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24
set
2014

Book do dia: Seis Anos Depois, de Harlan Coben

Book do dia

Há um tempo atrás postei sobre o livro Não Conte à Ninguém do Harlan Coben, e fiquei chocada com a quantidade de gente que adora as obras desse autor! No post, várias leitoras me sugeriram outros títulos dele, mas acabei resolvendo comprar o último que foi publicado por aqui: Seis Anos Depois!

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A sinopse: Jake Fisher e Natalie Avery se conheceram no verão. Eles estavam em retiros diferentes, porém próximos um do outro. O dele era para escritores; o dela, para artistas. Eles se apaixonaram e, juntos, viveram os melhores meses de suas vidas. E foi por isso que Jake não entendeu quando Natalie decidiu romper com ele e se casar com Todd, um ex-namorado. No dia do casamento, ela pediu a Jake que os deixasse em paz e nunca mais voltasse a procurá-la. Jake tentou esconder seu coração partido dedicando-se integralmente à carreira de professor universitário e assim manteve sua promessa… durante seis anos. Ao ver o obituário de Todd, Jake não resiste e resolve se reaproximar de Natalie. No enterro, em vez de sua amada, encontra uma viúva diferente e logo descobre que o casamento de Natalie e Todd não passou de uma farsa. Agora ele está decidido a ir atrás dela, esteja onde estiver, mas não imagina os perigos que envolvem procurar uma pessoa que não quer ser encontrada. Em Seis Anos Depois Harlan Coben usa todo o seu talento para criar uma trama sensacional sobre um amor perdido e os segredos que ele esconde.

Eu sabia que os livros de Harlan Coben são cheios de surpresas e que te deixam com a pulga atrás da orelha a cada capítulo (o que te obriga a seguir em frente mesmo com sono, fome, pressa, etc rsrs). Acho que não tinha lido nem 5 páginas e já estava curiosíssima para saber o final, e tentando imaginar 1001 possibilidades para cada coisa estranha que acontecia!

Ao contrário de Não Conte à Ninguém, que me deixou zonza com tanta reviravolta, eu achei essa narrativa muito mais linear e interessante. O ritmo da história continua sendo acelerado, com muita ação e pontas soltas que, a principio, parecem que nunca vão se juntar. No meio do livro eu tive a certeza que ele tem tudo para ser um ótimo filme para os cinemas, já estava até imaginando as cenas…hahaha Quando chega mais perto do final, ele vai ficando um pouco mais óbvio, com vários clichês que quem ama suspense logo descobre, mas isso não tira o mérito do livro.

Assim como Não Conte, Seis Anos Depois é perfeito para quem está procurando uma leitura rápida e descompromissada. E goste muito de suspense, claro.

Alguém já leu? O que achou?

Beijos!

Carla

22
set
2014

Deu o que falar:

Deu o Que Falar, Lifestyle

1. Joan Rivers e seu novo Iphone 6

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Nós ficamos chocadas com a história que lemos no Refinery 29. Joan Rivers postou sobre sua mudança de celular para o Iphone 6 na sua página no Facebook, Tudo estaria bem se ela não tivesse morrido há alguns dias.

As especulações são muitas. A primeira é da postagem ter sido um publieditorial (não sinalizado) agendado e esquecido. A outra possibilidade é pior, alguns dizem que pode ter sido uma jogada de marketing “nova” visando “dar o que falar” dado que todo mundo comentaria o post póstumo falando do iphone 6.

A gente acha tudo muito estranho, até porque não imaginamos a Apple fazendo publieditorial quadrado como esse postado na fanpage, mas não deixa de ser uma história bizarra, né?

2. Beyoncé e o photoshop!

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Beyonce e mais uma evidência do uso de photoshop mal feito. Assim como todo mundo (ou quase), nós adoramos a cantora. Ela tem um corpão, faz questão de mostrar em todos os shows com as roupas mais provocantes e, ao nosso ver, ela não precisava disso!

Não somos contra um photoshop corretivo mas achamos que vale a pena ter muito cuidado, afinal, podemos estar ajudando a divulgar um corpo ideal que não existe. Por isso, achamos que cabe fazer um photoshop com muita responsabilidade.

Fora isso, achamos ok ela corrigir uma gordurinha! Se ela se sente melhor com isso, ótimo! Mas tomar cuidado é preciso para acabar não pagando mico!

3 - U2 no seu Itunes!

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Essa semana o álbum do U2 brotou na lista de musicas de muitos usuários do Itunes. Para quem gosta pode ter sido ótimo, mas a gente acha invasivo. Achamos que não é legal surgir uma pasta dentro da sua coletânea de músicas sem permissão, mesmo que não ocupe espaço no computador (já que as músicas estão “na nuvem”, esperando para serem baixadas).

No início tal pasta não podia nem ser deletada, os usuários reclamaram tanto que logo depois foi possível apagar o novo álbum.

Verdade seja dita, um link oferecendo o album de graça seria ótimo, mas “inserir” o cd na sua pasta (que você monta e organiza) soa uma invasão pra nós duas.

16
set
2014

Book do dia: Insurgente, de Veronica Roth

Book do dia, Lifestyle

Quando fiz a resenha de Divergente, contei que estava esperando odiar o livro, mas acabei gostando. Na ocasião, muita gente disse que o filme não era tão bom, e há mais ou menos um mês eu resolvi alugar o filme e… odiei! E olha que eu nem tenho todo esse preconceito de livro ser melhor que cinema nem nada (quase sempre isso é verdade, mas existem exceções), mas a discrepância foi tanta que ao ler por esses dias a resenha que eu fiz em Maio, eu achei que tivesse visto outro filme de mesmo título. Não foi por falta de aviso, mas tudo bem! rs

Achei a versão para as telonas muito parada, e os personagens são quase chatos. Acho que eu sou bem mais influenciável do que pensava, porque depois de ver o filme, eu acabei achando Insurgente mais parado, mas ainda assim interessante.

resenha-insurgente-veronica-rothNessa continuação, muita coisa que fica no ar em Divergente é explicada. Ficamos sabendo mais sobre as outras facções, vários personagens ganham mais destaque e deixam a trama mais rica e você vê que a maioria deles também fica mais humana, principalmente Tris. Não sei até que ponto eu acho isso positivo, porque em vários momentos eu me peguei querendo matar essa menina para ver se ela deixava de ser burra!

insurgente-veronica-rothSei que vou parecer contraditória, mas apesar de ter achado a narrativa mais parada, ela continua ágil e com muito mais reviravoltas que Divergente, o tipo de livro que você fica toda hora no “só mais um capítulo”. Então por que eu achei parado? Porque eu senti que várias cenas foram desnecessárias e acabaram influenciando no ritmo do livro.

insurgente-2Uma dica para ler esse livro: leia logo após de Divergente e com Convergente do lado, de preferência. Assim como Veronica começa o livro como se fosse um novo capítulo de Divergente - ou seja, sem ambientações, sem “previously, on Divergent” - ela termina Insurgente de forma super abrupta. Eu tive que ler o final de Divergente para me situar no começo do livro, por isso, quem puder ter todos em mãos, eu aconselho!

Claro que vou comprar em breve o último, mesmo sabendo que o final não é dos melhores (mesmo eu não tendo ideia qual seja ele), mas acho que o filme eu não vou querer ver, não!

E aí? Alguém já leu Insurgente? O que achou?

Beijos!

Carla

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