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10
jul
2013

Book do dia: Eu sei o que você está pensando

Book do dia, Cultura, Lifestyle

Comprei esse livro na mesma leva do Sete Dias Sem Fim e Tóquio Proibida - por isso ainda não comprei os títulos que vocês me indicaram! - e já sabia que ia gostar. Suspense policial que começa por um mistério aparentemente impossível de ser resolvido….hum, taí uma combinação que é difícil não me agradar.

A sinopse do livro é gigante, então, me dei a liberdade de fazer um resumo do resumo do livro, mas quem quiser pode ler aqui: David Gurney é um detetive aposentado, porém inquieto, que passou 25 anos de sua vida resolvendo os homicídios mais intrigantes do Departamento de Polícia de Nova York. Um dia, um amigo de faculdade aparece com uma carta misteriosa que termina assim: “Se alguém lhe dissesse para pensar em um número, sei em que número você pensaria. Não acredita? Vou provar. Pense em qualquer número de um a mil. Agora veja como conheço seus segredos.” O autor da carta acerta o número e, uns dias depois, o remetente é encontrado morto. É claro que, mesmo aposentado, David resolve entrar no caso para desvendar mais esse mistério.

resenha-livro-eu-sei-o-que-voce-esta-pensando-john-verdon

Depois de tantas resenhas eu que eu elogiei o carismo do personagem principal, não posso falar o mesmo de David Gurney. John Verdon, o autor, conseguiu criar um personagem cheio de defeitos e problemas, que não é fácil de gostar (terminei o livro sem ir muito com a cara dele), mas que é talentosíssimo em sua profissão.

A leitura, apesar de bem descritiva, é ágil. John Verdon consegue nos transportar para a mente extremamente analítica e lógica de David. Muita gente comparou o autor à Agatha Christie, e a estrutura realmente é parecida. Mas as comparações param por aí, a meu ver.

Não sei como vocês são com histórias de suspense, mas tanto em livros como filmes, eu fico toda hora tentando ver se adivinho o assassino ou o mistério. E fico super decepcionada quando descubro antes da hora! hahaha No caso de “Eu sei o que você está pensando”, o autor não deixa espaço para descobrirmos com antecedência (pelo menos eu não descobri), mas quando descobrimos, não é nenhuma surpresa.

Mesmo tendo gostado bastante, confesso que concordei com algumas críticas que algumas pessoas postaram no Skoob. Quem quiser ter mais opiniões, pode ler as resenhas publicadas lá!

Quem já leu ou quem vai ler, depois me conta o que achou!

Beijos!

Carla

4
jul
2013

Great Gatsby não tão great assim (ou então mais great do que você pensava!)

Cultura, Lifestyle

Fui ver Great Gatsby no dia que estreou nos cinemas. Sou apaixonada pelo Baz Luhrmann e estava meio orfã desde 2001, ano de Moulin Rouge (não, não vou contar Australia), então, imaginem minha expectativa para esse filme?? E mais uma dobradinha dele com Leo DiCaprio?? Quase morri!

Apesar de achar a parte final meio arrastada, recebi exatamente o que eu esperava de Baz: suntuosidade, cenários de tirar o fôlego e aquela estética exagerada que só ele sabe fazer e que me dá vontade de morar nos filmes dele.

Bem, preciso dizer que meu marido quebrou meu encanto com esse vídeo:

Não que eu não tenha gostado, eu AMEI. Mas tive a mesma sensação de quando eu descobri que o castelo da Cinderella, na Disney World, não tinha nada mais além do restaurante e da passagem para o outro lado do parque! rs

Pra quem curte cinema e viu Great Gatsby (nem precisa ter gostado!), vale muito a pena ver esse video! Pra quem ainda não viu, sugiro assistir ao filme antes e depois dar uma olhada aqui!

Beijos

Carla

4
jul
2013

Book do dia: Sete Dias Sem Fim

Book do dia, Cultura, Lifestyle

Comprei esse livro sem muitas expectativas.

Nunca tinha ouvido falar no autor, Jonathan Trooper, mas vi a sinopse e, mesmo mal escrita (não tá??), achei que a história poderia ser boa: Judd Foxman pode reclamar de tudo na vida, menos de tédio. Em questão de dias, ele descobriu que a esposa o traía com seu chefe, viu seu casamento ruir e perdeu o emprego. Para completar, seu pai teve a brilhante ideia de morrer.
Embora essa seja uma notícia triste, terrível mesmo é seu último desejo: que a família se reúna e cumpra sete dias de luto, seguindo os preceitos da religião judaica. Então os quatro irmãos, que moram em diversos cantos do país, se juntam à mãe na casa onde cresceram para se submeter a essa cruel tortura. Para quem aprendeu a vida inteira a reprimir as emoções, um convívio tão longo pode ser enlouquecedor.

O bom de não ter expectativa nenhuma sobre algo é que não precisa de muita coisa para você se surpreender. E eu me surpreendi muito!

A história é contada de maneira ágil e, mesmo com traição, fim de casamento, desemprego e morte do pai, o livro é muito leve e com tiradas ótimas. Faz tempo que eu não me pego rindo alto no meio de uma leitura, e isso aconteceu justamente quando ele pega a mulher com o chefe na cama.

Outro ponto positivo é que mesmo tendo esse background caótico e com muito a ser explorado, o autor não se prende apenas nesses 4 principais fatos. Toda hora acontece uma reviravolta. O único problema é que tem horas que o autor se empolga e mete os personagens em várias situações desnecessárias. Sabe quando você sente que ele se empolgou demais e perdeu a mão? Então, é bem isso, mas não chega a prejudicar o andamento da história.

Balanço final? Eu adorei o autor! Já fiquei sabendo que ele tem outros títulos e não vejo a hora de lê-los. Mas por enquanto, eu indico Sete Dias Sem Fim!

Beijos

Carla

PS: Meninas que me indicaram vários títulos interessantes, estou terminando de ler o último livro de uma leva que comprei há um tempo atrás e em breve comprarei os que vocês falaram! :)

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