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0 em Autoestima/ corpo/ Destaque no dia 04.08.2020

Mas pra quê tirar foto de biquini?

Quem nunca já recebeu uma pergunta dessas quando resolveu postar uma foto de biquini? Se você não tem o corpo considerado “aceitável” pela sociedade para ser exposto por aí (isso é, se você não é magra, barriga trincada, peitos em pé e bunda sem celulite), provavelmente você já se viu diante desse tipo de pergunta.

Por isso, junto com Juliana Ali, resolvemos preparar um pequeno guia de respostas para ninguém se estressar mais na hora de ouvir essas coisas. ;)

2 em Autoestima/ Beleza/ corpo/ Destaque no dia 20.04.2020

Sutiã na quarentena: você está usando?

Tá ai um assunto que jamais achei que escreveria por aqui: o uso ou não do sutiã na quarentena. Até porque não havia parado pra pensar nisso por um minuto sequer. Usar sutiã é tão automático para mim que trazer essa decisão para consciência é algo que eu não me passou pela cabeça. Pelo menos não até dar de cara com uma ilustração no nosso grupo do facebook, o papo sobre autoestima.

Ilustradora: @tdathayde

Esse post pareceu meio aleatório para MIM. Mas logo nos primeiros minutos, percebi que ele fazia muito sentido para um COLETIVO. Muitas mulheres estavam contando sobre a liberdade que era não usar sutiã durante o período de isolamento social por conta da pandemia de Covid-19. Isso, por sua vez, me fez parar pra pensar….

Afinal, minha experiência pessoal tá na contramão do coletivo. Porque, por aqui, sigo escolhendo usar sutiã sempre que tiro o pijama.

Pra mim tá muito claro que nesse período (e cada vez mais na vida) eu escolho modelos sem arame ou bojo, sempre com tecidos leves e confortáveis. Daqueles que me dão sustentação, mas não ME apertam.

Esse exemplo pra mim é perfeito: lindo, confortável, sem nada para me prender.

Já tem alguns anos que eu desconstrui o uso do sutiã por obrigação ou pressão estética. Uso vários looks (como esse aqui) sem sutiã e não fico na neurose da demanda de um peito em pé, num mundo que chama peitos naturais de caídos (como já escrevi sobre aqui).

Ou seja, a parte estética do “usar ou não usar” sutiã não é uma questão presente pra mim. Mas isso não me impede de parar pra refletir sobre essa demanda. E até mesmo sobre “se” temos a verdadeira liberdade de não usar sutiãs livres de julgamento. A demanda por usar por tantas vezes chega de forma tão automática, que acho que precisamos conquistar a real liberdade de usar ou não, refletindo os ganhos e perdas dessa decisão para cada uma de nós.

Porque é muito fácil eu dizer que uso porque gosto, mas “gosto” foi construído socialmente. Nessa sociedade fui ensinada a considera-lá indispensável. Usando ou não, vale a pena pensar sobre isso. Agora vou me usar de exemplo: eu Joana, na prática, acho fisicamente mais confortável ter a sustentação de tecido segurando meu peito. No meu caso o suor debaixo dos seios me incomoda e a sensação do peito ser puxado pra baixo não é algo que levo bem. Por estar usando menos, uso inclusive mais creme para a pele que tá repuxando mais. Percebi isso justamente nesse momento em que, na teoria, não precisava estar usando nada.

Sempre defendi e defendo que a gente lembre que a estética dos peitos naturais existe e eles sentem a gravidade. Tá tudo certo o peito cair. Mas hoje, quando o assunto é sutiã, eu diria que escolho usar consciente de tudo que envolve essa decisão. Lembrando e repetindo que sei que parte dessa escolha se dá porque a sociedade nos educou a aprisionar os peitos femininos, a esconder mamilos de mulheres, a sexualizar essa parte natural de nossos corpos e criou um padrão estético em “pé”, que ou você usa sutiã ou entra numa de fazer uma cirurgia pra isso.

Por isso sou entusiasta da gente repensar o uso do sutiã coletivamente, mesmo eu escolhendo usar por conforto fisico. Cada vez mais vejo menos sentido em usarmos peças que não são confortáveis ou funcionais. Com ou sem isolamento social. Essa é uma hora pra gente repensar o que queremos consumir, vestir e apoiar.

Confesso que achei SENSACIONAL ver tantas mulheres no grupo e no instagram compartilhando como está sendo libertador não usar também. Aprendi que não tem tanto a ver com tamanho de peito e mais com o perfil da pessoa, do que ela sente. Afinal muitas mulheres com peitos grandes sentem muito conforto em não utilizar também, o que claramente não é o meu caso.

Por aqui não tem certo ou errado. Evitamos julgamentos sobre qualquer escolha: seja não usar sutiã, seja usar sempre ou até mesmo operar. Pouco importa.

E você, o que é mais confortável para você?
Usar ou não?

O que eu queria mesmo era abrir o DEBATE consciente sobre conforto.
Porque apesar de repensar, pra mim, ainda tá mais confortável usar, mas adorei ler tudo que tantas tinham pra falar!

Beijos

1 em Beleza/ corpo/ Destaque/ Patrocinador no dia 12.08.2019

CeraVe, a salvação para quem não é tão fã de hidratante

Ao longo desses quase 10 anos de blog, já falei dezenas de vezes o quanto eu tenho preguiça de hidratante corporal. To sendo até boazinha, pra ser sincera. A sensação de pele melequenta e grudenta foi algo que apavorou minha adolescência, e trouxe isso para a vida adulta. Ao menor sinal de qualquer uma dessas sensações, eu já nem tento de novo. Por isso, quando fiquei sabendo da chegada de CeraVe no Brasil, acompanhei desconfiada.

Aqui nos Estados Unidos, a linha CeraVe é tão grande que ocupa boa parte do corredor das farmácias. E eu nem chegava perto porque tinha certeza que a textura seria tudo aquilo que eu costumo evitar. Pois é, julguei sem nem saber.

Paguei minha língua no ano passado, quando a Jô veio para cá e fez esse post. Ela deixou a loção hidratante aqui em casa, e foi ali que tive meu primeiro contato com a marca. Falei com minha dermatologista sobre ele, e ela disse que eu podia usar sem problemas. Aliás, esse creme é desenvolvido com dermatologistas, por isso não à toa que é um dos queridinhos desses profissionais.

Passei o inverno todo com a loção hidratante CeraVe, e diria que ela passou pela maior prova de fogo.

Pode não parecer, mas é no inverno que nossa pele mais sofre. Tomamos banhos mais quentes, sentimos menos vontade de beber água e, por isso, ela é reposta em menor quantidade. E aí, quem paga o pato é nossa pele, que fica mais ressecada.

Algumas das coisas bem desagradáveis que acontecem com a minha pele no inverno daqui de NY: por causa da água quente constante, do banho à louça, as mãos ficam bem rachadas, principalmente entre os dedos. Elas ardem, ficam sensíveis e até mesmo sangram. Também por causa da água quente e do uso de mangas compridas e casacos, os cotovelos coçam muito, ficam vermelhos e ásperos. As vezes ficam machucados. Aliás, os cotovelos não precisam de um inverno muito pesado para sofrerem.

Tanto que quando estava no Rio, o pouco de inverno que passei lá (e por inverno, entenda por 20 graus) foi suficiente para deixar meus cotovelos sofrendo. Por isso, nem pensei duas vezes em fazer o tal Desafio CeraVe dias antes do Fim de Semana do Papo. Para quem não sabe, o desafio consiste em passar pelo menos 3 dias usando o produto. Os 2 primeiros servem mais para que a gente possa sentir a textura, a hidratação e a rápida absorção de CeraVe. A partir do 3o. é que começamos a notar os benefícios, isso é, uma pele macia, tratada, hidratada e restaurada. 

Print do vídeo que fiz na quinta feira pré FDS | Print do vídeo que fiz domingo no FDS!

Esse “milagre” em forma de tubo acontece por uma mistura bem potente de 3 ceramidas essenciais com ácido hialurônico. Tudo isso com uma tecnologia chamada MVE, que já vou contar.

As ceramidas servem para ajudar a pele a reter a hidratação. A presença do ácido hialurônico é ideal para que a pele absorva grandes quantidades de água. Essa combinação ajuda a restaurar a barreira de proteção natural da pele. Já a tecnologia patenteada MVE garante uma ação de hidratação por 24 horas. Tudo isso sem fragrância e hipoalergênico.

Sei o que que falei aqui é bem técnico, mas achei importante contar para vocês, porque de fato a hidratação é um fator muito relevante. Eu comecei o desafio na quinta feira pré Fim de Semana do Papo e foquei nos meus cotovelos, que estavam até com machucadinhos. Me comprometi e passei todos os dias, mas mesmo assim me surpreendi ao ver que, no domingo, os cotovelos já estavam sem machucados e super hidratados. 

Mas para mim, o que realmente impressionou na loção hidratante CeraVe é a textura muito suave, zero pegajosa e que absorve muito rápido na pele sem comprometer a potencia da hidratação. E sabem o melhor? Durante o fim de semana eu pude experimentar o creme, que estava na sacola de todas as meninas que ficaram no hotel, e tive a mesma grata surpresa. A textura da loção é mais leve que a do creme, mas a absorção rápida é característica de toda a linha CeraVe.

Se você está procurando um hidratante potente, eficaz e confortável de usar, nem pense duas vezes em experimentar. Seja em creme ou em loção. Mas é claro que, como todo produto para pele, fale sempre com sua dermatologista antes de usar.

< O #fimdesemanadopapo só é possível por causa das marcas que estão presentes com a gente nesse evento. CeraVe foi uma delas ;) >