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0 em Destaque/ Looks/ Moda/ Publieditorial no dia 29.11.2019

Vamos falar da grade das camisas de Principessa?

Podemos aproveitar a Black Friday para fazer um post cheio de conteúdo de moda? Desde que começamos o Papo Sobre Autoestima, começou a ficar muito difícil ignorar marcas com grades pouco inclusivas. E não estamos falando isso como um elogio. Se anos atrás a gente não se importava muito com isso – mesmo passando perrengue no provador tentando entrar no último número (que costumava ser um 42) – hoje é impossível desver a quantidade de consumidoras que essas marcas não contemplam.

Por isso, a gente cada vez mais tem buscado trabalhar com marcas cujas grades sejam maiores. E que tenham tamanhos coerentes com o corpo das suas consumidoras.

Quando conhecemos a Principessa, vimos que ela se encaixava nessas diretrizes que estipulamos para nós mesmas. Todas as peças que pedimos, vimos no site, mas não vamos negar que ao pedir as camisas, ficamos com aquelas inseguranças clássicas. “Será que vai apertar no peito e o botão vai abrir?”, “será que vai vestir bem ou vai pegar embaixo do braço?”. Para nossa grata surpresa, pedimos nosso tamanho e tudo coube muito bem. Já teve até post no blog sobre a marca!

Para quem não sabe, a Principessa é muito tradicional em camisaria feminina. São especialistas dos modelos mais formais e fashionistas, aos mais casuais. E tudo isso uma a grade bem variada. A seleção de produtos que vai do 36 ao 52 é bem vasta, e agora a linha plus size está chegando com peças que vão até o 54.

Hoje na Black Friday a marca tem descontos de até 60%, mas não é sobre isso que queremos falar. Separamos aqui algumas coisas que achamos que vale a pena dar uma olhada. E que, ainda por cima, são de materiais nobres como algodão, viscose e linho.

camisa lilás | camisa off-white | blusa menta | camisa sem manga branca

Se quiser com outros tipos de tecido, tem uma seleção grande de peças de crepe, por exemplo:

blusa vermelha | blusa florida | vestido preto | regata com renda

Hoje tem muitas peças com descontos que vão de 20 a 60%. Vale a pena dar uma olhada, vai que tem algo que está na sua lista e que você tava querendo comprar com um preço mais legal?

Algumas das nossas sugestões são essas. Peças versáteis, com bons tecidos e modelagens, ótimas para ir do trabalho ao dia de folga:

saia clochard | camisa de poás | vestido
camisa listrada | camisa azul | camisa azul drapeada

Se você ainda não conhece a Principessa, mas estava procurando uma marca com grade variada e peças versáteis e com qualidade, vale dar uma clicada e conhecer o site.

Camisa Carla (um vício que ela não tira) | Camisa da Jô (chique e fashionista que eu amei)

Nós duas já usamos as nossas camisas antes, mas não poderia deixar de mostrar pra vocês o look muito confortável que eu escolhi esse mês:

Camisa off-white que virou paixão diária (46 pra ser mais soltinha) | calça marinho super elegante que estou usando muito (44) .

A marca é 100% online e tem várias facilidades como frete grátis para regiões sul e sudeste (as outras regiões o frete é grátis a partir de R$199,90) e parcelas de até 10x sem juros. Ah, e lembrando que você pode trocar ou devolver (sem custo) as peças em até 7 dias úteis, como diz o Código de Defesa do Consumidor.

E ai, o que achou? A gente amou prestar mais atenção nas camisas da Principessa. Tem modelos de muitos estilos e tamanhos (algumas camisas vão até o 54). Se você precisa de uma camisa branca, lá pode ter uma no seu estilo.

0 em Comportamento/ Destaque no dia 28.11.2019

Quem tem medo de comprar online? Um mini guia para aproveitar a Black Friday

Black Friday chegando e, com ela, a oportunidade de comprar aqueles itens que estamos precisando a preços bem mais camaradas. Está certo que muitas vezes as promoções não são tão atraentes assim, mas dá pra pechinchar alguns itens legais. E, além do mais, qualquer 10% a menos já tá valendo!

Acontece que as nossas opções aumentam muito quando incluímos lojas online no nosso radar. Principalmente se você se interessa por vestuário e não tem muita facilidade de encontrar peças no seu estilo ou até mesmo tamanho em lojas físicas.

Sabendo que muita gente tem medo de comprar online quando se trata de roupas, resolvi aproveitar a Black Friday para preparar esse mini guia.

ilustra: simply whyte design

Saiba seus direitos de consumidora

O Código de Defesa do Consumidor nos resguarda de riscos nesse tipo de compra. A regra principal que você precisa saber é que, em caso de compras online, existe o prazo de 7 dias corridos para desistência, a contar da data do recebimento. Ou seja, comprou e, por qualquer motivo, não gostou, a loja tem obrigação de aceitar o retorno e te devolver o valor, inclusive do frete de devolução! Não precisa estar com defeito, não precisa demonstrar nada. E só falar que quer devolver e pronto. Simples assim.

Na dúvida, leia sempre a política de troca e devolução

Mas é claro que a nossa intenção não é ficar brigando na justiça com ninguém. Muito menos se estressar. Mas a gente pode – e deve – se precaver. Então, antes de comprar, confira a política de troca e devolução da marca, para ter certeza de que ela aplica direitinho a previsão da lei. Se você não gostar, já sabe: é só devolver! Lembrando que isso vale somente pra compras feitas no território brasileiro, viu?

É isso que me dá tranquilidade pra comprar absolutamente tudo na internet. Inclusive – e especialmente – coisas que “tem que experimentar” para comprar. Sapatos, óculos, lingerie, calça jeans, vestido de festa, tudo online.

Saiba suas medidas

A gente já sabe que pode devolver e retornar, mas é claro que a gente compra as coisas já na intenção de sair usando tudo. Para que isso aconteça, é super importante saber suas medidas. Esse vai ser seu principal parâmetro para escolher o tamanho e modelagem ideais. E uma garantia maior de que tudo vai servir direitinho.

Leia os reviews

Alguns sites têm, inclusive, um espaço pra que os consumidores comentem as peças adquiridas. A gente ainda está incorporando isso na nossa cultura, mas a verdade é que isso ajuda muito! O pessoal fala do acabamento, tecido, caimento e medidas. Fala também se a modelagem é grande ou pequena. Abuse desse recurso e deixe suas impressões lá também, isso ajuda muito outros interessados! 😉

Aproveite o espaço online para conhecer marcas de slow fashion

Além disso, a compra virtual aproxima o contato com pequenos produtores e o acesso à chamada slow fashion. Muitos deles somente possuem venda online, mas o contato com o consumidor costuma ser muito próximo. As vezes com assessoria de compra por direct ou whatsapp. Você pode mandar suas medidas e pedir ajuda com o tamanho e o caimento da peça. Inclusive com a opção, em vários casos, de que ela seja confeccionada sob medida – olha só que máximo!

Aliás, eu já fiz várias amizades através dessa troca de mensagens que ultrapassou a relação de cliente e vendedora e se tornou pessoal.

Aproveite para pesquisar preços

As vantagens não param por aí. Pela internet, nós temos uma possibilidade muito maior de pesquisar preços. É só comparar a quantidade de sites que você olharia durante aquele tempo gasto para andar de loja em loja. 

Comprar online te dá liberdade na hora de experimentar

Quando a peça chega na sua casa, você experimenta, anda pela sua casa, se olha no seu espelho de todos os dias, testa posições. Quem nunca comprou um jeans e depois percebeu que ele aperta aqui e ali, que atire a primeira pedra! Também dá para combinar com outras peças do seu armário, fazer looks diferentes, mandar foto para as amigas. Tudo isso sem pressa, afinal, você tem 7 dias para se decidir.

Acredite, assim caem muito as chances de fazer aquela compra por impulso. Ou de comprar uma peça que você vai acabar não usando, só porque a luz do provador te favoreceu ou aquela vendedora falou horrores de como você está linda.

Fique de olho no frete grátis ou frete fixo!

Se você mora longe da sua loja favorita, sem problemas. Também dá para pedir pela internet. Dependendo da distância, o frete pode até ficar um pouco alto, então minha última dica é ficar de olho. Muitas marcas têm políticas de frete grátis acima de um valor estipulado. Sem contar que vivem oferecendo frete fixo e até gratuito, principalmente em épocas de promoção (olar, black friday).

E aí, perdeu o medo? Ficou com dúvida? Conta pra gente!

0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Comportamento/ Destaque no dia 26.11.2019

Em vésperas de Black Friday, vamos falar sobre terapia de compras?

Em tempos de vésperas de Black Friday, achamos que valia a pena falar aqui sobre algo chamado “retail therapy”, aportuguesando, terapia de compras. Aquela ideia de que fazer compras preencherá seus vazios e te ajudará a sair de momentos ruins.

Toda vez que a gente ouve esse raciocínio, um alarme toca. Porque comprar pode até aliviar alguma dor emocional imediata, mas no futuro pode te gerar dívidas, acúmulo de coisas desnecessárias e até mesmo mais infelicidade.

Ano passado a Joanna Moura, do UASZ fez um post falando sobre isso aqui. Esse ano, traduzimos essa matéria que saiu no site mental floss, e que fala mais sobre o assunto.

“Oi. Meu nome é Shaunacy, e eu tenho um vício em compras.

Isso quer dizer que você não deve comprar mais nada? Ou não aproveitar a Black Friday? Não! Mas em tempos de muitas ofertas pipocando por tudo quanto é lado, é importante a gente trabalhar nosso autoconhecimento. É importante a gente ver o que precisa de fato, para que não sejamos seduzidas por preços baixos em produtos que quase não terão uso. Então, vamos mostrar essa matéria:

“Oi. Meu nome é Shaunacy, e eu tenho um vício em compras.

Eu tenho depressão crônica, então quando eu falo que compro coisas que não preciso quando estou triste, eu não estou falando de uma ocorrência rara. Eu me sinto para baixo muitas vezes, então uso as compras como terapia o suficiente para eu me considerar com um vício em compras, mas geralmente é quando minhas doses de remédios e terapia não estão sendo suficientes que eu cedo às pequenas alegrias do consumismo.

Esse ano, quando minha conta bancária começou a ficar seriamente prejudicada por causa das minhas baixas de humor, eu comecei a pensar: valeu a pena?

Será que a “terapia de compras” era de fato terapêutica ou eu estava esvaziando minhas contas sem ter nenhum benefício?

Pessoalmente, 2016 não foi um ano muito legal para mim, emocionalmente ou financeiramente. Horas depois de um término devastador, eu gastei U$280 dólares em um robô que limpa a casa.

Esse namorado e eu não morávamos juntos. Não dividíamos as contas, bancárias ou do Netflix. Legalmente e financeiramente, não éramos ligados – tirando o fato que eu não poderia mais logar na conta dele do Amazon Prime. E mesmo assim, esse término teve o potencial de ser financeiramente incapacitante. Em uma semana, meu app de despesas ficou no vermelho por mais U$200, uma quantia que foi aumentando substancialmente a medida que as semanas passavam. E isso porque nem contei o dinheiro que estava gastando em terapia de verdade.

Eu tinha na poupança o necessário para cobrir os custos da minha perda temporária de sanidade financeira, ou então eu teria que passar o próximo mês comendo feijão enlatado todas as refeições. Talvez eu não gastasse tanto se eu não soubesse que eu tinha esse suporte, mas eu também não estava pensando claramente. Provavelmente eu gastaria mais, independente do que minha conta bancária falasse, à procura de alguma distração que me fizesse sentir melhor. A ameaça de gastar mais do que eu podia, de fato, era um pouco intoxicante. Eu ficava repetindo um bordão na minha cabeça, toda hora: “treat yo’self (que pode ser lido tanto como “cuide de você” ou “se dê algo”)”.

Eu sentia que eu merecia, por mais bobo que isso pareça. Eu precisava. E eu sentia que comprar todas aquelas coisas faria com que minha vida voltasse para o lugar.

Um desejo compulsivo de comprar coisas pode ser bem mais sério para algumas pessoas. Terapia de compras pode, de fato, ser um sinal de alguma questão psicológica real – transtorno de compra compulsiva, um vício que geralmente resulta em dívidas massivas onde as pessoas que sofrem costumam esconder de seus amigos e família. De acordo com pesquisas, emoções negativas como depressão, ansiedade e até mesmo tédio tendem a preceder compras exageradas. Uma vez que a compra é feita, o comprador costuma sentir euforia e alívio.

Os sintomas parecem assustadoramente familiares. April Benson, uma psicólogia autora do livro To Buy or Not do Buy: Why We Overshop and How to Stop (Comprar ou não comprar: por quê compramos demais e como parar), fala que uma das razões que fazem pessoas comprarem demais é para exercer algum controle sobre suas vidas. “Essa é uma situação que você pode controlar – ‘Eu vejo, eu gosto, eu compro, é meu'”. Enquanto isso, muitas outras partes estão totalmente sem controle.

Para muitas pessoas, comprar algo é um processo agradável. Você se sente satisfeita de achar algo que você quer e que possa comprar. “Pode dar uma sensação de domínio”, Benson explica. E isso só vira um problema quando é exagerado.

Eric Storch, psicólogo clínico e professor na Universidade de South Florida que estudo transtornos obssessivos compulsivos, fala que não é claro como a compulsão acontece no cérebro. Seja no TOC, seja na compra compulsiva, em pessoas que compram exageradamente, comprar algo aciona um gatilho na área de recompensa do cérebro.

“Para muita gente existe esse tipo de necessidade de precisar preencher esse impulso de comprar, e uma vez que a compra está feita, a sensação de prazer e de alívio de tensão é tão grande que reinforça.”, ele diz. Por você ficar com uma empolgação temporária, comprar vira um ato repetitivo. Você se sente um pouco pra baixo, compra algo, sente-se um pouco melhor. Quando essa empolgação vai embora, você volta a se sentir péssima, e o ciclo se repete. É um pouco terapêutico no curto prazo, mas nunca irá te satisfazer.

Terapia de compras não resolve depressão ou coração partido. Se faz alguma coisa, diria que adiciona uma nova camada de stress à uma situação ruim. Você sabe que pode se sentir um pouco melhor no momento, mas você não vai se sentir legal quando a fatura do cartão chegar.

Também é importante entender que aquela camiseta nova, ou uma vitrola, não são exatamente o que você procura. Como diz Benson, “Coisas que você não precisa de fato nunca vão ser suficientes”. Quando você está deprimida, provavelmente você precisava de outra coisa além do que você comprou. Talvez você precisasse de amor, carinho ou de um sentimento de pertencimento”. Infelizmente, segurança emocional é uma das poucas coisas que você não consegue comprar na Amazon.”