9 em Comportamento/ Reflexões/ Variadas (f)utilidades no dia 12.09.2013

Constrangimento do bem? Para nós,sim!

Semana passada estávamos conversando sobre as pautas que mais nos interessavam para os posts reflexivos. Dentre as mais inesperadas que conversamos rolou uma engraçada. Apesar de meio boba, ficamos com vontade de falar! Foi desse jeito que chegamos no post de hoje, sobre os constrangimentos do bem.

Sabe aquela situação em que você está com algo errado ou bem gritante no visual e não percebe?! Então, por mais constrangedora que a situação seja, as vezes aquele que enfia o nariz onde não é chamado pode salvar o dia.

“Menina!!!!”, “Eu?!”, “É! Sua calça está aberta!!!!!!!!”, “É ??? (cara boba assustada)”, pausa com cara de idiota “Ah! Obrigada!!” (história real, aconteceu comigo, Carla, há duas semanas!)

papel-higienico-sapato

Quem nunca né? Seja verdinho no dente (salada é light, mas não ajuda), etiqueta para fora da roupa, calça ou camisa abertaou outro detalhe que deixa a nossa figura fora de ordem, com um toque de desleixo.

Infelizmente aqui no (f)uti, não tem muita divergência acerca do tema. Analisamos os dois lados da moeda, mas nós duas pensamos da mesma forma: por mais constrangida que a gente possa se sentir na hora, temos vontade de abraçar a pessoa que nos avisa! Vamos combinar? Mesmo ficando momentaneamente sem graça, nós achamos melhor ter a chance de se endireitar logo do que seguir o resto do dia sem saber o porquê de estar todo mundo olhando com uma cara estranha.

Entendemos o ponto de quem não gosta desses toques, de fato a pessoa que “avisa” nem sempre “amiga” é, principalmente se resolve avisar no meio de todo mundo, como se quisesse alardear e aumentar o constrangimento da situação. Nesses casos, esse alerta pode até se transformar em uma história memorável entre os presentes naquele momento (a Jô passou por uma dessas e o ocorrido virou uma piada pronta entre os amigos que durou um verão inteiro em Búzios).

calca-abertaNo entanto, achamos que não dá para negar que ir para uma reunião de trabalho com um feijão no dente não pega bem para ninguém. E não dá para dizer que isso só acontece com uma pessoa desleixada, afinal, com a vida corrida que vivemos, fica impossível dar conta de correr pela cidade entre os compromissos verificando tudo, o tempo todo. 

Ninguém gosta de se sentir constrangido mas, nesse caso, a gente abre uma exceção e aceita a “dica de amigo”. Só não sabemos se estamos preparadas para dar esse toque em quem não temos intimidade.

Gostamos de ser avisadas sobre estas situações mas quando não conhecemos a pessoa, temos um certo medo de avisar o que está acontecendo, uma vergonha estranha! O que não tem muita lógica no fim das contas, pois tudo que é bom deve funcionar em uma estrada de mão dupla, como já contamos no outro post sobre a lei do retorno. Mesmo assim é complicado prever qual será a reação da pessoa ao nosso “toque”, não é mesmo?!

Voltando ao ponto, queremos fazer esse exercício de ajudar o próximo, assim como somos ajudadas. Achamos que aqui no (f)uti, a Jô vai sair com vantagem ! Mesmo ela tendo “fobia” de falar ao telefone com quem não conhece, ela é menos tímida que eu, Carla. De qualquer maneira, com esse post, nós percebemos que queremos participar da corrente “batom no dente nunca mais“! Vamos praticar essa ideologia para continuar contando com a ajuda desses salvadores da pátria anônimos.

batom-no-dente

Agora matem a nossa curiosidade: quem aqui gosta de ser avisado (por desconhecidos) nesse tipo de situação? E alguém consegue informar numa boa o que tá rolando para qualquer desconhecido?

créditos: Pop Crunch/BellaSugar

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9 Comentários

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    Fernanda
    12.09.2013 às 17:19

    Jeito fácil de resolver as etiquetas pra fora da roupa: corta tudo!!! rs Eu já corto pq qualquer etiqueta me pinica, mas canso de ver gente em Campinas com etiqueta pra fora…

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    Ju Ozol
    12.09.2013 às 17:27

    Adorei o post meninas!! Por isso que aaaamo o blog :)

    Ja perdi as contas de quantas vezes quis avisar, mas fiquei tanto tempo ensaiando o diálogo na minha cabeça que a pessoa foi embora! Eu fico travada ao falar com estranhos, chego a dar informação errada se alguém me pergunta na rua, pode?! hahaha

    Beijos

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      Carla
      12.09.2013 às 18:35

      hahahaha eu sei como é, sou super travada também, ju! na minha situação – no meio da rua, várias pessoas passando – eu nunca conseguiria fazer o que a menina fez comigo de gritar dizendo que meu ziper tava aberto. mas se eu to num elevador, num banheiro ou algum ambiente que não tenha muita gente eu consigo chegar e falar pra pessoa o que tá errado!
      mas ainda acho complicado falar que a pessoa tá com alface no dente, por exemplo! morro de vergonha! haha
      bjsss

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    Ana
    12.09.2013 às 18:56

    Teve uma vez que eu estava no restaurante almoçando com meus colegas de trabalho e me chamaram numa mesa com 3 meninas pra avisar que o zíper lateral do meu vestido estava aberto… TENSO. Morri de vergonha de estar até aquela hora com o zíper aberto, não por elas terem me abordado, agradeci e muito.

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    Paola Scott
    12.09.2013 às 19:29

    Carlinha , vc me conhece, né? hahaha. Eu aviso, sim. Pq gosto de ser avisada. Acho que vale correr o risco ! Bjss

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    Núbia Cavalher
    12.09.2013 às 21:08

    Eu sou a rainha dos micos, mas o mais constrangedor de todos foi um dia, estava no crossfit, e justo nesse dia estava com uma calça estampada de fundo branco. Depois do treino, super intenso, sentei no chão (perna borboleta) para anotar tudo no diário de treino. E achei estranho o quanto um cara tava olhando para mim, o mesmo a treinadora… bom, chegando em casa, eis que vejo a mancha ENORME de sangue na calça…. sério…. só pensei; “Poxa, pq que a treinadora, mulher, não me avisou????????” Nunca mais fui para qualquer atividade fisica sem absorvente, ou pelo menos um protetor!

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      Carla
      12.09.2013 às 21:20

      Núbiaaaaa, mulheeeer, que horror!! Realmente, a pergunta que fica é: pq nào avisou???

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    Caroline®
    13.09.2013 às 10:09

    Aaaaaff! Já passei uma bem ridícula: fui avisada por uma pessoa que só conhecia de vista que minha calça rasgou. No refeitório do trabalho. Claro que agradeci muito e sumi correndo. A sorte é que eu tava com uma blusa comprida e que sempre carrego um kit de costura emergencial comigo. Já pensou? Passar a tarde toda com um buraco nos fundos da calça?

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    Gih
    16.09.2013 às 22:18

    Gente eu já passei por algo muito mais muitoo mais chato.
    Uma prima convidou vários parentes pra formatura dela da FAAP, pensaa uma senhora festa né! E estava lá eu no meio só porque tinha acabado de me mudar pra SP e todos meus tios e tias de SP iam e eu dormia na casa deles então a Gianni mesmo não sendo lá tão amiga da prima distante vai também.
    Até ai blz, curti a festa quando cheguei e conversei com todo mundo.. mas logo fui no banheiro E??? o vestido não ficou com uma ponta presa na calcinha? E pior o vestido era branco e calcinha de vestido branco ou é nada ou é bem shortinho cor de pele pra não marcar e NINGUÉM me avisou!!! sai do banheiro e um cara mexeu comigo eu jurando q era uma cantada nem ouvi (possivelmente ele tentou me avisar) várias meninas começaram a olhar e rir e cutucar outras pra olhar e SÓ ai eu me toquei q devia ter algo de errado, depois de ter atravessado o salão inteiro pra voltar pra mesa!! Não preciso nem dizer que fiquei sentada o resto da festa morrendo de vergonha né? Mas aprendi uma lição: se um homem mexe com vc logo depois de vc sair do banheiro ao menos olhe pro sapato pra ver se não tem papel ou o zíper está aberto rs.

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