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9
out
2013

Fitness x Wellness: você sabe a diferença? qual é o seu objetivo?

desafio de peso, Lifestyle, Reflexões

Vocês já notaram que a palavra Fitness está super na moda, né? Eu sou sempre a entusiasta dos projetos de corpo, saúde e mudança para melhor, desde que reflita positivamente no seu exame de sangue, consulta no médico e por aí vai. Como já se falava nos áureos tempos de Escolhinha do Professor Raimundo “saúde é o que interessa, o resto não tem pressa”. (Uma Cannabrava jamais esqueceria desse programa, vamos combinar?)

Não que eu ache que o resto não importa, mas pra mim, saúde e paz de espírito são mesmo a base do nosso corpo físico. Se você tem paz no seu coração, busca coisas boas e tem saúde, o resto vem. Hoje em dia já está mais que comprovado que obesidade e sobrepeso alteram a qualidade de vida, então, a luta contra um número elevado na balança é fundamental. Independente da questão estética ou do gosto pessoal, se você tem um peso normal, os quilinhos para cima ou para baixo serão ajuste fino, mas fugir da faixa de perigo é uma questão muito importante.

No meio dessa moda de magreza, fica muito fácil confundir o caminho para saúde, bem estar e peso ideal com a obsessão por pesar como uma pluma ou uma modelo de passarela. Como sempre, é preciso tomar cuidado com os seus objetivos, sonhos e projetos.

Falando em projetos, hoje quase toda usuária do instagram segue pelo menos uma “menina da academia” que posta fotos malhando, fazendo exercícios, pregando um lema “no pain no gain” ou algo do tipo. Isso me assusta um pouco. Sei que fazer dieta é sofrido, malhar é chato, mas será que para ter um corpo legal é preciso se dedicar à isso 7 dias na semana? Veja bem a conotação do termo escolhido, não falei que não é preciso fazer exercícios com tal periodicidade, estou falando de SOFRIMENTO, a ação do verbo é outra e essa diferença, nesse post, é bem importante.

Com a “tendência” forte de mania de esporte, perda de peso e restrição alimentar devemos ter muito cuidado para entender todos os conceitos, para escolher o que é melhor para nós . E é nesse contexto que resolvi fazer a reflexão dessa semana.

Em meio a uma “frustração de expectativa”, tive uma conversa muito legal com o Arthur Alegre, meu personal, e resolvi tentar contar essa história para vocês.

Vamos começar do começo?

Eu nunca fui entusiasta do exercício físico, sempre levei tudo meio na preguiça e até quando criança minha mãe não conseguiu incentivar a competitividade em mim, mesmo tentando dezenas de esportes diferentes. Isso não parecia um problema, não até outro dia, quando estava reclamando de não ser competitiva o suficiente nos meus treinos. Eu estava decepcionada comigo por estar sempre tentando ficar na minha zona de conforto, coisa que o personal não deixa, é claro, mas eu me esforço e quando não consigo, me frustro.

Em meio a essa crise existencial cercando a questão da minha “garra” no treino, eu tive que parar para refletir sobre muita coisa. Mesmo a corrida sendo meu esporte favorito, alguma coisa estava errada comigo, só não sabia que era a minha cabeça.

Cenário atual

Há 10 meses eu e o Arthur corremos de 2 a 3x por semana em diferentes lugares da cidade, há 6 eu estou de volta à Clínica da Patricia e já cheguei a emagrecer 11 quilos e 200 gramas. Com direito a duas viagens (sem dieta) no meio da história. Em termos de peso e corpo está tudo dentro das expectativas, mas e a cabeça?

Sei que a corrida me trouxe felicidade e não falo só na balança, não! Meu corpo e meu ânimo mudaram totalmente, a endorfina e as aulas botaram o desanimo para correr, literalmente. Os exercícios espantaram a minha insônia e trouxeram uma paz muito boa, se tornou um tempo que passei a gastar comigo, tudo como minha analista dizia que iria acontecer, enquanto eu teimava que não tinha tempo para isso.

Tudo parece lindo, né? Peso melhorando, felicidade, ânimo, saúde no caminho certo, mas ainda assim me peguei na tal crise existencial comigo mesma. Quase um ano se passou e eu continuo só gostando de quando o treino acaba e da qualidade de vida que ele me traz, amo os mil e cem benefícios, mas detesto o sofrimento que rola durante o exercício.

A crise: preciso começar a amar o treino, não só o pós, mas o durante…

Na rua, entre minhas amigas e na internet eu vejo uma turma que ama o prazer da corrida, adora a emoção da competição e encontra ali, naquele momento, sua paz de espírito. Sua busca é por fazer sempre mais e melhor. Eu queria ser assim, juro, Deus sabe o quanto eu estou tentando condicionar minha cabeça pra isso, mas parece que ela não aceita que o sofrimento deveria se tornar prazer.

Nessa hora o Arthur me disse: Você vai conquistar tudo que você está procurando, mas talvez você tenha que respeitar mais sua cabeça.

Ele me perguntou se eu achava que a maioria das pessoas da academia estavam ali pelo prazer do momento, curtindo e querendo sempre mais. Claro que respondi que não. E ele me disse que a maioria das pessoas está em busca do “welness”, com direito a um bom resultado estético. Quem busca um universo “fitness” é uma minoria. O “Fitness”, no emprego correto da palavra, está ligado a “aptidão física”, buscando um resultado estético mais perfeito e principalmente querendo melhorar sua performance.

Nessa hora ele me perguntou duas coisas:

A- Você sabia que tem uma diferença entre “Wellness” e “Fitness”?
J- Não! (cara de surpresa)
A- Você por acaso você se preocupa com sua performance ou sua competitividade na corrida?
J- Claro que não!

Foi aí que tudo ficou muito claro, eu estava procurando sentir uma coisa que não combinava comigo, que não tem a ver com o que eu estou buscando. Claro que muitas das pessoas que eu sigo e que postam fotos malhando estão fazendo isso pelos resultados, mas não são necessariamente todas que amam aquilo. Tem perfis que amam e perfis que não amam, o importante não é adorar o durante, é fazer independente de qual for seu perfil.

Parece a coisa mais boba, mas quando comecei a entender a diferença dos termos, eu saquei que meus objetivos são todos vinculados à saúde, bem estar, qualidade de vida e a estética do corpo é meio que uma conseqüência disso. Eu quero ter um corpo legal, mas não estou preocupada em buscar sempre mais e nem quais são minhas medidas, ou coisas assim. Esse conceito é o Wellness, o bem estar, buscando na atividade física maior qualidade de vida, além de melhora na saúde, seguindo os padrões sugeridos pelos médicos.

Nem por isso vou parar de tentar melhorar minha performance e me acomodar na minha zona de conforto, eu até tento, mas o Arthur não deixa. Só que vou ralar muito para atingir os meus objetivos, parando de criar expectativas irreais sobre meus sentimentos durante o exercício. Se eu não lutei para competir bem na infância, não vai ser agora que vou virar essa pessoa, o que posso é treinar para ir cada vez melhor nas corridas, nos treinos e daí por diante….

Se eu for feliz com o resultado de bem estar, corpo e mente, já está ótimo.

As vezes é importante entender o universo ao seu redor antes de querer pertencer a um grupo que não combina com você. Sei que estou na turma ligada no exercício físico, sei que meu desafio de peso aparece por aqui e, por ele, não posso nunca largar os treinos. Mas não posso me encaixar no grupo que acorda empolgado para correr as seis da manhã, infelizmente, isso não seria eu.

Essa reflexão pode até parecer “superficial”, mas pra mim foi fundamental para lembrar do que já sei: não é porque uma coisa está na moda que eu tenho que abraçá-la. Mesmo sendo ansiosa e querendo vestir a camisa de tudo que me parece bom, tenho sempre que parar para pensar e tentar entender o quanto aquilo tem a ver comigo. Na moda acho que enxergo isso mais facilmente, no universo do peso era mais difícil de entender o que fazia e o que não fazia parte de mim.

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Agora que levantei meu ponto posso ser clichê? A felicidade não é um destino final, mas sim um caminho a ser perseguido ao longo da vida. O prazer na atividade física, pra mim, só chega quando termina, inversamente proporcional à felicidade. Vai ser pra sempre assim, espero ao menos acostumar com o sofrimento e usar o tempo do treino para pensar em novos posts. Seria bom, não seria?

Espero que tenha sido legal para vocês, como foi pra mim, pensar nesses diferentes objetivos, fitness x wellness! E vocês, quais são seus objetivos?

27
set
2013

Look do dia se não foi usado? Ainda bem que dá para mudar de opinião…

Lifestyle, Reflexões

Uma das maiores vantagens de ser humana é poder mudar de opinião, seja em relação aos outros, a algo, a alguma uma experiência, produto ou marca, principalmente uma crença ou alguma “lei própria”.

Se tem uma coisa que aprendemos nesses 3 anos e 9 meses de blog é que quase tudo que a gente pensa pode mudar. As vezes as circunstâncias mudam, outras vezes máscaras caem e também acontece de pessoas ou coisas se mostrarem mais legais ou melhores do que pensávamos. Isso acontece com muita freqüência e a reflexão de hoje é sobre mudar de opinião.

Como vocês sabem, nós duas não somos casadas com fotógrafos e ainda não podemos investir em um equipamento ou profissional para todos os posts de looks do dia, trabalhos do blog e por aí vai. Mesmo desejando muito poder contar com isso em um futuro (que a gente espera que seja) próximo, a gente começou a ver que as vezes na prática, as coisas não eram tão simples quanto pareciam.

fotografo-vitor-fernandes-1

foto do instagram do fotógrafo Vitor Fernandes

Quando nossos looks começaram a aparecer por aqui a gente não se preocupava muito com o tipo de foto que viria parar no blog. Sabíamos que podíamos dar um jeito fofo na montagem e pronto, tava tudo certo. Com o passar dos dias, meses e anos de trabalho, a gente viu que não era bem por aí.

Num primeiro momento optamos por não postar tantos looks, a desculpa era que não temos as câmeras perfeitas, não temos pessoas disponíveis para ajudar e no fim, o nosso trabalho ficou menos pessoal, menos legal. Nessa época, foto só rolava em evento ou se fosse uma pauta especial.

Ainda nesse tempo nos colocávamos na posição de questionar algumas blogueiras que postavam “looks do dia” com produções que nós tínhamos certeza que eram apenas para a foto, que nunca mais seriam usadas. Achávamos essa atitude meio questionável, acreditávamos que o certo era clicar o look que realmente usamos, que fizesse jus ao “do dia” no look do dia mesmo. Chegamos a falar mais ou menos sobre isso aqui no blog, num post de desejo por uma melhor blogosfera de moda em 2013, onde as coisas fossem mais reais. Onde aspirávamos ver pessoas com mais personalidade própria e não atuando o papel que dá mais ibope. Ainda desejamos isso, mas hoje paramos para refletir sobre algumas coisas…

Quando nos vimos numa reta de melhorias gerais, desde a organização da empresa ao aprimoramento das montagens novas e mais trabalhosas (com a letrinha da Ca), paramos para pensar! Já que o texto é sempre revisado pela duas, com ideias novas que demandam horas de conversa no Skype e daí em diante, nos pegamos na hora de atender a demanda de mais looks do dia. Na nossa pesquisa isso foi super solicitado, muitas meninas legais disseram que nossos looks são diferentes entre si e são ambos importantes por aqui, para dar um toque de gente como a gente no futi. Nós amamos estar postando mais looks do dia, sempre pensando em acrescentar algo de interessante. E aí, depois de uns 4 meses de looks semanais, nasceu a mudança de opinião.

Como não temos um fotógrafo, como não temos o material perfeito e como, hoje em dia, a luz do sol é a melhor amiga para uma foto legal, acabamos sentindo a necessidade de (eventualmente) recorrer àquela tal história de clicar um look que usamos outro dia ou vamos usar depois, fora do dia de fato. Quando nos vimos pensando assim achamos que, no fim das contas, chegamos muito próximas da blogueira que posta um look que nunca usou, que tira mil fotos no mesmo dia e dilui em mil posts.

De cara, aquilo que parecia errado nos pareceu uma boa ideia para manter um padrão estético legal. Assim conseguimos mostrar para vocês o melhor do nosso trabalho, do nosso estilo e passamos a fazer os posts mais em dupla do que nunca, 4 mãos na massa são melhores do que duas.

Quase todo mundo sabe que a Ca é a master designer do futi e que o diploma da Jô só não é uma fraude por ela ser apaixonada pelas teorias e história do design e da arte. O que ninguém sabe é que a Jô aprendeu a tratar luz e outros detalhes de foto e nunca, vejam bem, NUNCA usava esse conhecimento no blog. Juntando as duas coisas, nós passamos a nos meter uma da foto da outra, seja dando palpites, seja dando um jeitinho na luz ou no fundo aqui ou ali.

Isso substitui um fotógrafo ou um bom equipamento? Não, mas garante uma fotinho melhor no fim do dia. Com isso, a gente passou a aderir às fotos feitas antes ou depois de usar o look, ou mesmo de criar uma produção para um post que você nem sabe ao certo quando vai usar, mas SABE que USARIA 100% de tudo que está ali.

Nós ainda não fizemos dias inteiros de fotos com vários looks, mas já saímos para clicar uma produção só para postar pra vocês e numa boa? Não achamos que perdemos a naturalidade por isso.

Não, não estamos nos justificando, só achamos legal colocar na coluna de reflexões mais uma das lições que nós aprendemos com o futi! É sempre mais fácil questionar o trabalho do outro, mas se você nunca tentou fazer, questione com cautela. É fácil falar, difícil mesmo é arregaçar as mangas e encontrar a melhor maneira de fazer as coisas.

Hoje admiramos mais a blogueira que monta cuidadosamente seus looks e faz uma diária de fotos, se preocupando em deixar posts agendados para nós (porque nós duas também somos leitoras) com qualidade. Com um material digno da inteligência e do tempo de vocês. Acreditem, quando isso é bem feito e vocês amam a foto ou o texto, tem muita chande de ter dado muito trabalho para aquela que vos escreve.

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@fotovitor fotografando o look da Camila Coelho (foto apenas ilustrativa)

Torçam para que a gente tenha muita criatividade em diferentes locações para que a gente consiga incrementar mais e mais nossas fotos. E também para que tenhamos marido, namorado e amigos dispostos a ajudar com as fotos. Ah! E quem sabe um dia desses a gente acha o flash ideal para fotografar “looks da noite” com qualidade? A gente sabe que eles são minoria por aqui e o problema é exatamente esse!

É isso, esse post é bobo, não tem nada demais, mas mostra que todo mundo pode mudar de opinião, mesmo quando essa está estampada num post de tempos atrás. A internet não tem Alzheimer, não esquece e nem perdoa, mas no fim, atrás dessas telinhas, somos todos seres humanos… Sempre capazes de pensar e fazer diferente, mesmo no mundo virtual.

Claro que só concordamos em “montar produções” para o blog desde que essas estejam inseridas no nosso perfil e sejam 100% usáveis por nós. Isso tem que ficar claro, a gente mudou de opinião, mas não perdeu a essência, né?

Já que 2013 não vai demorar para acabar, desejamos tudo que falamos no post sobre o que aspiramos para a blogosfera esse ano, venha no ano que vem! Esperamos que o que ainda falta (e falta bastante) venha logo para a web fashionista!

Escolhemos as fotos do instagram do Vitor Fernandes, fotógrafo que a gente adora e arrasa no look do dia, do dia mesmo ou programado! :)

Obs: Se vocês tem sugestões ou críticas às nossas fotos podem nos enviar comentários ou email, ambos os canais estão aí para isso! A gente sabe que ainda tem muito o que melhorar, mas como nosso passado também nos condena, estamos tentando! :)
12
set
2013

Constrangimento do bem? Para nós,sim!

Lifestyle, Reflexões, Variadas (f)utilidades

Semana passada estávamos conversando sobre as pautas que mais nos interessavam para os posts reflexivos. Dentre as mais inesperadas que conversamos rolou uma engraçada. Apesar de meio boba, ficamos com vontade de falar! Foi desse jeito que chegamos no post de hoje, sobre os constrangimentos do bem.

Sabe aquela situação em que você está com algo errado ou bem gritante no visual e não percebe?! Então, por mais constrangedora que a situação seja, as vezes aquele que enfia o nariz onde não é chamado pode salvar o dia.

“Menina!!!!”, “Eu?!”, “É! Sua calça está aberta!!!!!!!!”, “É ??? (cara boba assustada)”, pausa com cara de idiota “Ah! Obrigada!!” (história real, aconteceu comigo, Carla, há duas semanas!)

papel-higienico-sapato

Quem nunca né? Seja verdinho no dente (salada é light, mas não ajuda), etiqueta para fora da roupa, calça ou camisa aberta, ou outro detalhe que deixa a nossa figura fora de ordem, com um toque de desleixo.

Infelizmente aqui no (f)uti, não tem muita divergência acerca do tema. Analisamos os dois lados da moeda, mas nós duas pensamos da mesma forma: por mais constrangida que a gente possa se sentir na hora, temos vontade de abraçar a pessoa que nos avisa! Vamos combinar? Mesmo ficando momentaneamente sem graça, nós achamos melhor ter a chance de se endireitar logo do que seguir o resto do dia sem saber o porquê de estar todo mundo olhando com uma cara estranha.

Entendemos o ponto de quem não gosta desses toques, de fato a pessoa que “avisa” nem sempre “amiga” é, principalmente se resolve avisar no meio de todo mundo, como se quisesse alardear e aumentar o constrangimento da situação. Nesses casos, esse alerta pode até se transformar em uma história memorável entre os presentes naquele momento (a Jô passou por uma dessas e o ocorrido virou uma piada pronta entre os amigos que durou um verão inteiro em Búzios).

calca-abertaNo entanto, achamos que não dá para negar que ir para uma reunião de trabalho com um feijão no dente não pega bem para ninguém. E não dá para dizer que isso só acontece com uma pessoa desleixada, afinal, com a vida corrida que vivemos, fica impossível dar conta de correr pela cidade entre os compromissos verificando tudo, o tempo todo.

Ninguém gosta de se sentir constrangido mas, nesse caso, a gente abre uma exceção e aceita a “dica de amigo”. Só não sabemos se estamos preparadas para dar esse toque em quem não temos intimidade.

Gostamos de ser avisadas sobre estas situações mas quando não conhecemos a pessoa, temos um certo medo de avisar o que está acontecendo, uma vergonha estranha! O que não tem muita lógica no fim das contas, pois tudo que é bom deve funcionar em uma estrada de mão dupla, como já contamos no outro post sobre a lei do retorno. Mesmo assim é complicado prever qual será a reação da pessoa ao nosso “toque”, não é mesmo?!

Voltando ao ponto, queremos fazer esse exercício de ajudar o próximo, assim como somos ajudadas. Achamos que aqui no (f)uti, a Jô vai sair com vantagem ! Mesmo ela tendo “fobia” de falar ao telefone com quem não conhece, ela é menos tímida que eu, Carla. De qualquer maneira, com esse post, nós percebemos que queremos participar da corrente “batom no dente nunca mais“! Vamos praticar essa ideologia para continuar contando com a ajuda desses salvadores da pátria anônimos.

batom-no-dente

Agora matem a nossa curiosidade: quem aqui gosta de ser avisado (por desconhecidos) nesse tipo de situação? E alguém consegue informar numa boa o que tá rolando para qualquer desconhecido?

créditos: Pop Crunch/BellaSugar

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