Arquivo do mês: março 2016

31
mar
2016

Vectus: a melhor depilação a laser que já fiz na VIDA!

Beleza, Parceria, pele

De 2008 para cá eu experimentei 3 tipos de depilação a laser: o Light Sheer, o Light Sheer Duet e agora o Vectus. Gostei de todos, mas cada um em sua época. Hoje, no entanto, quando comparo o Light Sheer e o Vectus sinto uma diferença enorme no processo.

Se no Light Sheer eu precisei de várias sessões para sacar o resultado, no Vectus não. Claro que ele não resolve tudo em uma sessão, mas lima tanta coisa que você vê o investimento valer a pena logo de cara. Eu nunca quis fazer a meia perna na depilação a laser porque achava que por ser uma área grande, ia demorar a vida para resolver tudo, ficar horas no consultório e ainda por cima doer muito já que a ponteira é muito pequena para o espaço a ser depilado.

Depois que passei a fazer a manutenção da axila com ele fiquei chocada. Tão chocada que na sessão seguinte resolvi que queria fazer meia perna e a virilha cavada (só tinha a área do biquini feita direito, nunca gostava de fazer essa área - claro que continuo não gostando, mas os resultados são bem melhores nesse aparelho).

vectus-1

Como tudo na vida avança, a tecnologia também e por isso o Vectus me impressionou tanto. Ele é mais caro, mais raro, mas ele é mais efetivo também. Minhas amigas têm ouvido de mim com frequência que nunca vi nada parecido, e olha que eu amo experimentar novidades nesse mundo de tratamentos.

Desde a primeira sessão de meia perna eu tenho usado MUITO MENOS a lâmina de barbear na região - se não me engano, acho que usei duas vezes em meses. A maioria dos pelos mais pretos e mais grossos foram embora depois das duas primeiras sessões e agora eu lido com uma penugem, fios mais finos e que esteticamente incomodam muito menos.

E a dor? Bom, ele é mais rápido e dói menos. O menos doloroso que já fiz, mas não faz parte daqueles procedimentos 100% indolores - aliás, nem acredito nesse tipo de tratamento, eles costumam demorar uma vida pra dar resultados, quando dão.

No início fiquei com vergonha da ideia de fazer a virilha cavada (que besteira, né? haha), mas depois eu não vi motivos para não fazer. A Dra. Vanessa Metz faz a de várias mulheres, porque não faria a minha?

O que eu acho importante saber sobre o Vectus?

O Vectus é um aparelho mais moderno que chegou ao Brasil no final de 2014 e é capaz de personalizar a depilação. Eu estou usando o aparelho desde meados de 2015 e estou adorando.

Ele possui um leitor de melanina chamado Skintel, que mede a quantidade de pigmento e identifica o bronzeamento na pele da paciente. Ou seja, após minhas férias de verão a potência do aparelho era escolhida com precisão, dado meu bronzeado. Assim, a segurança na hora de realizar o procedimento foi mantida, evitando queimaduras com o laser.

Para facilitar tudo ele tem duas ponteiras, uma pequena para áreas menores, como buço e retoques de virilha cavada (que eu uso pra isso) e outra grande para áreas mais extensas, como axilas, pernas, braços, costas e abdome (que uso para a meia perna e usei na axila).

Outra vantagem muito clara é a velocidade de disparos. É impressionante como a sessão é super rápida, isso agiliza muito o tempo gasto!

No Rio poucas pessoas tem esse aparelho. Eu faço na clínica da Dra. Vanessa Metz . Ela é minha dermatologista, amiga e parceira do blog, quem acompanha meu snap já me viu mostrando o Vectus provavelmente me vê sempre fazendo limpeza de pele por lá (beijo Gabi). Confesso que gosto do fato que é a Dra Vanessa quem faz o laser, lá na clínica só médica faz esse serviço, o que acho que traz muita segurança para o procedimento.

<3 essa é a Vanessa! | foto de dezembro

Para os interessados, é possível ver o contato da Vanessa no site ela, seu consultório fica no Fórum de Ipanema.

Eu me vi recomendando o aparelho para minha prima-irmã e me dei conta que ainda não tinha feito post aqui no blog. Nunca imaginei que seria tão rápido, prático e efetivo fazer a meia perna, depois dessa preciso deixar aqui aquela velha frase: testei, aprovei e recomendo, não é a toa que estou fazendo cada dia mais áreas, a medida que vou terminando as outras.

Beijos

A Vanessa é parceira do bog, mas não temos nenhuma obrigação de falar dos serviços feitos na clínica. Visando assim manter a fidelidade das resenhas de processos relatados aqui no blog. Toda e qualquer recomendação é feita de forma orgânica.
31
mar
2016

Aprendendo a desapegar

comportamento, Estados Unidos

Eu já contei no meu snapchat (carlaparedesp para quem quiser seguir!), mas ainda não tinha contado em nenhum outro lugar. Estou de mudança, e das grandes, em junho vou marido, criança, cachorro e (muitas) malas para Nova York, ficar por algum tempo. Sabe aquelas oportunidades irrecusáveis que surgem e que se você não agarrar, pode ser que ela não volte mais? Então, foi isso que aconteceu e em junho estamos embarcando nessa “aventura”.

Já me mudei outras vezes. De cidade, de apartamento. Sair da casa dos pais para morar com o - então - noivo, ir para uma cidade com clima tão diferente apesar de ser tão perto do Rio, começar uma vida completamente nova e fazer novas amizades me deu frio na barriga em diversos momentos, mas nunca me assustou. Agora estou assustada.

Nas escadas do Ace Hotel. Nunca pensei, lá em 2014, que um dia estaria voltando para NY, mas dessa vez para ficar. <3

Nas escadas do Ace Hotel. Nunca pensei, lá em 2014, que um dia estaria voltando para NY, mas dessa vez para ficar. <3

É normal se assustar com a distância, com a cultura e com a nova vida que está por vir. É difícil entender que sua família não estará mais a 1 hora de distância, por mais que morem em outra cidade. Que você vai para um lugar com outra língua, e que mesmo você seja boa nela o suficiente para se comunicar bem, não é seu idioma nativo. Temer a dificuldade de se enturmar, apesar de você conhecer vários brasileiros que moram lá. Se acostumar com uma vida sem a habitual ajuda doméstica - que por um lado é ótimo pois eu e Bernardo teremos que aprender a dividir as tarefas, mas por outro é uma facilidade que sempre tivemos e agora teremos que aprender a viver sem. Acho que todos esses medos que eu citei são normais, mas nunca pensei que o fato que desencadearia tantos sustos seria o desapego.

Jurava que seria muito fácil, já que eu sempre tive muita facilidade em doar roupas e sapatos encostados (sou da teoria que para tudo que entra de novo no meu armário, algo velho tem que sair) mas estou estranhando muito ver as coisas começarem a ir embora.

Tudo começou com o carro, que foi vendido em tempo recorde (santa WebMotors! rs <3) e eu nem consegui me despedir dele direito. Depois quadros, livros, objetos de decoração…Aos poucos a casa vai ficando mais vazia, mais impessoal e a sensação de que uma parte da sua vida está indo embora é inevitável. Aliás, estou com o coração apertado por ter que deixar o quarto do Arthur pra trás (mas aproveitarei o espaço para fazer um merchan: terei que vender o berço, a poltrona e a prateleira. Interessadas, comentem aqui para a gente conversar!). Tudo foi feito com tanto carinho, e há tão pouco tempo, que parece que nem tivemos tempo de aproveitar.

O mais engraçado nesse exercício de desapegar é se surpreender com coisas que eu nunca imaginaria que não conseguiria abrir mão. As coisas do Arthur eram um pouco previsíveis, alguns quadros e livros também, mas eu tive uma surpresa com minha coleção de DVDs da Disney e com meus livros do Harry Potter, vocês acreditam? Faz anos que não vejo os filmes e não releio as histórias de J.K. Rowling, mas ambos me deram aquela sensação de que vou me arrepender se resolver dar. Estranho, né?

Mas ao mesmo tempo que me assusta e me deixa um pouco nostálgica, também me deixa leve. Tive que aprender a levar minha teoria para todos os outros campos da minha vida, e encarar que preciso deixar quase tudo ir para dar espaço a tantas novidades que estão chegando. E torcer para que todas as coisas que me fizeram felizes na minha estadia paulista tragam muita felicidade para outras pessoas em outras casas.

E no fundo, por mais apavorada que eu esteja, também estou esperançosa. São Paulo foi muito boa comigo, me deu muito, mas muito mais do que eu pedi quando cheguei em 2010. Me deu um cachorro, um filho, uma casa e MUITOS amigos que eu quero que continuem na minha vida para sempre. Não estou pedindo muito para Nova York. Não vou com a ilusão do american dream, não espero o glamour que todos os filmes e séries pintam (adoraria ter um pouco, mas não espero! rs), não espero badalação. Estou pedindo para a Big Apple exatamente o que eu pedi para São Paulo: felicidade, tranquilidade e sabedoria. Acho que rola ter meu pedido atendido, né?

Por favor, seja boa comigo, NY. Juro que prometo não me incomodar com seu vento de inverno que embaraça TODO o meu cabelo que nem Tangle Teezer resolve rsrs

Por favor, seja boa comigo, NY. Juro que prometo não me incomodar com seu vento encanado de inverno que embaraça TODO o meu cabelo de uma forma que nem Tangle Teezer resolve rsrs

Em breve vou contando mais sobre a mudança, sobre a nova vida e sobre Nova York. Vocês curtem esse assunto por aqui?? Por enquanto só quero que me desejem sorte! A energia do (f)uti tem poder que eu sei! :)

Beijos!

Quem já morou ou ainda mora por aí, por favor, fala comigo! Estou precisando conversar! rs

30
mar
2016

Book do dia: Depois de Você, de Jojo Moyes

Book do dia, comportamento

Quando eu fiquei sabendo que “Como eu era antes de você” (quem não viu, aqui tem a minha resenha e a resenha da Jô) iria ganhar uma continuação, fiquei curiosíssima. Apesar de ter gostado de todos os livros que a Jojo Moyes já fez até agora, o único que me deu a impressão de ter terminado com muitas questões no ar e que me deixou com vontade de saber o que aconteceu com alguns personagens - principalmente a Lou, que eu amei! - foi esse.

O único problema é que eu não conseguirei falar sobre Depois de Você sem dar spoilers. Aliás, a própria sinopse é um spoilerzão ambulante. Então, quem ainda não leu “Como eu era” e não quer saber o que acontece, é melhor parar por aqui e deixar para ler depois!

depois-de-vc

Quem leu e quer saber do que se trata “Depois de você”, a sinopse é a seguinte: Em Depois de você, Lou ainda não superou a perda de Will. Morando em um flat em Londres, ela trabalha como garçonete em um pub no aeroporto. Certo dia, após beber muito, Lou cai do terraço. O terrível acidente a obriga voltar para a casa de sua família, mas também a permite conhecer Sam Fielding, um paramédico cujo trabalho é lidar com a vida e a morte, a única pessoa que parece capaz de compreendê-la.
Ao se recuperar, Lou sabe que precisa dar uma guinada na própria história e acaba entrando para um grupo de terapia de luto. Os membros compartilham sabedoria, risadas, frustrações e biscoitos horrorosos, além de a incentivarem a investir em Sam. Tudo parece começar a se encaixar, quando alguém do passado de Will surge e atrapalha os planos de Lou, levando-a a um futuro totalmente diferente.

Bem, preciso admitir com o coração apertado que esse livro foi uma decepção. Ainda acho que vale a leitura, mas foi bem decepcionante, provavelmente porque eu fui com muita sede ao pote devido às expectativas altas por causa de “Como eu era”.

A história de Lou e Will me encantou, me emocionou, me fez refletir, chorar e sorrir. Quando vi que “Depois de você” falaria sobre a forma que Lou tentou se reerguer depois que Will morreu, achei que Jojo viria com uma história incrível de superação misturada com o charme e a leveza de uma chick lit que só ela sabe fazer, e não foi isso que eu encontrei.

Eu achei “Depois de você” uma história rasa, em vários momentos fiquei com a impressão que os editores amaram o sucesso do primeiro livro, viram potencial$$$ na continuação e convenceram Jojo a fazê-lo antes da estreia do filme, que acontece em junho desse ano. O resultado foi um livro meio bobo, cheio de clichês, tentativas de histórias que poderiam ser mais bem desenvolvidas e uma Lou que não me cativou tanto quanto no primeiro livro.

Apesar da decepção, eu ainda recomendo a leitura, ainda mais sabendo que tenho tantas leitoras que também são fãs da Jojo e que me introduziram a vários livros da autora. Podem ler, mas comecem sabendo que esse está longe de ser um dos melhores.

E quem já leu, teve a mesma impressão??

Beijos!

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