Browsing Tag

autoestima

0 em Moda/ Patrocinador no dia 22.01.2019

Mais um verão Marcyn cheio de opções!

Desde o início de 2017 nós temos vivido experiências cada vez mais libertadoras com o verão. Vocês que nos acompanham, sabem. Por causa de tantas trocas que tivemos no #paposobreautoestima, nós também passamos a entender que não era preciso coragem pra curtir o verão. Era preciso apenas liberdade pra sermos quem somos.

Parece que foi ontem, mas ainda no começo de 2017, muitas mulheres celebraram a primeira vez de um verão sem padrões no nosso primeiro #paponapiscina. Até hoje ouvimos relatos de como essa pool party mudou a vida de tanta gente. Mudou a nossa também.

Mas nada disso quer dizer que nos sentimos bem resolvidas o tempo todo. Com certeza temos muito orgulho do fato do corpo que temos hoje não limitar nenhuma das nossas experiências com o verão. Mas isso não quer dizer que vez ou outra a gente olhe para nós mesmas com mais rigidez. Que a gente encane com certas neuroses que nós mesmas criamos. E olhe para isso tudo com lentes de aumento desproporcionais.

Quem acompanha nosso instagram deve ter visto algumas dessas conversas que levamos para lá. Mas mais do que isso, vocês puderam ver a variedade de maiôs e biquínis da Marcyn que nós usamos.

Desde quando começamos a trabalhar com essa marca, geralmente é a Jô que aparece mais mostrando diferentes peças da coleção de moda praia durante o verão. Normal, afinal, nessa mesma época eu estou coberta em casacos, botas e roupas térmicas. Dessa vez eu passei o recesso de fim de ano em Búzios. E acabei conseguindo dividir com ela esse momento!

Vamos passar por alguns dos produtos que escolhemos nessa estação? Lembrando que todas essas opções que escolhemos estão com 20% de desconto no site!

Eles estão disponíveis em várias multimarcas pelo país, na loja própria da marca em São Paulo e no ecommerce, onde tem tudo que a gente posta.  

A gente sempre bate na tecla, mas é porque é realmente importante falar em marcas que vistam diferentes corpos. O que não falta por aí são mulheres com desejos por peças bonitas, estilosas, de qualidade e, principalmente, confortáveis. São tão poucas as marcas que genuinamente se preocupam com os mais variados perfis de mulheres…Assim sendo, não há dúvidas que, pra nós, a Marcyn merece cada dia mais destaque, visibilidade e espaço.

Biquini cobra – 20% off

top glam e hot pant glam – 20% off

A gente fica super feliz de ter a Marcyn de mãos dadas com o #paposobreautoestima ao longo dessa jornada. Nos ajudando a transformar o verão em uma estação mais livre a cada ano que passa. Todas as mulheres merecem curtir o verão! Sem medo, com estilo, qualidade, colorido e, mais importante, opção! Sentindo que peças de moda praia não precisam trazer insegurança.

Se você ainda quer curtir muitos fins de semana de praia e piscina, e está pensando em investir em peças novas, corre no site da Marcyn. Além da coleção 2019, eles estão com muitas peças com descontos até 75%. Mas isso a gente fala sobre em outro post. ;)

0 em Autoconhecimento/ Autoestima no dia 22.01.2019

5 razões porque você precisa seguir a Fe Neute nas redes sociais!

Vocês já conhecem a Fê Neute? Se nunca viram, acho que em algum momento, você já se deparou com os vídeos dela no Youtube. São assuntos variados, porém, todos debaixo de uma mesma ideia, que é a da felicidade. Enquanto por aqui falamos sobre diversos aspectos da vida sob o ponto de vista do amor próprio, autoconhecimento e auto valorização, a Fe fala sobre felicidade, que é uma busca constante de todo mundo, e dela também.

Os dois assuntos se cruzam muito, apesar de serem conteúdos bem diferentes. Em setembro, a Carla e a Jô convidaram essa brasileira que, assim como a Ca, também mora em NY, pra participar de um evento do #paposobreautoestima. Pelo que todo mundo postou e contou foi super bacana. Eu já adorava o trabalho dela e por achar tão importante, quero te convidar para saber de pelo menos 5 motivos para segui-la nas redes e assistir seu canal.

1. Todo mundo quer ser feliz.

O legal é que ela não vem te dar uma fórmula mágica. Nem frases feitas. Ela chega trazendo ideias que ela vai aprendendo, pensando e ponderando. Ela fala do que vai testando na sua vida e divide seu processo com a gente. De maneira que nos faça pensar e refletir sobre nossa responsabilidade nesse processo. A Fe é bem aberta no diálogo e deixa sempre claro que não existe verdade absoluta. Ela está apenas dividindo algo sob o ponto de vista dela, do seu aprendizado pessoal, assim como fazemos por aqui.

2. Ela traz referências legais.

Você nunca sai dos stories dela ou dos vídeos sem uma sensação de “dever de casa”, de algo que você possa fazer e agir. E esse é o diferencial da @feneute. Ela não vai te pedir para ver ou ler sobre algo, não tem nada a ver com os processos de “coaching das redes sociais”. Ela simplesmente fala sobre livros, filmes, vídeos ou até mesmo experiências de maneira que você vai se interessar pelo menos por alguma coisa. Você vai acabar vendo, lendo ou escrevendo e vai valer à pena, da forma mais natural possível.

3. Ela é bem “vida real”.

Como falei atualmente, Fernanda mora com o marido em Nova York. E assim como a Carla, ela também curte mostrar as coisas nessa pegada de “a vida como ela é”. Elas não idealizam suas rotinas. Elas podem morar em uma das cidades mais bacanas do mundo, mas elas vivem uma vida normal, sem ajuda e dando conta das suas tarefas. Acho super positivo acompanhar isso. Não deixa de ser mais um ponto de vista de uma mulher de 30 e poucos anos – no caso dela, sem filhos – morando na Big Apple de uma forma interessante e não romantizada. Todo mundo gosta de saber disso, né?

4. Minimalismo.

Num meio de redes sociais onde se fala muito em consumo, ela prega o minimalismo e conta das suas experiências com ele. Não do minimalismo como imaginamos, isso é, de vivermos com bem pouco ou quase nada. Um minimalismo adaptado à realidade de cada pessoa, sem radicalismos, sem regras ou verdades absolutas. Com os pés no chão e adaptável à vida prática de cada um. É uma fonte bacana para quem quer começar a falar sobre o assunto e, quem sabe, iniciar um processo como esse.

5. Ela foi nômade digital.

Fernanda viajou por muitos países trabalhando como nômade digital e ela sempre divide como foi essa experiência. Ela também tem um ebook que pode te ajudar se o seu sonho for esse. Talvez muito do minimalismo venha dessa experiência que ela viveu e agrega ao seu conteúdo em muitos momentos.

Sem dúvida o canal da Fe Neute no youtube é um dos que mais vale a pena na internet. Ele se chama Fê-liz com a vida! Se você não for chegado ao youtube não tem problema, vai no instagram e segue a @feneute. Não deixe de acompanhar os stories sempre que puder, ela sempre faz a gente pensar em algo novo!

1 em Autoestima/ Relacionamento no dia 21.01.2019

O que perdoar significa em um relacionamento abusivo?

Há duas semanas escrevi um texto aqui para o blog sobre os relacionamentos abusivos. Falei bastante sobre como identificar se você está vivendo esse tipo de relação. Hoje quero aprofundar um pouquinho mais essa nossa conversa. E quero trazer um tema muito importante (e bastante delicado) para quem vive ou já viveu um relacionamento abusivo: o perdão.

Antes de seguirmos, quero pedir que você leia com mente e coração abertos. Existem muitos mitos sobre o perdão, que pretendo desconstruir aqui. Mas também quero deixar claro que você não é, nem nunca será obrigada a nada. Combinado?

Uma coisa que torna o perdão tão desafiador é o fato de acreditarmos que perdoar é esquecer. É praticamente impossível esquecermos as profundas feridas causadas por um relacionamento abusivo. Particularmente, acredito que não devemos esquecê-las. Essas experiências fizeram parte da nossa vida e devemos honrar a nossa jornada, por mais difícil que ela possa ter sido.

Perdoar também não é relevar o que aconteceu.

Muito menos ser conivente com a violência. Ou permanecer se sujeitando a ela. Ou dar permissão à pessoa que nos feriu para continuar fazendo isso. Seja conosco ou com outras pessoas.

Tendemos a acreditar que o outro nunca merecerá o nosso perdão, como se assim ele estivesse sendo punido pelos erros que cometeu. Mas a verdade é que o perdão não é para o outro.

Perdoar é um gesto curativo e de libertação para nós mesmas.

Você já se machucou alguma vez na vida, certo? Já teve uma ferida física que deu uma casquinha, depois cicatrizou e por fim, curou. Correto? E o que acontece quando você tira a casquinha do machucado? A ferida revive. Ela fica aberta, sangra e o processo de cicatrização deve ser reiniciado. E se você tirar a casquinha toda vez que ela começar a se formar? Nunca será possível se curar definitivamente do machucado. Podendo até mesmo haver complicações muito mais graves e dolorosas.

Com as nossas feridas emocionais o processo é exatamente o mesmo. No meu ponto de vista, quando não perdoamos, nunca podemos concluir o processo de cura. Permanecemos eternamente presas à situação que nos causou dor. Revivemos diariamente as situações difíceis, deixando abertas feridas que perpetuam nossa dor ao longo da vida.

O tempo físico passa, mas, emocionalmente, acho que permanecemos presas ao passado. Revivendo continuamente a mesma experiência. Impedindo que nossa vida siga seu fluxo e que novas energias tenham espaço dentro de nós.

Sei que pode parecer um contrassenso. sSi que talvez possa parecer que para perdoar é fundamental reviver o passado e isso sim trará dores desnecessárias. Mas não é bem assim.

Analisar nossos relacionamentos abusivos não é revisitar o passado gratuitamente.

É uma oportunidade de transformar nossos padrões de comportamento, levando-nos a atrair relações amorosas e afetivas mais saudáveis. Não mais dentro do sistema de codependência do qual falei no outro post. Lembrando que, sempre que possível, é aconselhável que esse processo seja acompanhado por profissionais. Pessoas aptas a nos dar o suporte adequado nessa jornada de autoconhecimento.

Quase sempre nós temos um papel que nos prende às relações tóxicas. Ele não é consciente e nem nos transforma em culpados. É importante dizer que nosso intuito aqui não é apontar vítimas ou culpados. Quero mais é fortalecer o senso de autorresponsabilidade, que coloca em nossas mãos a capacidade de reassumir as rédeas de nossas próprias vida, com segurança e autoconfiança. Quando nos damos conta disso, temos a oportunidade de repensar todo nosso processo de desenvolvimento pessoal. E nos colocamos em um lugar de protagonismo e liderança de nós mesmas.

A verdade é que quando descobrimos o que nos fez passar por isso, passamos a poder cuidar da nossa autoestima de perto.

ilustra: Ju Ali

Nos possibilitando uma jornada de autoconhecimento que trabalha nossa autoconfiança, autovalorização e tantas outras percepções equivocadas que costumamos nutrir sobre nós mesmas nas relações tóxicas.

Por outro lado, quando tentamos fechar os olhos para as feridas do passado, elas permanecem abertas dentro de nós. Dessa forma, tenderemos a repetir as situações que tanto queremos evitar. Ou então espelharemos as mágoas e dores, causadas pelas feridas antigas, nas novas relações. Ou, ainda, fechamo-nos completamente para novas experiências, com medo de que aquilo que nos fez sofrer aconteça novamente.

Consegue compreender como perdoar sempre é, e sempre será, sobre nós? A consequência de não perdoar o outro pesa em nós. Em continuar mantendo uma ferida aberta, sendo que a dor que isso causa é nossa!

Perdoar, nesse caso, não é um presente pra parte abusadora. nem mesmo cria espaço pra essa pessoa na sua vida. Perdoar o outro é cicatrizar todas as feridas dentro de nós.

>>>>> Ouça também: Perdoar pra quê, do Mamilos Podcast. <<<<<<

Perdoar não é premiar o passado, é trazer paz. 

Já que estamos falando sobre nós, muitas vezes, a pessoa que mais precisamos perdoar nessa história somos nós mesmas. O autoperdão tem um papel curativo fundamental em nossas vidas. É ele que permitirá que nós nos acolhamos com amor, compreendendo que não temos que nos culpar, nem nos punir pelas histórias de sofrimento em que vivemos. O autoperdão nos faz lembrar de que somos dignas e merecedoras de amor e coisas boas.

Quando conseguimos perdoar, a nós mesmas e aos outros, desatamos o nó energético que nos prende ao passado. Nos abrimos para novas histórias e experiências. Deixamos de ser reféns do que aconteceu e começamos a reescrever uma nova história para nossas vidas, honrando os ensinamentos de Carl Gustav Jung que disse: “Eu não sou o que aconteceu comigo. Eu sou o que escolho me tornar”. Assim, nós nos tornamos capazes de seguir em frente com a leveza, a liberdade emocional e a paz que tanto queremos e merecemos.

Então, se você se sentir preparada e conseguir, deixe ir, cuide de você. Abra-se para as infinitas possibilidades que você pode construir com o seu amor.

Você merece ser feliz. Você merece ser amada. E principalmente, você merece o seu próprio amor. Nossa responsabilidade de melhora é conosco. Não temos o poder de mudar o outro, só ele tem. Podemos nos dar quantas chances quisermos de nos transformarmos e mudarmos nossos padrões. O perdão é não é um prêmio pra quem errou, é um presente para nós mesmas. Perdoar não é fácil, não é obrigatório e nem mesmo simples, mas é libertador.