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Moda

0 em Autoestima/ Destaque/ Moda no dia 27.12.2018

“Branco Engorda”, nesse ano novo livre-se dessa ideia!

Em muitas culturas a cor branca no vestuário remete à leveza, pureza, paz. Somada às temperaturas nada amenas do nosso verão, não é à toa que essa é uma cor tão usada para celebrar o Ano Novo. Porém, não é incomum ouvirmos mulheres de todas as idades e tipos de corpos repetirem a crença de que branco engorda.

Por isso, nessa época, estar magra para poder usar branco sem achar que está gorda vira um objetivo para muitas mulheres. O que leva a pessoas a se privarem das confraternizações de fim de ano, dos amigos ocultos, até mesmo da Ceia Natal.

E aí, uma cor que poderia ter vários significados especiais e positivos, passa a ser sinônimo de sofrimento e angústia. De renúncias e privações. E também pode virar um símbolo de frustração e decepção, caso a tal meta não seja concluída com o sucesso esperado.

foto: Saksham Gangwar

foto: Saksham Gangwar

Não sou especialista em cores, mas tenho certeza que essa história que “branco engorda” não existe. O branco até pode expandir a luz e criar a ilusão de volume, mas engordar? Não. E por que isso é encarado como um problema? É apenas uma peça de roupa, de uma cor específica, feita para celebrar uma data especial. A única intenção ao usá-la deveria ser sentir-se bem, confortável e bonita!

Ah, sem contar que roupa não tem caloria, portanto, “branco engorda” não existe, e nenhuma peça vai adicionar quilos a mais na sua silhueta. Independente da cor.

A gente fala do branco por causa dessa época do ano onde a cor está em todos os lugares. Seja nas vitrines ou nas rodas de conversa. Mas esse assunto vale para qualquer cor, estampa e tipo de roupa cujas “regras de vestimenta” dizem que não funciona para um tipo físico. Isso não existe.

É óbvio que você pode e deve ter seu gosto e senso estético para se vestir. Mas, nessas horas, é importante tentar entender o quanto disso realmente é opinião sua. E o quanto disso é uma crença construída de tanto ouvir e ler por aí. Se seu caso for o segundo, vale a pena se questionar e tentar mudar. E experimentar, claro! Muitas dessas ideias mudam conforme vamos experimentando as roupas, com leveza, cabeça aberta e sem achar que precisamos fazer dieta para caber em alguma peça.

A roupa que tem que caber na gente, não o contrário!

Dê o seu melhor para não cair na roubada de fazer sacrifícios em nome de uma peça de roupa branca. Não se prive e nem deixe de usar algo só porque as pessoas tentam determinar o que podemos ou não podemos nessa vida. O ato de vestir-se precisa ser leve, descontraído, que permita diversão, sentir-se bem e sobretudo, se sentir você. São apenas roupas, isso não deveria ser algo duro e pesado. Não leve isso com você justo agora, com um novo ano prestes a começar.

0 em Destaque/ Moda no dia 22.12.2018

Maiô não é peça de mulher insegura. Vamos mudar esse estereótipo nesse verão?

Verão chegando e a cobrança só aumenta. A medida que Dezembro se aproxima, a quantidade de gente fazendo Projeto Verão só aumenta. Justamente por estarmos chegando no período de praia, piscina e menos roupa, a maior parte das mulheres tem essa sensação de ter que “prestar contas” do corpo para a sociedade.

Junto disso, começamos a ouvir alguns clássicos, como:

– não emagreci o que precisava pra ir à piscina.
– como vou encontrar as pessoas no clube com esse corpo?
– não rola usar biquíni na praia com essa barriga.

Não posso afirmar com toda certeza, mas algo me diz que é justamente por causa desse tipo de pensamento que surgiu a crença de que maiô é algo para mulheres gordas ou mais velhas. Por ele ser uma peça mais coberta e recatada, o senso comum tenta colocar certos tipos de corpos como os ideiais para usar maiô. E daí surge a crença que maiô é a saída caso estejamos com um corpo que não seja igual ao da capa de revista. Só que calma…deixa eu respirar para poder falar bem alto:

Maiô não é roupa de gorda!!!!

maio-todos-os-corpos Aline Rajão com o modelo crochê

Nem de mulher mais velha! Aliás, a gente deveria parar agora mesmo de achar que a idade ou o peso na balança se relacionam com insegurança. Mas além disso, o que me deixa com tanta raiva é que ele pode ser tão mais, que não deveria nunca ser visto como o plano B caso o plano A (isso é, um corpo perfeito para se estar em um biquini) falhe.

Ele pode ser uma peça super prática para mães que acompanham seus filhos em tantas idas ao mar. Ele pode ser uma opção versátil e super fresquinha para quem quer sair da praia naquele dia de calor infernal e ir direto para um restaurante. Ele pode ser uma versão confortável para mulheres que gostam de ir na praia praticar esportes como corrida, surfe, volei, futvolei. E ele pode até mesmo ser sexy. Afinal, nem toda mulher se sente sensual com menos roupa. É uma questão de gosto, e é ótimo.

Além disso, existem tantas opções lindas e incríveis de maiô! Você já parou para ver? Estampas variadas, recortes diferentes. Independente do seu corpo, ele é mais uma opção que temos, e isso é ótimo! Já tentou dar uma chance?


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Não precisa admitir em voz alta caso você já tenha passado longe de maiôs por associá-los com mulheres gordas e mais velhas.

Nem precisa se envergonhar de ter pensado isso recentemente. Eu sei que vivemos em uma sociedade que lucra com nossas inseguranças, que nos manda mensagens diárias que nos faz achar que nosso corpo não é o certo. Que sempre temos algo para resolver. E que também nos impede de aproveitar o máximo que a moda tem para nos oferecer.


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Eu sei que nem sempre é assim, mas a moda não deveria ser excludente. Nem na ideia de que pra vestir um biquini de lacinho branco é preciso estar com barriga negativa, nem na ideia de que só mulheres inseguras usam maiô para ir à praia. E quando percebemos isso, vemos que não é sobre o peso, a forma do seu corpo ou nada disso. É sobre se sentir confortável nele e em qualquer peça de roupa.

1 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 11.12.2018

Quer uma cor de lingerie que não marca na roupa branca? Então pensa com carinho nessas duas!

Esse post é para você que até passa o Reveillón de roupa branca mas não tem a superstição de virar o ano com uma lingerie colorida. Que não acredita que os boletos serão pagos magicamente se pular ondinhas com calcinha amarela. Ou que depois de 5 anos passando o ano com conjunto vermelho e só atraindo boy lixo, não acredita mais nessa história. Pelo o que eu sei, a única mandinga que realmente funciona no ano novo é a simpatia do passaporte. Mas só sei pelos outros mesmos, eu mesmo nunca fiz.

Esse post é para quem tá procurando uma lingerie que praticamente suma na roupa branca. E se você tá pensando que vou te apresentar opções em branco ou bege, se engana! Vim aqui mostrar duas cores que a Marcyn sempre aposta como AS cores que mais se camuflam na pele, a ponto de ficarem bem discretas quando usadas com roupas brancas.

Estou falando das linhas vinho e camurça, que é um lilás mais dessaturado.

Vinho?? É sério??

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Sim! É sério. E pois é, a gente também não acreditava nisso até usar e comprovar na prática. Já falamos sobre essa linha quando ela lançou, no ano passado, mas repetiremos a dose esse ano justamente porque essas cores viraram nossas curingas de 2018.

O sutiã branco sempre parece uma opção boa para usar com roupa branca, afinal, branco com branco combinam, né?

Mas a verdade é que muitas vezes ele acaba ficando bem aparente.

O camurça e o vinho fazem exatamente o oposto. Isso é, eles entram em harmonia com nosso tom de pele e se disfarçam quando usados com roupa branca. Mais duas opções para quem está procurando outros tons além do bege, que também tem esse efeito mas já é bem mais conhecido (e nem sempre tão popular).

Quer uma prova? Olha aqui como ele fica debaixo de uma camiseta branca e compare o efeito com o sutiã branco.


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Legal, né? Eu também fiquei bem impressionada quando testei isso pela primeira vez!

Se você curtiu, vou facilitar o trabalho e já mostrar alguns modelos bem bacanas que tem na Marcyn da linha vinho. De calcinha e sutiã, claro. :D

E tem também a linha camurça!

Se você está planejando investir em um modelo novo e diferente de tudo que você já tem, nem precisa pensar duas vezes. Vinho ou camurça, essas duas cores realmente funcionam para aparecer o mínimo possível nas roupas, e de quebra, fogem do lugar comum. Aliás, eu virei bem fã da linha vinho (mais do que a camurça, inclusive) justamente por ela ser surpreendente.

Elas são a aposta da Marcyn para passar o ano com mais cor, mas acho que vale a pena dizer que ela vale para o ano inteiro, não só no Reveillon!

Quem testar me conta, o que achou??