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0 em Comportamento/ Destaque/ maternidade no dia 11.09.2017

Com criança o timing é outro

A cada nova experiência eu tenho a confirmação que a maternidade é realmente um passo gigantesco para o autoconhecimento. Não que seja a única forma de se deparar com suas qualidades e defeitos de forma muito visceral (a Jô é a prova viva disso), mas é algo que invariavelmente vai acontecer depois que se tem filhos, até com quem é tipo eu, que nunca se interessou por assuntos relacionados antes.

A mais nova descoberta que eu fiz sobre mim é que nem sempre eu consigo entender o timing com criança, e aí vou com uma expectativa de passeio sem filhos (ou com filhos muito comportados) e quando a realidade bate, me gera frustrações gigantescas.

Esse fim de semana, por exemplo, fomos no MoMI para a exposição do Jim Henson, criador dos Muppets e da Vila Sésamo. Pelo tema a gente imagina que é o tipo de programa perfeito para crianças, né? E até é, mas para crianças um pouco maiores, talvez. Porque com o Arthur foi o caos.

Eu sei que na foto não parece, mas ele não parou quieto, andava de um lado para o outro, queria pegar em todas as placas e em todos os botões, para o desespero dos seguranças que tentavam fazer com que eu controlasse a minha criança. Ele gritava quando via um boneco (isso era fofo) e gritava quando a gente pegava ele no colo para levar para outro canto (isso não era fofo). Em um dado momento aquilo tudo foi muito para ele e o bichinho desandou a chorar e eu me vi tendo que sair da exposição para não atrapalhar mais as pessoas.

Enquanto eu acalmava ele lá embaixo, longe de tudo e de todos, eu me peguei com a garganta engasgada, quase um choro preso por mil motivos. Fiquei chateada de verdade porque a exposição, que em teoria era para ele curtir, foi o caos. Fiquei mais triste do que deveria por ter me incomodado com os seguranças chamando a nossa atenção. Era o trabalho deles, eu não devia levar para o pessoal, mas levei.

Também fiquei frustrada porque no fim eu só vi bonecos e tentei entreter o Arthur com eles - o que claramente não deu certo. Não consegui acompanhar as legendas que explicavam seu trabalho, não consegui ver os sketches que mostravam a evolução da criação dos personagens, não consegui ver os vídeos, não consegui prestar atenção nos detalhes.

Eu sempre acreditei na teoria que “a criança tem que se adaptar à nossa rotina, não o contrário”. Sempre bati no peito cheia de orgulho ao dizer que levamos o Arthur para tudo que é canto (ainda mais aqui em NY, onde muitas vezes se nós quisermos sair para jantar sozinhos teremos que desembolsar o mesmo - ou mais, dependendo de quanto dura o jantar - do que gastamos para comer). Claro que sempre com sensatez, respeitando as necessidades do seu filho e também os horários e o clima do lugar. Bom senso é tudo nessa vida.

Eu não conseguiria ser essa pessoa que prefere não ir para restaurantes, museus ou qualquer outro ambiente que aceite crianças mas que não é exatamente pensado para elas. Só que enquanto eu tinha que engolir essa frustração friamente, por um momento eu me vi dando razão a essas pessoas. Se bobear era melhor eu aceitar que é uma fase, que daqui a um ano ou menos o Arthur já vai entender melhor seus limites e vamos poder curtir juntos. Saí do museu meio resignada, eu diria.

Até que umas duas horas depois, durante o almoço, paramos para ver os vídeos que fizemos dele na exposição. Um era ele apontando os vídeos que o retroprojetor projetava na parede branca, muito feliz, dava pra ver nos seus olhos como ele estava fascinado com aquela interação. O outro era eu com um fantoche na mão e ele interagindo com o boneco, maravilhado. Fazia “bate aqui”, dava tchau e quando eu abria a boca do fantoche e fingia morder seu dedo ele caía na gargalhada. O último era ele construindo um muppet, e foi a minha vez de ficar maravilhada. Enquanto a gente botava dois olhos, um nariz e um acessório na cabeça, ele fez um muppet com o rosto cheio de olhos e um nariz na barriga. Nós, adultos, vamos realmente perdendo a nossa imaginação, né? O boneco era roxo, nada a ver com seres humanos, porque precisava ter dois olhos, um nariz e uma boca? Certo estava ele. rs

No fim das contas, a frustração passou e a ideia de que ele não tinha aproveitado também. Ele aproveitou muito, da maneira dele, a gente que não deveria ter esperado uma maturidade que ele ainda não tem.

Eu continuo acreditando que a criança tem que se adaptar à nossa rotina, mas depois dessa experiência concluí que a gente também deveria usar certas situações para nos adaptarmos com o que a criança quer. E dessa forma a gente vai achando o equilíbrio. :)

6 em Destaque/ Looks/ Moda no dia 11.09.2017

Look da Jô: transparência, agora eu posso!

Transparência está na moda, eu acho lindo e AGORA posso usar!

Quando você leu o “agora” pensou que eu diria que emagreci, que perdi circunferência de cintura ou qualquer “ganho” que me desse uma placa invisível de “livre para vestir o que quiser”? Não, não é nada disso. Não é um corpo magro que pode nos dar essa plaquinha, somos nós mesmas e as verdades que acreditamos sobre nossa luz, imagem e beleza.

Antes eu acreditava nas prisões que lia e ouvia, mesmo com 16 quilos a menos eu NUNCA ousaria sair de blusa transparente, com tudo ali, pra todo mundo ver. Nunca antes desse projeto e de toda conversa que a gente está tendo eu imaginei viver isso sem ter o corpo da Gisele. Desde que fui de maiô pra blocos, festas e eventos sem medo no carnaval tenho me sentido muito livre para testar o que quiser. O que significa que o #paposobreautoestima não mexeu só com a minha capacidade de ser feliz de biquini, maiô ou lingerie, mexeu comigo na moda também (e eu não sabia disso)!

Não que antes fosse de fato proibido mas a patrulha da moda não me assusta mais. Se aprisionar mulheres em regras sobre corpos, roupas, cabelos e padrões já me preocupou, hoje não preocupa mais. O julgamento do outro é só do outro e muitas vezes o outro nem julga, afinal se eu emano o que eu to sentindo, as vezes ele não sente a insegurança, consequentemente não procura por ela na minha imagem, no meu comportamento e afins. Hoje eu me esforço MUITO para me sentir livre, mesmo com todo mundo falando o dia inteiro sobre dieta, sobre a necessidade absurda de associar felicidade a magreza ou a um estilo de vida. Esse esforço tem valido a pena.

O autoconhecimento, a terapia e a busca pela minha essência me deixam plenamente consciente e isso me liberta. Quero conseguir aplicar essa segurança em todas as esferas da minha vida. A liberdade e a plenitude são sentimentos que todo mundo deveria experimentar.

Por que tanta felicidade por usar esse look? Talvez por sempre ter sido apaixonada por estudar a história da moda, mas nunca tê-la conseguido viver de forma plena, afinal o corpo nunca estava bom o bastante pra transformar a moda numa forma de expressão de mim, em um veículo de comunicação da minha personalidade com o mundo. Eu não considerava estilo pessoal uma ferramenta para quem não atendia a um “corpo politicamente correto”.

Ainda bem que hoje entendo o tamanho desse equívoco, mudar é mesmo maravilhoso!

Foi assim que surgiu o look do festival FESTEJA NITERÓI, foi assim que eu apostei na transparência e me achei maravilhosa do início ao fim.

Blusa e Calça Zara | Body antigo | bota Cavage (muito antiga)
bolsa Phillip Lim | jaqueta Primark | brinco Animale

Confiança passa no olhar, no sorriso, no brilho pessoal e no look. :)

Em tempo, nunca compraria uma blusa assim antes do Papo Sobre Autoestima, então devo um agradecimento enorme à vocês, que vivem esse processo comigo e à Eva, mãe da Cony. Quando mencionei em voz alta que iria comprar essa blusa, ela simplesmente elogiou a ideia, disse que era linda e não emitiu nenhum julgamento de valor. Se teria algum momento em que a vulnerabilidade da pressão social iria aparecer seria ali, na loja. Isso não aconteceu. Eu não julguei, ela não julgou e se eu precisava de alguma validação externa era essa. Não teve insegurança.

Provei, amei, comprei e estou APAIXONADA pela blusa até agora.

Quero mais, quero muito mais transparência.

Beijos

0 em Destaque/ Moda/ Patrocinador no dia 07.09.2017

Eu ouvi alguém dizer pool party??

É oficial, já estamos em contagem regressiva por 2 motivos bem especiais e que agora podemos contar! O primeiro, sem nenhuma modéstia mas com muita ansiedade, é que falta pouco para eu chegar no Brasil! Se no ano passado eu estava contando os segundos para o inverno, neve e decorações de Natal, esse ano eu queria mesmo é que o calor durasse mais um pouco (um muito para ser sincera). Talvez por isso mesmo eu tenha dado um jeito estratégico de sair daqui quando o frio estiver começando a aparecer de verdade (tudo bem que voltarei quando as temperaturas dignas de pelo menos duas camadas já estarão presentes, mas isso é uma questão para a Carla do futuro).

O segundo motivo é mais especial ainda: no final de Setembro o Futi fará o segundo #paponapiscina! Lembram da pool party que rolou em Fevereiro? Demos um jeito de aproveitar minha estadia em solos cariocas para organizarmos uma outra edição, e não é que tudo se encaixou perfeitamente?

O encaixe foi tão perfeito que a festa vai acontecer um pouquinho depois do lançamento da coleção de verão da moda praia 2018 da Marcyn, nossa patrocinadora aqui no blog! É claro que nossos looks da pool party já estão escolhidos, mas nós resolvemos mostrar para vocês o que já está no ar. Para dar um gostinho, algumas fotos do catálogo:

As estampas estão bem lindas, tanto que a gente teve um pouco de dificuldade em escolher, e as modelagens também merecem destaque! Nossas preferidas foram as opções de hot pants, e enquanto o modelo de sutiã preferido da Jô foi o meia taça sem bojo o meu foi o frente única com bojo (logo eu, que detesto bojo, fiquei apegada nessa modelagem mas é claro que também fiquei balançada com o que a Jô escolheu). Também experimentei o modelo de calcinha empina bumbum e não é que fui surpreendida? Veste super bem!

sutiã sem bojo vermelho | sutiã tomara que caia preto | hot pant preta | calcinha plus estampa | sutiã estampado | calcinha empina bumbum

Além desses modelos, tem vários estilos de maiôs, mais de 6 tipos de sutiãs e 6 tipos de calcinhas de biquini, em muitas estampas coloridas e a cara do verão. Selecionamos alguns modelos e cores para vocês se prepararem para qualquer evento que possa surgir daqui pra frente, seja a pool party, seja uma praia com as amigas, um churrasco no fim de semana ou uma viagem com o namorado. :)

biquini florido | biquini matiz | maiô peruana | maiô vitral
maiô preto | maiô ladrilho | biquini bamboo | biquini pirâmide

Com tantas opções de modelos e tamanhos (a linha plus size vai até o 52, o G da linha normal veste 42/44), com certeza tem como achar aquele biquini ou maiô que vai te vestir maravilhosamente bem. Nossa experiência com as peças da Marcyn têm sido as melhores possíveis e só temos ouvido elogios das meninas que resolveram experimentar também. Um verdadeiro papo sobre autoestima dentro do #paposobreautoestima rs.

E sim, deixamos o melhor para o final! Quem já está confirmada na lista da pool party e quiser aproveitar para ir de biquini ou maiô novos, a Marcyn está dando frete grátis para quem estiver lendo esse post! E quem não puder ir dessa vez, pode aproveitar o frete também! É só digitar o código FRETEPRAIA no final da compra para o frete grátis ser aplicado.

Vamos aproveitar o verão juntas com modelos lindos e que nos valorizem??