2 em Deu o Que Falar no dia 27.10.2014

Deu o que falar…

1 – Renee, é você?

A semana passada começou com uma bomba celebrística, tanto que até quem não acompanha muita fofoca de famoso deu seu pitaco. Renee Zellweger apareceu em um evento na segunda feira totalmente diferente. Não foi um corte de cabelo novo ou um bronzeado, foi seu rosto, que mudou completamente.

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Depois de um dia de bombardeio sobre a sua aparência, Renée deu seu depoimento afirmando que estava, sim, diferente. Cirurgia? Procedimentos estéticos? Que nada…segundo a atriz, ela estava diferente porque… estava mais feliz e mais saudável.

Nós sabemos que ela não é obrigada a dizer o que fez, que não é da conta de ninguém se ela prefere o bisturi, a agulha ou cremes poderosos, mas quando você é uma celebridade conhecida mundialmente que muda tanto a ponto de parecer outra pessoa, o mínimo que a gente espera é uma resposta mais plausível, né?Sabemos que Hollywood pode ser implacável com o envelhecimento de suas atrizes, mas quantas têm a mesma idade que Renée (ou então mais velhas, né, Sandra Bullock?) e não precisaram mudar completamente para diminuírem os sinais da idade?

2 – Mensagem para você (em uma caixa do Ali)

Há uns meses atrás já tinha acontecido coisa parecida na Inglaterra, dessa vez foi aqui no Brasil. Uma brasiliense comprou em uma loja do AliExpress e ao tirar sua blusa da caixa, se deparou com um bilhete que dizia “sou escravo, me ajude”.

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Para quem não sabe, o Ali é um site de anúncios com milhares de lojas onde você consegue encontrar roupas, acessórios e outros produtos de moda, todos vindos da China por preços absurdamente baixos (exemplo: o brinco Mise en Dior, aquele com uma pérola na frente e outra maior atrás, que dá para achar versões inspired por menos de R$5).

Já não é a primeira vez que esse tipo de assunto surge por aqui e sempre gostamos de deixar claro que achamos o buraco muito mais embaixo do que parece. Hoje voltamos com o assunto para mais uma vez nos lembrar desse caos que acontece na indústria da moda, principalmente nas marcas que mais brigam pelo preço baixo.

Já falamos e repetimos que acreditamos (por mais utópica que a ideia pareça) na criação de um órgão muito potente para fiscalizar as facções de todo mundo e, assim, criar uma etiqueta “livre de crueldade” ou algo do tipo.

O boicote ajuda? Claro, mas não podemos boicotar toda uma indústria de fast fashion – ou melhor, toda uma indústria –  de forma leviana, precisamos boicotar aqueles que continuam batendo nessa tecla de não fiscalizar as fábricas onde suas roupas são costuradas. Para isso precisamos muito de um órgão regulador mundial.

Agora, podemos ser muito francas com vocês? Até mesmo nos reservando o direito de sermos um pouco preconceituosas? Essas lojas que entregam roupas da China a preço de banana podem ser super tentadoras, mas não nos inspiram muita confiança. Nelas a gente nem se arrisca, pois devem ser as mais fáceis de garantir esse tipo de mercado negro funcionando.

 

3 – Bye, bye, Oscar

É sempre triste ver alguém tão talentoso e com uma carreira brilhante nos deixar, né? Foi isso que a gente sentiu quando ficamos sabendo da morte de Oscar de La Renta, aos 82 anos.

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Mais conhecido pelos vestidos que mais parecem sonhos e um estilo que deixava qualquer mulher se sentindo mais poderosa, Oscar vestiu de Jackie O. a Carrie Bradshaw, sem contar Amal Alamuddin (nos recusamos a chamar ela de Amal Clooney, desculpem!), que teve seu vestido de noiva assinado pelo próprio estilista. Inclusive eles apareceram juntos na Vogue, em uma foto da última prova.

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Só esperamos que ele seja substituído por um estilista que saiba continuar seu legado e enchendo nossos olhos nos red carpets, filmes e casamentos!

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2 Comentários

  • RESPONDER
    steffany Barboza
    30.10.2014 às 9:41

    Sobre acontecer casos de escravidão mais em lojas que brigam pelo o preço baixo, ta enganada e muito, já cansou de ser noticiado vários casos sobre pessoas que trabalham sob regime escravo para por exemplo marca Zara, que pelo amor de Deus é um absurdo de cara. Ou seja, o regime de escravidão estão em todas as escalas, “da mais pobre a mais rica”. Agora você dizer que só porque veio da China e está a preço de banana quer dizer que há um mercado negro atrás? Roupas da china são baratas mas também geralmente vem com péssimo acabamento, tecido e etc, o que pode justificar o preço baixo. Mas fácil Zara e marcas afins está por trás do mercado nego de escravidão, querendo alcançar altos lucros, do que o resto. Deveria pesquisar mais sobre questão de “trabalho” na China, aí você ia perceber que para sua percepção existem muitas coisas que parecem trabalho escravo mas que é regulamentado por lá e que por aqui pareceria sim um regime de escravidão. Não tiro a possibilidade de haver casos de escravidão, deve haver, claro, mas você foi totalmente erronia em falar assim. Procure saber mais das marcas “caras” por aí, verá da onde são fabricadas e de que forma e como. Aí sim, você vai poder falar sobre casos de escravidão…

    • RESPONDER
      Carla
      30.10.2014 às 14:14

      Steffany, a gente não sabe de tudo e nem adotamos essa postura aqui no blog. Aprendemos diariamente e é ótimo que leitoras que nem você venham nos mostrar um outro ângulo da questão. Se quiser nos falar mais sobre o assunto, indicar leituras ou qualquer outra sugestão, será mais que bem vinda.

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