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Dica de Viagem

1 em África/ Destaque/ Trip tips/ Viagem no dia 17.04.2017

Trip Tips: The Residence Mauritius

Continuando a nossa viagem pelos melhores hotéis das ilhas Maurício, nossa segunda parada foi no The Residence Mauritius, um hotel 5 estrelas onde nos hospedamos por 3 noites.

O The Residence fica na praia de Belle Mare, que como o nome já diz, é uma das mais belas do país. Situado na costa leste de Mauritius e com uma praia de areia branca com mais de 1 km de extensão, o The Residence oferece uma experiência de resort relaxado com um mar azul turquesa de doer os olhos e muito verde em seus jardins tropicais.

A arquitetura do hotel é inspirada em Plantation Houses da virada do século, casas clássicas que eram utilizadas na cultura de cana-de-açúcar, que já foi a principal atividade econômica da ilha. Toda a estrutura é majestosa, num mix de elegância moderna, clássica e colonial, dando um ar de realeza para os espaços amplos tanto da área comum quanto dos quartos do The Residence.

 

Estrutura

Além do visual incrível da praia de Belle Mare na frente do hotel, o The Residence tem uma super estrutura para dar conforto a todos os hóspedes.

O lobby do hotel é imponente e já revela uma vista para a imensa piscina (que na verdade são 4 piscinas conectadas) e o azul turquesa do mar no pano de fundo. A piscina menorzinha é estilo jacuzzi, com água quente e jatos de hidromassagem, e faz um sucesso com os hóspedes principalmente no fim do dia ao cair do sol. Há ainda uma piscina rasa na lateral, de frente para o mar e separada da piscina grande.

Jacuzzi!

Nessa região, existem muitos guarda sóis e espreguiçadeiras, além de uma área de sol reservada somente para adultos próximo à piscina rasa. Ao chegar ali, todos os dias éramos recebidos com uma garrafinha de água. Pode parecer besteira mas eu achei um mimo super legal, principalmente naquele calorzão que pegamos por lá.

Para quem quer curtir a praia, é necessário andar um pouco para a lateral da piscina, uma vez que a areia na sua frente fica alagada com o subir da maré. A praia também tem estrutura de guarda sol e espreguiçadeira, além de serviço de comida e bebida para quem desejar. A área é extensa e tem opções pra todos os gostos: guarda sol na sombra embaixo dos coqueiros, no solzão ou na grama. Nem preciso dizer que eu escolhi ficar debaixo dos coqueiros, né? Nada melhor que sombra natural.

Aliás, o hotel todo é muito arborizado e tem jardins muito bem cuidados, o que faz o visual ficar ainda mais bonito.

No fim da praia é onde fica o boathouse do The Residence (como eles chamam a casa onde ficam os equipamentos para atividades aquáticas) bem afastado do restante do hotel. Isso é bem legal porque o movimento de barcos não atrapalha a vista de quem está com vontade de relaxar e descansar.

Tem um kids club super bacana no hotel, sem custo adicional. É possível deixar os pequenos de 4 a 12 anos durante o dia (das 8h às 20h) com cuidadoras fazendo várias atividades. Quando passamos por lá, vimos um bilhete na porta dizendo que eles tinham saído para pescar! Depois vimos todos os pimpolhinhos se divertindo ao brincar de trenzinho na piscina. Quão fofo é isso?

Para os menores de 4 anos, é necessário contratar uma babá para supervisioná-los durante o dia. O hotel fornece uma lista de pessoas autorizadas para o pais contactarem e escolherem quem gostarem mais. Vale dizer que nós vimos muitas crianças pelo hotel mas isso não incomodou nem um pouco (e olha que nós estávamos no nosso eterno clima lua-de-mel). Com essas atividades todas, eles ficam entretidos e não atrapalham em nada quem está com vontade de aproveitar só a sombra e água fresca.

O hotel ainda oferece estrutura para reuniões, conferências e casamentos pé na areia. Já pensou?

Para quem quiser fazer exercício (vai saber), tem uma academia muito completa e três quadras de tênis que pode ser usada à vontade.

Quartos

O The Residence tem 135 quartos e 28 suítes, todos com vista pelo menos parcial para o mar. Todos quartos têm varanda, banheiro enorme com banheira e chuveiro separado, sala com sofá, closet, cama king size muito confortável (o problema era conseguir acordar) e aquela máquina de espresso necessária na nossa vida (com cápsulas refil à vontade). Ah, os amenities do banheiro eram de excelente qualidade e eram repostos quantas vezes fosse necessário.

A diferença entre a categoria dos quartos é devida ao tamanho e a vista (quanto mais direta a vista pro mar, maior a categoria). Nós ficamos em uma Colonial Garden View Junior Suite e amamos! Era imensa e ainda assim muito aconchegante.

Fomos recebidos com uma garrafa de espumante, frutas, docinhos e dois presentes (uma camisa para o maridón e uma bolsa de praia pra mim), o que eu achei super simpático.

O seu mordomo particular (sim, você tinha um mordomo e era o mesmo durante toda a estadia!) e o serviço de quarto estavam 24 horas a disposição para te mimar o quanto você quisesse. Você podia solicitar serviços como o “luggage unpacking“, para desfazer suas malas e organizar tudo dentro do closet pra você. Se você acha que essa mordomia é pouca, você também podia escolher um tipo de banho de sais (tinha um cardápio!) e seu mordomo preparava seu banho de banheira para a hora que você achasse melhor. Inacreditável!

Restaurantes e bar

O The Residence tem 3 restaurantes e 1 bar:

  • The Verandah: é um restaurante ao lado da piscina que fica aberto para almoço e lanches leves. As refeições podem ser servidas tanto na varanda quanto na piscina. Além do menu tradicional, o The Verandah também oferece snacks como crepes e waffles, preparados em uma barraquinha que é posicionada na varanda durante o dia.
  • The Bar: atrás do The Verandah, o bar do hotel é amplo e fica aberto durante todo o dia com opções de drinks e chá da tarde.
  • The Dining Room: tem vista para a piscina e é onde é servido o café da manhã diário, com muitas opções de comida e sucos feitos na hora. À noite, o jantar é servido em estilo buffet, com noites temáticas e culinária de diversos locais do mundo.

Assumo que eu tenho um certo preconceito com a comida de buffet em hotéis, por já ter tido experiências ruins. Mesmo assim, resolvi experimentar o The Dining Room e não me decepcionei. Nós fomos no dia de comida africana e estava tudo uma delícia, além de muita fartura.

O The Residence também organiza shows de dança de temas variados a cada 2 ou 3 dias, que são performados ao lado do The Dining Room. Além disso, todo dia o jantar é acompanhado de música ao vivo com som de piano. Uma delícia para relaxar.

  • The Plantation: é o restaurante mais afastado da estrutura principal do hotel, portanto mais calmo e exclusivo. Tem uma vista linda para o mar e fica aberto para almoço e jantar diariamente. À noite, o The Plantation fica com meia luz, num clima bem romântico. Funciona em estilo a la carte, com foco em frutos do mar e culinária maurícia.

Nos hospedamos em half board, que incluía o café da manhã e o jantar (bebidas à parte). O jantar pode ser tanto no The Dining Room quanto no The Plantation. Para quem optar pelo The Plantation, há duas opções: primeiro, existe um menu específico de 3 passos para quem está em half board, com duas escolhas de entrada, duas escolhas de prato principal e uma sobremesa (esse menu muda todo dia); e segundo, é possível pedir qualquer item do cardápio do restaurante. Para essa última opção, os hóspedes em half board ganham um crédito de 1.600 rúpias que pode ser utilizado para escolher o que quiser do cardápio - pelo que vimos, na média, com esse crédito é possível pedir um prato principal e sobremesa ou entrada e prato principal. O que exceder esse valor, pode ser pago à parte.

Nós jantamos no The Plantation em duas noites e nas duas optamos pelo menu de 3 passos. Gostamos bastante da comida e da atmosfera do lugar.

Ainda, é possível pedir um jantar privado na praia à luz de velas e com pétalas de rosa. Super romântico e exclusivo!

 

The Sanctuary Spa

Como é de se esperar de um resort de luxo, o The Residence tem um spa incrível com 8 salas de tratamento e um menu enorme de programas e tratamentos. O The Sanctuary fica aberto de 8 da manhã às 8 da noite e oferece ainda a possibilidade de realização dos tratamentos em uma cabana no meio do jardim e de frente para o mar, para uma experiência mais exclusiva.

Na área do Spa tem ainda um salão de beleza e uma área comum, que pode ser utilizada sem custo adicional, com sauna seca e à vapor separado por sexo, para dar maior privacidade e liberdade aos hóspedes.

Nós fizemos uma massagem relaxante de corpo inteiro com duração de uma hora em uma sala de casal dentro do Spa. Um detalhe que eu achei muito legal foi que no teto da sala tem umas luzinhas que parecem estrelas e ficam brilhando quando as luzes são apagadas, o que, junto com a música ambiente, aumenta ainda mais a sensação de relaxamento.

A maior dificuldade foi ter forças para levantar da cama depois de uma massagem tão gostosa. Após o tratamento, fomos convidados a sentar numa sala de relaxamento e tomar um chá. Ficamos por ali um tempão e depois ainda aproveitamos a sauna. É pra deixar todos os problemas para trás!

Olha as luzinhas no teto!

Sala de relaxamento

Atividades

Dá pra ficar entediado no The Residence Mauritius? Claro que não!

O hotel tem uma boathouse das melhores que já vimos. E o melhor, pela sua localização dentro de uma baía protegida por corais e ainda assim funda, a maré não influencia nos esportes aquáticos. Ou seja, é possível fazer esportes o dia inteiro sem se preocupar com nada! Foi sem dúvida o lugar onde tivemos maior facilidade no acesso às atividades.

Todas as atividades motorizadas e não motorizadas estão inclusas na tarifa, para você aproveitar sem precisar se preocupar. As saídas são sob demanda, é só chegar na boathouse e pedir para fazer a atividade que os funcionários preparam tudo para você (nunca tivemos que esperar). Somente no caso do glass bottom boat e passeio de snorkel é que são duas saídas diárias e é necessário reservar sua vaga no concierge.

  • Passeio em glass bottom boat: são aqueles barquinhos com piso de vidro, pra ficar olhando os peixinhos sem precisar se molhar.
  • Passeio de barco para fazer snorkel nos corais: as saídas são feitas em glass bottom boat, então considero que esse passeio são 2 em 1. Nós fizemos snorkel um dia na parte da tarde e foi bem divertido, apesar de não ter tanto peixe assim.
  • Pedalinho
  • Standup paddle
  • Caiaque
  • Wind surf e kite surf
  • Barco a vela (laser e hobie cat) - que arrependimento de não saber velejar!
  • Ski aquático e wake board - eu nunca tinha feito ski aquático e foi ali no The Residence a minha primeira experiência. Me ensinaram o básico e já me puseram dentro d’água para aprender na prática. E não é fácil não viu? Sorte que na lancha tem uma barra fixa que facilita muito a vida dos novatos (a corda é um terror!). Acabei conseguindo me virar bem e achei muito divertido!

O hotel tem ainda um centro de mergulho PADI, que organiza saídas para mergulho com um custo adicional. Infelizmente, o mar não estava bom para mergulho naquela região quando estávamos lá e acabamos não conhecendo o fundo do mar. Mais um motivo para voltar!

Além das atividades oferecidas no boathouse, o The Residence também tem uma programação de aulas de yoga e hidroginástica (com um professor muitíssimo engraçado!). Enfim, tem alternativa para todos os gostos.

Consideramos o The Residence um excelente custo benefício em Mauritius, sendo indicado para pessoas em todos os tipos de viagem, como lua-de-mel, viagem com família e até viagem de negócios. O hotel tem toda infra para você não precisar sair dele e ainda assim aproveitar o melhor que as ilhas Maurício tem a oferecer.

Nossa hospedagem no hotel foi de apenas 3 noites e eu acredito que para aproveitar melhor a sua estrutura, principalmente a parte de water sports, seria legal ter ficado pelo menos mais 1 noite por lá. Claro que com uma praia paradisíaca e uma estrutura daquelas, eu poderia ter ficado por lá 1 semana inteira sem passar perto de ficar entediada.

 

Quer ver mais fotos do The Residence Mauritius? Confira a galeria abaixo.

1 em África/ Trip tips/ Viagem no dia 28.03.2017

Ilhas Maurício: Post Índice

Acabamos de voltar da África com uma sensação dominante: por que nunca tínhamos viajado para esse continente tão incrível?

Nossa viagem começou pela África do Sul, o que eu vou contar nos posts mais pra frente, e terminou com uma semaninha de descanso na exótica República de Maurício (mais conhecida somente como Mauritius ou Ilhas Maurício).

A República de Maurício, que na verdade é o conjunto das ilhas Maurício, Rodrigues e de mais 2 arquipélagos, fica ao leste de Madagascar, no meio do oceano Índico. A ilha principal é a que chamamos de Mauritius e é bem maior do que eu imaginava. Seu nome se origina do príncipe holandês Maurício de Nassau pois, mesmo tendo sido descoberta primeiramente pelos portugueses, foram os holandeses os primeiros a colonizá-la.

As sucessões de colonização, o passado como entreposto comercial e sua história bem diversificada geraram um interessante resultado: o país parece uma mistura de Índia, França e Inglaterra. As pessoas têm traços bem semelhantes aos indianos e o hinduísmo é a principal religião. Vêem-se alguns templos hindus bem coloridos nas cidadezinhas. Como foi uma colônia francesa e mais recentemente uma colônia britânica (sua independência aconteceu apenas em 1968), eles dirigem do lado esquerdo e têm o inglês como idioma do parlamento, mas a maioria das pessoas fala mais fluentemente o francês e o idioma local, o Crioulo de Maurício, muito próximo do francês.

Como curiosidade, descobrimos que 50% da ilha é coberta por plantações de cana-de-açúcar, cultura que já foi sua principal atividade econômica. Atualmente, o principal negócio do país é o turismo.


Clima

Para entender Mauritius, temos que entender um pouco de sua geografia. A ilha foi criada através de muitas erupções vulcânicas, motivo pelo qual tem um relevo bem característico com montanhas lindíssimas, além de vulcões adormecidos.

O clima por lá é tropical, com um inverno quente e um verão chuvoso, e como está no hemisfério sul, as estações regulam com as do Brasil. No verão também é a época de ciclones, o que pode amedrontar muita gente. Diferente do que eu pensava, o ciclone não tem nada a ver com os tornados e furacões. De forma totalmente leiga, é basicamente um vento que traz muita chuva e que pode perdurar, na média, por 3 a 5 dias. Sem dúvida esse é um fator que deve ser levado em consideração na escolha de quando ir, até porque Mauritius é um lugar em que as maiores atrações são suas praias.

Nós fomos no meio de março, época que existe risco de ciclones, e demos a maior sorte com o tempo. Pegamos alguns dias parcialmente nublados e bastante vento, mas justamente porque ventava muito, as nuvens andavam muito rápido e logo voltava a fazer sol com céu azul. Pegamos também um pouco de chuva em pancadas que levaram no máximo 7 minutos antes do sol voltar a brilhar. Entretanto, acho importante dizer que cerca de 10 dias antes de chegarmos na ilha tinha passado um ciclone por ali que deixou o tempo super fechado e com muita chuva por cerca de 5 dias. É um risco de ir no verão.

Por outro lado, o verão é quente e o clima fica bem propício para quem gosta de aproveitar os dias de praia. O pessoal local que conhecemos nos falou que no inverno chove menos mas também fica mais fresco, o que pode não agradar a todo quando a idéia é passar o dia na beira do mar.

Outra coisa muito curiosa da ilha é que cada região tem um microclima próprio. Por exemplo, no oeste costuma chover menos, por estar mais protegido dos ventos que vêm do oceano e sopram do lado leste. No centro chove mais, pois as nuvens ficam presas nas montanhas e acabam precipitando, e por aí vai.

Eu achei esse gráfico que mostra melhor o efeito microclimático da ilha.

Fonte: www.info-mauritius.com

Aí beleza, você pensa: vou ficar na parte mais protegida da chuva. Mas quando eu comecei a olhar os hotéis e suas praias, descobri que os lugares mais bonitos e com o mar mais azul ficavam na parte leste e sul da ilha e em Le Morne. Os pontos mais protegidos tinham praias não tão incríveis assim. Claro que existem praias bonitas na ilha toda, mas as que mais me atraíram foram nessas regiões onde o tempo, em tese, não é o melhor nessa época do ano.

Le Morne

Como prefiro dias quentes e mar muito azul, decidimos arriscar ir, em março mesmo, para hotéis em Le Morne, Belle Mare e Trou D’Eau Douce (essa duas últimas no leste) e ver no que ia dar.

Belle Mare

Trou D’Eau Douce

Foi perfeito: demos sorte com o tempo e pegamos dias lindos. E as praias… ah, as praias… eram dignas de cenário de filme, aquele paraíso azul que você espera de uma ilha exótica.

Como chegar

Como eu falei, nós conjugamos a visita a Maurícios com a nossa passagem pela África do Sul. A Air Mauritius e a South African Airways tem vôos diretos diários de Joanesburgo (JNB) a Maurícios (MRU), além de vôos direto de Cape Town (CPT) algumas vezes por semana.

Nós pegamos o vôo em Cape Town e em 5 horas chegamos a Maurícios. Na volta, fomos para Joanesburgo, numa viagem que levou 4 horas.

Têm aparecido várias promoções de passagem para a África do Sul, então, para quem curte passar férias em paraísos praianos, vale muito uma esticadinha.

Se você for avaliar, o tempo e o custo de se chegar a Maurícios são baixos se comparados a outros destinos exóticos de praia (Polinésia Francesa, Maldivas, Seychelles, Fiji, Tailândia e até alguns destinos do Caribe), então eu não deixaria de considerar essa ilha linda nas opções de viagem dos sonhos e lua-de-mel.

Ah, sobre a chegada. Uma dica super importante é o seguinte: Mauritius tem um controle rigoroso sobre entrada de bebidas no país. Nós não sabíamos e como estávamos vindo da África do Sul e tínhamos feito a festa nas vinícolas, quase perdemos todas as garrafas de vinho que compramos por lá (só pode entrar no país 2 garrafas por pessoa). Sorte que o funcionário da alfândega maurícia resolveu fazer vista grossa e nos deixou passar.

Como se locomover?

Depende. Nós alugamos um carro mas tenho algumas ressalvas a fazer.

Primeiro, a ilha é MUITO grande. Isso quer dizer que se você quiser ir fazer um passeio em um local distante de onde você estiver hospedado, pode se preparar para gastar de uma a duas horas no deslocamento, o que me parece bastante.

Além disso, se você contratar um passeio, muito provavelmente terá o transporte incluso no preço. Outra coisa importante que já comentei é que lá é mão inglesa e pode deixar algumas pessoas desconfortáveis em dirigir. Para nós isso não foi um problema porque alugamos um carro automático, as estradas são boas e já tínhamos dirigido na África do Sul, que também tem mão inglesa, então estávamos acostumados. O maior problema é que o preço dos aluguéis de carro é bem salgado.

Por fim, os hotéis tem uma super infraestrutura e oferecem muitas atividades, justamente para você não ter que sair dali.

Assim, me pareceu mais interessante, na grande maioria dos casos, não alugar carro. Para nós, que ficamos em 3 hotéis, acabou que compensou, mas também só usamos o carro para mudar de um hotel pro outro. Se tivéssemos ficamos em somente 1 ou 2 hotéis, acredito que fazer os trajetos de táxi teria saído bem mais em conta.

 

O que fazer?

Os hotéis oferecem muitas atividades como passeio para mergulho com snorkel, pedalinho, caiaque, standup paddle (normalmente inclusos na diária), além de ski aquático, wakeboard, vela, kite surf, wind surf (que podem ou não estar inclusos na diária).

É possível fazer mergulho de cilindro, parasail, passeio para ver golfinhos, andar de banana boat (gente, lembram disso?), e muitas outras atividades que são oferecidas com custo adicional e podem ser contratadas por conta própria ou no concierge dos hotéis.

Além disso, a ilha ainda oferece outros passeios não relacionados a praia como trilhas, escalada, caminhada com os leões e mini safari, cachoeiras, sky diving, jardim botânico, entre outras várias coisas.

Nós acabamos optando por aproveitar a infra do hotéis, mas definitivamente Mauritius não é um destino em que você precisa ficar preso nos hotéis e estirado o dia inteiro na praia.

Quantos dias ficar?

Varia demais de pessoa pra pessoa. Nós ficamos 7 noites e teria ficado mais. Minha recomendação seria de 4 a 5 noites se a opção for ficar em 1 hotel e 7 a 8 noites se a opção for ficar 2 hotéis. Menos de 3 noites por hotel acaba sendo corrido demais e você acaba ficando sem tempo para aproveitar com calma.

Onde ficar?

Nós ficamos em três hotéis em regiões diferentes da ilha:

St Regis Mauritius

The Residence Mauritius

Shangrila Mauritius

 

Já adianto que amamos todos e que cada um deles tem um diferencial bem claro, o que tornou nossa experiência em Mauritius muito diferenciada.

Sinceramente, achei que 3 hotéis foi um pouco de exagero e que o ideal seriam 2 (com no mínimo 3 noites em cada um). Acho que assim teríamos aproveitado mais.

Mas vale dizer que achei que mudar de hotel foi bem interessante, principalmente porque nos deu a oportunidade de aproveitar regiões diferentes da ilha minimizando o tempo de deslocamento, além de ter acesso a estruturas diversas de atividades, o que permitiu que utilizássemos o melhor de cada hotel.

Acho que a experiência que você vai ter em Maurícios está muito relacionada com o local e o hotel em que vai se hospedar, então vale a pena avaliar com cuidado as opções de acordo com seu gosto e bolso.

Apesar de estar com uma expectativa muito alta, Mauritius foi uma bela surpresa. Nossa viagem se resumiu a hotéis incríveis com serviço impecável, atividades aquáticas à vontade e um mar azul de doer o olho. Precisa de mais alguma coisa?

Vou contar nos próximos posts mais detalhes sobre os hotéis em que nos hospedamos.

1 em #futiindica/ Comportamento/ Destaque/ Estados Unidos/ NYC/ Viagem no dia 08.03.2017

Sendo linda em Nova York sob as lentes da Martha Sachser

Em 2015, quando fomos juntas para Paris, nós fechamos com um fotógrafo para nos ajudar com as entregas de um cliente de moda. No fim das contas, o que era para ser um dia de trabalho acabou eternizado em fotos pra lá de especiais tendo como cenário uma das cidades que mais amamos no mundo.

Depois desse dia nós passamos a dar muito valor a um segmento que nunca tínhamos dado tanta atenção: ensaios fotográficos em cidades turísticas.

Não importa se você está viajando sozinha ou acompanhada, no fim todo mundo mostra as fotos de viagem falando as mesmas coisas: “ah, essa não ficou tão legal porque a pessoa não sabia tirar foto” ou “pois é, só fiz selfie nessa viagem porque fiquei com vergonha de pedir para tirarem pra mim”. E tem lugares que a gente se contenta com fotos mal tiradas e selfies intermináveis com o ponto turístico lá no fundo, mas tem outros cantos do mundo que voltamos arrependidas por não termos registros melhores, não é?

Por exemplo, a minha lua de mel. Hoje olho as fotos que tiramos e apesar de amar relembrar os momentos, fico com pena de ter registros tão turísticos e tão pouco comemorativos. Se na época eu soubesse que existia um fotógrafo com esse tipo de trabalho, eu teria contratado sem nem pestanejar.

Quando a Jô veio para cá em 2016, a história era quase igual à de 2015. Outro cliente de moda, outra necessidade de fotos incríveis, a única diferença é que saiu Paris, entrou Nova York como pano de fundo. Nem tivemos dúvidas na hora de bater o martelo, queríamos alguém com esse olhar de ensaio fotográfico usando o cenário novaiorquino a nosso favor. Foi aí que encontramos a Martha Sachser.

A Martha é conhecida pelo seu blog NY & About, que reúne muitas dicas ótimas daqui (ela tem um livro com sugestão de roteiro na cidade também!) mas além de blogueira ela é uma fotógrafa com olhar muito especial.

Eu sou apaixonada pelas fotos de casais, mas não dá para negar que a Martha também arrasa nas fotos de moda. Ela já fotografou várias blogueiras conhecidas como a Lu, a Priscila, a Bruna, a gente ahahaha Eu amo como o olhar dela é delicado e atento, de gente que conhece bem a cidade e sabe usar seus cantinhos a favor da pessoa fotografada. Isso porque não falei da paciência e da boa vontade (e haja paciência para acompanhar blogueira que precisa fotografar look, viu..é cada foto que a gente repete 500 vezes hahah).

Passamos uma tarde toda com ela e os registros desse dia ficaram tão lindos que volta e meia ainda aparecem em alguma rede social. E foi mais especial ainda porque depois do trabalho feito, conseguimos aproveitar para fazer umas fotos celebrando nossa amizade, nossa união com o Arthur, nosso momento de felicidade e o privilégio de estarmos juntas em outra cidade que amamos tanto. Acho que deu para transparecer o quanto estávamos felizes, né?

Quem estiver de passagens compradas (ou quase hehe) para NY e estiver pensando em eternizar essa viagem com fotos lindas, não pode deixar de dar uma olhada no trabalho da Martha através do Ny & About ou do seu instagram.