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para pensar

14 em Comportamento/ Reflexões no dia 23.01.2014

Desculpa, confundi!

Se você for uma pessoa mais extrovertida, que não se leva muito a sério, provavelmente não vai se ver nesse texto. Caso você seja uma pessoa mais tímida, vai concordar com a gente que não tem nada mais embaraçoso do que falar com um completo estranho achando que é alguém que você conhece.

Na verdade, há casos e casos na nossa escala de micos.

tumblr_mxh58ssv7e1ry46hlo1_400finjam que ela tá cutucando…esse gif é muito bom para não aparecer aqui! rs

Nosso grau 1 da escala de constrangimento é aquela situação onde você puxa ou cutuca alguém que está de costas para você e quando a pessoa vira, você vê que falou com a pessoa errada. É um grau bem leve porque, afinal de contas, a pessoa está de costas. É mais fácil confundir mesmo. Claro que tem aquele segundinho que você leva um mini susto quando a pessoa vira e você percebe o engano, mas nada muito constrangedor.

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Logo em seguida vem o grau 2 da escala de micos, o tchauzinho para alguém que está atrás de você. Isso já aconteceu com a gente um milhão de vezes, e sempre é horrível! Sabe o que é pior? A(o) dona(o) do aceno nunca é alguém que conhecemos. É sempre uma figura que te deixa na dúvida se você já viu alguma vez na vida ou não. Sua intuição te diz que você não conhece, mas aquele aceno é tão verdadeiro que você acaba retribuindo. E é nessa hora que quem está atrás de você toma a sua frente e vem falar com quem acenou. O mico acaba sendo maior porque duas pessoas testemunharam seu engano e, provavelmente, você vai ser o primeiro assunto da conversa delas.

embarrassing_examples_of_people_in_totally_awkward_situations_19a pessoa vem toda fofa falar com você, e você não faz a mínima ideia de onde conhece…

tumblr_m8ewj92MTc1ru583b e por uma fração de segundo fica estampado na testa que você não lembra quem é…

Em 3o. lugar tem o encontro com alguém que te reconhece, vem falar contigo, mas você não lembra nem o nome, nem de onde você conhece. Tem gente que é mestre do disfarce e consegue levar isso numa boa apenas com perguntas genéricas que não deixam que ninguém desconfie que você não lembra de um detalhe da vida daquela criatura com memoria de elefante. Em compensação, tem gente que deixa estampado no meio da testa um “eu te conheço, não sei de onde, nem sei seu nome” (a Jô é MESTRA em deixar aparecer), pode ser com um olhar diferente ou então por causa todo duro na hora do abraço. Na verdade, essa situação só vai ser bem constrangedora se o jogo de cintura não estiver em dia. Há diversas maneiras de sair dessa sem morrer de vergonha.

Agora, o 4o. grau de mico é impossível não ficar muito sem graça. Você cruza com alguém que te parece familiar, fica olhando, olha mais, cria uma certeza que é aquela sua amiga que você não vê há um tempo, coloca o maior sorriso que você tem, aquele que vai de orelha a orelha, vai em direção a pessoa…

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…..e recebe de volta um olhar meio estranho, meio com medo, achando que você pode ser uma psicopata ou algo do tipo.

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E aí você percebe que se confundiu. Você pode dar a sorte e pegar alguém que encare isso numa boa, de forma engraçada e fique tudo por isso mesmo (mas algo fica na sua cabeça dizendo que você vai virar assunto em breve), mas também pode acontecer de cruzar com alguém que continue achando que você é maluca.

Se bem que a pior de todas as situações é quando a pessoa está com um grupo de amigos que testemunham toda a cena. Você dando aquele sorriso de “quanto tempo eu não te vejo que saudades!”, eles olhando pra sua “vítima” com cara de “você sabe quem é essa criatura sorrindo pra você”? , você se confundindo e virando piada imediata na roda de amigos. Você pode até se sair bem dessa situação, mas com certeza um pouquinho de vergonha vai rolar.

Quando falamos dos tombos por aqui, dissemos que o segredo do sucesso na queda era se levar na brincadeira, rir de tudo aqui, nesse caso não é tão diferente. Só é um pouco mais difícil já que tem mais um envolvido nessa gafe, não é apenas você rindo de você mesmo!

E aí? O que vocês fazem quando se encontram nessa situação?

E quando você é a “confundida”? O que vocês fazem para diminuir a vergonha da pessoa que se confundiu??

11 em Comportamento/ desafio de peso/ Reflexões/ Saúde no dia 09.01.2014

Chegou a hora das jacas caírem do pé: minha nova forma de lidar com o corpo!

Dezembro foi um mês danoso para meu desafio de peso. Não chamo minha meta - ou desafio - de projeto por um motivo: na minha balança, todo dia que venço uma batalha é dia de celebração e toda vez que a coisa paralisa eu tenho que ter paciência e calma comigo mesma, me concentrar e recomeçar. Frustração e tristeza podem me levar ao “chocolate do consolo” e isso eu tenho tentado evitar.

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Em um mês eu tive cerca de 15 compromissos entre jantares e almoços de confraternização, 2 dias de Natal e 8 dias de férias com sombra, água fresca, muita comida e um pouco de álcool. Ou seja, infelizmente não deu para manter o “shape” do corpinho que comprou um biquíni de cintura alta no início do mês de dezembro!

O estrago só não foi total porque segui algumas das várias dicas que a minha nutricionista funcional Patricia Davidson Haiat sempre me dá e tentei manter a cabeça no lugar, fazendo as melhores trocas que podia. Dia 14 tenho consulta e vou ver como estão as coisas e subir na balança pela primeira vez depois de tantos dias fora da rotina.

Até lá estou fazendo o que posso para dar uma limpada no organismo e deixar parte dos estragos para trás. Vou engajada de corpo e alma para minha consulta, quero focar na minha próxima meta. Vou aproveitar tudo que escrevemos no post do dia 31 de dezembro para colocar novas metas, novos planos e novos caminhos na minha trajetória com a balança.

Uma faxina que começou no corpo, passou para o quarto e chegou na alma. É assim que me sinto, colocando a casa em ordem não só nas medidas, mas também nos looks (a consultoria de imagem vai rolar com tudo), e até mesmo na minha vida espiritual, que está trilhando novos caminhos. Tudo que me faz bem será bem vindo em 2014.

Se eu engordei ou se eu emagreci, o importante é que emoções eu vivi neste final de ano velho e início de ano novo. #trocadilhoinfame

Esse trocadilho idiota parou aqui para me lembrar que mesmo estando apreensiva sobre meu peso, em 2014 pretendo ser mais amiga, parceira e companheira do meu próprio corpo. Espero vê-lo de verdade no espelho, acompanhar a nuance das suas mudanças com cautela e evitar qualquer distorção. Quero respeitar esse que, mesmo não sendo perfeito, é o meu corpo.

No dia 17 de dezembro, minha professora de um curso que vou contar aqui depois, propôs uma meditação/relaxamento na qual agradecíamos silenciosamente ao nosso corpo. Durante as doces e sábias palavras da Cláudia minha ficha caiu…

Ao longo desses 27 anos de existência, percebi que poucos foram os bons momentos de relação com meu corpo. Quase nulos foram os dias que eu agradeci por ele estar comigo, abrigando minha vida, me levando aonde quero ir e permitindo que eu viva com saúde, “com tudo em cima”.

Parece que eu não vim dando o devido valor ao MEU CORPO, que é para mim uma espécie de santuário pessoal. Para 2014 escolhi começar refletindo sobre isso e deixando aqui mais um tópico para esse desafio de peso. Neste ano desejo ter mais consciência do meu corpo, respeitá-lo, ajudá-lo e ser grata por tudo correr bem com ele.

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Com ou sem questões complicadas, dentro ou fora dos padrões socialmente impostos de beleza, cada um tem que respeitar e curtir o seu próprio corpo. O clichê é velho, mas não poderia ser mais verdadeiro, se você não amá-lo vai ser mais difícil de outra pessoa o fazer. Claro que vale cuidar da saúde, fazer dieta, exercícios, mas ainda que não esteja tudo perfeito, se você respeitar e gostar dele, vai ser mais fácil ser feliz.

Tanto faz se sua meta é alta ou baixa, o que importa é seguir em direção a ela, cada um na sua velocidade, sendo feliz consigo mesmo na maior parte do tempo.

A consciência do próprio corpo pode fazer muita diferença na forma como sua cabeça vai enfrentar um processo de mudança do mesmo.

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Nunca pensei que um relaxamento poderia me levar a concluir que eu precisava mudar a minha percepção sobre meu corpo. Confesso que agora estou com vontade de seguir os passos da minha amiga Juliana e fazer o curso de consciência corporal (e energética) que ela está amando, ele se chama “O Corpo como Expressão do Ser”. Esse também lá da Trilha, onde faço o outro que ainda vou falar por aqui.

Seja lá qual for o prejuízo desse final de ano, quero encarar de cabeça erguida os desafios para manter meu corpo saudável e voltar a buscar o peso que desejo. Valeu a pena ter aproveitado as festas e as férias, agora volto ao desafio, só que com mais respeito e carinho por esse corpo “que atende por” meu.

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Que em 2014 eu possa aproveitar tudo de mais legal que conquistar com o desafio de peso. É super importante lembrar que devemos curtir cada conquista que fizermos com nosso corpo, das pequenas às grandes. Em temos de tantos projetos e dietas da moda, não podemos esquecer do principal: estar feliz consigo mesmo, com ou sem o corpo perfeito! O resto a gente vai conquistando…

Como sou uma reles mortal, minha primeira meta de 2014 é para o Carnaval, ou seja, está na hora de focar na dieta e no treino para deixar Dezembro e suas jacas para trás! :)

Beijos

16 em Comportamento/ Reflexões/ Variadas (f)utilidades no dia 27.12.2013

SAC: O submarino vacilou e meu pai que ficou sem presente!

No domingo passado, compartilhei com os seguidores uma história que me deixou indignada. Quando eu achei que iria ouvir apenas um “que absurdo” ou coisas do tipo, nossas incríveis leitoras/seguidoras compartilharam muito mais do que isso. A insatisfação pela indiferença com o consumidor é tanta que eu resolvi contar tudo que me aconteceu aqui no blog. Partilhar com vocês essa péssima experiência de compra e pós venda que eu tive com o Submarino e lembrar da importância de buscar seus direitos.

No dia 11 de dezembro, eu procurei o box de livros em inglês que desejava dar ao meu pai neste natal. O Submarino apresentava o melhor preço e eu (inocente, explico o por que daqui a pouco) comprei o presente dele lá. Detalhe: ano passado comprei o presente dele no mesmo site e deu tudo certo.

Domingo, dia 22 (com um dia útil antes do Natal), eu recebi uma ligação bloqueada às 15:00. Quem era? Uma atendente do Submarino para me informar que o box de livros que eu comprei não estava disponível. Ela inventou uma história sobre controle de qualidade e me perguntou se eu queria o estorno ou escolher outro produto.

De cara eu fiquei em choque.

Eu comprei no dia 11, recebi no mesmo dia a confirmação de pagamento (com 7 dias úteis para a entrega), ou seja, chegaria dia 20 de dezembro e no dia 22 eles me ligam para falar que não tinha, que não enviaram e ainda tem a audácia de perguntar se eu não queria escolher outra coisa?!

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Sabe o que é pior? Perguntei por que demoraram tanto para me ligar e nenhuma resposta plausível foi dita, o mesmo aconteceu com meu namorado e no mesmo dia da compra (em outro site), enviaram um email para ele com um comunicado de que não tinham o livro e iriam estornar o valor. Ok, isso acontece, está sujeito (mesmo que não devesse), mas esperar um prazo maior do que o de entrega para informar que não enviaram a compra foi dos maiores absurdos que já vi nesse universo online!

Ela me disse que estavam ligando em ordem de data de compra. Ou seja?! Quem comprou depois do dia 11 nem havia sido notificado ainda?! Quantos casos como esse eles enfrentam para ter me ligado 11 dias depois?

Indignada, eu cometi meus maiores erros. Não perguntei o nome da atendente e nem pedi o protocolo da ligação, mas quem tem seguidoras advogadas tem tudo e já me explicaram que posso recorrer ao JEC ainda assim! E se você está pensando “Joana, precisa de tanto por conta de um box de livros que custa R$120?”.

Minha resposta como filha é: Precisa sim, pois escolhi a dedo o que dar para meu pai. Ele tem de tudo que precisa e eu quis dar algo que significasse a atenção que ele merece e nada que terá no shopping e que eu compre vai trazer isso pra ele.

Minha resposta como cidadã: Se eu não reclamar onde dói (no bolso, no juizado) nada vai mudar. O nosso país vai continuar como está e o direito do consumidor vai continuar sendo motivo de piada para empresa grande!

As empresas de telefonia vão continuar nos enrolando, as de avião vão continuar pagando pequenas indenizações ao invés de mudar o sistema e por ai vai. Já que de 10 consumidores 1 ou 2 vão a juízo, tudo isso vale a pena para eles.

Nós temos que aprender a usar o reclame aqui, o PROCON ou mesmo o JEC (juizado especial cível).

A gente tem que aprender a reclamar. Recorrer ao juizado de causas especiais é simples e não precisa de advogado para marcar a audiência, em outros casos o PROCON ou o reclame aqui resolvem também.

E o que mais me chocou… Sabem quais foram as primeiras respostas que surgiram no meu insta? Que não devemos comprar no Submarino e na Americanas.com nessa época do ano, pois eles são os campeões em reclamações no site que falei. Por isso disse que fui inocente. Infelizmente, fui recorrer ao RA tarde demais. Ao invés de ter consultado a empresa que eu faria a compra, reclamarei daquela que só faltou mandar um “só lamento” no telefone pra mim.

Me choco com tamanho descaso e quero me chocar sempre. Trabalhei muito tempo do outro lado da moeda (dando satisfação para cliente que reclama em rede social e gerenciando crise nas redes sociais) e por isso, sei muito bem que uma boa equipe de relacionamento faz toda a diferença.

Submarino, continue navegando assim nos mares da internet e sua chance de afundar na opinião pública vai aumentar sempre! Respeito é bom e eu, consumidora, gosto.

É isso, uma pena o meu pai ter tido que ficar sem O presente de natal para que eu me lembrasse da importância de falar dos nossos direitos como consumidores. Uma ligação feita no dia 12 ou 13 poderia ter mudado o rumo dessa história pra um final um pouco menos cretino. Eu teria tido tempo para recorrer a outra loja virtual.

No dia 24 rodei 3 shoppings e infelizmente só achei os livros em português, comprei novamente para que ele não ficasse totalmente sem presente, mas sem dúvida foi uma das minhas dores de cabeças mais chatas como cliente.

Beijos