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24
ago
2012

Trip Tips: San Andrés, um paraíso acessível na Colômbia!

Trip tips, tt, Viagem

Quando a gente monta um post só para falar de um destino tem licença poética (ou literária?) para se alongar, né? Quem vai dar a dica de férias da vez é a minha amiga Manu. Ela é de Belo Horizonte e está terminando os estudos em Paris. Eu a conheci no Marangoni e todas as dicas que ela me deu durante a viagem foram perfeitas, sendo assim resolvi pedir para ela dar dicas por aqui! Ela começou com um destino pertinho do Brasil…

Vamos conferir o que a Manu tem para nos contar sobre San Andrés na Colômbia?

Beijos, Jo

San Andrés é uma ilha colombiana pouco explorada pelos turistas. Protegida pela Unesco, fica no mar do Caribe e é dona de um visual de tirar o fôlego. Mais conhecida como Mar das Sete Cores, San Andrés é um lugar que oferece além de uma paisagem desconcertante, um centro comercial cheio de boas opções. A ilha é um enorme “Duty free”, ali se pode comprar de perfumes a pranchas de surf sem pagar impostos.

Chegar à ilha não é uma tarefa difícil, o caminho mais comum é pegar um voo rumo à Bogotá e de lá partir para as águas quentes de San Andrés. As companhias aéreas que voam para Bogotá são: TAM, Avianca e TACA (o tempo de voo SP-Bogotá é de seis horas). De lá, pegamos a companhia colombiana Avianca para chegar no paraíso. Foi uma viagem tranquila de aproximadamente 1h40.

Embora pequena, a ilha é acolhedora e possui uma vasta opção de hotéis. Mas é preciso falar que o padrão de estrelas de lá é um pouco diferente. Logo, espere um hotel quatro estrelas daquele que se classifica como cinco. Mas diante à paisagem, o hotel passa a ser apenas um ponto de apoio.

A rede mais completa e conhecida é a Decameron. Eles possuem cinco hotéis por toda a ilha e um clube de praia localizado em uma das melhores praias do arquipélago, a Rocky Cay. Essa rede de hotel oferece o esquema “all inclusive”, o que é muito comum em San Andrés. Significa refeições e bebidas incluídas (alcoólicas também) todo o dia. Ficamos bem satisfeitos com a variedade e qualidade das refeições oferecidas. Sempre um peixinho fresco no cardápio! Já em relação às bebidas alcoólicas o melhor é ficar com a Pina Colada.

É aqui que entra outra parte boa da história, o preço. Para uma hospedagem de cinco noites, com tudo incluído, e passagem Bogotá-San Andrés, a rede oferece um pacote pelo custo de 1000 dólares por pessoa. Há também a opção do pacote com voos saindo do Brasil, nessa opção o preço é acrescido por volta de uns 450 dólares. Escolhemos o hotel Los Delfines, um pouco menor e mais novo, localizado no centro e aos pés do mar do Caribe. Melhor localização impossível!

A pequena ilha ainda dispõe de programação para todos os gostos, desde baladas cheias de ritmos caribenhos a refinados restaurantes à beira-mar. Quem fica na rede Decameron pode aproveitar todo o complexo hoteleiro. Ou seja, é possível usar da infraestrutura de todos os hotéis desde que esteja hospedado em um deles, e isso inclui restaurantes, piscinas, spas, complexos esportivos.

É uma opção legal para se conhecer bem a ilha, já que cada hotel está localizado em uma região diferente, além de poder desfrutar de suas diferentes opções de restaurantes (não se paga nada a mais para almoçar/jantar em qualquer um dos hotéis da rede, basta fazer uma reserva na recepção do seu hotel). Utilizamos praticamente todos os dias esses serviço. Assim, comíamos em diferentes restaurantes, já que a rede possui vários com cozinhas diversas, como italiana, japonesa, mexicana, internacional. Super prático, sem custos adicionais e uma delícia!

Para quem procura algo mais refinado fica a opção do hotel boutique Casa Harb, mais luxuoso.

Já para os mais aventureiros, nada melhor do que descobrir que San Andrés é um dos melhores lugares para se mergulhar do mundo, água quente, transparente, visibilidade incrível e fauna rica. Por lá, o que não faltam são escolas de mergulho. Para quem nunca mergulhou fica uma dica para começar: fizemos aula em uma escola que fica a dois passos do hotel chamada Banda Mergulho, foi uma ótima escolha em razão da praticidade e da qualidade dos profissionais. O valor das aulas não é baratíssimo, mas vale a pena!

Aqueles que querem apenas relaxar, aproveitar o céu azul, as águas quentinhas e curtir o visual, opções também não faltam. São vários os passeios para sítios naturais. San Andrés fica a poucos minutos de barco de várias pequenas ilhas, que são impossíveis de descrever, para se ter noção da beleza só mesmo olhando as fotos.

As duas ilhas mais visitadas são as ilhas de Johnny Cay e de Rose Cay, acessíveis através de barcos turísticos, que fazem o percurso navegando por uma infinita variação de tons de azul e verde. Nessas ilhas é possível mergulhar com as arraias e encontrar cardumes de peixinhos brilhantes logo na superfície. Fizemos os dois passeios e posso dizer que são mais que obrigatórios!

O difícil mesmo quando se está em San Andrés é fazer as malas e deixar o paraíso.

Mais duas dicas de San Andrés:
Restaurante: La Regatta (especialidade: lagosta). Preço justo e uma delícia, a lagosta é fresquinha.
Para pacotes (Passagem + hotel): http://www.sanandres.com.br/san_andres_pacotes.htm

Para aproveitar a ida até à Colômbia, fica a dica de deixar algumas noites para se conhecer Bogotá. A cidade é surpreendente. Viva, cultural, cheia de pessoas animadas, boa gastronomia e diversão. É ainda um lugar bom para as compras.

Um passeio interessante é ir para a Zona Rosa ou para a Zona G (de “gourmet”), lugares movimentados com muitos bares e restaurantes. Com certeza o programa obrigatório de quem passa por Bogotá é conhecer e desfrutar de um restaurante incrível chamado Andre Carne de Rés, a comida e o ambiente disputam sua atenção. Não tenho dúvidas de que este foi um dos melhores restaurantes que já conheci na vida!

Como fiquei apenas três noites, não conheci todos os museus, mas gostei daqueles que visitei: museu Nacional, museu do Ouro e museu do Bottero (esse foi meu preferido, vale a pena!)

Os pontos fracos: Não recomendo o hotel Aquarium da rede Decameron, embora pareça maravilhoso nas fotos, não é bem a realidade. É um hotel para muitos hóspedes, o que compromete a qualidade dos serviços. Além disso, é bem mais antigo do que é mostrado nas fotos. Para quem quer tranquilidade, não é o melhor lugar, é bem agitado com festas e música alta todos os dias.

Infelizmente preciso dizer que o café da manhã também poderia ser bem melhor na rede Decameron. Achei meio fraquinho.

Beijos

Manu Amaral

Nós duas queremos agradecer a participação da Manu!
Nós duas ficamos com muita vontade de conhecer San Andrés e relaxar. Ainda mais em uma sexta-feira!
E vocês, curtiram?

6
ago
2012

(f)uti em Paris: Alguns bons restaurantes da cidade luz!

Europa, Gastronomia, Lifestyle, Paris, tt, Viagem

Eu já cheguei há duas semanas, já voltei para minha dieta pós viagem e ainda não falei dos restaurantes parisienses por aqui. Quem nos segue no instagram (@futilidades e @joanacannabrava) acompanhou um pouco do tema durante a viagem, mas agora chegou a hora de falar mais no assunto.

Como ganhei de volta alguns quilinhos (sem arrependimento nenhum!) curtindo as comidas e os vinhos da Cidade Luz resolvi falar dos restaurantes de Paris, antes de continuar com o desafio de peso. Afinal, eu ainda pertenço ao time que quer fazer dieta no dia a dia, quer fazer escolhas mais saudáveis, mas quando viaja, quer poder comer algumas coisinhas especiais!

Em Paris, eu evitei massa, frango e carne vermelha. Só nisso eu já me ajudei muito. Comi entrada, prato principal e sobremesa várias vezes durante as mini férias com a minha mãe, mas isso não foi um problema, afinal andamos TANTO que ficava quase no zero a zero. Com direito a sorvetes de frutas e iogurte eventualmente.

Eu já falei de alguns lugares de Paris, como o Kong, e dos dois sanduíches queridinhos dos franceses e com preço muito bom, o Blend e o Ferdi.

Na rua do meu apê, ficam 3 restaurantes muito bem recomendados: o KGB, o Ze Kitchen Galerie e o Les Bouquinistes. Sendo os dois primeiros do mesmo chef. Na minha região ainda tinham alguns outros restaurantes que eu também queria conhecer como o Le Procope e o Le Comptoir.

Sem dúvida a melhor coisa da região de Saint Germain é poder ir em vários restaurantes maravilhosos à pé. Os arredores da Rue de Buci são realmente privilegiados. Da região em si eu vou falar depois, afinal foi paixão à primeira estadia.

Mas já aviso de antemão, quem está de passagem comprada e deseja economizar na viagem não deve seguir essas dicas porque a maioria é mais carinho!

KGB & Ze Kitchen Galerie

Enquanto minha mãe estava por lá resolvemos escolher bons restaurantes que nos indicaram para conhecer, nossa primeira parada foi o KGB, com estrelas no guia Michelin e recomendado por uma amiga que foi e AMOU.

Fui lá duas vezes. Nas duas vezes pedi a imperdível entrada surpresa, que vem com várias mini entradas maravilhosas! De prato principal, um nhoque ao molho pesto maravilhoso e dividimos uma sobremesa com sorvete de gengibre, super gostosa. Tudo isso com um vinho acompanhando. Nós amamos tudo, mas a entrada é imperdível. Você escolhe por preço, são 3 preços diferentes, notei que quanto maior o preço mais pratinhos vêm na entrada. Tudo que nos serviram na entrada era perfeito para uma refeição mais elaborada em termos de paladar. Ele não é barato, mas eu recomendo.

Já a minha impressão do Ze Kitchen Galerie foi diferente. Mesmo sendo do mesmo chef DO KGB, não achei nada demais em termos de sabores, preferi mil vezes o KGB, que ainda custa uns 30% menos que o Ze Kitchen Galerie! Para mim, a sobremesa de chocolate branco, morango e Wasabi foi o único prato que superou o KGB. Ela estava divina!

KGB | Endereço: 25, rue des Grands Augustins |Tel. +331 46 33 00 85
Ze Kitchen Galerie | 4, rue des Grands-Augustins | T. : + 33144 32 00 32

Les Bouquinistes

Nós seguimos as indicações de novos restaurantes e fomos parar no Les Bouquinistes. Ele é um pouco mais salgado em termos de preço e é melhor reservar.

O restaurante tem pratos bem originais e bem franceses. Eu fui uma vez com a minha mãe e uma vez durante o curso, assim como no KGB, os menus com os pratos principais mudam. Nas duas vezes eu pedi como entrada o “Thon Blanc Mi-Cuit”, de atum, maravilhoso. O prato principal que comi com a minha mãe foi uma das comidas mais originais que provei em Paris, era um “Risoto à L’encre, Tagliatelles de seine”, não sei explicar, mas achei perfeito! A sobremesa que fez meu coração bater mais rápido (e eu só descobri na segunda vez!) é uma espécie de sorbet de morango com suspiros! Ela entrou para lista das melhores sobremesas que comi em Paris. É um restaurante caro, mas vale a pena conhecer!

Les Bouquinistes | 53 Quai des grands Augustins, 75006 Paris | + 33143254594

Le “Relais de L’Entrecôte”

Outra pedida de custo benefício muito bom é o famoso Le Relais de L’Entrecôte. Fui lá pela primeira vez há mais de 10 anos e continuo amando.

Por lá só existe um prato, você escolhe o ponto da carne e espera seu entrecôte com batata frita comendo uma saladinha bem temperada. Com menos de 30 euros é possível almoçar ou jantar por lá.

Em SP tem alguns restaurantes nesse estilo, quem ficou curiosa com esse restaurante de cardápio pouco criativo mas muito saboroso, pode experimentar!

Se eu não estou enganada existem 3 endereços na cidade. Sempre fui no da Rue Marbeuf, mas desta vez conheci o de Saint Germain. No site tem todos os endereços. Eles não fazem reserva, você chega e espera uma mesa, mas sempre vale a pena esperar.

Outros restaurantes que eu adoro e recomendo:

A Ca me indicou o Hotel Costes, eu fui no ano passado e amei. A atmosfera do restaurante é mesmo especial e para quem gosta de moda é sempre possível ver mulheres muito bem vestidas por lá.

O Les Deux Magots me agrada tanto com seu menu de café (para um lanche ou um almoço rápido) quanto para um jantar mais elaborado. Eu nem sei quantas vezes fui lá durante a viagem, todas as vezes pedi o Gaspacho de entrada (é uma coisa). Por lá eu também peço a Tarte Tatin (minha sobremesa da vida), que é boa mas não é melhor que a do Kong. Sem contar que Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir costumavam frequentar o lugar (pra se sentir em Meia Noite em Paris!).

Fui ao Café de La Paix pela primeira vez nesta viagem e amei. Fui com uma amiga de Taiwan, e jantamos lá. Nós adoramos, desde aos pães até a sobremesa de mil folhas perfeita. O restaurante super histórico, bem decorado e lindo também não entra na lista dos lugares mais em conta de Paris. Para quem quer gastar menos eu recomendo sentar na varanda, que tem direito à uma vista linda do Ópera e acredito que tenha um menu mais de “café”.

Eu e a minha mãe adoramos conhecer o Le Procope, o restaurante fundado em 1686 recebia figuras como Voltaire, Danton e Robespierre (Meia Noite em Paris parte 2). Por lá eu comi um peixe maravilhoso, um cabillaud com ratatouille de legumes super leve. O restaurante é bem antigo, não tão luxuoso e o preço não é tão salgado.

Infelizmente não tem como falar com detalhes de todos os endereços legais que conheci em Paris. Por isso resolvi dividir esse post. Ainda quero falar de lugares como o Le Comptoir, o crepe ao lado, o Renoma Café Gallery, o bar e restaurante do hotel Pershing Hall, Le Sault du Loup, Carette, La Grande Epicerie Paris e outros cantinhos especiais.

Quem quiser saber mais, a Ca também já fez um post sobre algumas boas opções de Paris! O post dela também vale muito a visita.

Beijos

26
jul
2012

(f)uti no Rio falando de Paris: Passeios ao ar livre na Cidade Luz

Europa, Paris, tt, Viagem

Ufa! Finalmente vou fazer um post aqui no (f)uti. Eu andei sumida mesmo. A última semana do curso foi super intensa e depois só tive 3 dias de “correria” para relaxar e curtir Paris (e um dia de Euro Disney!). Cheguei em casa com uma virose e estou em um ritmo lento, bem lento, desde segunda feira.

Como ainda tenho bastante coisa legal para falar de Paris resolvi compartilhar mais coisas da viagem com vocês. Em meio a correria na Cidade Luz eu aproveitei alguns dias de verão para fazer passeios super lindos ao ar livre. A maioria desses passeios é de graça ou custa bem pouquinho, são boas escolhas para todos os tipos de bolso e de turistas. Perfeito para quem quer curtir a essência parisiense.

1) Café da manhã no Jardim de Luxemburgo

Uma das minhas primeiras dicas é comprar um croissant e um chausson au pommes ou um pain au chocolat no Paul (uma rede de “padaria” francesa que tem alguns pães bem gostosos). Vale pedir tudo para levar e caminhar para o Jardim de Luxemburgo! Eu nunca havia ido lá no verão e preciso dizer, é maravilhoso! Vale muito perder alguns minutos, algumas horas!

2) Domingo na Place de Vosges e passeio no Marais

Já falei desse passeio aqui no blog. Passar um tempo do domingo na Place de Vosges é também um programa delicioso em um dia de sol. Por lá é possível sentar no jardim e relaxar. Quem quiser sentar para comer em um café eu recomendo o Carette, já quem quiser comer na grama pode comprar um croissant, um doce delicioso ou mesmo um macaron também no Carette e pedir para levar.

3) Tomar sorvete no Jardin des Tuilleries

Um dos meus lugares ao ar livre preferidos em Paris é o Jardins des Tuilleries. Também já recomendei um roteiro que o inclui em outro post, ainda sim acho que sempre vale comentar sobre esse jardim. Um lugar delicioso para caminhadas, com cadeiras para quem quer relaxar e com direito a uma barraquinha do sorvete Italiano Amorino, para quem quer se refrescar. Para mim esse é de fato o melhor sorvete de Paris.

Esse foi um lugar que eu fui várias vezes e sempre recomendo! <3

4) Um passeio no jardim do Museu Rodin

Outro passeio que eu adoro, e que por incrível que pareça, na minha opinião é ainda mais bonito no inverno, é o jardim do museu Rodin. Não é de graça, mas merece a visita. Para quem gosta, a casa do Rodin é mais um museu delicioso da cidade. O jardim é lindo, repleto de esculturas do artista (incluindo O Pensador), no meu ponto de vista ele é imperdível até para os marinheiros de primeira viagem.

Esses são alguns dos passeios a céu aberto que eu fiz e recomendo. Alguns deles fiz ouvindo canções francesas no Iphone, perfeição define.

Para quem procura um jardim fora da cidade, não posso deixar de recomendar o jardim de Monet em Giverny, no post tem mais detalhes sobre o passeio.

Ainda tenho uns dois ou três posts bem específicos sobre Paris, mas agora que estou em território carioca tenho que começar a buscar a rotina de volta. Inclusive o desafio de peso, sozinha estudando na Cidade Luz não foi fácil conter a boca, não.

Logo logo estarei no ritmo normal. Xô virose!

Beijos

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