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22
set
2015

Gravidez: as quebras de expectativas

Gravidez

Como eu já disse algumas vezes, com a novela que passamos com o Jack meu maior aprendizado foi saber quebrar minhas expectativas. Esse foi um processo que acabou me deixando um pouco mais pé no chão, mais realista, um pouco fria talvez, mas mais prática. Acho que hoje eu perco menos tempo lamentando o leite derramado e, ao invés disso, prefiro arrumar uma solução para tirá-lo do chão.

Quando eu estava muito confortável com esse meu “novo eu”….pá! Fiquei grávida, justamente um dos momentos mais cheios de expectativas na vida de qualquer pessoa, até mesmo daquela que, como eu, nunca havia parado para planejar como essa fase seria.

Ao longo desses 6 meses, eu tenho me surpreendido de várias formas e quebrando várias expectativas que eu nem sabia que tinha. Imagino que até Janeiro eu ainda vá quebrar outras tantas, mas por enquanto, resolvi dividir algumas com vocês:

Eu achava que meus cabelos ficariam incríveis. Já ouvi tanta gente falando que grávidas ficam com cabelos maravilhosos, que eles crescem absurdamente e ficam macios e brilhosos que eu passei a acreditar inconscientemente. Nada de muito diferente aconteceu comigo nesse quesito, e hoje eu agradeço, afinal, também fiquei sabendo de vários casos de grávidas que os cabelos começaram a cair muito mais. Nem 8 nem 80 por aqui.

Eu achava que minha pele ficaria maravilhosa! Em compensação, aconteceu o contrário comigo em relação à minha pele. Eu, que nunca fui de ter espinhas, comecei a ter várias internas no queixo e algumas nas bochechas. Sem contar as rosáceas, que voltaram com tudo por um período! Como eu ando numa fase de agradecer as coisas boas, pelo menos não tive melasma, reclamaçãozinha bem frequente. (e por favor, ninguém me conta que só surge depois do 7o. mês ou algo assim, hein…hahaha). Mas eu sei que boa parte disso é culpa minha, que não tomei vergonha na cara e dei um jeito de ir na minha dermatologista. Minha desculpa é que ela fica no Rio. :/

Eu jurava que a essa altura do campeonato, a gravidez já estaria perceptível. Mesmo eu tendo essa mania de só usar roupa larga, o que dificulta a identificação, eu jurava que lá pelo 5o. mês eu já estaria ostentando uma discreta barriguinha inconfundível de gravidez. Bem, estou no 6o. e diria que minha barriga está mais para um bebê hamburguer do que para um bebê real. Mas tá tudo bem e ele tá crescendo direitinho apesar de não querer aparecer! rs

16 semanas| 23 semanas, ainda não tirei nenhuma por agora, mas de roupa ainda não dá para ver direito! rs

Falando em quilinhos, achei que engordaria mais até agora. Por mais que eu tenha botado na cabeça desde o começo que eu não gostaria de engordar muito mais de 10kg durante esses meses, e por mais que eu não tenha caído na história de comer por dois, fiquei surpresa comigo mesma. Até mês passado (sexta eu dou o update aqui rs), eu tinha engordado apenas 3 quilos. Sei que é a partir de agora que os tais quilos a mais aparecem, mas sabendo que me mantive “na linha” até o presente momento, fico mais tranquila para o que está por vir!

Jurava que minha maior dificuldade durante esses meses seria a falta de bebida! Eu comecei a beber bebidas alcoólicas bem tarde, com 24 anos mais ou menos, e desde então, vinho branco e caipivodka eram presenças constantes na minha vida. Sábados, domingos, feriados, jantares no meio da semana, férias….Sem contar aqueles dias mais complicados que praticamente pediam uma tacinha de vinho depois das 7 da noite. Quando descobri que estava grávida, jurava que ia sentir muita falta desse hábito, mas foi muito mais fácil do que eu pensava, parece que o corpo já sabe, né? Claro que tem dias e situações que uma bebida faz muita falta, mas não preciso fazer nenhum esforço para resistir a nada.

E eu tinha certeza que seria manteiga derretida. Eu tenho no meu histórico maluquices como chorar no final de Branca de Neve (porque ela deixou os 7 anões para morar com o príncipe, em vez de levar todos para o castelo) e Pocahontas. Se a TPM me deixava mais sensível, jurava que a gravidez iria fazer com que eu virasse aquele tipo de pessoa que não pode ver comercial fofo sem cair no choro. Nada aconteceu e acho que nesse período eu só chorei em Divertida Mente, mas é porque ele me fez lembrar uma grande amiga que tinha depressão e não teve um final feliz. Acho que eu choraria em qualquer condição.

Foto da semana passada!

Também achava que não seria tão ativa. Eu sempre fui de fazer academia pelo menos 4 vezes por semana, mas sei lá porque eu jurava que grávidas tinham várias restrições, principalmente spinning e musculação que são as principais atividades que eu pratico. Gravidez não é doença, mas não costumo ver muitas grávidas praticando exercícios, e achava que eu teria que parar também. Bem, meu médico não só perguntou se eu fazia academia, como me deu sinal verde para continuar fazendo musculação (um pouco mais leve, claro) e só me pediu para trocar o spinning por caminhada ou transport.

Tinha certeza que eu reconheceria o primeiro movimento! Essa expectativa quebrada, para mim, foi a mais decepcionante! Desde a 17a. semana meu médico falou que eu poderia sentir alguma coisa, mas que depois da 20a. seria muito mais fácil de reconhecer. Passou a 17a., a 18a., a 19a., a 20a., e eu de fato comecei a sentir algumas coisas, mas tinha certeza que era meu estômago, meu intestino, qualquer coisa, menos o bebê. Fui procurar na internet - coisa que ando evitando - o que eu deveria esperar sentir e teve gente falando que pareciam borboletas no estômago, outras que associavam a um frio na barriga, mas todas dizendo que era inconfundível. Pois bem, eu confundi.

Acho que por enquanto é só! E vocês? Quais expectativas foram quebradas? Quero saber de todas! :)

Beijos!

10
set
2015

Gravidez: tentando evitar as estrias

Beleza, Gravidez, pele

Acho que toda mulher, grávida ou não grávida, já deve ter se deparado com algumas fotos de estrias enormes e super visíveis que foram causadas pelo aumento da barriga. Eu sempre encarei essas imagens como verdadeiros pesadelos, não vou mentir.

É até engraçada essa minha reação, afinal, eu tenho algumas nos flancos, entre as coxas e nos seios que eu sei que estão lá, eu vejo todos os dias, mas não chegam a me incomodar e nunca incomodaram. Não sei mesmo porque eu tenho esse nervoso todo especial com estrias de gravidez, mas algo me diz que tem a ver com o fato de que para prevení-las eu tenho que fazer algo que eu detesto: incluir cremes na rotina.

Amo esfoliantes, amo óleos de banho e afins, mas tenho um bloqueio descomunal com hidratantes e cremes. Adoro o cheiro e a textura de vários, tem vezes que eles são a única solução para as épocas ressecadas de São Paulo, mas a verdade é que eu tenho muita, muita preguiça de usá-los diariamente e sou bem indisciplinada nesse quesito.

Então, acredito que todo esse meu pavor com estrias de gravidez é exatamente esse beco sem saída: ou eu passo os cremes religiosamente todos os dias ou eu corro o risco de ficar com as marcas das fotos que me assombram (ok, sei que pode ser um exagero meu, mas…). Bem, fico com a primeira opção, né?

No momento, estou variando entre 4 produto que estou gostando bastante:

O creme anti estrias da Mustela foi uma das minhas primeiras aquisições porque mesmo não sendo leitora desse universo, eu sabia que essa marca era a mais indicada. Comecei a usar logo depois que eu descobri, quando eu tava com umas 5 semanas. Gostei dele porque praticamente não tem cheiro e seca bem rápido, o que adiciona uns 283812920 pontos na minha escala de amor. Depois que eu contei para todo mundo, várias amigas que tiveram filhos me disseram que continuam usando. É super hidratante, tanto que se eu passo à noite e tomo banho pela manhã, dá para sentir o produto saindo com a água (mas ele não meleca nada depois de seco). A embalagem grande durou cerca de 2 meses comigo e a menor dura cerca de um mês, 40 dias se eu for bem econômica. Acho a durabilidade boa, mas o preço não é dos mais amigos. Quando fui para Miami, muita gente me falou para comprar lá e fazer estoque, mas sinceramente, não vi vantagem nenhuma! Enquanto aqui eu encontro a versão de 250 ml por volta de R$175, lá eu encontrei por US$46 dólares (ou seja, algo em torno de R$175) - sem as taxas. Também estou usando o creme especial para os seios da marca, mas ainda não tenho opinião muito bem formada!

A Emulsão Auxiliar de Prevenção de Estrias da Natura Mamãe & Bebê foi um presente da marca que veio em ótima hora - quando meu outro creme anti estrias acabou! rs Resolvi experimentar para ver se gostava e acabei aprovando, mas mesmo assim ele não substituiu o da Mustela. Hoje eu costumo usar o da Natura apenas à noite pois ele possui uma leve fragrância, que é leve e gostosinha, mas fiquei com medo que interferisse com meus perfumes. É bem hidratante, seca rápido e tem uma textura macia, sem contar que o preço é bem melhor: R$56,60 por 200 ml.

Outro produto que tenho usado diariamente é o óleo de banho hidratante com amêndoas da L’Occitane, que descobri enquanto lia as dicas da Ale Garattoni. Por eu amar produtos específicos para banho, eu comprei sabendo que o sucesso era certo e realmente gostei. O cheiro é bem leve e some após o banho, a sensação quando o óleo entra em contato com a água é uma delícia, já que ele fica super cremoso e fácil de espalhar. Minha única reclamação é que quando eu estou me secando, fico com a impressão que não passei nada, mas o durante é tão gostoso e relaxante que eu ignoro rs. Quando fui comprar, achei o preço salgadinho - R$122 por 250 ml (ou R$192 por 500) - mas mudei de ideia quando vi que já tem mais de um mês e ele ainda não chegou nem na metade!

Por último, o sal esfoliante de lavanda da Bio Extratus! Falei dele em Maio e ele continua firme e forte por aqui. Ele não é feito para evitar estrias, mas de todos os esfoliantes que eu já usei, esse é um dos poucos que além de deixar a pele bem lisinha, também deixa ela visivelmente mais hidratada. Como hidratação é a palavra chave para evitar estrias, resolvi incluir ele nessa minha listinha! Deixo o sal esfoliante para meus banhos relaxantes de fim de semana e, nesse dia, eu costumo substituir o óleo de banho! Ele custa em torno de R$40 e é desses produtos que duram uma eternidade.

E vocês? Quais produtos para hidratar a região e evitar as estrias vocês usam ou usaram? Mais algum que vale a pena eu conhecer?

Beijos

2
set
2015

Moda: gravidez estilosa e sem restrições, por favor

Gravidez, Moda

Vou confessar para vocês, eu estava meio que fugindo desse post. O motivo? Depois que eu comecei a pesquisar sobre o assunto, fui me deparando com vários looks que não poderiam ser menos a minha cara, ou que não correspondem à minha futura realidade de mãe de um filho capricorniano que nascerá no auge do verão brasileiro. Fiquei um pouco desesperada achando que teria que mudar o meu estilo para algo que eu realmente não me identifico.

Para piorar, eu não sou muito fã de vestidinhos super fofos e femininos que tenham elástico embaixo do peito (trauma de quem já teve peito grande, gente, destaca horrores!), não consigo gostar de nada com cinto acima da barriga e não sou muito fã da modelagem império, justamente a que dizem ser ideal para grávidas. Entenderam minha sinuca de bico?

O mais engraçado é que eu sempre fui fã das modelagens soltinhas, quem acompanha os looks que eu posto sabe. As vezes eu até curto mudar um pouco e brincar com shapes mais justos, mas a verdade é que nem sempre eu me sinto bem com roupas coladas no corpo. E aí, vou ler dicas de estilo para essa fase e o que costumam dizer? Roupas amplas não são ideais porque não evidenciam a barriga e podem fazer com que você pareça gorda, e não grávida.

Só sei que depois de ler essas coisas, resolvi não dar ouvidos (ou seriam olhos?) pra nada e meu plano é seguir apenas uma regra: vestir o que eu me sentir bem. Claro que é muito fácil falar isso ainda cabendo em praticamente tudo do meu armário, mas preciso admitir que planejo seguir essa minha auto regrinha à risca. Se eu parecer a grávida de Taubaté, paciência, se eu parecer a Kourtney Kardashian toda sexy, que bom, e se eu olhar no espelho e gostar do que estou vendo, esse é o objetivo! Já é uma fase tão cheia de restrições que acho injusto que a moda seja restritiva também. Posso estar sendo otimista ou utópica demais, mas só sei que eu gostaria de usar esse período para encarar a minha relação com as minhas roupas como um desafio.

Por enquanto, eu só fico nessas referências que eu separei e que ilustram esse post, mas acredito que vocês, leitoras que são mães ou amigas de mães que foram estilosas durante a gravidez, podem me ajudar compartilhando dicas. Me ajudem?

Beijos!

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