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14
set
2013

Look inspirador do dia: Ramones e oncinha

Lifestyle, Looks, Moda, Reflexões

Outro dia a Jô foi almoçar em Covent Garden com a prima e uma amiga que é designer de acessórios, já foi da equipe de estilo da Via Mia e está em Londres estudando.

Ela resolveu fotografar a Tami (a amiga) pensando em mim, pois ela sabia que eu ia amar o look. E eu amei mesmo, achei uma super inspiração, tanto que pensei que valia um post!

look-camiseta-ramones-cardiga-onca

Amei a mistura de estampas, a saia de couro e o oxford. Para o meu estilo, essa combinação já é o suficiente, mas gostei da ousadia do turbante (pra mim é muito ousado, não tenho coragem! rs). De início, a única coisa que eu trocaria nessa produção era a bolsa. Achei muito grande, apesar de amar o vermelho nessa produção mais sóbria. Mas depois, analisando melhor, achei que não podia ser mais legal, afinal, esse look não foi pensado para uma foto de streetstyle. Foi pensado para uma tarde com as amigas, almoçando e batendo perna, mais real impossível porém com muito estilo.

E acho que esse post vale um parênteses sobre algo que eu já tinha abordado com a Jô: a história das camisetas de banda. Acho engraçado que vejo looks lindos com camisetas do Ramones, Guns, Kiss e outras bandas de rock e sempre tem alguém pra criticar que “blogueira nem sabe cantar uma música, só usa porque tá na moda”. Imagino que muitas não saibam mesmo e só estão vestindo porque é tendência. Mas será que só eu acho que criticar isso é procurar pelo em ovo?

Sei lá, quando eu tinha 12/13 anos eu passava tardes na Babilônia Feira Hype e ao invés de ir na barraquinha da Farm ou da Espaço Fashion, eu amava a barraquinha das camisetas de rock! Imagina, Aerosmith e Bon Jovi era o mais perto de rock que eu chegava, e mesmo assim só gostava das músicas famosas (ou seja, tudo baladinha, Livin’ on a Prayer era meu máximo e eu já estava me achando a roqueirona). Eu era fã mesmo era do N’Sync, Britney Spears e Backstreet Boys, mas achava uó todas as camisetas relacionadas a eles!

O legal das camisetas de bandas de rock, no ponto de vista visual (que foi o que sempre me fez gostar dessas camisetas, antes mesmo de pensar em me formar em Comunicação Visual), é que elas não estão preocupadas em mostrar como os integrantes são lindos com uma tipografia cafona. E olha que engraçado como o tempo passa e a ideia não muda, né?

as camisetas de rock vão além disso. São identidades visuais definidas que representam toda uma ideologia e que se tornaram tão fortes que, em vários casos, elas são maiores que as próprias bandas! Entendo que esse é o ponto que irrita os fãs verdadeiros, mas é que realmente não vejo problemas em se apropriar de símbolos provenientes de outras áreas e criar uma releitura deles. Principalmente na moda, isso acontece toda hora (cruzes, caveiras, spikes,…).

Sem contar que ainda existe a chance da pessoa comprar uma camiseta de banda que ela não conhece nenhuma música e acabar se interessando e virando fã realmente, não é? Aconteceu comigo! ;)

Beijos

Carla

12
set
2013

Constrangimento do bem? Para nós,sim!

Lifestyle, Reflexões, Variadas (f)utilidades

Semana passada estávamos conversando sobre as pautas que mais nos interessavam para os posts reflexivos. Dentre as mais inesperadas que conversamos rolou uma engraçada. Apesar de meio boba, ficamos com vontade de falar! Foi desse jeito que chegamos no post de hoje, sobre os constrangimentos do bem.

Sabe aquela situação em que você está com algo errado ou bem gritante no visual e não percebe?! Então, por mais constrangedora que a situação seja, as vezes aquele que enfia o nariz onde não é chamado pode salvar o dia.

“Menina!!!!”, “Eu?!”, “É! Sua calça está aberta!!!!!!!!”, “É ??? (cara boba assustada)”, pausa com cara de idiota “Ah! Obrigada!!” (história real, aconteceu comigo, Carla, há duas semanas!)

papel-higienico-sapato

Quem nunca né? Seja verdinho no dente (salada é light, mas não ajuda), etiqueta para fora da roupa, calça ou camisa aberta, ou outro detalhe que deixa a nossa figura fora de ordem, com um toque de desleixo.

Infelizmente aqui no (f)uti, não tem muita divergência acerca do tema. Analisamos os dois lados da moeda, mas nós duas pensamos da mesma forma: por mais constrangida que a gente possa se sentir na hora, temos vontade de abraçar a pessoa que nos avisa! Vamos combinar? Mesmo ficando momentaneamente sem graça, nós achamos melhor ter a chance de se endireitar logo do que seguir o resto do dia sem saber o porquê de estar todo mundo olhando com uma cara estranha.

Entendemos o ponto de quem não gosta desses toques, de fato a pessoa que “avisa” nem sempre “amiga” é, principalmente se resolve avisar no meio de todo mundo, como se quisesse alardear e aumentar o constrangimento da situação. Nesses casos, esse alerta pode até se transformar em uma história memorável entre os presentes naquele momento (a Jô passou por uma dessas e o ocorrido virou uma piada pronta entre os amigos que durou um verão inteiro em Búzios).

calca-abertaNo entanto, achamos que não dá para negar que ir para uma reunião de trabalho com um feijão no dente não pega bem para ninguém. E não dá para dizer que isso só acontece com uma pessoa desleixada, afinal, com a vida corrida que vivemos, fica impossível dar conta de correr pela cidade entre os compromissos verificando tudo, o tempo todo.

Ninguém gosta de se sentir constrangido mas, nesse caso, a gente abre uma exceção e aceita a “dica de amigo”. Só não sabemos se estamos preparadas para dar esse toque em quem não temos intimidade.

Gostamos de ser avisadas sobre estas situações mas quando não conhecemos a pessoa, temos um certo medo de avisar o que está acontecendo, uma vergonha estranha! O que não tem muita lógica no fim das contas, pois tudo que é bom deve funcionar em uma estrada de mão dupla, como já contamos no outro post sobre a lei do retorno. Mesmo assim é complicado prever qual será a reação da pessoa ao nosso “toque”, não é mesmo?!

Voltando ao ponto, queremos fazer esse exercício de ajudar o próximo, assim como somos ajudadas. Achamos que aqui no (f)uti, a Jô vai sair com vantagem ! Mesmo ela tendo “fobia” de falar ao telefone com quem não conhece, ela é menos tímida que eu, Carla. De qualquer maneira, com esse post, nós percebemos que queremos participar da corrente “batom no dente nunca mais“! Vamos praticar essa ideologia para continuar contando com a ajuda desses salvadores da pátria anônimos.

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Agora matem a nossa curiosidade: quem aqui gosta de ser avisado (por desconhecidos) nesse tipo de situação? E alguém consegue informar numa boa o que tá rolando para qualquer desconhecido?

créditos: Pop Crunch/BellaSugar

5
set
2013

Nem sempre a dieta da moda é a melhor para você!

desafio de peso, Detox da Jô, Lifestyle, Reflexões

Meu emagrecimento vem sendo abordado de diferentes formas pelas pessoas na vida off-line. Boa parte acha incrível e quer entender como tem sido esse novo processo, mas algumas pessoas começam a levantar a questão de que essa história de “sem glúten”, “sem leite” e afins é modinha e dá no mesmo de qualquer dieta convencional bem feita.

Eu estava pensando muito sobre isso, quando dei de cara com um texto sobre DETOX e dietas sem glúten, na Revista O Globo. A matéria não me disse muita coisa nova, conheço esse universo há mais de um ano, mas ela foi encerrada com uma frase que eu estava precisando ler que, por coincidência, veio da Patricia, minha nutricionista.

GLUTEN

Na mesma hora postei o trecho no insta, com desejo de abordar o tema lembrando que cada indivíduo é único e que nem tudo que funciona para mim, vai funcionar para você. Conheço várias pessoas que já fizeram o mesmo Detox que eu e tiveram resultados bem diferentes.

Detox pode ser o novo “termo da moda” e é normal ele ter virado alvo de interesse da mulherada. Eu amo o processo de desintoxicação e se minha nutri não me proibisse, ia querer fazer pelo menos umas 3x por ano, mas a questão não é essa! Ele funciona brilhantemente para alguns, mas não é todo mundo que se dá bem com ele.

Vai além disso, nem todo mundo precisa de detox, nem todo mundo precisa cortar o glúten ou o leite convencional, mas todo mundo que precisa costuma ter um resultado que influencia, tanto na saúde quanto no peso, quando retira os alimentos que o corpo não tolera. Essa é a linha que as nutricionistas funcionais, em geral, seguem.

A nutrição funcional não está necessariamente preocupada com a quantidade de calorias e sim em como a alimentação pode melhorar sua vida, esses alimentos vão sendo descobertos por exame de sangue ou de acordo com alguns sintomas que você apresenta no seu dia-a-dia. O cardápio é montado sem se importar com dietas padrões (frango grelhado, legume A, legume B e salada), ele deve conter os alimentos que te fazem viver melhor e tirar, ou pelo menos reduzir, os que te fazem mal (esses muitas vezes atrapalham o emagrecimento).

No meu caso, fiz um exame na clínica mesmo, um furinho no dedo e ele testa 59 alimentos, o exame de sangue de laboratório testa mais, mas além de ser mais caro é menos prático. Infelizmente minha lista contem muita coisa que eu amo, mas o que eu fiz? Mudei minha rotina, evito esses alimentos no meu dia-a-dia e em dias especiais, me permito alguma coisa que está na “lista negra”. Por mais que minha barriga reclame depois, estou descobrindo meu limite com cada alimento e mantendo meu organismo mais limpo e mais saudável. O suco verde, por exemplo, diminuiu muito a quantidade de vezes que eu caio doente. Antes era algo quase rotineiro, agora é MUITO raro. Eu mudo a alimentação, a saúde melhora, a pele fica outra coisa, enfim, é uma mudança que você percebe tão rapidamente que te estimula a continuar não saindo muito da linha, isso sem falar na balança né?

Cada caso é um caso, mas quis fazer essa reflexão para que ninguém faça algo porque está “na moda”, sem pensar no que te faz bem ou funciona com você. Perder peso apenas por perder, sem cuidar da saúde, é muito delicado. Toda hora surge uma dieta nova que promete milagres, é preciso ficar de olho.

Meu histórico é de efeito sanfona. Tenho transtorno alimentar, já tomei todo tipo de remédio que existe no mercado, já passei por todo tipo de nutricionista e endocrinologista. Desta vez acredito que tudo isso pode (e vai) ficar pra trás. Consegui conciliar uma equipe multidisciplinar de nutricionista, endocrinologista especializado (que é médico e não me passa dieta), analista e personal trainer. Com essa turma estou indo com calma em direção à minha meta e não estou me vendendo para qualquer modinha do momento.

Por mais que eu tenha feito desintoxicação e siga a linha sem os tais alimentos que está todo mundo cortando, tenho dezenas de posts que mostram que essa minha relação é uma história séria desde abril do ano passado. Mesmo tendo engordado no meio do caminho não abandonei os alimentos que me fazem bem.

Hoje estou seguindo meu caminho, comendo bem e fazendo exercício mesmo não sendo do time das loucas por isso. Eu encontrei a linha de nutrição que quero seguir e isso independe de modismo.

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Então, o que eu recomendo para a turma de amigas e leitoras com questões mais delicadas com o peso é: saiba seu objetivo, descubra se ele está alinhado com a sua saúde (seus exames) e procure uma linha nutricional ideal para você. Sou suspeita, pois estou apaixonada pela nutrição funcional, mas cada um tem um tipo de caminho que fará melhor para si mesmo! É super importante descobrir o seu.

Quem tiver outros caminhos bem legais ou alternativos pode dividir com a gente, é só soltar o verbo nos comentários!!!!!

Beijos

 

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