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0 em Destaque/ Looks/ Moda/ Publieditorial no dia 16.10.2019

Camisas de todos os estilos – e que vestem bem? Temos!

Antes de começar esse post, preciso contar uma parte da minha história para vocês. Quando eu era mais nova, lá pelos 20 e poucos, eu me viciei em camisas. De todos os tipos. Para todas as ocasiões. MESMO. Do cinema para a balada. Da reunião para o happy hour. Camisa para todas as horas no sentido mais literal dessa expressão.

Aí o tempo passou, eu parei de fazer loucuras para ter um corpo magro. Vivo hoje no tal limbo que já falei para vocês, vestindo entre 44-46. De repente, achar camisas que vestissem bem não era mais uma tarefa tão fácil. Ou ficavam largas demais ou apertadas nas costas, debaixo dos braços ou com botões abrindo. E aí eu fui deixando elas de lado e fui investindo mais em camisetas e outras blusas.

O único problema é que a maior parte das peças novas que foram entrando no meu armário criavam looks mais casuais. Camiseta é ótima, mas recentemente venho notando que elas não substituem as camisas. O que mais curto nelas é justamente essa versatilidade de ser parte de combinações mais formais ou não, dependendo dos complementos e acessórios.

Recentemente fiquei conhecendo a Principessa, uma marca catarinense 100% digital, que tem em seu DNA o expertise em camisaria.

E ela me trouxe de novo a vontade de ter mais camisas no meu armário. De criar looks mais maduros, sejam eles casuais ou não.

Looks com camisa que tenho vontade de usar agora!

Se você está procurando camisas clássicas, a modelagem da Principessa é impecável, assim como a qualidade dos tecidos. Uma das coisas que eu adorei foi conhecer a linha personalizada, onde é possível ter suas iniciais bordadas em um dos punhos. Esses detalhes sempre me atraem, e adorei ver essa possibilidade.

Além dessa, também dá para encontrar todo tipo de estilo de camisa. Mangas compridas, mangas curtas, com abotoadura, golas e punhos diferenciados. De algodão, linho, cetim, com renda, guipir, estampas variadas, enfim. Muita opção!

E qual foi a minha escolha? Para essa viagem, escolhi uma das camisas brancas diferenciadas que mais amei em todo site. Quis a 46 e foi ótima. Perfeita para sair a noite, ir pra uma reunião importante e montar looks com mais personalidade e até mesmo informação de moda. Optei também por essa calça com elástico e zíper na Cintura. Com modelagem mais ajustada, ela é feita em Suede Camurça. Como ela tem elástico eu poderia ter pedido a 44.

Camisa branca com pregas nos punhos Principessa | Calça preta de camurça, perfeita para essa viagem, também Principessa
Detalhe da camisa com pregas nos punhos, que é um detalhe especial em uma camisa branca que em teoria costuma ser mais básica.

Como deu para ver, o problema de camisa que fica abrindo deixou de existir quando uma marca como essa tem tantos tamanhos.

Mas queria contar mais um motivo de eu ter adorado conhecer a Principessa justamente nesse momento.

Quando decidi viajar, também decidi que queria viajar com pouca mala. Fomos com uma mala de mão cada um e quem me conhece achou que eu estava brincando. E na verdade, foi uma surpresa até para mim, já que eu não saía de casa sem pelo menos duas malas (uma grande e uma de bordo). Aproveitei que a viagem era curta para inovar.

O bacana dessa história toda é que, no fim, ter levado uma boa camisa que me veste bem foi essencial para conseguir criar essa mala mais enxuta. Uma calça que daria para tantas ocasiões também. Justamente por essa versatilidade que falei ali em cima, consegui fazer looks para o dia e para a noite. Para bater perna ou para jantar em um lugar mais legal. Só mudando os acessórios e complementos.

A mesma camisa com pregas nos punhos, a mesma calça de camurça e um lenço,
já me dão um look com mais informação.

Se você curte camisaria de qualidade, independente do seu estilo, vale muito a pena conhecer a Principessa. Com fabricação própria e venda exclusivamente online, eles conseguem entregar um produto muito bem feito, com grade bem abrangente (as camisas, por exemplo, vão até 54) por preços mais competitivos. E apesar da gente saber que muitas de vocês ainda têm um certo receio de comprar online, vamos bater na tecla de como essa forma é prática. Além de podermos experimentar as roupas dentro de casa, com diferentes luzes e espelhos e combinando com outras peças do nosso armário, a troca – caso necessária – é fácil e a devolução do produto é sem custo.

Estou muito feliz não só de finalmente ter encontrado uma marca cuja camisaria de fato ficam boas em mim, mas também de estar aqui, mostrando uma marca tão bacana para vocês! Passem no site, procurem as camisas femininas ou foquem nas camisas sociais.

E aí, podemos falar mais de camisas e looks com essa pegada chique? Louca pra falar sobre esses tamanhos!

Beijos

>>>>> esse post é um publieditorial, o que quer dizer que a marca nos procurou, nós curtimos a proposta e estamos trazendo aqui para vocês <<<<<< 
0 em Autoconhecimento/ Autoestima/ Destaque no dia 02.10.2019

Por quê você se incomoda quando suas escolhas são questionadas?

“Agora com essa onda de libertar os cachos, aceitar os crespos ou militar contra a gordofobia, parece até que eu não posso mais escolher alisar meu cabelo ou querer emagrecer”.

Esse raciocínio aparece quase TODO SANTO DIA nas nossas redes sociais. No grupo, por direct, as vezes até mesmo por e-mail. E a gente acaba repetindo sempre a mesma coisa: esse debate não é sobre você, é sobre o coletivo. Individualmente – e teóricamente – toda mulher pode ter o cabelo que quiser, no corpo que ela desejar.

No entanto, precisamos questionar essas escolhas que atendem a um único padrão de beleza e perfeição, por mais que a gente opte por elas. Elas nos são vendidas de maneira inofensiva, como gosto ou escolha pessoal. E isso é feito de forma tão natural que nem pensamos direito sobre, por isso gostamos de bater na tecla desse debate por busca de consciência. Ele é importante pra gente parar pra pensar.

ilustra: Nataly Menjivar

Numa sociedade miscigenada que investe tempo, dinheiro e saúde na busca por um único padrão de beleza eurocêntrico, esse debate de escolhas não é tão simples. O contexto coletivo faz pressão no individuo, que buscando ser aceito, pertencer ou até mesmo para conseguir oportunidades de trabalho, acata aquela pressão como certa sem questionar. E nem precisamos falar que, no caso, o indivíduo em questão é do sexo feminino, certo?

Ter consciência desse contexto não obrigatoriamente vai fazer com que mudemos todas as nossas escolhas. Mas nos faz entender de uma vez por todas que a liberdade do outro não deveria nos incomodar.

Por quê será que um discurso que sempre foi oprimido é visto como uma ditadura?

O problema, a meu ver, é que não é fácil aceitar que hoje você se sente melhor de cabelo liso ou mais magra porque você foi criada recebendo mensagens que cabelo cacheado é feio. Ou que ser gorda é sinônimo de uma pessoa que não se cuida. A gente descobre que nossos pais podem ter reproduzido discursos racistas inconscientemente, que alguém que amamos ou que confiamos é gordofóbico, que tivemos amizades que nos influenciaram de maneira negativa.

Nós fomos educadas a procurar “defeitos” em nós mesmas. Qualquer coisa que fuja disso já é um ato revolucionário de se libertar da falta de amor próprio tão comum entre nós.

Por que a liberdade do outro incomoda?

A liberdade individual de alguém só causa incômodo quando revela algo de nosso ali. Se passamos a vida gastando nosso tempo e dinheiro em busca da magreza, enxergar que essa não é a única opção pode ser desafiador. Por isso, acredito que o outro ser livre só causa uma reação negativa na gente quando nos faz enxergar que estamos presos em alguma alguma crença limitante que, de tanto que foi repetida, virou verdade.

Vou dar um exemplo pessoal. Apesar de ter aberto mão de viver em função de um corpo magro, sigo escolhendo alisar o meu cabelo. Aos 19 anos eu me divorciei dos meus cachos por pura pressão estética. Já me reconheço assim, gosto do que vejo no espelho e da praticidade que eu estou acostumada a ter. E por mais que me questionem sobre essa escolha, entendo que o debate é sadio e não é sobre mim. Ele é sobre todas nós. Não existe “mais uma opressão” para eu voltar a ser cacheada.

A liberdade das cacheadas não me incomoda, por mais que eu alise. Muito pelo contrário. Justamente por isso eu acho a visibilidade delas fundamental.

Vejo claro como água como foi um gosto construído por uma falta de representatividade ao meu redor. Aprofundando as camadas desse debate enxergo que, mesmo sendo branca, o racismo estrutural é a raiz do preconceito com o cabelo crespo e cacheado, tantas vezes estigmatizado e chamado de “cabelo ruim”. Numa sociedade onde o padrão de beleza é a mulher branca, o cabelo da mulher negra não teria vez mesmo. Precisaria de “um jeitinho”.

Eu imagino que tudo seria diferente se tivesse crescido sob a influência dos movimentos de aceitação capilar. Talvez eu tivesse aprendido a cuidar do meu cabelo, a olhá-lo no espelho e gostar do que via refletido, e talvez minha história seria outra.

ilustra: Ambivalently Yours – “não se olhe através dos olhos de outras pessoas”.

Mas não foi. Hoje vejo que seria simplesmente uma questão de preferência pessoal se, socialmente, um cabelo cacheado e um cabelo liso valessem a mesma coisa. E entender isso me ajudou a enxergar a importância do debate coletivo, independente das minhas escolhas individuais.

Acho que agora que eu já me usei como exemplo, quero nos convidar para ir além. Essa discussão fica mais profunda e mais importante quando entendemos a importância do debate coletivo. Como bem pontuou Adhara Ferrari, que participa do nosso grupo:

Vejo que muita gente se incomoda com movimentos de aceitação por pura projeção pessoal. Isso é, quando não estamos seguras, confortáveis ou até mesmo conscientes dos motivos que nos levaram a certas escolhas, nos incomodamos quando vemos alguém seguindo outro caminho – e feliz com ele. Quando essa pessoa consegue exercer a sua liberdade desprendida de um padrão, ela pode se expressar da maneira que quiser. Ser livre assim nos incomoda quando estamos presos. Por isso, as vezes uma simples pergunta feita em relação à nossa escolha incomoda profundamente.

Acho que agora que eu já me usei como exemplo, quero nos convidar para ir além. Essa discussão fica mais profunda e mais importante quando entendemos a importância do debate coletivo:

Será que quando alguém que te pergunta por quê você se gosta mais magra, ou de cabelos alisados, é de fato um julgamento? Será que quando você houve uma influenciadora pregar o amor próprio, isso é uma imposição?

Eu prefiro encarar tudo como um convite para nos fazer enxergar a estrutura que estamos inseridas. Assim fica mais fácil para achar o equilíbrio. Com um olhar mais flexível e menos julgador nós poderemos nos conhecer melhor, com isso ficaremos mais seguras de quem nós somos e o que o outro pensa sobre nós acaba perdendo a força.

Enquanto o mundo só enxergar beleza em um tipo de corpo o conceito de gosto vai seguir atendendo à demanda do outro, em busca de aceitação e pertencimento externo. Quando deveríamos estar investindo na nossa autoestima, na nossa autoaceitação, só que isso não é fácil.

Se você come de forma leve e se exercita porque realmente gosta e se conecta com esse estilo de vida, as escolhas diferentes do outro não vão te incomodar. Se você alisa o cabelo, mas reconhece o contexto, vai ser mais do que normal você incentivar o debate da aceitação capilar. Ter consciência das próprias decisões de forma coletiva traz uma segurança, nos fortalece e assim, a gente não se incomoda quando temos nossas escolhas questionadas. Nesse contexto, conseguimos ser mais flexíveis e fica mais fácil entendermos que questionar os padrões não é nos questionar.

0 em Cabelo/ Destaque/ Patrocinador no dia 28.09.2019

Máscara colorante MARSALA: um cabelo diferente em 20 minutos!

A máscara colorante cobre foi a primeira a aparecer por aqui com a Carla. Ela foi uma das primeiras pessoas a usar esse produto, quando ele ainda nem tinha sido lançado. Mês passado resenhei a máscara colorante castanha aqui no blog e contei todos os detalhes aqui. Volto aqui para repetir o quanto eu amei e achei que ela deixou meu cabelo chique, uniforme e com um visual que estou querendo muito resgatar. Mesmo assim, ainda quis testar outra coisa e, por fim, encarei a máscara colorante marsala!

O cabelo com pontas rosas é uma tendência entre loiras e morenas e nunca imaginei que a máscara colorante marsala poderia me ajudar a alcançar esse resultado. E melhor ainda, sem nem sair de casa.

Sempre achei esse estilo de cabelo cheio de personalidade. Tipo de coisa de uma mulher livre pra ser o que quiser e capaz de experimentar um cabelo que tem tanto a comunicar, dentro de uma maneira descolada e atual de se expressar. Vendo o quanto meu cabelo funcionou bem com a máscara castanha, eu resolvi apostar na máscara colorante marsala.

Quem disse que cabelo colorido não pode?

o cabelo mais curtido, comentado de toda a vida bloguística.

Preciso dizer que nunca nenhum cabelo meu foi tão curtido e comentado em um post no instagram como esse foi. Sem falar nas centenas de mensagens diretas que recebi no instagram.

Acho que o fato de eu ter aproveitado minhas pontas com luzes para experimentar um visual que atende a uma determinada tendência fez diferença.

antes e depois da máscara marsala, onde as luzes ficaram rosas.

Um produto, 20 minutos no cabelo e uma aplicacação cautelosa de mecha a mecha mudou completamente meu visual. Um pigmento que colore, mas não danifica. Um visual que se você enjoar, passa. E se você quiser manter é só cuidar, reaplicar e seguir essa jornada de reaplicar a máscara por até 20 minutos.

E se a máscara colorante castanho durou em torno de 8 lavagens, a marsala já passou desse número e continua aqui. Com menos intensidade, claro, mas ainda dá para ver os resquícios rosados.

Quer saber de mais pessoas que usaram a máscara colorante marsala? Reuni aqui algumas amigas que testaram e aprovaram!

Para brincar com as luzes

Vou começar com quem me inspirou a tentar esse visual. A Erika @erikaokazaki, que também é embaixadora da Bio Extratus, e foi a primeira a aparecer com as luzes rosadas.

O cabelo da Erika antes e como ficou depois da máscara marsala

“A ideia de poder transformar em casa, no estilo DIY , oi o que mais amei na máscara Marsala. Em alguns minutos já estava com visual novo. Praticidade e agilidade. Outro ponto auge foi a durabilidade. Estava com receio de ficar muito tempo e enjoar. No meu cabelo especificamente durou 5 lavagens e saiu total. Voltou a cor original das mechas. Super indico pra quem procura mudanças rápidas e práticas”

Para reavivar o tom!

Maraisa Fidelis usou a máscara para manter a cor viva!

“Sou suspeita pra falar, mas a Máscara Colorante Marsala virou amor verdadeiro amor eterno. Quando eu pensei que poderia manter a cor por mais tempo sem a necessidade de qualquer tipo de química? Maravilha, não é mesmo? Uma solução ideal.
O mais legal é que a embalagem rende MUITO! Os pigmentos são altamente intensos, então dá para misturar com seu banho de creme (na cor branca) e ter um resultado maravilhoso. Pintei os fios com a Bio Extratus Color Marsala (6.26) e mantive o tom apenas com a máscara colorante Marsala.

Já deu pra ver que esse produto é muito versátil, pode trazer uma certa cor e alegria pro visual, né? É fácil de aplicar, manter e faz tudo isso sem danificar o cabelo. Taí um produto que quem quer ter o cabelo colorido e com tons de rosa vai gostar de experimentar.

Passa no site da Bio Extratus, veja se está precisando ou desejando testar alguma novidade! Se for para o carrinho de compras, digite o código PAPO para ver quais serão os benefícios de setembro!