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0 em Autoconhecimento/ Destaque no dia 16.11.2018

Choro em público. Dessa vez, o meu.

Lembram que eu já fiz um post falando sobre meu receio como mãe de ter meu filho chorando em público e virar alvo de olhares? Pois é, dessa vez vim falar de outro choro em público. O meu.

Acabei de ver essa crônica que a Laura Peruchi fez em um vídeo e quando me vi, estava chorando (mas não em público dessa vez). O vídeo, aliás, é esse:

Dizem que você não pode se considerar um novaiorquino de verdade se nunca fez o batismo do choro em público. A primeira vez que eu ouvi falar sobre isso foi em uma matéria que li assim que me mudei. Depois descobri que existe um blog com dicas dos melhores lugares para chorar em público. Sim, gente, é nesse nível. Voltando à matéria, sei que a blogueira explicava que o motivo do choro em público acontecer era justamente porque geralmente o novaiorquino mora em lugares muito pequenos. Onde as paredes são finas e você praticamente escuta tudo o que acontece no ambiente ao lado. Onde você tem muito mais privacidade na rua do que dentro de casa.

Eu sei que parece uma maluquice. A primeira vez que eu ouvi falar nisso eu também achei. Eu tenho pavor de chorar em público, aliás, eu não gosto de chorar na frente de ninguém e ponto. E nunca precisei pensar nessa questão de privacidade porque eu sempre tive.

Até que um dia eu dormi mal, me estressei com o Arthur no café da manhã, briguei com filho, discuti com o marido e saí de casa prestes a explodir. E ainda não era nem 8:30 da manhã. Só sei que quando pisei na rua para levar o Arthur para a escolinha, não consegui me segurar e quando menos esperava, as lágrimas já estavam acumuladas no olho, a ponto de cair.

Meu primeiro impulso foi tentar bloquear. Minha primeira impressão foi achar que todo mundo estava olhando. E a verdade é que eu não estava preparada para cruzar com olhares curiosos. Olhares esses que nunca vão de fato perguntar se a gente precisa de alguma coisa, mas que estão curiosos para saber o que está acontecendo. Um olhar que eu conheço bem, porque é da minha cultura e as vezes eu até me pego fazendo quando cruzo com uma cena inusitada.

Depois de muito tentar olhar pra cima, prender a respiração, morder a língua ou qualquer outro truque para engolir o choro, a primeira lágrima caiu. Eu passei pela primeira pessoa, e ela estava olhando para o celular e nem notou que eu estava ali. Outra lágrima caiu e eu passei por uma mulher e seu filho, mas eles também não me notaram. Ela estava ocupada tentando pegar o brinquedo que o filho tinha derrubado no chão. choro-publico

ilustra: June Keser

A cada pessoa que eu passava e que não me olhava, mais lágrimas caiam. E não era de tristeza ou desamparo. Era de alívio. Ali, naquele caminho que eu faço praticamente todos os dias, eu entendi o que significa a privacidade de chorar em público.

Foi libertador conseguir extravasar a manhã complicada que eu estava tendo sem ter que me justificar para ninguém. Sem cruzar com os tais olhares curiosos. Apenas deixando fluir as lágrimas, e ficando mais calma com isso.

E não pensem que novaiorquino é gente sem empatia e que não ajuda o próximo. Tenho certeza que se eu tivesse caído ou tivesse acontecido alguma coisa comigo, boa parte dessas pessoas que cruzaram comigo teriam me ajudado. Mas ali, naquela situação, eu abençoei a falta de interesse dos moradores daqui nos problemas alheios.

Nunca pensei que conseguiria me sentir dentro de uma bolha no meio da rua.

Uma bolha transparente, sim, mas uma bolha que me protegia justamente do que eu mais temia: o choro em público.

Espero não precisar fazer uso dela mais vezes. Mas acho que essa experiência intensa serviu de lição para eu respeitar a privacidade alheia também.

0 em Comportamento no dia 15.11.2018

Stalkear ou não stalkear? Não deveria nem ser uma questão!

Vamos ser sinceras aqui: em algum momento da vida você não resistiu e quis stalkear alguém. Nem precisou de muito estímulo para stalkear, inclusive. O crush que você acabou de conhecer no app de paquera e ainda não te adicionou no instagram. Aquela garota dos tempos de escola que todos achavam linda ou até mesmo…ela mesmo. A ex. Ou o ex.

Stalkear é um caminho longo e sem volta, né? Se formos dar asas para a nossa curiosidade, vamos longe. Porque dificilmente stalkeamos só aquela pessoa. Vamos passeando pelas suas fotos, vendo suas amizades, os lugares que ela frequenta. Aí você quer voltar pra ver as fotos da festa que ela foi 2 meses atrás e pareceu muito divertida nas redes sociais. Quando você vai ver, está quase cumprimentando as amigas da pessoa na rua, de tão familiares que elas te parecem.

foto: Sarah Diniz Outeiro

foto: Sarah Diniz Outeiro

Independente de quem seja objeto da sua curiosidade. Ainda que esse ato seja algo sem maldade, porque, afinal, imagino que você não faz isso desejando o mal do outro. A questão é que o resultado a gente já sabe: em algum momento isso vai te fazer mal. E pode não ser pouco.

Muitas vezes a olhadinha inocente vida uma comparação de vidas e realidades. Imaginamos a vida da pessoa stalkeada de acordo com algumas fotos e comentários, e muitas vezes não é nada disso. E aí sofremos. Não é super prejudicial ter que verificar se você está seguindo sua vida de forma que se encaixe com a realidade de outra pessoa? Porque com certeza enquanto stalkeamos, ficamos com a sensação que a vida de todo mundo está seguindo, menos a nossa.

Afetos, desafetos, não importa. Stalkear dificilmente é saudável.

Se eles não fazem parte da sua rede de relacionamento, eles não deveriam povoar seus pensamentos nem sequer despertar a sua curiosidade.

Se você está procurando aprovação, você não deveria estar fazendo isso. É importante desenvolver sua autoconfiança e entender que você não precisa que ninguém te aprove. Você nem mesmo precisa pertencer a grupo algum. E se você faz isso para ver se está melhor ou pior que alguém, ainda que você conclua que parece estar melhor, pensa comigo: está mesmo? Você está indo até ali vigiar uma pessoa para ter certeza que é melhor que ela em algum aspecto. Como isso pode te fazer melhor?

Sei que stalkear pode parecer irresistível. Muitas vezes é mesmo. E tá tudo bem. Mas afaste qualquer tipo de comparação ou qualquer pensamento que pode estar te prejudicando. Se for difícil controlar a vontade, bloqueie. Assim fica mais fácil se controlar até que esse mau hábito pare de fazer parte da sua vida. Eu sou capaz de apostar com você que seus dias serão mais leves, e todos os pensamentos de aprovação e comparação irão desaparecer num instante. Acredite, não saber certas coisas é mesmo uma bênção!

0 em Beleza/ Cabelo/ Patrocinador no dia 14.11.2018

Chegou a Linha Umectante com óleo de coco e alto poder antiressecamento

Geralmente eu venho aqui falar de produtos da Bio Extratus que eu já usei, já aprovei e recomendo. Hoje eu farei o caminho contrário e vou falar de um produto que foi lançado semana passada. Ele ainda não chegou na minha casa, mas já estou louca pra contar? O motivo: realizaram meu sonho!

Explico: há uns meses atrás, estava andando na farmácia com uma amiga e me deparei com uma cena curiosa. Uma prateleira onde TODOS os produtos tinham um ativo em comum: COCO. Sim, eu já li sobre os milhões de benefícios do óleo de coco. Sei que ele é ótimo para varias situações. E também sei que o segredo do cabelo da Yasmin Brunet é óleo de coco. Mas eu não imaginava que o bendito estava fazendo o maior sucesso aqui pelos EUA também.

Quando vi, a primeira coisa que fiz foi falar com as meninas do marketing da Bio Extratus. Afinal, eu só uso produtos da marca, então se algo ainda não existe, a gente sugere. “Vem cá, até aqui o coco tá fazendo sucesso. Quando a Bio Extratus vai lançar a própria linha??”. Isso foi em Julho. Recebi como resposta “Fala com a Janaína, ela que é responsável por isso”. Sim, Janaina é a farmacêutica responsável por cada um desses produtos que vocês veem a gente falando (e acabam amando também.)

Falei meio por alto sobre o assunto quando encontrei com ela na fábrica, mas a conversa não me pareceu ter dado em nada. Pois bem, eis que descubro no final do mês passado que eles estavam era mantendo segredo. E semana passada meu desejo se tornou realidade.

A Linha Umectante já é uma realidade que estará chegando em breve nas prateleiras.

linha-umectante-bio-extratus

E por quê esse nome, umectante? O que é a umectação?

Quem está familiarizada com tratamentos capilares, sabe que existe um procedimento com esse nome e o óleo de coco é um dos óleos mais indicados para ele.

Para quem não conhece, umectação é uma forma de nutrir e hidratar os cabelos, principalmente os cacheados – que são naturalmente mais ressecados. Ela consiste em umedecer os cabelos com óleos, de forma que eles cresçam saudáveis e sem danos.

A Linha Umectante visa fazer exatamente isso tudo, de uma forma bem mais completa do que apenas usar óleo de coco. Ela conta com shampoo, condicionador, banho de creme, finalizador e a manteiga de coco.

E quais são seus produtos?

A linha inteira tem alto poder antiressecamento, mas cada produto tem sua importância no passo-a-passo. O shampoo é feito para agir na fibra capilar de dentro para fora, iniciando o processo de nutrição e hidratação. O condicionador age, além da hidratação, na regeneração dos fios. O banho de creme é altamente umectante. Ele garante a hidratação máxima, além de nutrição profunda.

A manteiga é aquele sachê de 60 segundos, perfeita para aqueles dias de pressa e com umectação máxima. Por último, o finalizador, que conta com proteção solar e, além de ser antiressecamento, protege os fios das agressões externas. Vento, calor, chapinha? Protege de tudo.

Para quem gosta de fazer outros tipos de tratamentos no cabelo, essa linha é perfeita para a etapa de Nutrição do Cronograma Capilar. E todos os produtos – menos o shampoo – estão liberados para quem faz low poo.

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A Joana vai começar a experimentar antes de mim, mas eu só sei que estou maluca para testar. Meu cabelo funciona muito bem na etapa de nutrição e eu estou louca para ver o poder do óleo de coco. Quando eu finalmente conseguir experimentar, pode ter certeza que volto aqui para contar!