10 em Deu o Que Falar no dia 03.11.2014

Deu o que falar…

Hoje nossa tag entra um pouco mais cedo por motivos de SPFW! Estaremos cheias de coisas para fazer, muitos looks para postar e mais ativas ainda no instagram, mas não poderíamos deixar de postar nossa tag queridinha, né? Sem contar que essa semana que passou teve polêmica para se discutir por semanas! rs Então vamos lá!

1 – Blogueiras graduadas

Lá pelo meio da semana, a internet explodiu com a notícia de que agora existe uma faculdade para blogueiras. Tudo começou com o post que a Helena fez contando sobre a graduação de Midias Digitais que agora faz parte da grade de cursos oferecidos pela Belas Artes.

blogueira-faculdadeNão conseguimos deixar de rir com a piada, confessamos. rs

A gente entendeu o motivo de tanto auê e concordamos que foi um prato cheio para quem adora pensar que blogueira é um bicho meio burro, com uma vida que só tem espaço para luxo e glamour e que vive para enganar as leitoras/seguidoras/fãs. Até existem alguns exemplares que se encaixam nessa categoria, mas que bom que não são todas, né? rs

Assim que ficamos sabendo da tal graduação, corremos no site da Belas Artes para ver do que se tratava e, ao contrário do que esperávamos depois de tantos comentários, nos deparamos com um curso bem legal, com coordenação de uma professora super elogiada (Carol Garcia, da Anhembi Morumbi), e que ao contrário do que se pensa, não é só para blogueiras, e sim para qualquer pessoa que queira trabalhar com mídias digitais.

Só para deixar mais claro, essa é uma graduação de curta duração, ou seja, são 2 anos e, pelo menos na nossa visão, ela será mais bem aproveitada se você já tiver feito outra faculdade. De preferência, algo complementar como Comunicação, Design, até mesmo Moda.

Uma pausa para uma historinha: Há 4 anos atrás, eu, Carla, comecei a trabalhar com mídias digitais e, na época, quase não havia curso sobre esse assunto, e os poucos que tinham, eram de curtíssima duração. Muita gente aprendeu as coisas meio “na marra”, e eu fui uma delas. Quando resolvi fazer pós, acabei optando por Marketing de Moda, achando que seria o mais adequado à fase que eu estava vivendo (ou seja, blog + produtora de conteúdo de mídias sociais para uma marca de moda) e fiquei bem frustrada quando tive 2 meses de aulas de marketing digital contra quase 5 meses de aula de TI. Só contei essa historinha para falar que, se existisse um curso com a grade curricular do “curso das blogueiras” na época que eu fiz minha pós, eu provavelmente optaria por ele (e acho se fosse rolar algum arrependimento, acho que não me arrependeria tanto quanto me arrependi com a minha pós).

A gente sabe que tudo que tem “blogueira” do lado já tem meio caminho andado para alguma piada pronta, e não julgamos esse pré-conceito, mas nesse caso específico, achamos que dá para se ater apenas na parte de “midias digitais” e dar uma olhada. O relacionamento com o consumidor está cada vez mais online, e esse é o tipo de profissão que só tende a crescer. Quanto mais cursos nessa área tiver, melhor!

2 – A etiqueta da discórdia

E lá vai a Reserva se meter em mais uma confusão! Dessa vez, por causa de uma etiqueta. Essa aqui, para sermos mais específicas:

etiqueta-reservaMuita gente encarou a história de dar a roupa para a mãe lavar como uma ideia machista que deve ser abolida, enquanto outras pessoas acham que o politicamente correto está matando o humor. Segundo a marca, essa mensagem nada mais é que uma forma de ressaltar o cuidado especial que as mães sempre tiveram (mas também dá para interpretar que o dono da peça é um mimado que não sabe fazer as coisas sozinho, né?).

Sinceramente, a gente realmente entende quem se incomodou e viu machismo nisso. De fato, essa história de que mãe lava e passa e pai que vive fora trabalhando é um conceito antigo de uma sociedade machista. Ao mesmo tempo, a gente não consegue se ofender tanto porque nós sabemos que grande parte da nossa geração provavelmente não vai ter filhos que vão pensar que as mães que têm que cozinhar e lavar as roupas. Nós não fomos criadas para sermos donas de casa, isso é apenas uma das inúmeras opções que temos pela frente.

Outro motivo que fez com que a gente não se irritasse com a etiqueta é que a história de não saber lavar roupas não é exclusiva dos homens. A gente brincou com a ideia do moleque mimado, mas a verdade é que muitas mulheres também veem a máquina de lavar roupas como um bicho de sete cabeças que vai manchar sua peça preferida ou encolher aquela camiseta novinha (quem nunca?). Nós já que tivemos que pedir socorro às nossas mães e, no caso dessa etiqueta, a carapuça serviu tanto que não tivemos como achar engraçadinha.

No caso, nós achamos que ao invés de ficar xingando muito pelo Facebook, é muito mais efetivo você começar a ensinar seus filhos essas tarefas domésticas, desde novinhos. Desse jeito, daqui a alguns anos, essa etiqueta não terá a mínima referência para ser engraçada.

Em tempo, essa brincadeira não é original da Reserva. A versão em inglês dela já pipoca há tempos pelo Pinterest e até então nunca tinha dado problema.

1828b30b53229940332ae73524931e8aA gente sabe que tem muita gente que pensa diferente sobre esse tema, e está todo mundo mais que bem vindo para debater esse assunto!

3 – Da série: bizarrices do Facebook

Depois da história da noiva revoltada porque os padrinhos “só” poderiam dar um presente de R$500, agora nos deparamos com a grávida que vende testes positivos de gravidez para quem quiser “segurar o homem”.

1653492_852556138118612_6732239533396152055_nDe verdade, essa história é tão absurda que nem temos muito o que falar. Será que tem quem compre? Se tiver, a pessoa é meio Amy, de Garota Exemplar, né?

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10 Comentários

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    Amanda
    03.11.2014 às 14:01

    Confesso que eu ri muito do assunto da faculdade de blogueira, mas como muita gente que riu e achou tosco, eu também não tinha ido olhar a grade… eeeeeeeeee… tapei a minha boca! trabalho com mídias sociais e confesso que gostei muito da grade curricular! parece bem legal o curso!

    Esse negócio da etiqueta, eu achei engraçado! Não consegui ver maldade porque eu com certeza pediria ajuda para minha mami! kkkkkkkkkk Ou seja, a carapuça serviu que foi uma beleza!

    E esse negócio da grávida……… nem tenho o que dizer, as pessoas estão muito sem noção de nada!

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    Mari
    03.11.2014 às 15:16

    Tem lógica como curso de curta duração e concordo com que você disse, talvez melhor até como pós. Eu a priore tenho reservas de cursos de graduação muito específicos porque você nunca sabe como p mercado vai mudar ao longo dos anos. O meu curso mesmo permite lavorare em diversas áreas. De qualquer forma na internet o mais vemos e o povo reagir a uma notícias sem ler tudo.
    No mais da reserva eu achei graça, acho que o povo leva tudo muito a sério! E sem comentários da moça dos testes…

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    Renata Garcia
    03.11.2014 às 15:18

    Quanto ao caso da Reserva: sou do grupo que acha que o politicamente correto cansou.. E olha que sou super feminista, na minha casa quem trabalha fora sou eu e meu marido é que assumiu as “tarefas do lar”, não gosto de rótulos… Mas gente, encaro como aquelas situações em que a gente recorre à mãe porque ela é quem sabe das coisas, e não porque é “do lar”. No futuro talvez venha escrito “ou dê para um de seus pais, eles saberão o que fazer”… Bj!!!!!!!

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    Marcela
    03.11.2014 às 16:04

    Outro assunto polêmico da semana: o casamento da Suzane Von Richthofen na cadeia!

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      Carla
      03.11.2014 às 19:50

      Nossa! Verdade, Marcela!!

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    nath ramps
    03.11.2014 às 19:02

    Sobre a reserva: Esse politicamente correto é chato demais. Foi uma piadinha (engraçada até, acho que a carapuça serviu pra todo munto). Não quero chegar no momento em que vamos ter que sinalizar “piada” ou “ironia”. Se bem que o tal do “só que não” já iniciou o processo….

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    Ana Carolina
    04.11.2014 às 9:37

    Me identifiquei muito com a etiqueta da Reserva, já que a dois dias atrás tive que pedir ajuda da minha mãe pra lavar uma camisa!! O povo do politicamente correto está ficando muito chato, mesmo… vai ver eles não têm uma baciada de roupa, ou uma pia de louça, pra lavar.. hahaha

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    Rhuane
    04.11.2014 às 12:54

    meninas, o curso pode até ter uma grade legal, mas vamos combinar que a capa do Jornal transformou o curso em piada!
    “Eu sou blogueira, essa é minha profissão e agora pode ser a sua”????
    Então quer dizer que precisa só do curso pra virar blogueira e ainda conseguir viver disso?
    Achei o marketing péssimo: desvalorizou a profissão de blogueira e ainda rotulou o curso como se ele só servisse pra esse propósito.

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    Leticia
    09.11.2014 às 11:35

    Achei bem propício o curso! Como toda profissão, tem que ter mto esforço para se destacar. Curso nenhum é garantia, né? Espero que as “novinhas” saibam disso rsrsrs
    Carlinha, dica: Qdo vc for escrever “Há 4 anos atrás…” retire o “atrás”, pois o “há” já está no passado, sacou? Aprendi com a Ale Garattoni, eu nunca reparava nesse pleonasmo… Bjos

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      Carla
      09.11.2014 às 12:28

      Le, pior que eu presto a maior atenção nisso e esse hábito já estava desaparecendo de mim. rsrs Realmente deixei passar esse, mas obrigada por avisar! Beijoos

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