Se tinha um assunto de pele sobre o qual eu era ignorante até pouco tempo era o “preenchimento facial”. Sei que cirurgiões plásticos e dermatologistas trabalham com botox e ácido hialurônico para melhorar os aspectos da idade, as marcas de expressão e afins, mas tudo isso sempre foi muito distante da minha realidade. Nunca achei que fosse encarar nada disso tão cedo e minha mãe nunca havia feito nada disso, então tinha pouco interesse no assunto.
Até que no ano passado eu comecei a ter umas semanas de trabalho muito puxadas e passei a ficar com uma cara de cansada que nenhuma maquiagem dava um jeito de verdade. Resolvi contar meus dramas de olheiras para minha dermatologista, Dra. Vanessa Metz, e ver o que ela tinha para me dizer.
Eu me sentia com 50 anos na área dos olhos, muitas dobrinhas e sulco abaixo dos olhos (nas olheiras), e quando me toquei, vi que queria dar um jeito nisso.
Logo de cara a Vanessa alinhou expectativas comigo. Explicou quais partes que me incomodavam e que poderíamos mexer e quais não seriam viáveis cuidar com preenchimento. Ela marcou com um lápis o sulco que ela poderia preencher e deixou claro que toda e qualquer melhora possível seria buscando um resultado de naturalidade.
Eu tive problemas de alergia respiratória a vida toda, e essas minhas “dobras” ou rugas nos olhos (seja lá como se chamam) estão diretamente relacionadas a esse fato. Eu as tenho desde novinha e elas ajudam na minha “cara de abatida sem maquiagem”, e também são mais difíceis de resolver. A profundidade do sulco das olheiras também, mas esse nós resolvemos na semana passada.
Eu e a Dra. Vanessa decidimos que ela iria fazer o preenchimento desse “afundamento” com o ácido hialurônico, que dura em média 1 ano. Fui na cara e na coragem para o consultório, com as expectativas bem controladas.

Na mesma hora (mesmo inchadinha) eu vi que já havia uma diferença, mesmo imediatamente depois. Ela preencheu o afundamento do sulco nasojugal, que aumenta as sombras nesta área e piora o aspecto das olheiras. A ideia era acabar com esse afundamento e garantir que tudo ficasse “na mesma altura”, com uma aparência melhor.
Eu já confio na Vanessa há muito tempo, mas como ela sabe que eu sou neurótica com olhos (tenho aflição na região), ela me contou um pouco mais sobre sua história com esse procedimento e sobre o curso que ela fez fora do país, com o Dr. André Braz. Ela me contou como eram as aulas e como ela adquiriu uma super experiência com esse tipo de procedimento, confesso que sou dessas que fico mais tranquila com esse tipo de informação em mente.
No mesmo dia, ainda inchada, eu já estava mostrando o “antes e depois” para todas as minhas amigas, ali vi que já era um sinal de que isso iria ajudar na relação com as olheiras.
Resolvi esperar uns dias para postar aqui e mostrar o resultado para vocês.
Confesso que adorei, definitivamente entrou na lista de coisas que eu não sei porque demorei tanto para fazer.
Agora quanto as “ruguinhas”, eu só tenho a dizer que resolvi que vou ficar muito mais neurótica com creme dos olhos. Definitivamente vou prevenir essas malvadas para fugir da faca por uns anos (sim, se eu não ficar feliz com meus olhos quando eu estiver mais velha eu irei considerar a plástica, que tem resultados fantásticos nessa parte).
Por enquanto vou cuidando com cremes e curtindo meu preenchimento. Eu não pensei que faria um aos 27 anos, mas adorei que tomei coragem e fiz.
Só vamos lembrar que é super importante alinhar expectativas com seu médico, assim como é fundamental conhecer a competência do mesmo, sem falar que ele (ou ela, como no meu caso) é quem dita o jogo. Nós, pacientes, temos que dançar conforme a música das possibilidades. Esse assunto é sério e não pode ser tratado como algo leviano.
Compartilhei ele aqui porque assim como me ajudou na minha auto estima, sei que isso pode fazer a diferença na vida de outras pessoas, mas é fundamental procurar um profissional credenciado e competente.
Obrigada Dra. Vanessa por ter me dado essa ideia e por ter me proporcionado mais essa mudança rápida, depois dos vasos que tiramos com a luz pulsada achei que nada mais seria tão simples. ;)
Beijos
Jô










