Nunca antes na história desse blog teve um livro que foi tão indicado quanto esse. Juro! Quando falei sobre “A última carta de amor” aqui e no instagram, a quantidade de pessoas que me indicaram “Como eu era” me surpreendeu! Todo mundo falando que era incrível, que eu tinha que ler, etc, etc. Pois bem, comprei, comecei a ler em um dia e fui até a página 100 e poucos. Na outra noite tive uma bela de uma insônia e, adivinhem? Li tudo!
Na verdade, o sono começou a vir quando eu já estava quase no final, mas quando eu vi que faltavam umas 80 páginas para o final, não me aguentei e terminei entre bocejos mesmo!
A sinopse, pra quem não sabe, é a seguinte: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Trabalha como garçonete num café, um emprego que não paga muito, mas ajuda nas despesas, e namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou é obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto. Tudo parece pequeno e sem graça para ele, que sabe exatamente como dar um fim a esse sentimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.
Valeu muitíssimo a pena ficar acordada por mais um tempinho. E sim, todas as pessoas que indicaram tinham razão, que livro lindo! Delicado, sensível, emocionante e surpreendente.
Claro que ele também é previsível – inclusive o final, eu achei – mas nada disso tira a beleza de “Como eu era”.
Aliás, assim como “a última carta”, Jojo Moyes me provou que dá para fazer chick lit (ou literatura de menina) sem cair na bobeira, sem criar personagens de 30 com cabeça de 15 (estou falando contigo, Becky Bloom) e, de quebra, ainda fazer o leitor refletir sobre a vida e tudo que temos que encarar para seguirmos em frente, para amadurecermos.
Se antigamente minha autora preferida desse segmento era facilmente a Sophie Kinsella (ainda amo os livros dela, tá? Principalmente os que não são da Becky), digo que a cada livro que leio da Jojo, mais espaço no meu coração ela vai cavando. Podem ter certeza que vocês ainda vão ler muitas resenhas dela por aqui! Rs
Agora, só fica a pergunta. E o filme? Sai quando? Eu acho que merece!
Beijos!
Carla













