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30
jul
2014

Lembranças que emocionam: algumas roupas são muito mais que roupas

Lifestyle, Publieditorial, Reflexões, Variadas (f)utilidades

Tem coisas que, sem querer, acabam mexendo muito com nossa memória afetiva e nos faz reviver experiências únicas. A Samsung criou uma campanha linda para nos lembrar que “algumas roupas são muito mais que roupas” e, quando menos esperávamos, já estávamos cativadas e achando uma delícia acompanhar as 3 histórias reais desse vídeo.

Ele não é fofo? Amamos as surpresas! Para nós, ele trouxe de volta várias memórias boas. Quem não guarda o vestido de uma noite especial? Uma camiseta do dia de uma grande vitória? Um casaco que passou por muitas histórias? O look que você usou na festa de 30 anos de casados dos seus pais? O look de uma viagem inesquecível? Um dia que você sempre vai lembrar?

Nós duas temos peças especiais assim no nosso armário, aquelas que a gente sabe que tem que cuidar muito bem para preservar essa possibilidade de viagem no tempo.

look-da-jo---vestido-especial

vestido Ateen | bolsa Miu Miu | sapato Schutz

Look-da-jo-vestido-especial-2

Foto dessa noite especial em Paris | Sim, eram 20:30

Eu teria algumas peças que ilustrariam bem uma memória especial, mas escolhi um vestido que eu ganhei do meu namorado e que até hoje me transporta de volta para Paris, mesmo eu já tendo usado ele milhões de vezes depois.

O vestido é tão especial porque, pra começar, o Guto não fazia ideia do quanto eu já o havia namorado na vitrine da loja, e foi lá sozinho, escolheu e me deu.

Logo depois fui estudar em Paris e minha mãe passou uns dias comigo. Eu havia dado pra ela um “vale jantar” muito especial de Dia das Mães, e claro que eu tinha que “pagar a dívida”.

A escolha foi o Kong, lugar que eu tinha certeza que ela ia amar. Nesse dia, nós paramos tudo que estávamos fazendo, voltamos cedo para casa, escolhemos as melhores roupas da mala e fomos caminhando pelas ruas até o restaurante. Rimos muito, comemos maravilhosamente bem e tomamos drinks sensacionais. Tivemos uma noite inesquecível em todos os sentidos da palavra. Depois, voltamos caminhando para o apartamento e paramos na Pont Neuf. Foi quando eu coloquei “La Vie en Rose” para tocar no celular e ficamos ali, vendo a Torre Eiffel e comentando o quanto nunca iríamos nos esquecer desse momento. Até ligamos para o meu pai para dividir a felicidade.

Ali, aquele vestido se tornou mais especial do que nunca e toda vez que eu o uso, eu lembro desse momento maravilhoso!

Colete: Ann Tijan for Kenar | Blusa: Track & Field | Calça: Zara | Sapato : Vicenza | Óculos: Ray Ban | Colar: Pat Falcão

Colete: herdado da mãe (não tem mais etiqueta) | Blusa: Track & Field | Calça: Zara | Sapato : Vicenza | Óculos: Ray Ban | Colar: Pat Falcão

look-colete-vintage-2Já a minha história é com o colete que eu achei no armário da minha mãe. Ele é uma legítima peça dos anos 70, todo bordado e com aquela carinha hippie que só essa década conseguiu ter. Ela me contou que comprou esse colete quando morou em Paris e ele esteve presente em vários momentos importantes. Em uma cidade onde ela chegou sem saber direito a língua e sem conhecer ninguém, o colete foi a peça que a ajudou nos desafios que ela teve que enfrentar. Sabe aquela roupa que parece que te dá um ânimo extra? Que traz confiança? Que te ilumina? Ele fazia isso por ela!

A moda passou, ele foi guardado e deixado de lado por muito tempo, mas praticamente foi uma das únicas peças que continuaram no armário depois de todos esses anos. Quando eu achei o colete no armário da minha mãe, nem pensei duas vezes e trouxe para casa. Sempre que resolvo usá-lo, eu escolho o look que estou dividindo com vocês hoje, mas já fui mais ousada e até postei o look no instagram.

É mágico lembrar de tudo isso por causa de uma peça no cabide, não acham?

Por tudo isso, amamos duplamente o video da Samsung: por nos fazer sentir algo tão bom apenas lembrando de uma peça cheia de memórias que vêm do coração, e também por se tratar de uma campanha que incentiva um cuidado especial com as roupas igualmente especiais que entram no nosso armário.

Concordamos em gênero, número e grau que algumas roupas são muito mais que roupas e sempre teremos uma ou outra que guardaremos com o maior carinho.

Qual é a sua peça que o lado emocional fala mais forte? Conta pra gente!

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16
jun
2014

Desafio de peso: o emagrecimento do André Marques

desafio de peso, Fhits, Lifestyle, Reflexões

Como vocês sabem, toda temporada de moda nós fazemos bate papos com artistas nos QGs do Fhits. Nesta temporada, nós só postamos a visita inusitada do Seu Jorge, mas os outros já estão no ar. Teve Anitta, Claudia Raia, Carolina Ferraz e o que eu vou falar hoje, André Marques.

Resolvi escrever um pouco sobre o que o papo do André Marques pois me fez pensar. Ela contou um pouco de tudo que ele tem passado nessa transformação. Esteticamente falando, ele já estava gordinho há muito tempo, mas o interessante foi o momento em que ele percebeu que precisava emagrecer por conta de saúde (afinal Obesidade Mórbida mata, como já diz o nome). Além de parar de fumar, ele teve que focar em mudar sua cabeça e, com isso, 50 kg já foram embora.

Eu luto muito com a balança, acho que todo mundo que lê o futi já sabe. Falei sobre esse assunto várias vezes no desafio de peso e não tenho como negar que achei o papo com ele um dos mais interessantes.

Por causa da edição, essa parte não está tão detalhada no video, mas ele deixou muito claro a importância de mudar a cabeça, de ter um acompanhamento psicológico e da necessidade da força de vontade. Cuidar da cabeça é o ponto chave para manter a eliminação do peso e não correr o risco do efeito sanfona (que eu sei bem o que é).

A verdade é que não é fácil mudar, normalmente a pessoa tem que querer muito e ser muito forte. Haverão dias de recaídas, outros de tentações, e tudo faz parte desse processo de mudar ou melhorar a “famosa cabeça de gordo”.

Não acredito que devemos “catequizar” todo mundo que tem sobrepeso a ficar magro só para entrar na lista dos padrões de beleza atuais, mas acho que o André tocou num ponto cada dia mais recorrente no Brasil: a Obesidade Mórbida. Dessa todo mundo precisa fugir.

Claro que ser “gordinha feliz” é uma alegria que algumas pessoas seguram super bem. Nesses casos, só é importante marcar em cima dos exames e ir com freqüência aos médicos para garantir que a saúde não vai ser prejudicada.

Em alguns casos da minha família, assim como no caso do André, o sinal de alerta já apareceu, por isso, eu sou da linha que a busca do peso ideal vai muito além de uma questão de estética. Leia-se: peso ideal é aquele que o médico sugere, e não o que a sociedade impõe! ;)

Gente, queria que existisse uma forma de mostrar tudo em edição, ele falou cada coisa mais engraçada que a outra. Todo mundo ia matar a gente se o vídeo tivesse uma hora, mas nesse caso, eu bem que gostaria.

Achei legal trazer o vídeo para motivar aqueles que precisam mudar a cabeça além do número da balança. Quase sempre essa perda grande de peso vem com a tal melhora na saúde e acompanha um discurso legal de estar curtindo se vestir, se cuidar, se sentir mais elegante e com a auto estima nas alturas.

No fim do dia, se sentir bem consigo mesma é o objetivo de ouro, a melhor resposta a qualquer esforço.

E vocês, gostaram do vídeo?

Beijos

Observação: Acho super válido olharmos para tudo isso com um olhar de saúde, de bem estar e deixar a ditadura da magreza de lado. Estar com um corpo mais leve é sinônimo de ganhos para você , não de que você é melhor do que antes e por isso é mais aceito pela sociedade. Por mais que em alguns casos isso seja verdade, nós temos que quebrar esses preconceitos. Cada um precisa encontrar o seu objetivo e não o objetivo da massa.
22
mai
2014

Minha vida com aparelho fixo

Experiência, Lifestyle, Reflexões

Eu já sabia que esse dia ia chegar e estava me preparando psicologicamente para ele, mas mesmo assim, quando chegou, eu vi que nem se eu tivesse entoado mantras e feito meses de terapia todos os dias, eu iria conseguir me preparar para o primeiro momento em que eu me olhei no espelho com aquilo (sabe o grito do Macaulay Culkin em Esqueceram de mim? Foi mais ou menos essa a minha reação). Sim, estou falando do aparelho, aquela coisa que eu achei que ficaria na minha infância, mas resolveu me perseguir esse ano.

aparelho-fixo

Pode parecer um drama sem fim, pode ser que vocês me achem uma fresca por estar falando sobre esse assunto, mas como tanta gente me perguntou o motivo do sorriso de boca fechada, resolvi abrir meu coração por aqui (já que a boca tá difícil rs).

Já tem 2 meses exatos que eu botei a parte de cima (a de baixo eu já estou desde janeiro) e eu ainda me olho no espelho e estranho. E ainda tenho mais 1 ano pela frente, o que para mim, nesse estágio, parece uma década! Escolhi o modelo mais discreto e estético possível: branco, borrachinhas brancas, fio branco, enfim…que aparecesse o mínimo possível, Mesmo assim, tem dias que eu acho que ele veio com luzinhas de LED e borrachinhas neon! Todo mundo tenta me convencer que mal dá para notar, mas como acreditar nisso se eu sinto o bicho todo segundo?

O primeiro mês foi bem mais difícil do que o segundo. Hoje já existem dias que eu olho no espelho e não me incomodo se ele está lá ou não. Mas tem dias….que nem Jesus na causa! Eu olho e tenho vontade de voltar pra cama! Isso que eu não to nem levando em conta a atenção redobrada que eu tenho que ter à mesa. Sabe a história da folha no dente? Com aparelho pode ser folha, grãos, pedaços de pão, um horror! Você nunca está segura (e o kit dental acaba sendo mais importante que a sua necessaire)! rs

Mesmo assim, não vim aqui para me lamentar, choramingar ou ficar presa no meu próprio drama psicológico. Por incrível que pareça, botar o aparelho também me trouxe alguns benefícios que eu nunca imaginaria, tais como:

1) Fiquei mais cuidadosa: Se antes eu usava fio dental e escovava os dentes meio no automático, hoje esse ato é minucioso. O que não é uma coisa ruim, né?

aparelho2

uma das fotos que provavelmente não apareceram aqui…porque eu resolvi não escolhê-la!

2) Fiquei mais vaidosa: Hoje em dia eu não consigo mais sair de casa (ok, tirando exceções como academia, mercado e obrigações do dia a dia) sem maquiagem. Antes eu cogitava ficar apenas no corretivo, no blush e meu capricho era o lápis de sobrancelha. Hoje eu só saio se tiver feito o serviço completo. A maquiagem foi a solução que eu encontrei para me sentir segura e dar uma levantada na auto estima.

3) Fiquei #alocka dos lip balms: Eu usava lip balm só quando a situação já tava crítica e minha boca mais que ressecada. Como eu fiquei um tempo respirando de boca aberta até me acostumar com esse “corpo novo que não me pertence”, meus lábios – que já são ressecados – ficaram mais ainda e eu peguei o costume de passar toda hora. Hoje tenho um em cada bolsa e em cada canto da casa. Também viciei em gloss e vou falar sobre esse assunto em breve!

4) Aprendi a me gostar em fotos de boca fechada: Eu sei que muita gente prefere e pede que eu saia rindo mais nas fotos, mas preciso destacar que as fotos de boca fechada quebraram um tabu que existe dentro de mim desde que eu me entendo por gente. Tirando raras fotos espontâneas, eu sempre me detestei nas fotos em que eu não estava sorrindo de orelha a orelha! O sorriso era meu porto seguro para uma foto bonita e foi um desafio aprender a sorrir de boca fechada e me sentir bem com isso!

5) Mas os meus cabelos….: Outra coisa que também mudei foram os cabelos. Além de clarear ainda mais as luzes que eu sempre tive, podem reparar que eu ando usando ele mais liso que o habitual. Esse foi outro ponto que acabou sendo uma segurança extra para a minha auto estima. Posso nem estar tão maquiada, mas se o cabelo estiver legal, eu me sinto bem mais confiante! Eu só não dou outros jeitos nele porque eu não sei usar babyliss (nem tenho babyliss, aliás).

aparelho1com nossa amiga também aparelhada, Ane! PS: E foi ela que me obrigou a rir na foto! rs

BÔNUS) Estou comendo mais devagar: Principalmente pipoca! hahaha Meu dentista pediu para que eu evitasse certos alimentos que aumentam a probabilidade de descolar os brackets, mas não consegui abrir mão da pipoca! Eu já descolei uma vez, o último bracket da arcada inferior….comendo salada. Desde então, para não correr muitos riscos, estou comendo qualquer coisa mais devagar! Cautela nunca é demais! rs

O único ponto ruim de toda essa história é que eu dei uma pausa nos meus batons escuros ou coloridos (inclusive o batom do futi! Chuif). Acho que a cor destaca ainda mais o aparelho e acabo não gostando do resultado, mas se bobear isso é mais uma questão de costume e daqui a pouco eu me resolvo com isso também!

Apesar de ainda estranhar, a cada dia que passa eu vou aprendendo a conviver mais com esse objeto que não me pertence. Cada dente que vai para o lugar é uma alegria sem tamanho e eu já to começando a enxergar uma luz no fim do túnel (no momento, ela está do tamanho de uma cabeça de alfinete, mas é uma luz rs).

Eu enrolei muito para começar o tratamento, e esse é meu único arrependimento. Por isso, quem estiver na mesma situação que eu estava, eu sugiro: comece já! E se as neuras vierem, não se preocupe, elas vão passar – ou você dará um jeito de contorná-las!

Beijos

Carla

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