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0 em Destaque/ maternidade no dia 10.10.2017

Para a minha rede de apoio

Desde que o Arthur nasceu, eu me vi mudando muitas coisas, desde às horas de sono até às saídas de casa, mas algo que eu não esperava mudar tanto era justamente a amizade. Não me entendam mal, amigas sem filhos, não estou desmerecendo vocês, afinal, vocês têm o papel fundamental de me fazer lembrar da Carla que eu era antes de ser mãe, vocês estão lá para mim sempre - e agora para o meu filho também, eu sei. Mas acabei aumentando meu círculo e criando minha própria rede de apoio materna, que tem sido essencial para a minha caminhada. Nunca imaginei, afinal, sou a pessoa que corre de grupos de mães. Nunca imaginei, porque eu já me considerava satisfeita com os amigos que eu tinha. Mas aconteceu e meu coração ficou ainda maior. E esse texto é para elas. Sobre elas. Agradecendo a elas.

Vou começar com a Rosana, porque foi ela que me fez ver logo do início - na gravidez ainda, pra ser mais específica - que maternidade é coisa pessoal e intransferível, mas ao mesmo tempo passamos por tantas coisas parecidas. Nossos filhos têm 3 dias de diferença, e durante toda a gravidez a gente se mandava fotos e eu ficava chocada como nossos corpos se desenvolviam de maneiras completamente diferentes. Crianças nascidas, áudios de 5, 6, 8 minutos trocando experiências, querendo entender se o que estava acontecendo lá estava acontecendo cá também (e na maioria das vezes estava). De fases do bebê e mães inseguras, as conversas foram migrando para trabalhos e desejos à medida que os dois foram ficando mais independentes. A gente já se conhecia há anos, mas definitivamente foi a maternidade que nos aproximou.

Também tenho a Tati, a primeira pessoa que virou para mim e falou: “não sei para quem eu vou desabafar isso, mas acho que posso com você.” Eu tenho um filho, ela foi mais corajosa e acabou de ter o segundo. Educamos de formas bem diferentes mas foi com ela que eu vi a importância de ter alguém para poder falar sobre maternidade, filhos e afins. Foi com ela que eu descobri que desabafar não é sinônimo de ingratidão, que desabafar une e cria laços, que traz aquela sensação de #tamojunta que eu tanto gosto. Foi com ela que eu reuni alguma coragem para começar a expor esse assunto dessa forma aqui no blog e nas redes sociais.

Tem a Mari, mãe de gêmeos cuja casa nunca fica vazia - ou silenciosa - nos fins de semana. É riso alto, música, barulho de pés pisando forte pelas tábuas de madeira, gritos felizes. Coração gigante, ela é a hospitalidade em forma de pessoa. Ela é a pessoa que me ensina toda vez a tentar ver tudo de uma forma mais leve, divertida e criativa. Que tá tudo bem deixar brinquedos espalhados pela casa porque isso é sinônimo de criança feliz e se divertindo. Que se sujou, limpa. Bagunçou, arruma. Mas não pensem que ela não se questiona sobre o modo de educar - aliás, que mãe não se questiona? Será que meus filhos não são educados? Será que eu estou sendo muito permissiva? Será que eu to errando? Não tá, Mari. Não tá mesmo.

A Rita é mãe de uma menina maravilhosa, inteligente e carinhosa, ela é quem me ensina todo dia a palavra acolhimento. Ela nos acolheu assim que chegamos em NY, me acolhe sempre que sente que eu to precisando, me acolhe com palavras, com gestos e até quando ela está precisando ser acolhida, ela faz de uma forma acolhedora (não me peçam para explicar isso, mas é real). Dona de um jeito doce e tranquilo, ela é aquela mãe que tenta não se descontrolar quando as crianças estão surtando, ela é o ponto de equilibro quando tudo parece estar desequilibrado - o que não quer dizer que ela não surte de vez em quando. Quem não surta, aliás?

E a Ju? Pessoa que eu admirava à distância na época que trabalhávamos juntas mas só tive o prazer de me aproximar quando já estávamos distantes - ela em SP, eu em NY. Vocês conhecem ela, porque volta e meia ela está aqui no blog. Mãe de dois, Ju é a mãe ligada nas questões atuais, justa, militante, que cria seus filhos pensando em desconstruir machismo, racismo e todas essas questões que são tão importantes. Tem uma família super agregadora onde o ex marido é padrinho da filha de seu segundo casamento e todo mundo se dá bem, e eu acho incrível cada vez que descubro mais algum detalhe que não sabia sobre ela porque só corrobora a pessoa maravilhosa que ela é. Admiro cada vez mais e aprendo através de mensagens de whatsapp e textões aqui - ou no Facebook. Estamos longe, mas estamos perto.

Não posso esquecer da Taciana, que foi apresentada por amigos de amigos - sim, esses encontros as vezes dão certo - e mora no meu prédio. Ela tem uma filha 6 meses mais velha que o Arthur e hoje é minha companheira de dia a dia e as vezes de solidão. Morar fora com crianças pode ser solitário e ter encontrado ela a 5 andares do meu apartamento foi maravilhoso. É aquela vizinha que a gente divide comida, cuidados com as crianças, vinhos, dúvidas, angústias e momentos felizes. Hoje, quando nossos maridos estão viajando ou voltarão tarde, já damos um jeito de jantar no apartamento que estiver menos arrumado porque desarrumar o que está arrumado é quase um pecado - e as duas juntas arrumando o que já estava bagunçado é muito mais fácil e prazeroso, né? O tipo de relação que eu nunca tinha tido e que não quero mais deixar de ter. Por mais amigas de prédio, por favor. <3

Elas não são as únicas. Tem a Sissi, uma das primeiras amigas que engravidou e que eu acompanhei de perto; a Rosa, que eu nunca diria que seria mãe de 3 mas arrisco dizer que a maternidade e tudo que ela trouxe, a deixou ainda mais inspirada e focada; a Ana, a Patricia, a Beta, a Narda, a Joana, a Ana Rita, até mesmo a Lua e a Helen, que eu não conheço mas admiro a postura e o trabalho delas nas redes sociais. Poderia citar mais várias, inclusive minha mãe, que eu só consegui entender melhor e com mais carinho depois que eu me vi reproduzindo cenas que ela fazia comigo.

Elas são minha rede de apoio, inclusive aquelas que eu não conheço pessoalmente ou que eu não tenho tanto contato por causa de correrias da vida. É ali que vejo exemplos, que aprendo, que posso desabafar, que acho lugares seguros em meio a esse mundo de incertezas e inseguranças que é a maternidade.

Nessa minha rede não tem mãe perfeita (nem imperfeita), não tem dona de verdades imutáveis, não tem super mulheres nem gente que tenta ser. Tem pessoas que estão sempre dispostas a darem seu melhor, tanto para os filhos quanto para as amigas. Pessoas que se questionam todo dia se estão fazendo o certo, que se cansam mas que também sabem ver o lado bom das coisas. Mães que me fazem querer sempre ser mãe melhor, pessoa melhor. Como não dedicar um texto todinho para elas?

2 em Relacionamento no dia 09.10.2017

Sobre príncipes, reis e eu.

Outro dia me peguei pensando em como as minhas expectativas sobre um relacionamento eram megalomaníacas num passado não tão distante. Mas acho que desde que escrevi meu primeiro texto aqui, eu tenho sido menos exigente. Tenho sido mais aberta para pessoas com as quais eu antes não seria. Desde então acho que abri mão de algumas exigências bizarras na minha listinha imaginária do “cara perfeito”.

Bizarras porque preciso confessar que até cerca de 2015, eu tinha direitinho na minha cabeça o tipo de homem que eu queria que aparecesse na porta da minha casa com um buquê de flores. Alguém que parecesse o Jake Gyllenhaal seria perfeito, nota dez, tá de parabéns (fica aqui o elogio escancarado ao meu crush eterno - sim, eu amo o Leo Dicaprio, mas eu ficaria mesmo é com o Jake). Alguém tipo o Sam Claflin ou o Theo James não cairia nada mal também. Além disso, eu queria inúmeras qualidades. Minhas melhores amigas sabem que muitas vezes eu nem dava uma segunda chance para alguém porque os itens da minha listinha não estavam todos ticados.

E uma das melhores coisas que eu fiz na vida foi ver que todos os itens da lista não precisam estar ticados. Eu vi que eu podia conhecer gente muito legal e interessante sendo um pouco mais aberta, um pouco menos crítica, quem sabe até menos chata.

Eu vi que não preciso do príncipe encantado com todos os itens da minha longa lista (e talvez nem o queira mais). Eu descobri que quando é para ser, vai ser. Descobri que quando encaixa, encaixa por um motivo. Que amor é mais do que o que está em qualquer listinha de qualidades. Que amor é mais profundo que isso. E também mais complicado que isso.

Mais complicado porque eu talvez tenha deixado algo de lado - e agora vejo que não é o certo, independentemente do cara ser o próprio Jake Gyllenhaal: não precisa ser o príncipe encantado e dar check em todos os itens da lista, mas eu mereço alguém que me queira. Alguém que não tenha medo de fazer planos, de se jogar, de arriscar pelo nosso relacionamento.

Sempre pensei no rei da Inglaterra que abdicou do trono porque queria casar com uma americana divorciada. Em um antecessor dele que mudou a religião do país por amor a uma mulher. E não, não quero que ninguém abra mão de um sonho ou de algo como um reinado por mim. Eu só quero que alguém me coloque na luta do dia-a-dia junto. Alguém que lute comigo pelos meus sonhos e pelo meu reinado também. Alguém que esteja no mesmo barco, no mesmo degrau, lado a lado. Tem que ter equilíbrio. Tem que dar, tem que receber, tem que ter troca.

É vivendo - e caindo, infelizmente - que se aprende. Eu não tenho arrependimentos até agora. Eu acho que cresci muito como pessoa, como mulher nos últimos anos (e nos últimos meses, especialmente). Eu tenho mais certeza do que eu quero e do que eu não quero na pessoa que vai estar ao meu lado. E não baseada em uma listinha hipotética que eu fiz aleatoriamente pensando em astros Hollywoodianos, mas baseada na minha história, nos meus aprendizados e no que eu hoje vejo como realmente importante em um relacionamento a dois.

1 em Beleza/ corpo/ Destaque/ Patrocinador no dia 06.10.2017

Cuide-se bem: hidratante efeito matte para o corpo!

Dá para ficar hidratada sem ficar grudando? Dá!

Quem está acompanhando nossas redes sociais desde semana passada com certeza reparou que O Boticário foi um dos principais patrocinadores do #paponapiscina. Na verdade, quem realmente estava presente na festa foi uma linha bem especial e que tem tudo a ver com o #paposobreautoestima: a Cuide-se Bem.

Aliás, não é de hoje que a gente sabe que o posicionamento de O Boticário tem tudo a ver com o nosso, só que essa linha é especial porque o match foi certeiro, recíproco e perfeito para nos apoiar com a pool party! Por quê?

Porque a ideia da família Cuide-se Bem é que ela é uma linha feita para a mulher que quer gastar um pouco mais de tempo consigo mesma, tanto que o slogan é “Faça Isso Por Você”. E a gente bem sabe como parar a loucura do dia a dia para dedicar alguns minutos cuidando exclusivamente da gente faz bem para autoestima e para a alma, não é mesmo?

Essa família é bem extensa e conta desde body splash e sabonetes até autobronzeador, mas os novos queridinhos são os hidratantes da linha Cuide-se Bem Matte. Eles chegaram para melhorar ainda mais essa relação entre cuidados pessoais e praticidade por causa da tecnologia (meio mágica, eu diria) chamada Climatte, que faz com que aquela sensação de pele melecada ou grudenta que costuma acontecer quando passamos hidratante não aconteça. Tudo isso acontece independente do clima quente ou úmido. Sim, é um produto que deixa a pele macia, hidratada e cheirosa, porém seca!

Quem disse que só o rosto pode contar com hidratação de acabamento matte, não é mesmo? Essa moda agora chegou pro corpo e O Boticário foi a primeira marca do Brasil a lançar esse produto no mercado. Essa tendência é a cara da brasileira e eu, como rainha da pele oleosa, já posso dizer que amei.

O negocio funciona tão bem que eu achei a textura dele um pouco menos cremosa do que hidratantes comuns, mas isso não diminuiu em nada o seu poder de hidratação nem a facilidade de espalhar, só faz com que seja possível não ficar incomodada com roupa grudando - coisa, inclusive, que sempre me faz “esquecer” de passar. Talvez pelos traumas com meu tipo de pele, eu nunca gosto da tal sensação melecada.

A Cuide-se Bem Matte chegou em 3 fragrâncias: Leite & Mel, Rosa & Algodão e Jardim de Sol. Pessoalmente, eu amei o Leite & Mel (vou mostrar no stories), eu já era viciada na fragância pelo creme de mãos e não foi diferente com esse produto. Usei antes da festa, inclusive.

Já a Ca se encantou com a Rosa & Algodão, me disse que achou perfeita para aqueles momentos mais introspectivos e dias mais frios, de preferência um fim de semana de preguiça. É um cheiro delicado, calmo, que traz uma paz e tranquilidade. No entanto Jardim de Sol é mesmo a preferida da Carla por causa da fragrância, mas isso é papo para outro post que ela vai fazer.

Quem ainda não conhece essa linha, vale a pena dar uma olhada no site de O Boticário, porque no momento os hidratantes de Cuide-se Bem Matte estão saindo por R$23,90!

Quem não gosta mesmo daquela sensação molhada dos hidratantes comuns pode experimentar uma dessas fragrâncias de efeito matte e contar pra gente o que achou.

Ficamos muito orgulhosas de ver essa linha tão especial conosco no nosso evento, é um enorme prazer atrelar um lançamento tão especial, inovador e gostoso ao nosso #paposobreautoestima. Quem experimentar vai saber do que estamos falando.

Cuide-se bem, faça isso por você e cuide do seu corpo, saúde e bem estar, é isso que pregamos por aqui e no nosso projeto, é isso que eles querem passar com os produtos da nova linha. :)

Beijos