Esse livro eu ganhei da Rosana, amiga e leitora que sabe o quanto eu amo ter pauta nova aqui no BDD! Um dia ela me chamou no whatsapp e disse que tinha um livro de uma amiga dela para indicar, já que ela tinha certeza que eu ia curtir a leitura.
Desculpa, Ro, eu não curti. Eu AMEI!
A sinopse, para quem quiser saber mais um pouco é a seguinte: Ao completar trinta anos, Cecília percebe que sua vida está bem longe de ser tudo o que imaginava que seria. Separada, desempregada, morando com a mãe e sofrendo com a paixão não correspondida, ela começa a acreditar que definitivamente, não é uma mulher normal.
À procura de uma justificativa para esse carma que a persegue, Cecília faz uma viagem à cidade natal da mãe para descobrir mais sobre as histórias de amor das mulheres de sua família e acaba convencida de que inegavelmente, a “anormalidade” está em seu DNA. É em meio a uma avalanche de segredos tirados do fundo do baú que Cecília acaba descobrindo a si mesma e, aos poucos, coloca em xeque o que significa, afinal, ser uma mulher normal.
Quem está querendo uma leitura super rápida, leve e descontraída, esse livro é a pedida certeira. Ele tem 136 páginas e é uma delícia, as páginas vão passando e você nem sente. Foi tão rápido que eu passei na frente o livro que eu achei que seria o BDD dessa semana, porque terminei em 1 dia e meio.
Na verdade, eu só peguei esse livro e “atropelei” minha leitura (não gosto de ler dois ou mais livros ao mesmo tempo) porque ontem acordei sem luz e fiquei nessa situação por aproximadamente 6h (!). Estava crente que ia terminar meu livro do Ibook e começar outro, mas quando fui pegar meu Ipad, surpresa! 8% de bateria e mais de 100 páginas para ler. Definitivamente, não ia dar. Peguei o próximo da fila, que não precisava de tomada para funcionar, e acabei terminando, me empolgando e querendo contar logo! :)
Cecília é o tipo de personagem carismático que é impossível se identificar. Mesmo que você não esteja passando pelas mesmas coisas que ela, você se pega pensando em diversos trechos que você teria a mesma reação, que você faria igualzinho. Eu fiquei apegada, juro. Terminei o livro querendo saber mais, querendo uma série, querendo que Cecília virasse minha nova Becky Bloom (no sentido de querer outros livros para acompanhar o resto de sua vida, não no sentido de serem personagens parecidos).
Em uma parte da história, quando ela começa a caçar as histórias de sua família, senti uma vibe Jojo Moyers em A Última Carta de Amor e caí de amores completamente. Tanto que fiquei chateada que essa parte da história não se desenrolou tanto quanto eu queria. Mas dá para entender, o foco do livro não era bem esse, era a auto descoberta de Cecília.
Enfim, não quero falar mais porque estou me empolgando e acho que posso acabar contando mais do que deveria. Por isso, só digo: quem gosta de livros de chick lit fofos, leves e com uma pegada de comédia romântica, nem precisa pensar duas vezes.
Esse foi o primeiro romance de Débora Rubin e confesso que já estou esperando novos títulos dela! Ou que, pelo menos, Cecília ganhe novas histórias!
Quem ler, me conta o que achou!
Beijos
Carla


