Hoje nossa tag entra um pouco mais cedo por motivos de SPFW! Estaremos cheias de coisas para fazer, muitos looks para postar e mais ativas ainda no instagram, mas não poderíamos deixar de postar nossa tag queridinha, né? Sem contar que essa semana que passou teve polêmica para se discutir por semanas! rs Então vamos lá!
1 - Blogueiras graduadas
Lá pelo meio da semana, a internet explodiu com a notícia de que agora existe uma faculdade para blogueiras. Tudo começou com o post que a Helena fez contando sobre a graduação de Midias Digitais que agora faz parte da grade de cursos oferecidos pela Belas Artes.
Não conseguimos deixar de rir com a piada, confessamos. rs
A gente entendeu o motivo de tanto auê e concordamos que foi um prato cheio para quem adora pensar que blogueira é um bicho meio burro, com uma vida que só tem espaço para luxo e glamour e que vive para enganar as leitoras/seguidoras/fãs. Até existem alguns exemplares que se encaixam nessa categoria, mas que bom que não são todas, né? rs
Assim que ficamos sabendo da tal graduação, corremos no site da Belas Artes para ver do que se tratava e, ao contrário do que esperávamos depois de tantos comentários, nos deparamos com um curso bem legal, com coordenação de uma professora super elogiada (Carol Garcia, da Anhembi Morumbi), e que ao contrário do que se pensa, não é só para blogueiras, e sim para qualquer pessoa que queira trabalhar com mídias digitais.
Só para deixar mais claro, essa é uma graduação de curta duração, ou seja, são 2 anos e, pelo menos na nossa visão, ela será mais bem aproveitada se você já tiver feito outra faculdade. De preferência, algo complementar como Comunicação, Design, até mesmo Moda.
Uma pausa para uma historinha: Há 4 anos atrás, eu, Carla, comecei a trabalhar com mídias digitais e, na época, quase não havia curso sobre esse assunto, e os poucos que tinham, eram de curtíssima duração. Muita gente aprendeu as coisas meio “na marra”, e eu fui uma delas. Quando resolvi fazer pós, acabei optando por Marketing de Moda, achando que seria o mais adequado à fase que eu estava vivendo (ou seja, blog + produtora de conteúdo de mídias sociais para uma marca de moda) e fiquei bem frustrada quando tive 2 meses de aulas de marketing digital contra quase 5 meses de aula de TI. Só contei essa historinha para falar que, se existisse um curso com a grade curricular do “curso das blogueiras” na época que eu fiz minha pós, eu provavelmente optaria por ele (e acho se fosse rolar algum arrependimento, acho que não me arrependeria tanto quanto me arrependi com a minha pós).
A gente sabe que tudo que tem “blogueira” do lado já tem meio caminho andado para alguma piada pronta, e não julgamos esse pré-conceito, mas nesse caso específico, achamos que dá para se ater apenas na parte de “midias digitais” e dar uma olhada. O relacionamento com o consumidor está cada vez mais online, e esse é o tipo de profissão que só tende a crescer. Quanto mais cursos nessa área tiver, melhor!
2 - A etiqueta da discórdia
E lá vai a Reserva se meter em mais uma confusão! Dessa vez, por causa de uma etiqueta. Essa aqui, para sermos mais específicas:
Muita gente encarou a história de dar a roupa para a mãe lavar como uma ideia machista que deve ser abolida, enquanto outras pessoas acham que o politicamente correto está matando o humor. Segundo a marca, essa mensagem nada mais é que uma forma de ressaltar o cuidado especial que as mães sempre tiveram (mas também dá para interpretar que o dono da peça é um mimado que não sabe fazer as coisas sozinho, né?).
Sinceramente, a gente realmente entende quem se incomodou e viu machismo nisso. De fato, essa história de que mãe lava e passa e pai que vive fora trabalhando é um conceito antigo de uma sociedade machista. Ao mesmo tempo, a gente não consegue se ofender tanto porque nós sabemos que grande parte da nossa geração provavelmente não vai ter filhos que vão pensar que as mães que têm que cozinhar e lavar as roupas. Nós não fomos criadas para sermos donas de casa, isso é apenas uma das inúmeras opções que temos pela frente.
Outro motivo que fez com que a gente não se irritasse com a etiqueta é que a história de não saber lavar roupas não é exclusiva dos homens. A gente brincou com a ideia do moleque mimado, mas a verdade é que muitas mulheres também veem a máquina de lavar roupas como um bicho de sete cabeças que vai manchar sua peça preferida ou encolher aquela camiseta novinha (quem nunca?). Nós já que tivemos que pedir socorro às nossas mães e, no caso dessa etiqueta, a carapuça serviu tanto que não tivemos como achar engraçadinha.
No caso, nós achamos que ao invés de ficar xingando muito pelo Facebook, é muito mais efetivo você começar a ensinar seus filhos essas tarefas domésticas, desde novinhos. Desse jeito, daqui a alguns anos, essa etiqueta não terá a mínima referência para ser engraçada.
Em tempo, essa brincadeira não é original da Reserva. A versão em inglês dela já pipoca há tempos pelo Pinterest e até então nunca tinha dado problema.
A gente sabe que tem muita gente que pensa diferente sobre esse tema, e está todo mundo mais que bem vindo para debater esse assunto!
3 - Da série: bizarrices do Facebook
Depois da história da noiva revoltada porque os padrinhos “só” poderiam dar um presente de R$500, agora nos deparamos com a grávida que vende testes positivos de gravidez para quem quiser “segurar o homem”.
De verdade, essa história é tão absurda que nem temos muito o que falar. Será que tem quem compre? Se tiver, a pessoa é meio Amy, de Garota Exemplar, né?







