A reflexão de hoje vai vir misturando um clima de auto ajuda com pitadas de experiências pessoais e toques de algum grau de discurso motivacional. Outro dia estávamos pensando como definiríamos o ano de 2014 para o futi (até agora) e resolvemos compartilhar um pouco dos nossos aprendizados e experiências com vocês.
No último post de 2013 falamos de uma faxina no corpo e na alma, discutimos muitas ideias e reiteramos que acreditamos que para obter novos resultados, precisamos fazer algo que nunca fizemos antes.
E é nesse clima que temos tentado viver 2014, criando novas ações, buscando novos desafios, novas experiências e novos caminhos. Misturando as velhas estratégias com novas ideias, aproveitando cada janela que a vida abre, entendendo cada oportunidade como sendo única, tudo com uma energia muito boa e desafiadora. Começamos o ano muito motivadas, mas de cara já notamos que para transformar várias coisas não bastariam palavras de motivação, sonhos, ou desejos. Precisávamos executar os nossos planos, um a um, com toda a calma. Paramos para fazer uma “auto análise” e buscamos colocar todas as nossas qualidades em pauta, assim como todos os nossos diferenciais e definimos caminhos a seguir. Novas estradas, novas metas.
Nesse percurso re-descobrimos que para “alcançar” nossos sonhos, não poderíamos ficar “apenas pensando neles”. É preciso se movimentar. Quase sempre que falamos em novas metas ou novos desafios apenas nos apegamos à “palavras” e muitas vezes ficamos ali, na zona de conforto. Os planos são ideias, e elas não se tornam realidade sem algum tipo de ação, paradas elas são apenas pensamento (que, claro, são importantes, mas não conseguem ser agentes transformadores da nossa vida).
O verbo/a ação são alguns dos fatores que dividem os sonhadores dos realizadores se sonho. E por isso, nesse texto, a gente (se) propõe coragem, cara de pau e força de vontade para ir à luta, dar o primeiro passo. A gente tem tentado em algumas situações, tem dado certo e estamos orgulhosas disso. Tão orgulhosas que viemos aqui, tentar de uma forma modesta, plantar essa sementinha.
Ok! Não é tão fácil. Se fosse só isso seria fácil resolver todos os problemas do mundo, mas numa boa… Se pergunte o que de mal pode acontecer? Você levar um não? Se tem uma frase tão famosa quanto certeira e que a gente vem levando para a vida é que o não nós já temos desde o início, por que então não arriscar o sim?
Na pior hipótese vamos quebrar a cara de vez em quando, e aí podemos ter certeza que estamos vivendo essa vida de forma plena. Com erros e acertos, como todas as pessoas deveriam. Sim, é uma ideia clichê, mas não é a pura verdade?
Quando vemos a nossa vida prosperar temos certeza que isso é fruto da nossa tentativa (semanal nós diríamos) de sair das zonas de conforto que encontramos pela frente. Muitas vezes optamos por deixar o mais fácil de lado e buscar o que tem de mais incrível para nosso caminho. A vergonha perde a vez e a vontade de fazer bem feito supera tudo. O resultado? Muitas vezes ele vem em forma de um elogio, de um comentário, mas também pode vir de um reconhecimento, de um negócio fechado.
A cada vitória a gente tem mais certeza que estamos em um caminho certo, em um caminho de energia positiva. Parece que estamos conectadas em uma boa frequência e tudo isso porque decidimos que iríamos mudar algumas coisas, ir à luta e buscar um metro quadrado melhor no sol. Resolvemos compartilhar tudo isso com vocês, mesmo sabendo que não são todas que vão curtir esse momento “auto ajuda do dia”, mas se conseguirmos incentivar 1% de quem passa por aqui, esse texto já vai ter valido a pena!
Quer uma ajuda para começar amanhã o que você pode deixar para o mês que vem? Comece listando seus planos, metas e desafios, depois analise o que é mais fácil de ser feito primeiro, então faça. Mande aquele email que você está adiando, agende aquela consulta que você tem evitado, saia do sofá e vá a luta.
Tudo isso pode até parecer um monte de “palavras soltas”, mas a gente acredita que quando colocadas em prática fazem toda a diferença!
Vamos terminar esse post nos repetindo com o “mantra” que fez parte do nosso último post de 2013 (aqui):










