia 22.01.2019

Mais um verão Marcyn cheio de opções!

Desde o início de 2017 nós temos vivido experiências cada vez mais libertadoras com o verão. Vocês que nos acompanham, sabem. Por causa de tantas trocas que tivemos no #paposobreautoestima, nós também passamos a entender que não era preciso coragem pra curtir o verão. Era preciso apenas liberdade pra sermos quem somos.

Parece que foi ontem, mas ainda no começo de 2017, muitas mulheres celebraram a primeira vez de um verão sem padrões no nosso primeiro #paponapiscina. Até hoje ouvimos relatos de como essa pool party mudou a vida de tanta gente. Mudou a nossa também.

Mas nada disso quer dizer que nos sentimos bem resolvidas o tempo todo. Com certeza temos muito orgulho do fato do corpo que temos hoje não limitar nenhuma das nossas experiências com o verão. Mas isso não quer dizer que vez ou outra a gente olhe para nós mesmas com mais rigidez. Que a gente encane com certas neuroses que nós mesmas criamos. E olhe para isso tudo com lentes de aumento desproporcionais.

Quem acompanha nosso instagram deve ter visto algumas dessas conversas que levamos para lá. Mas mais do que isso, vocês puderam ver a variedade de maiôs e biquínis da Marcyn que nós usamos.

Desde quando começamos a trabalhar com essa marca, geralmente é a Jô que aparece mais mostrando diferentes peças da coleção de moda praia durante o verão. Normal, afinal, nessa mesma época eu estou coberta em casacos, botas e roupas térmicas. Dessa vez eu passei o recesso de fim de ano em Búzios. E acabei conseguindo dividir com ela esse momento!

Vamos passar por alguns dos produtos que escolhemos nessa estação? Lembrando que todas essas opções que escolhemos estão com 20% de desconto no site!

Eles estão disponíveis em várias multimarcas pelo país, na loja própria da marca em São Paulo e no ecommerce, onde tem tudo que a gente posta.  

A gente sempre bate na tecla, mas é porque é realmente importante falar em marcas que vistam diferentes corpos. O que não falta por aí são mulheres com desejos por peças bonitas, estilosas, de qualidade e, principalmente, confortáveis. São tão poucas as marcas que genuinamente se preocupam com os mais variados perfis de mulheres…Assim sendo, não há dúvidas que, pra nós, a Marcyn merece cada dia mais destaque, visibilidade e espaço.

Biquini cobra – 20% off

top glam e hot pant glam – 20% off

A gente fica super feliz de ter a Marcyn de mãos dadas com o #paposobreautoestima ao longo dessa jornada. Nos ajudando a transformar o verão em uma estação mais livre a cada ano que passa. Todas as mulheres merecem curtir o verão! Sem medo, com estilo, qualidade, colorido e, mais importante, opção! Sentindo que peças de moda praia não precisam trazer insegurança.

Se você ainda quer curtir muitos fins de semana de praia e piscina, e está pensando em investir em peças novas, corre no site da Marcyn. Além da coleção 2019, eles estão com muitas peças com descontos até 75%. Mas isso a gente fala sobre em outro post. ;)

0 em Autoestima/ Destaque/ Moda no dia 27.12.2018

“Branco Engorda”, nesse ano novo livre-se dessa ideia!

Em muitas culturas a cor branca no vestuário remete à leveza, pureza, paz. Somada às temperaturas nada amenas do nosso verão, não é à toa que essa é uma cor tão usada para celebrar o Ano Novo. Porém, não é incomum ouvirmos mulheres de todas as idades e tipos de corpos repetirem a crença de que branco engorda.

Por isso, nessa época, estar magra para poder usar branco sem achar que está gorda vira um objetivo para muitas mulheres. O que leva a pessoas a se privarem das confraternizações de fim de ano, dos amigos ocultos, até mesmo da Ceia Natal.

E aí, uma cor que poderia ter vários significados especiais e positivos, passa a ser sinônimo de sofrimento e angústia. De renúncias e privações. E também pode virar um símbolo de frustração e decepção, caso a tal meta não seja concluída com o sucesso esperado.

foto: Saksham Gangwar

foto: Saksham Gangwar

Não sou especialista em cores, mas tenho certeza que essa história que “branco engorda” não existe. O branco até pode expandir a luz e criar a ilusão de volume, mas engordar? Não. E por que isso é encarado como um problema? É apenas uma peça de roupa, de uma cor específica, feita para celebrar uma data especial. A única intenção ao usá-la deveria ser sentir-se bem, confortável e bonita!

Ah, sem contar que roupa não tem caloria, portanto, “branco engorda” não existe, e nenhuma peça vai adicionar quilos a mais na sua silhueta. Independente da cor.

A gente fala do branco por causa dessa época do ano onde a cor está em todos os lugares. Seja nas vitrines ou nas rodas de conversa. Mas esse assunto vale para qualquer cor, estampa e tipo de roupa cujas “regras de vestimenta” dizem que não funciona para um tipo físico. Isso não existe.

É óbvio que você pode e deve ter seu gosto e senso estético para se vestir. Mas, nessas horas, é importante tentar entender o quanto disso realmente é opinião sua. E o quanto disso é uma crença construída de tanto ouvir e ler por aí. Se seu caso for o segundo, vale a pena se questionar e tentar mudar. E experimentar, claro! Muitas dessas ideias mudam conforme vamos experimentando as roupas, com leveza, cabeça aberta e sem achar que precisamos fazer dieta para caber em alguma peça.

A roupa que tem que caber na gente, não o contrário!

Dê o seu melhor para não cair na roubada de fazer sacrifícios em nome de uma peça de roupa branca. Não se prive e nem deixe de usar algo só porque as pessoas tentam determinar o que podemos ou não podemos nessa vida. O ato de vestir-se precisa ser leve, descontraído, que permita diversão, sentir-se bem e sobretudo, se sentir você. São apenas roupas, isso não deveria ser algo duro e pesado. Não leve isso com você justo agora, com um novo ano prestes a começar.