Vocês lembram que eu estava na dúvida se iria ou não por o DIU? Depois desse post tomei minha decisão final. Semana passada foi uma semana mega intensa, mas segunda-feira eu consegui horário para por meu DIU e cheguei na ginecologista com as pernas bambas, MUITO tensa e com muito medo, mesmo tendo sido relativamente bem acalmada.
Eu optei por colocar o DIU no consultório devido à minha agenda, já que não tinha como parar tudo para fazer sedação e afins. Combinamos que iríamos fazer no hospital se não desse mesmo para fazer, afinal, a saúde vem sempre em primeiro lugar.
Na hora que estava tudo encaminhado, o DIU que eu levei “entrava aberto” e por isso a Helena ficou preocupada. Eu já estava vendo o episódio cair por terra quando eu tive a ideia de perguntar se ela tinha o “T” de cobre tradicional, uma alternativa que já tinha sido conversada. Ela tinha um de tamanho compatível e só tive tempo de respirar e mandar um “vamos lá”. Se eu pensasse muito, provavelmente chegaria perto de desistir.
Ela anestesiou, organizou a entrada e para isso, tivemos uma primeira “dor”, depois chegou a hora de colocar oficialmente e pronto, a segunda “dor”. Na verdade ambas “dores” não foram oficialmente DORES, foram mais dois incômodos fortes, e eu aguentei bem até. Achei que seria muito pior, mas acho válido lembrar que eu sou bem tolerante para dores. Terminamos a consulta, fizemos uma ultra normal e vimos que aparentemente tudo estava perfeito.
Da hora que eu coloquei até a hora de dormir, eu senti muita cólica. Foi um dia inteirinho de desconforto, que só era aliviado por gotinhas de Buscopan Composto de tempos em tempos. Sempre respeitando todos os horários da medicação que a médica passou, claro. Não fiz nenhum movimento sem falar com ela.
Foram exatamente 24 horas de incômodo. Em nenhum momento a cólica foi mortal, mas foi chatinha. Bem chatinha. Eu tive que tomar o remédio exatamente de acordo com a posologia. Eu sabia que essa chatura poderia demorar 3 dias, mas para minha sorte, demorou apenas um dia intenso. Eu, que nunca tive cólica, não amei, mas aguentei bem.
Quanto ao sangramento, tive vários escapes, mas nada de outro mundo, um sangramento 100% sob controle.
Agora eu tenho que fazer a ultrassonografia transvaginal para ver se está tudo no lugar, se eu não expeli meu novo amigo (acredito que não) e por fim, poder começar a ver como vai ser.
Enquanto isso, sigo ansiosa para fazer a outra ultra, que deve ser mês que vem, para saber se a metformina está funcionando para o SOP, como contei na parte dois dessa novela dos ovários.
Como já contei aqui, minha pele não está sendo muito fácil, mas minha dermatologista está me ajudando muito com a LIP (luz pulsada) mais fraca de efeito antiinflamatório e com a limpeza de pele, fora tudo que estou usando em casa. Os ciclos estão se repetindo o tempo todo, começa com pele boa -> pele média -> pele ruim -> pele boa. Digamos que estamos cuidando de tudo de pertinho e vendo quais serão as próximas decisões para lidar com essa minha pele oleosa e em crise.
Vou atualizando vocês de tudo. Agora é torcer para o DIU estar no lugar.
Ah! Vale lembrar para quem acompanhou que eu fiquei doente semana passada que nada tinha a ver com o DIU. Tive apenas uma faringite e, pelo visto, uma pequena falta de sorte por tudo ter acontecido na mesma semana (o bom é que já passou e eu saí ilesa dessa! rs)
Qualquer novidade eu atualizo por aqui, mas seja o que Deus quiser. Tomara que eu me adapte a essa nova fase.
Beijos
Jô








