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26
fev
2015

Novário parte 2: fim do anticoncepcional e o diagnóstico de SOP

desafio de peso, Experiência, Lifestyle, Saúde, Variadas (f)utilidades

Resolvi dar uma pausa em Fashion Weeks, para voltar à programação normal (mas em breve farei mais posts de Londres! :) )

Em busca de um título para a novela de minha vida, minha amiga Gabi, brincando, me sugeriu o nome Novário, a novela do Ovário! Eu morri de rir, mas ri tanto, que implementei tal título para vocês. Hoje vamos falar da segunda parte da novela do Ovário, e pelo que senti não será a última!

ant

Um dos textos mais lidos do último ano foi o meu desabafo a respeito do fim do anticoncepcional e do susto que vivi quando achei que estava grávida. Eu contei direitinho no post os motivos de eu ter parado de tomar pílula. Desde então, estou vivendo novos desafios, provações e consequências, em sua maioria bem melhores do que piores.

Como a pílula vinha trazendo um risco especial para a minha saúde, eu tomei coragem e parei de tomá-la no fim de setembro. Comecei meus 28 anos dando cabo desses hormônios que vinham vivendo comigo desde os 19. Nos primeiros anos eu não entendia os riscos, os defeitos e demais agravantes do anti, tudo eram flores.

Ao longo do tempo fui usando os hormônios e vivendo “muito bem”. Nos últimos dois anos, porém, um fator começou a mudar essa relação: a enxaqueca. O que era um problema que me causava “apenas” dores acabou me colocando numa situação mais chata: descobri que estava em grupo de risco para ter AVC. A OMS já alerta que pessoas que tem enxaqueca com aura têm que conversar com seus médicos sobre tomar pílula, elas podem correr um risco maior de sofrer um acidente vascular cerebral. No meu caso, as mesmas eram 100% ligadas ao ciclo e eu preferi não pagar para ver. Nas últimas consultas, minhas conversas com a ginecologista foram ficando mais sérias e resolvemos tentar mudar o cenário. Ela mesma achou que eu devia parar e tentar outra coisa.

Aproveitei para fazer um check-up antes de começar a me envolver com outros métodos. Há anos a Dra. Helena diz para mim que acreditava que eu devia ter o quadro de Ovários Policísticos e eu resolvi esperar os 3 meses indicados sem hormônios para fazer os exames. Esse era o tempo recomendado para os efeitos da pílula saírem do meu organismo.

Ela sempre achou que eu tinha tal questão, mas sempre me disse que não conseguiríamos ver nada nos exames devido ao fato de que a pílula mascarava/controlava isso. Realmente nada aparecia nas ultras. A pílula não cura e nem “trata a questão em si”, ela controla o quadro enquanto a gente toma e em geral fica tudo bem. Ainda assim, ela via sintomas que poderiam estar alinhados aos “tais ovários” no meu corpo e no meu histórico.

sop

Para ilustrar uma ultra do Google ;)

Hoje olhando friamente, tenho 100% de certeza de que tudo que aconteceu na minha vida em 2004, quando eu engordei 20 kg, parei de menstruar por meses e tive acne até ficar deformada, foi causado por causa dos ovários policísticos que já estavam lá. Quando tomei o Roacutan, acredito que estava combatendo esse quadro, obviamente mais delicado devido à fase do corpo e da adolescência. A segunda vez que tomei o remédio foi muito melhor, já com o anticoncepcional. Na época, a pílula foi a melhor coisa que me aconteceu, e permaneceu assim durante muitos anos, até as dores aparecerem e aí, só quem tem enxaqueca sabe como é. A primeira vez que tive, fui ao hospital achando que ia morrer, foram as sensações mais bizarras que eu já tive.

Voltando ao presente, minha situação atual me levou a ficar 3 meses sem o anti e exatos 90 dias depois eu estava entrando na sala da ultra. Finalmente tínhamos o veredicto, lá estavam os tais Ovários Policísticos.

Nessa hora tudo fez sentido, a menstruação que atrasou as duas vezes (na segunda nem assustei), a oleosidade da pele estava pior, os pêlos do buço e meia perna (onde não faço laser) cresceram mais rápido e a briga com o peso continuava, só que um pouco pior. Não engordei, mas estava um pouco mais difícil emagrecer. Sem contar algumas mini espinhas nas costas, coisa que não tinha desde a adolescência.

No mesmo dia liguei para a minha médica e começamos o outro tratamento, com metformina. Ela já tinha me contando que hoje em dia muitas das suas pacientes têm vida normal e engravidam normalmente usando metformina para tratar os tais OP. Algumas inclusive combinam com a pílula. Ao que tudo indica, vai dar tudo certo, daqui a 3 meses vou repetir a ultra novamente e conto para vocês como ficou meu quadro.

A verdade é que mesmo com algumas pedras no meu caminho, continuo feliz de ter parado o anti. Estou mais tranquila sabendo que meus riscos de ter algum problema mais sério foram reduzidos, assim como estou totalmente mais feliz com minha libido. A celulite diminuiu, as enxaquecas me deixaram em paz (só tive uma mini tentativa nessses 3 meses, que não fez nem cosquinha) e minhas unhas estão quebrando menos.

Claro que o anti podia jogar a favor do meu quadro, isso era um fato, mas na verdade era apenas um curativo. O meu tratamento atual pode ajudar mesmo o meu corpo e minhas células a se comportarem de uma forma melhor na minha condição, muito comum aliás. Ele pode fazer com que certos hormônios se movimentem como têm que ser e os sintomas melhorem, vamos ver.

De qualquer forma vou fazer um super exame de sangue e até avaliar os riscos de trombose, caso eu precise em algum momento considerar voltar para a pílula. Em todo caso, estou fazendo de tudo para que isso não aconteça, eu me sinto muito mais aliviada e estável agora.

Claro que a pílula ainda é uma escolha boa, confortável e ideal para uma boa parte das mulheres, não nego isso e já foi o meu caso, mas pra mim é importante ressaltar que não é a única alternativa. Muitas meninas contaram de diferentes métodos, no meu caso, os ideais são os sem hormônio e por isso, tenho pensado com carinho no DIU de cobre (até já comprei o meu mini online, caso eu vá colocar mesmo). De qualquer forma isso vai ser papo para um próximo post.

diu

Estou pensando super positivo quanto aos sintomas, acho que tanto a pele quanto a balança vão me dar uma trégua. Está difícil de emagrecer, mas já perdi aproximadamente 5 kg. Nunca foi tão importante para minha saúde cuidar do peso e fazer exercícios físicos. A velocidade das coisas está mais devagar, mas estou focando e fazendo meu melhor. Quem sabe, logo, logo não volto a caber nas minhas roupas? Estou ansiosa por esse momento.

Estou tentando ser paciente com meu corpo, minha pele e seus novos limites. Estou otimista, acho que as mudanças que estou vivendo agora podem estar sendo definitivas, para melhorar em todos os aspectos.

Eu seguirei torcendo para dar tudo certo por aqui e continuo contando com o apoio de todas. Nunca pensei que os comentários do texto “Me desculpe, mas eu não sou o que você vê!” me fariam tão bem, foi incrível ler tudo que foi dito. Sinto que devagar eu vou conquistar tudo que precisa ser conquistado e vou virar o jogo na balança e no SOP.

Quem tiver boas experiências sobre o assunto pode compartilhar, eu vou adorar!

Beijos

22
jan
2015

Usar ou não usar Photoshop, eis a questão!

Lifestyle, Reflexões

Olá, meu nome é Carla, tenho 28 anos, sou alta, não me considero nem magra nem gorda e amo Photoshop. Não passo um dia sem usá-lo, acho que o Facetune é uma ótima alternativa para ajustes de última hora no celular, mas isso não quer dizer que eu fico milimetricamente me alterando para parecer que tenho um corpitcho estilo musas fitness.

Esse assunto já apareceu em tantos DQF’s que eu até já perdi as contas. Tanto eu quanto a Jô sempre concordamos com um ponto: se a pessoa photoshopada não arrancar braços, pernas, umbigos e outros membros no meio do processo, ou não distorcer tudo ao seu redor, não vemos mal nenhum em um Photoshop corretivo. Sem contar que esses programinhas mágicos não existem apenas para deixar as pessoas magras, eles também são ótimos para tirar uma mancha, ajustar luz, contraste, saturação, nitidez, etc. Vivemos em um mundo de imagens em que muitas das coisas que a gente vê não é 100% fiel à realidade. Poucas pessoas, principalmente da nossa geração, publica uma imagem bruta (quem nunca botou um filtro numa foto que já estava bonita que atire a primeira pedra) e nada mais natural que apps como Facetune, Perfect 365 e o próprio Photoshop façam tanto sucesso quanto outros aplicativos de edição de foto.

Achei que nem tinha mais o que falar sobre isso, até o dia que eu me deparei com a conta We Photoshopped What, que existe apenas para mostrar exageros photoshopísticos. Nele, você vê tantas distorções, que sinceramente, eu acho até engraçado.

photoshop5Mas o perfil também mostra casos como esse, onde a foto postada não condiz exatamente com a realidade:

photoshop4E nesse caso sempre vai correr o risco de estar muito diferente nas fotos das outras pessoas!

Foi aí que eu percebi que tinha mais coisa para falar sobre esse assunto, sim. É claro que existem poses emagrecedoras, ângulos que favorecem, posicionamento da câmera, a lente usada ou até mesmo a roupa escolhida (alô, consultoria de imagem) que ajudam na busca da silhueta perfeita. E também é óbvio, que nesse mundo onde tiramos fotos com o intuito de compartilhá-las, é mais do que natural que você queira postar aquelas em que você esteja mais bonita, mais magra ou com o melhor cabelo. Mesmo tendo noção disso, não pude deixar de ficar curiosa com o caso da menina que consegue diminuir 4 números de manequim de uma foto pra outra.

O mais curioso é que o tratamento é muito bem feito, tanto que ninguém desconfiaria se não visse uma foto da menina sem retoques. Só que eu fico me perguntando: qual é a graça de você postar uma foto sua que nem se parece com você? Qual é a necessidade disso? Por que enganar dessa forma? Por que SE enganar dessa forma? De que adianta aparecer com medidas de modelo da Victoria’s Secret na foto se elas não condizem com a realidade?

Foi pensando sobre esses assuntos que me bateu uma paranoia que eu achei que só ia resolver com terapia. Comecei a questionar se eu não estava me aceitando, se eu estava me enganando, ou pior, enganando vocês (pode parecer besteira, mas para uma blogueira que sempre foi elogiada pela credibilidade, entrei em um mini parafuso), enfim. Criei um drama quando me dei conta que eu poderia não ser tão diferente dessa menina que eu estava julgando, apesar de ter a consciência tranquila de que eu não estou tão longe da realidade caso alguém me veja na rua. rsrs

photoshop2De leve: Um pouco de nitidez e mudança de luz para destacar o que a foto original não conseguiu destacar.

Comecei analisando minha auto aceitação. O que eu não gostava em mim, eu já mudei com cirurgia plástica muito antes de eu saber mexer direito em Photoshop. Hoje em dia, o máximo que eu mudaria no meu corpo seria uns quilinhos a menos, mas tenho a consciência que só não perco tudo de uma vez porque não estão me incomodando a ponto de eu me esforçar mais para irem embora. Eu malho, eu tento me alimentar bem o máximo possível, mas se eu sair da linha, eu não fico super encanada.

Depois, resolvi ver algumas fotos que eu tratei e postei para tentar analisar o meu caso e entendi o motivo de nunca ter me preocupado com a questão do uso do Photoshop. Para mim, essas ajeitadinhas que eu dou equivalem à truques de maquiagem: uma solução pra disfarçar defeitinhos que incomodam, mas que provavelmente ninguém mais além de mim se incomodaria, ou então realçar aquilo que eu quero que seja destacado.

photoshop1Nível médio: mexidinha na luz, no constraste, nos dentes e no braço, porque eu estava achando que o da frente não estava tão legal quanto o de trás. A foto postada foi a modificada.

Não quero passar pra ninguém a imagem que eu sou 36, sendo que eu sou 42 (e já falei sobre isso e não tenho o mínimo problema de aceitar meu tamanho). Mas gosto de deixar minha foto harmônica e agradável aos meus olhos, seja ajeitando a cor, tirando gordurinhas do braço que não saem nem quando eu estou levando a malhação super a sério ou até mesmo deixando meu dente mais branco, já que o aparelho foi algo que realmente mexeu com a minha autoestima e esse retoque me faz sentir mais segura.

Para mim, o que define o limite do exagero do Photoshop é o bom senso, e essa é uma barreira muito pessoal. Enquanto eu acho ok quem corrige um defeitinho aqui outro ali, sei que vai ter gente que vai achar que eu me enquadro no mesmo caso da menina que fica irreconhecível. Eu tenho noção que ambos os casos são causados por insegurança e eu amo quando vejo uma foto que eu não sinto necessidade de retoques. Meu objetivo é chegar nesse ponto de segurança que eu não sinta mais vontade de fazer nada, mas sei que esse é um caminho longo para trilhar.

Sem contar que estou bem consciente de que o que podia ser uma ajuda em uma sobrinha no braço, se torna uma alteração de 100% do seu corpo e isso é um prato cheio para sermos vítimas dessa ditadura da magreza que existe hoje. Infelizmente, acredito que esse “regime de facetune” seja perigoso se olharmos a longo prazo. Hoje muita menina que mesmo sendo magra, busca mostrar um corpo seco nível modelo. Seja apenas na foto ou na realidade, isso acaba sendo um desejo muito perigoso. Principalmente quando a realidade já é boa.

IMG_2301Nível hard (proposital): Alterei essa foto em 5 minutinhos para mostrar toscamente que dá, sim, para tentar parecer dezenas de quilos mais magra do que você é. Claro que a foto postada foi a da esquerda.

No fim das contas, o que eu realmente pude concluir com essa reflexão/auto análise é que cada um sabe onde o calo aperta e não cabe a ninguém julgar. No fundo, todo mundo tem uma insegurança e tenta ultrapassá-la com os meios possíveis. Se usar Photoshop está melhorando a auto estima, que bom! Só acho que você tem que estar consciente dos seus atos, assim como tudo na vida.

E é claro, se você tiver uma amiga nessa situação, vale dar uma alertada caso ela esteja exagerando na falta de poros ou na cinturinha de pilão que você sabe que ela não tem.

O que vocês acham sobre esse assunto? Pensam que é enganação, insegurança ou que é um recurso que vale ser usado?

Beijos!

Carla

15
jan
2015

(f)uti indica: mapa do chega de fiu fiu!

Lifestyle, Reflexões

Como já deve ter dado para perceber, os textos de comportamento andam aumentando por aqui. Como as visualizações também crescem quando isso acontece, a gente acaba achando que vocês estão interessadas nesses textos mais reflexivos ou cheios de experiências que a gente vem fazendo. Caso estejamos viajando, favor avisar nos comentários! Hehe

Então, durante um DEU O QUE FALAR a gente dividiu com vocês uma matéria do O Globo online falando do site Chega de Fiu Fiu e até colocamos esse vídeo abaixo:

Para quem não viu…

Por mais que o vídeo e a pauta tenham sido interessantes, nada foi mais importante do que navegar no site através do mapa. Essa turma mapeou o Brasil, em busca dos mais variados tipos de depoimentos, dos mais leves aos mais pesados.

site-mapa-chega-de-fiu-fiu-1

Se você é homem e acha que não tem nada demais em dar uma cantada aleatória em uma mulher, você não sabe de nada (e não tem nada de inocente nisso). A verdade é que desde muito novinhas somos sujeitadas a um assédio muito constrangedor nas ruas. Das mais diferentes formas, nos lugares mais aleatórios e sempre muito inconvenientes. Todas as vezes ficamos com uma sensação de impotência e incômodo, horrível.

print-chega-de-fiu-fiu

Quando fui navegar no mapa do chega de Fiu Fiu fiquei com vontade de falar. Depoimento atrás de depoimento eu fui me lembrando de uma história e resolvi tirar meia hora da minha vida para registrar 3 delas nesse site.

Infelizmente, as pessoas que se dão ao trabalho de reportar no mapa, em sua maioria falam em assédio físico, racismo e muito pouco no assédio verbal. A verdade é que para mudarmos a cabeça dos caras que acham legal falar o que bem entendem, precisamos falar de todos os tipos de assédio. A violência psicológica pode ser igual ou pior que qualquer outra.

Se você acha que a roupa da mulher está diretamente associada à cantada em questão, por favor saia deste blog e não volte mais. Seu lugar não é aqui…

E como faz para compartilhar?

formulario

Para compartilhar sua história ou denunciar algo que viu é simples
e tudo pode ser publicado com o anonimato garantido.

A primeira história que eu registrei foi sobre uma noite em que eu e algumas amigas fomos para uma boate na Zona Sul em 2009. Lá, um indivíduo “chegou” em uma amiga, ela falou não e o mesmo a empurrou para o outro lado da pista de dança. O que eu fiz a partir dai não merece ser relatado aqui, mas não deixei barato não. Infelizmente ele deu um dinheiro para o segurança não o colocar para fora e no fim, tudo terminou em pizza.

Já a segunda história é um pouco diferente, mais comum e infelizmente tão absurda quanto. Na época que aconteceu eu não dei bola para o tamanho incômodo que senti e hoje me dá até vergonha de não ter falado mais sobre o tema. Até porque o tema “encoxadores” é reincidente no site.

assedio

Eu mencionei o fato que eu trabalhava de short para lembrar que eu posso vestir o que quiser, o senhor em questão que precisava cuidar das suas necessidades sozinho, e não usar minhas belas coxas para seu entretenimento doentio. Por mais que suas coisas estivessem dentro do seu short eu não precisava ser cutucada por ele, não é mesmo?

A terceira situação é a mais sutil e comum, para a infelicidade de muitas. Há algum tempo fui para uma boate no Jóquei e fiquei CHOCADA com a forma que os homens olhavam para as mulheres. Elas pareciam ser apenas peitos e bundas dançando na festa e por mais banal que isso seja, eu me senti incomodada. Achei tudo tão vazio e desprovido de qualquer toque de interesse que me deu pena de quem foi aquele lugar procurando alguém legal. Por sorte, semanas depois fui a uma balada mais alternativa e vi um cenário 100% melhor do que esse.

Encerrando minhas memórias antigas e recentes, achei super válido dividir a dica desse site com vocês.

Eu o achei genial para qualquer mulher, independente de qualquer linha de feminismo. Cada dia mais venho aprendendo sobre as nuances do movimento e até o presente momento não consigo me enquadrar na linha das radicais, mas de fato tenho aprendido muita coisa.

chega-de-fiu-fiu

Uma amiga que saca tudo sobre o tema nos explicou que tudo isso está ligado ao fato de muitos homens quererem mostrar quem manda. Só que na verdade, quem manda no nosso corpo somos nós e é por isso que não podemos ficar caladas. Hoje acho que reagiria de forma totalmente diferente no caso do metrô, o tarado nada poderia fazer num ambiente cheio de pessoas.

Não só pretendo começar a me impor como pretendo começar a falar desse site para as pessoas, pretendo incentivar que cada mulher vá ao mapa contar sua história.

Espero que pelo menos algumas de vocês também levem as suas histórias para esse site.

Beijos

O que vocês acharam desse post? Alguma observação? Podem soltar o verbo.
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