Já não é a primeira vez que batemos na tecla de que está cada vez mais difícil ter uma marca aqui no Brasil. Nesse pouco tempo que trabalhamos dentro desse mercado já vimos muitas marcas passando dificuldades e até mesmo fechando.
Por isso, quando esse tipo de notícia aparece nem ficamos mais surpreendidas. Até semana passada, quando nos deparamos com essa materia onde o diretor de logística da Zara desabafou que o Brasil é o país mais difícil do mundo para se fazer negócios.
Fizeram uma comparação entre os preços daqui e dos produtos na Espanha e encontraram diferenças que variam entre 11% e 76%(!!!!). Não é à toa que volta e meia a Zara passa por loja de luxo por aqui.
Se para o grupo Inditex - multinacional presente em vários lugares do mundo, um verdadeiro case de sucesso que nem precisa de propaganda para vender – tá difícil, imaginem só como não tá para as marcas independentes que tentam fazer negócios aqui no Brasil….
2 – O enterro dos absurdos
Precisávamos falar que essa foi a campanha mais gênia que vimos nos últimos tempos! A escolha do “personagem” foi perfeita, a atuação dele também, todo mundo xingou, todo mundo comentou e no fim, temos certeza que várias pessoas amaram tanto quanto a gente.
Pra quem não entendeu esse parágrafo, a história foi a seguinte: Semana passada, Chiquinho Scarpa resolveu fazer alocka e postar nas suas redes sociais que iria enterrar seu Bentley no jardim de sua casa.
Tirou fotos da cova, do carro do lado da cova e, quando recebeu críticas de que a cova era muito menor que o carro, ainda tirou uma foto dirigindo uma escavadeira.
Justo na hora do enterro, eis que o mistério é revelado: ele estava fazendo uma campanha para que as pessoas se tornem doadoras de orgãos.
Genial!
3 – O vipinho e o vipão
Durante o último fim de semana de Rock in Rio rolou uma polêmica em torno da lista vip da Heineken, dizendo que a promoter Carol Sampaio e sua equipe dividiram a lista vip em vipão e vipinho de acordo com o grau da fama dos convidados e seus retornos de mídia, você poder ler mais detalhes aqui.
Segundo a assessoria, os sufixos estão relacionados aos locais onde estavam organizando os famosos. O Vipinho era o espaço próprio da Heineken e o Vipão era o camarote do próprio Rock in Rio, bem maior que o primeiro (o que faz todo sentido com a palavra local escrita em cima na lista, né?)
A Lela Gomes já trabalhou na equipe da Carol Sampaio e resolveu dar sua opinião aqui sobre o assunto que, obviamente, é bem mais coerente e menos sensacionalista do que o ponto de vista da imprensa, que deve ter adorado esse bafão inesperado.
Mesmo sabendo que tudo não passou de um mal entendido e que não aconteceu distinção entre os convidados, e se essa diferença realmente existisse? Como se ninguém soubesse que qualquer celebridade tem seus altos e baixos, né? Discussão boba! ZzzZ
Na verdade, o maior babado do Rock in Rio foi esse que saiu no Leo Dias, ó:
Semana passada o instagram do Morumbi Shopping postou a seguinte foto:
Óbvio que copiamos a foto e postamos no nosso insta (@futilidades) e ficamos chocadas com a quantidade de comentários, foram mais de 100! A gente sabia que a mulherada tava louca que a Forever 21 chegasse logo, mas não imaginava que a loucura era tanta! rs
Nós gostamos da notícia mas estamos preferindo esperar a inauguração para ver se é motivo de empolgação mesmo ou não. Pra começo de conversa, a Forever nunca foi a nossa loja preferida. Depois, todo mundo já sabe que a qualidade das peças da F21 são pra lá de questionáveis, mas o preço lá fora é tão bom que muita gente acha que compensa. O problema vai ser se a marca chegar aqui com preços de Zara ou Topshop, que já não são baratas mas que têm alguma qualidade.
A fofoca que rola é que a próxima a chegar vai ser a H&M. Cadê Urban Outfitters??
2 - Insta Fashion
Outro dia estávamos num papo sobre como as revistas de moda estão alterando alguns recursos em suas linhas editoriais para se aproximarem das leitoras, criando um meio termo entre as publicações mensais e os blogs.
Enquanto a revista do mês que vem não chega às bancas, as redes sociais estão aí para entreter os leitores que esperam a nova edição. A Vogue America resolveu pegar esse conceito e mesclar com o que já vemos em suas páginas e criou um editorial inspirado no Instagram e com fotos tiradas do Iphone do fotógrafo Michael O’Neal. E não é que ficou bem legal? Para ver as outras fotos, é só clicar aqui!
Depois do tópico acima, mais um ponto para Anna Wintour, que cancelou a capa de dezembro com Miley Cyrus após sua apresentação no VMA.
O mais engraçado é que quando lemos essa notícia, na hora achamos um absurdo. O pouco que sabemos da Miley estava nos agradando, apesar do choque inicial quando ela cortou os cabelos, nós estávamos curtindo seu estilo mais rebelde.
O problema é que passou do ponto. Depois da notícia da capa da Vogue, resolvemos dar uma procurada no que a Miley está fazendo e parece que nem ela sabe o que quer da vida. Miley embarcou numa vibe “sou adulta, xô Hannah Montana, quero ser sexy” e perdeu a mão. Agora tudo que ela faz tem que ser pelada, lambendo algo (aliás, o que é o excesso de línguas na apresentação do VMA?) ou se esfregando em algo ou alguém (isso que a gente ama funk e estamos acostumadas com coreografias vulgares!). E nada disso seria problema se não soasse tão forçado, como se ela estivesse fazendo um esforço fora do comum para tirar a imagem da menininha inocente que era estrela da Disney há pouquíssimo tempo atrás (fica a dica, Miley: você canta bem, suas últimas músicas são ótimas, seu estilo estava legal, ninguém mais lembrava da Hannah Montana, você não precisa disso).
No fim das contas, acabamos concordando com o posicionamento de Anna Wintour. Para nós, o motivo do cancelamento tá longe de ser a apresentação do VMA e tem tudo a ver com o fato de Miley estar cheia de atitude mas sem nenhuma personalidade!
ahhh, e como a Carrie pagava seus Manolo Blahnik e Louboutin mesmo? Com uma coluna semanal no jornal? Boa pergunta, Garance!
Semana passada a Ale Garattoni compartilhou em sua fanpage esse texto que a Garance Doré escreveu sobre “as outras garotas”. Sabe quando você lê algo e concorda com cada linha, cada vírgula? Então, foi isso que aconteceu!
Ela começou a reflexão por causa uma polêmica que surgiu em um vídeo que ela postou onde ela almoçava com as amigas e, na hora da sobremesa, todas brincavam se valia mesmo a pena comer aquela “bomba calórica” justamente em época de fashion week. Mesmo postando um momento “real” (afinal, quem nunca teve essa conversa à mesa, não é mesmo?), ela ouviu várias criticas de que o video depreciava as mulheres, impunha a magreza e afins.
A partir daí, Garance começou a falar seu ponto de vista, sobre como existem muito mais mulheres que precisam se privar de uma sobremesa para não engordar do que aquelas que dizem que comem hamburguer todo dia e não ganham 1 grama na balança (ou então as que dizem que comem, mas na verdade se privam mais do que as que são sinceras! rs). E daí a reflexão foi para o mundo da moda, os blogs e como tudo isso está se tornando tão inacessível, distante e irreal. Claro que resumimos muito, mas dá pra ler em inglês aqui!
É engraçado notar que esse tipo de coisa não é pontual e acontece por aqui há um tempo, e sempre achamos muito contraditório. Ao mesmo tempo em que lemos comentários raivosos de que tudo está muito distante da realidade, vemos que os perfis mais acessados sempre são os mais inatingíveis.
Nada contra, adoramos nos encantar com certas coisas mais aspiracionais e fora do nosso alcance. Porém, estamos num momento onde procuramos nos inspirar em meninas reais com dicas legais, seja de estilo de vida, viagens, moda ou beleza. Sabemos que elas estão por aí, já acompanhamos algumas mas queremos mais! Alguma dica?
2 - Tattoo e moda, combinam? (dqf da Carla)
Resolvi fazer esse tópico sozinha porque a Jô não teve tempo de entender o que aconteceu.
Tudo começou com esse post do Te Dou um Dado um pouco agressivo demais para o meu gosto. Olha que eu amo o blog, acesso diariamente e sei que as meninas têm uma pegada mais curta e grossa. Porém, achei curta e grossa demais.
Logo depois, comecei a ver várias pessoas na minha timeline, em grupos do Facebook, e grupos de e-mail falando sobre o video. A maioria achou ridículo comparar tatuagem com um acessório de moda e várias outras pessoas tinham a mesma opinião que eu: esse video não é para quem pensa anos na sua tatuagem, se preocupa com o desenho, com o tatuador, etc.
Olha que eu sou do time que pensou para fazer cada traço (tenho 3), escolheu a dedo o tatuador e o desenho. Mas já teve uma época (e dou graças ao meu pai, que me proibiu! hehe) que eu quis fazer estrelas, fadas e tribais e, sim, essas eram tatuagens da moda. Mesmo não acompanhando mais esse tipo de “tendência”, eu entendo para quem a Ju está falando porque eu já fui essa pessoa e eu já ouvi(e tive, mea culpa!)as mesmas dúvidas!
De todas as opiniões que eu ouvi, uma que eu tive que concordar é que se for para falar com um público mais jovem, como parece ser o caso, a abordagem realmente não está das melhores e banaliza algo que é para a vida toda, que tem que ser pensado e repensado para evitar arrependimentos (e eles ainda podem acontecer!).
Mesmo assim, ainda não entendi o motivo de tanta polêmica. Alguém explica?
3- Demos o que falar…
Semana passada contamos aqui que entramos para o Fhits e os comentários se dividiram. Vários eram de parabéns, alguns decepcionados, a grande maioria nos dando um voto de confiança e torcendo muito para que o blog não mude. Algumas meninas, inclusive, acharam interessante que o Fhits tenha procurado blogs com conteúdos mais diferentes dos blogs que já estão na rede (como o Starving e Futilish, que foram mencionados em vários comentários).
Em meio a tudo isso ficamos REALIZADAS ao ver a quantidade de leitoras queridas que percebem nossos diferenciais. É mágico ver que vocês notam tudo: os textos reflexivos e/ou polêmicos, o posicionamento, nossas experiências, nosso cuidado em dar atenção às leitoras, enfim, tudo!
Aliás, duas leitoras (muito queridas) nos disseram que o nosso post teria de aparecer no DQF e até então não sabíamos qual seria o gancho para esse tema estar aqui. Depois de conversarmos muito, resolvemos esclarecer alguns pontos mais mencionados nos comentários, afinal, não queremos que nenhuma leitora entenda algo errado. Ainda mais com uma semana de moda internacional por vir!
1) look do dia: Há dois meses resolvemos por em prática uma das sugestões que mais se repetiram na pesquisa que fizemos em fevereiro aqui no blog: ver mais looks nossos(que até então apareciam mais no Insta ou Dujour!), com uma pegada mais real, menos montada, com peças repetidas e etc. Desde então estamos tentando fazer um look do dia por semana, mas é claro que com algum evento ou situação que encaixe esse tipo de pauta, nós iremos aproveitar!
2) quantidade de publieditoriais. Nos últimos meses passamos uma temporada de “vacas anoréxicas” (para nosso desespero, afinal não diminuímos a “carga horária de trabalho” no futi nem nos nossos trabalhos paralelos), mas Deus é pai, o período de seca ficou pra trás (assim esperamos!) e fechamos vários trabalhos e projetos antes de entrarmos pro Fhits. Isso não significa que iremos parar com nosso conteúdo. Ao contrário, estamos nos esforçando para planejar ainda mais posts diferentes. Reflexões estão surgindo com frequência, os books do dia também, sem falar nos outros posts de sempre sobre beleza, moda e afins.
O que vocês precisam saber sobre publieditoriais? Para continuarmos dedicando nossas horas de trabalho ao (f)uti, precisamos sim de anunciantes, parceiros, patrocinadores e por aí vai. Mas, assim como antes do Fhits, podemos decidir quais clientes combinam mais conosco e com nossa linha editorial. As tais publicações devem ser de algo que consumimos, acreditamos, consumiríamos(as vezes não conhecemos antes da marca nos procurar) ou apenas de cunho informativo, sempre dentro do contexto de alguma das categorias do blog. Tudo que fazemos por aqui é devidamente sinalizado, vocês já sabem (se não sabem, é só clicar aqui). E todos os publis são marcados com esse bannerzinho:
Agora teremos também novos marcadores (eles ficam embaixo do título do post!) :
- Fhits: para tudo que for proveniente da rede, que poderá ser um convite, um evento ou uma experiência. Também pode rolar publiposts, que serão marcados juntamente com a nossa já antiga categoria de “publieditorial”. - Fhits Shops: vai funcionar da mesma forma que os afiliados. - Patrocinadores: que bancam a estrutura de viagens, QG’s e afins.
O último caso acima será o que vai acontecer conosco no fim dessa semana. O (f)uti vai cobrir uma fashion week internacional e o Fhits vai nos proporcionar várias coisas legais juntamente com os patrocinadores que estarão envolvidos na nossa viagem (vale falar que alguns patrocinadores não serão os mesmos, irão variar de blog para blog). Todos os posts relacionados à viagem terão esse banner:
Ela incluirá experiências das mais diversas: vários looks (planejados com carinho, como sempre), eventos especiais e ações exclusivas. Além disso o blog também contará com a tag que a gente ama fazer: Trip tips! Serão diferentes dicas do destino, muito com o nosso olhar.
Pensamos muito e por enquanto, achamos que essa é a melhor forma de lidar com tudo de novo que está por vir. Alguém tem alguma sugestão?