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Rio de Janeiro

0 em rio de janeiro no dia 27.04.2016

Alerta carioca: Rio de Janeiro e o Clube do Samba (outra vez)!

Quem acompanha meu snapchat e redes sociais viu que no dia 11 vivi uma das experiências mais legais envolvendo o samba! Acompanhei as gravações de um projeto (na época secreto) que envolvia a gravação de um video onde ia rolar uma roda de samba com grandes nomes como Beth Carvalho, Diogo Nogueira e Martinho da Vila. Eles iam contar e cantar sobre o Clube do Samba, que aconteceu no Rio de Janeiro em 1979.

Para quem não sabe, estamos falando de um momento histórico na trajetória desse ritmo musical tão maravilhoso. O Clube do Samba era uma roda quinzenal que foi fundada pelo João Nogueira, criada para não deixar o samba morrer.

Ele é reconhecido como o maior movimento de resistência ao estrangeirismo na música e é bastante comum ouvir que se não fosse o Clube, o samba não estaria mais entre nós. A ideia era realmente não deixar o samba morrer ou acabar, muito menos cair na marginalidade (termo usado na época).

Tudo começou na casa do próprio João Nogueira, pai dessa coisa linda que é o Diogo. Ele morava no Méier e abriu suas portas para os sambistas de verdade.

Após 37 anos, a BOA resolveu aproveitar esse ano do centenário do samba para batucar mais uma homenagem à esse ritmo que pulsa no Rio de Janeiro até os dias de hoje, e durante 4 finais de semana, o Clube do Samba volta à vida.

Como vai funcionar? O evento será gratuito, democrático como o samba sempre foi. Vai acontecer num casarão no centro do Rio de Janeiro, com uma decoração feita com itens autênticos do Clube e réplicas inspiradas no acervo disponibilizado que farão parte do cenário da nova versão do reduto responsável por não deixar o samba morrer.

A partir do dia 30/04, a velha guarda do samba se encontrará com a nova geração e entusiastas para, juntos, festejarem a vida longa do ritmo que se tornou uma instituição. A curadoria do projeto é assinada por Nilcemar Nogueira, neta do Cartola.

Martinho da Vila será o anfitrião dos quatro sábados e como acontecia no salão de João Nogueira, os bambas estarão reunidos para tocar, falar e fazer samba.

Como participar? Se inscrevendo no site da Antartica. Quando a lista estiver fechada, o site vai abrir a lista para o final de semana seguinte. Aí é só espiar se você tem a agenda livre e se inscrever.

Eu vou estar lá feliz e contente neste dia 30. Desde o Batuque da Boa, que rolou em toda a cidade em novembro passado, a Antarctica tem convidado o (f)uti para participar das mais diferentes experiências ligadas ao samba. Fomos da roda de samba na rua ao camarote na Sapucaí, sem contar o privilégio que foi acompanhar as gravações que originaram o primeiro vídeo desse post! Nunca pensei que veria uma roda de samba como a do dia 11. Agora vocês podem imaginar a ansiedade que estou pro dia 30!

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Hoje no snap postei o press kit com direito à cerveja Antarctica com rótulo de 1979 - é impressionante como eles sempre me ganham nesses pequenos detalhes. Querendo espiar tudo por lá é só adicionar: blogfutilidades.

Eu adoro cerveja, história, Rio de Janeiro e samba, então não nego que estou só ansiedade para sábado. Quem estiver por lá, favor me dar um oi, adoro conversar com vocês que ficam do outro lado. :)

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o Futi adverte: menores de 18 anos não podem e não devem consumir bebidas alcóolicas em nenhuma situação
3 em Brasil/ rio de janeiro/ Viagem no dia 14.12.2015

Trip tips: Praça Mauá no Rio de Janeiro

Quem acompanha nossas redes sociais viu que nesse domingo eu fiz um programa muito gostoso. Mesmo sendo a louca dos passeios do Rio, dessa vez a ideia não foi minha. De qualquer forma, curti tanto que o dia acabou virando uma boa pauta de programação pra se fazer em terras cariocas.

Museu do Amanhã ao fundo

Para quem não sabe, a Praça Mauá foi revitalizada. Há algum tempo inauguraram por lá o MAR (Museu de Arte do Rio) e as atrações não se restringem a ele.

MAR | Museu de Arte do Rio de Janeiro

O meio de transporte para chegar na praça poderia ter sido carro, o estacionamento perto estava custando em torno de R$25 a diária no domingo. Uber ou Táxi poderiam ter sido uma opção mas optamos por ir de metrô, uma das melhores alternativas para chegar no centro. Por ser domingo, a saída da Uruguaiana estava um pouco mais vazia do que seria o ideal, mas nada que fosse um grande problema. Andamos um pouco e logo estávamos na Praça Mauá.

Tudo começou com a vista do sexto andar do MAR, ela é linda! Não custa nada para subir e com certeza vale uma selfie. rs Nosso programa começou ali, no Restaurante Mauá, no mesmo andar. Preferimos uma mesa sem vista, do lado de dentro, por motivos de ar condicionado.

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Moqueca + Stella Artois

Nada como uma cerveja num dia de verão, não é mesmo? Foi nesse clima que fizemos nossos pedidos, um camarão na crosta de tapioca ao molho de maracujá, com um arroz cremoso inesquecível de queijo coalho. Eu invejei tanto essa prato que ele vai ser minha pedida na próxima vez. O meu prato foi uma moqueca de peixe e camarão que também estava super gostosa, com destaque para a farofa de amendoim que acompanhava.

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De sobremesa dividimos uma gordice bem brasileira: cuscuz de tapioca, baba de milho verde, sorvete de canela (super refrescante) e coco caramelizado (dos deuses). Pedimos também 4 cervejas e nossa conta ficou em torno de R$230 para as duas pessoas, com o serviço incluído.

Depois passeamos para ver o acervo do MAR, para mim os destaques são as fotos bem legais de situações marcantes do Rio de Janeiro. Nós demos a maior sorte pois a visita ao museu era gratuita neste domingo, por isso, já aviso que vale a pena pesquisar para ver quando isso vai acontecer de novo! Eu não pirei no acervo do museu de uma forma geral, mas achei que valeu a visita. O programa em si é bem gostoso.

Depois dessa visita compramos uma água em um dos fofos “food trucks “que estavam na praça e aproveitei para tirar umas duzentas fotos do Museu do Amanhã, que é imponente e moderno. Ele ainda não abriu, mas agora falta pouco, ele vai ser inaugurado no dia 19 de dezembro e eu já estou louca pra ir.

Pelo que eu li, o museu será focado em ciências. A ideia é analisar o passado, conhecer as atuais transformações do mundo e imaginar cenários possíveis para os próximos 50 anos. Tudo com muita interação e imersão com recursos audiovisuais, jogos e com direito a tradução, para inglês e espanhol. Já deu pra ver que promete, né? Minha expectativa está bem alta!

Vou aproveitar a carona nesse post para compartilhar outra dica que fica na mesma praça. Há algumas semanas fui almoçar com a Maybelline no Brasserie Lapeyre, que fica no RB1. Pra mim, foi uma das melhores refeições “francesas” que já fiz no Rio. Os pratos não são baratos, mas a vista e a comida são muito especiais! Eu comi uma cavaquinha que foi impossível de esquecer mas saí de lá com vontade de provar mais uns 4 pratos do cardápio.

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Eu não vejo a hora de voltar lá!!!!

Outra coisa linda pra fazer ali perto é visitar o Mosteiro de São Bento, uma das igrejas mais lindas do Rio que fica aberta diariamente mas tem uma demanda de trajes específicos e restrições de horários, por isso é legal visitar o site antes.

A Praça Mauá é mesmo hoje um bom destino para quem quer visitar o Rio ou curtir a própria cidade. Sem contar que com a chegada dos cruzeiros aportando na praça as coisas vão ficar ainda mais animadas e divertidas. Acho que vai dar toda uma nova atmosfera de chegada para o turista que vier através desse porto!

Como entusiasta que sou do Rio de Janeiro, não poderia deixar de compartilhar esse trip tips carioca com vocês! :) Taí um programa gostoso para fazer a dois, com a família e/ou amigos.

Beijos

5 em Brasil/ Comportamento/ desafio de peso/ rio de janeiro/ Viagem no dia 13.10.2015

Feriadão no Rio de Janeiro: diário das trilhas!

No instagram e no snapchat me pediram para fazer um post meio inusitado contando mais sobre as trilhas que eu fiz no Rio de Janeiro durante o feriado prolongado. Bom, para quem não me acompanha no instagram, vale dizer que meu personal, o Arthur Alegre, me leva para fazer trilhas com uma certa frequência.

No último ano fizemos a trilha do Morro da Urca durante uma aula e a subida do Parque da Catacumba também foi cenário de algumas das nossas aulas. Ele monta treinos funcionais vinculados a essas trilhas e eu adoro. Malhar com ele na Lagoa é algo que me faz não desistir do exercício.

Como agora quero entrar num foco maior de saúde estou querendo mesclar nossos treinos com alguma aula de dança boa de queimar calorias e trilhas nos fins de semana. Foi assim que ele me chamou para ir com uma galera para a Pedra Bonita, uma das trilhas mais legais que faltavam para a gente fazer.

Sábado: pôr do sol na Pedra Bonita.

O ideal seria a gente ter saído do Zona Sul de São Conrado as 15:00. Como não conseguimos, acabamos ficando pouco tempo na Pedra Bonita, mas valeu muito a pena.

Subimos de carro até onde conseguimos, não foi possível parar no estacionamento da área de voo livre, por isso malhamos mais e queimamos mais calorias. Eu recomendo estacionar por lá para quem não está muito afim de fazer exercícios, já ajuda muito não ter que encarar algumas subidas íngremes. Fomos primeiro na pista de decolagem, ver os corajosos prontos para voar. Tem uma subidinha bem mortal, eu odeio rampa então pra mim essa foi a pior parte.

Depois entramos na trilha de fato, que demora entre 25 e 30 minutos. Como fiquei mais de um mês quase parada, levei mais do que isso. A Amazônia, NYC e Paris não saíram impunes nem para o meu peso e nem para o meu condicionamento. Tudo bem que eu já tinha andado toda a Praia do Leblon e de Ipanema nesse dia, sem contar que paramos o carro longe. Acho que malhei minhas pernas como nunca! rs

Sem dúvida foi o pôr do sol mais lindo que eu já vi no Rio e olha que eu sou uma entusiasta dessa cidade e já vi alguns maravilhosos. Curtimos, tiramos muitas fotos e eu tentei ter um tempinho para a minha meditação, mas como atrasamos, tive que encurtar esse momento. Ou seja? Vou voltar, preciso voltar! Desde a Amazônia que eu estava esperando uma boa conexão com a natureza, lá eu senti.

Pedra-Bonita-2

Eu, a Isabela (minha amiga mineira que passou o feriado todo comigo), o Arthur e nossos amigos amamos o programa. Como não tivemos tempo de fazer o picnic lá em cima, fizemos num gramado à noite na Praia de São Conrado. Foi um dia maravilhoso.

Pedra-bonita-1

Obs: descer ou subir no escuro é tranquilo com uma lanterninha. Não fica BREU muito rápido, não. Nós fomos sem numa boa, só usamos a do celular em alguns momentos. No quesito segurança, como era fim de semana e estava mais cheio, achamos o clima bem tranquilo, mas vale frisar que descemos assim que o sol se pôs e não demos bobeira.

Domingo: Subida do Parque da Catacumba

Essa é a mais fácil de todas. Você para o carro na Lagoa, bem pertinho tem um estacionamento e pronto, é só entrar no parque e começar a seguir as placas para os mirantes. Os dois são bonitos, mas o do Urubu é meu preferido. Quem quer malhar um pouco mais pode fazer como eu e o Arthur fazemos e levar uma corda para pular lá em cima.

Nesse dia eu e a Isabela tínhamos menos tempo, então escolhemos fazer a mais curta. Eu senti bastante por motivos de: dormi pouco na outra noite, estava cansada de sábado e eu estava parada há muito tempo. Para quem está com o condicionamento bom, ela é muito fácil, para quem não está, nem tanto, mas ela é rápida, conta apenas com degraus e a volta é por dentro da floresta, bem mais rápido e prático.

Eu acho as vistas lindas, bem focado na Lagoa, no Cristo e na Zona Sul do Rio. É bom fazer também em fins de semana, quando está mais cheio e aparentemente é mais seguro.

Segunda: Trilha do Morro da Urca

Essa trilha seria média a meu ver, mas o povo fit diz que ela é mole. Acho que para turistas e cariocas de primeira viagem, não é tão boba assim. Dá para cansar e assim como a da Pedra Bonita demanda que você leve uma água, um protetor e quem sabe um repelente.

Fomos no feriado e o trânsito de pessoas nos atrapalhou um pouco, não conseguimos pegar o ritmo que gostaríamos porque paramos bastante, mas ajudou porque assim não ficamos mortas, apenas botamos a perna e os glúteos para trabalhar.

Eu já tinha feito ela numa aula com o Arthur, então eu tirei de letra o caminho, mas para quem não conhece, acho ela bem sinalizada, sem muito erro, sabe? Jamais falaria isso da trilha da Praia do Perigoso que eu já fiz algumas vezes, por exemplo. Essa tem que ir com alguém que conhece.

No final você chega num dos pontos turísticos mais badalados do Rio, pode comer um Açaí e até mesmo ir ao banheiro - essa parte eu confesso que acho boa para quem deseja um pouco de comodidade.

A descida demanda atenção, assim como a subida, diferente das duas anteriores, onde a descida é extremamente mais fácil que a subida.

A Isabela, que tem um excelente condicionamento e nem suou na do Parque da Catacumba, achou a trilha menos fácil do que todo mundo descreveu, eu concordo com ela… No entanto, a gente sempre vê crianças e adultos subindo de chinelo. Tem de tudo.

Eu e o Arthur somos chegados nessas coisas, então a cada treino desse tipo eu fico mais safa. Por isso foi tranquilo fazer os passeios da Chapada Diamantina e vai ser legal curtir as trilhas do Vale do Matutu, para onde vou fazer um retiro cheio de trilhas esse ano.

A Bela deu mais um pitaco que acho válido, ela acha que uma ordem boa seria: Parque da Catacumba, Morro da Urca e Pedra Bonita. Pois depois de se encantar com vistas como a Pedra Bonita, você fica um pouco menos boba com o resto. Eu concordo, pra mim a Pedra Bonita é linda no mesmo nível da Pedra da Gávea, mas a trilha é muitas vezes melhor (a meu ver).

A Pedra da Gávea eu subi em 2010 e acho que não subo mais, caso eu venha a morder minha língua eu compartilho com vocês depois.

E vocês, alguém me indica alguma trilha legal? Com uma vista linda? Só não pode ter escalada (média/grande) ou ambiente muito apertado para passar!

Beijos