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0 em Beleza/ Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 15.06.2020

Hidratações potentes para fazer em casa

Nesses anos trabalhando com Bio Extratus, já experimentamos muita coisa interessante. E justamente por experimentarmos muita coisa em casa, achamos que esse era um tema muito bom de abordar por aqui. Já fizemos post com algumas sugestões, e agora aparecemos aqui com outras!

Então, separamos algumas das máscaras de hidratação que achamos que mais funcionaram com a gente. Se você está procurando opções para tratar dos cabelos em casa, fica aqui nesse post com a gente!

1 – Banho de Creme linha Pós Química

De todas as máscaras que já experimentamos, a da linha Pós Química é aquela que a gente aposta sempre. E indica sempre também. De toda nossa experiência com Bio Extratus e leitoras, essa foi a linha que mais vimos elogios vindos de mulheres com os mais diferentes tipos de cabelos. Não tem erro. A união do abacate (que é antioxidante e hidrorreparador) com a jojoba (hidrata sem deixar resíduos) é infalível.

2 – Banho de Creme linha Neutro

Taí outra máscara que funciona para muitos cabelos diferentes. O nome da linha é neutro justamente porque é feita com ingredientes suaves e neutros que são potencializados pelas proteínas naturais do leite. Essas proteínas têm efeito umectante e hidratante, garantindo brilho natural, hidratação e maciez. Tem post completo aqui, vale dar uma pesquisada na resenha!

3 – Óleo de Coco

Recentemente descobri um dos jeitos que mais tenho gostado do efeito do óleo de coco: umectação. Aproveito o dia que sei que vou lavar o cabelo e aplico o óleo do meio do cabelo até as pontas, prendo num coque e deixo até a hora de lavar. O cabelo fica muito brilhante e macio!

4 – S.O.S Cachos & Crespos

Ano passado a Bio Extratus lançou essa linha para cacheadas e crespas, e acho que ela precisa entrar aqui mesmo sem a gente nunca ter experimentado. A maioria das embaixadoras de Bio Extratus que têm cabelos crespos falou muito bem tanto do banho de creme quanto do SOS Cachos & Crespos, a manteiga de 60 segundos.

5 – Manteiga de Coco

Mais um produto altamente eficiente, rápido e prático, a manteiga de Coco tem ação antiressecamento imediata e também é um produto para uso de 60 segundos. Ela hidrata profundamente os fios e também repara. É o tipo de sachê que sempre vale a pena ter em casa.

Além disso, aproveitem as promoções que acontecem no site! Ao digitar o código PAPO, durante o mês de junho, nas compras acima de R$99,90, você também ganha um sabonete da linha Botica Lavanda. Aproveitem!

4 em Autoestima/ Destaque/ Relacionamento no dia 12.06.2020

Team Solteira

Como diz bell hooks no texto Vivendo o Amor, “a arte de amar e a prática de amar começam com a nossa capacidade de nos conhece e afirmar.” Dito isso, Dia dos namorados e você pensou que eu vim aqui falar sobre ser solteira?

Também. Poderia lembrar aqui que existem muitas mulheres que gostam da vida de solteira, gostam de ser solteiras, de viver só. Não falo só, sem família ou amigos. É só, sem todas as questões de um relacionamento. Elas são mulheres fantásticas como todas as outras. Não são amarguradas ou decepcionadas como gostam de rotular. Mas não é sobre isso que eu queria falar.

Hoje é dia dos namorados. Eu to solteira, mas gostaria de falar do desejo de amar e ser amada.

ilustra: Marylou Faure

Eu desejo amar e ser amada novamente. Viver um relacionamento repleto de reciprocidade. Café da manhã e um pouco de malícia e sensualidade. Receber flores sem ter feito nada, assim, por pura espontaneidade. Quero, sim, andar de mãos dadas na beira da praia. Conversar por horas a fio, dedilhar minhas mãos no seu corpo nu e faze-lo arrepiar como sentindo frio. E sorrir das coisas mais banais. 

Já ouvi de homens e de mulheres que sou difícil demais, independente, inteligente, formada demais.

Me sinto numa entrevista de emprego onde meu currículo é sempre competente demais para o cargo simples de namorada. Ah, faltou indisponível, já ouvi também. Será que eu deveria ficar sentada na rede, lendo um livro, esperando o amor? Já falei para várias pessoas que desejo um relacionamento, sou solteira e tals. Acho que elas têm medo de me apresentar um amigo e eu acabe com o coitado do rapaz. 

Ah esqueci: tem gorda demais.

Porque já houveram os caras que queriam me transformar em seus projetos de antes e depois. Ou queriam algo escondido, assim que ninguém pode saber. Além disso, sou mãe. Todos os passos que dou, avaliados meticulosamente por uma sociedade que não perdoa uma mãe que deseja namorar. 

Mas não vim aqui tecer teses, vim aqui dizer estou no Team solteira porque ainda não encontrei o tal amor que todos dizem que quando parar de procurar, ele vai chegar.

Estou aqui, esperando. Acreditando na possibilidade de novamente amar em par. Não é fácil aguardar, como se fosse uma fila a qual você nem sabe qual é a sua posição. Mas enquanto aguardo, vou estudando, me conhecendo, vivendo, me afetando. Porque sigo acreditando que o amor é revolucionário.

0 em Autoestima/ Comportamento/ Destaque no dia 01.06.2020

10 passos para uma aliança antirracista

A Ingrid Silva, que já participou de alguns posts aqui no Papo, divulgou o link da Mireille Charper onde ela fez um pequeno passo a passo de como ser uma aliada na luta antirracista. Como o texto está em inglês, achei que valia a pena traduzir e deixar aqui, para todas vocês que queiram se juntar ao movimento. Para quem quiser ver o original, é só clicar aqui.

1 – Entender o que uma aliança antirracista significa:

“A aliança superficial serve apenas para alavancar o aliado. Ela pode até chamar a atenção mas não se aprofunda e não é direcionada para quebrar os sistemas de poderes opressores.” – Latham Thomas

2 – Dar uma olhada no seus amigos, familiares, colegas de trabalho e conhecidos negros:

Esse é um momento emotivo e traumático para a comunidade. Dar uma olhada na sua rede de contatos e checar se está tudo bem significa mais do que você pode imaginar. Pergunte como você pode oferecer suporte.

3 – Se prepare para trabalhar:

Entenda que reconhecer seus privilégios como pessoa branca não vai ser uma experiência bonita ou divertida. É necessário sentir culpa, vergonha e raiva no meio do processo.

4 – Leia trabalhos antirrascistas:

Não é suficiente se dizer antirracista, você precisará ler para entender e combater o racismo. Algumas leituras importantes para seu aprendizado (e com foco em um feminismo interseccional):
Mulheres, Raça e Classe – Angela Davis
Rumo a um feminismo descolonial – Maria Lugones
Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil – Sueli Carneiro
O feminismo é para todo mundo – bell hooks
Irmã Outsider – Audre Lorde
Memórias da Plantação – Grada Kilomba

5 – Não compartilhe conteúdos traumáticos:

Não importa as suas intenções, é vital considerar que o compartilhamento de pessoas sofrendo abusos e violência pode gerar gatilhos em pessoas negras. Evite compartilhar esse conteúdo que desumaniza pessoas negras.

6 – Doe para fundos e apoie iniciativas:

Considere apoiar plataformas e iniciativas que apoiam pessoas negras. Algumas que podemos indicar no Brasil são o Voz das Comunidades, Perifa Connection, Bibliopreta (que inclusive estamos fazendo vários cursos e indicamos), Winnieteca são alguns deles.

7 – Não centralize a narrativa para você:

Apesar de ser legal você empatizar com as histórias, agora não é hora de dividir suas experiências pessoas em uma narrativa que não é sobre você. Isso, na verdade é danoso e tira o foco da gravidade da situação. Deixe seu ego de lado.

8 – Continue apoiando mesmo depois das manifestações:

Não é preciso que um ato de brutalidade ou o fato de uma situação ter se tornado viral para você mostrar seu apoio. Continue apoiando criadores negros, iniciativas negras e organizações DEPOIS que a atenção para esse assunto diminuir.

9 – Pare de apoiar organizações que promovam discursos de ódio:

Se você consumir conteúdos que promovam discursos de ódio ou preconceituosos, você está contribuindo para o problema. Ao mesmo tempo, pare de apoiar organizações que amam a cultura negra, mas não usam sua voz para discutir questões que estão afetando a comunidade negra.

10 – Comece a sua estratégia de longo prazo:

O que você está fazendo a longo prazo para promover uma mudança? Você pode ser mentor de um jovem estudante? Você pode ser a administradora ou curado de uma organização que apoie a comunidade negra? Você pode voluntária? Faça um esforço para fazer coisas que sejam valiosas no longo prazo.