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2
jan
2012

Nossos Looks de Ano Novo!

Looks, Moda

Que tal um look duplo para começar 2012 muito bem? Nós duas passamos a virada do ano separadas em diferentes comemorações. A Ca foi a uma festa super legal e Ipanema e a Jô passou na Barra, na casa de um casal de amigos.

O look da Ca ficou lindo, uma aposta perfeita para uma festa com a cara do Rio de Janeiro.

Blusa Zara | Short Animale | Anel Raphael Falci | Sapato Schutz

Já no ano novo da Jô rolou um jantar (com muitos drinks). Ela passou com mais dois casais de amigos na Barra da Tijuca, então a escolha era mais esporte, ainda sim bem verão.

Blusa Basthianna | Short Jeans Le Lis Blanc | Espadrille Schutz

De certa forma os brilhos não faltaram em nenhum dos dois looks! ;)

Nós duas queremos aproveitar para desejar novamente um 2012 maravilhoso para todas vocês, nossas leitoras, que deixam esse espaço sempre mais especial! Sem vocês o sucesso do (f)uti não existiria e nada teria a mesma graça!

Para vocês nós desejamos um 2012 muito Feliz e aproveitamos para lembrar que fizemos uma retrospectiva vale a pena ler de novo super caprichada!

Obrigada por todas as manifestações de carinho com o nosso blog. Desejamos a vocês (de coração) um ano de muita saúde, sucesso e felicidade! :)

Beijos para todas

Ca & Jô

10
abr
2015

Trip Tips: Intercâmbio na Disney!

Estados Unidos, Trip tips, Viagem

Esse é um trip tips diferente e bem especial porque…foi feito por uma leitora!! (dancinha, dancinha, dancinha!). A gente já falou que adora quando vocês participam e interagem, né? Mas a gente repete de novo, porque gostamos mesmo! Quando a Ana Paula comentou no post dos segredos da Disney que tinha trabalhado lá, na hora trocamos e-mail e pedimos para ela dividir essa experiência com a gente - e com vocês também!

Olá querida(s), tudo bem? O post de hoje é um pouco diferente do que vocês estão acostumados por aqui. Meu nome é Ana Paula Costa, tenho 23 anos e vim aqui a pedido da Carla e da Joana pra contar um pouquinho da minha experiência de intercâmbio de trabalho em Orlando, mais especificamente em Walt Disney World de novembro de 2014 até janeiro de 2015.

Minha graduação no final do programa, com o meu diploma e meus chefes hehe

O International College Program, ou ICP como é chamado por nós, é um programa de intercâmbio para estudantes universitários trabalharem na Disney e tem um período de duração de quase 3 meses, com durações variadas de novembro à fevereiro. Eu optei por tentar esse intercâmbio pelo motivo de querer uma experiência no exterior mas que ao mesmo tempo não precisasse parar a faculdade. Para poder participar do processo, você deve atender alguns pré-requisitos que você pode conferir no site da STB, a empresa que faz toda a ligação do Walt Disney World com os candidatos no Brasil.

Sobre o processo seletivo, ele se divide em duas fases com palestras e entrevistas em inglês, a primeira com o staff do STB e a segunda diretamente com recrutadores da Disney. Ano passado a primeira fase ocorreu em 5 estados e a segunda apenas em São Paulo. Eu, que moro em Brasília, tive que viajar as duas vezes para poder participar, então isso é um pouco que deve ser levado também em consideração.

Após todo esse perrengue, se aprovado, você recebe um e-mail lindo da Disney com um Congratulations! Depois de aprovado, começa uma correria de visto, seguros, documentos que a Disney pede pra ficar tudo pronto antes do embarque! Lembrando que como é um intercâmbio de trabalho, o visto de turismo não é válido! O visto usado é o J1 e é emitido pela própria Walt Disney World, que envia um documento (DS2019) para ser levado ao consulado.

Antes de mais nada devemos lembrar que a Disney, acima de tudo, é uma empresa e que tudo deve funcionar da melhor maneira possível. Então recebemos salário (9 dólares a hora, com no mínimo 30h semanais), temos horários para chegar e sair, não podemos faltar por qualquer motivo e, acima de tudo, devemos ter um compromisso com o nosso trabalho. Para mim ver a Disney funcionando como empresa foi algo que nunca esquecerei e com certeza levarei pra a vida e sei que como futura arquiteta poderei aplicar os fundamentos da Disney no meu trabalho.

 

É na Disney University que recebemos aulas, treinamentos antes de começar a trabalhar. Fica do ladinho do Magic Kingdom mas o acesso infelizmente é restrito. Um dos lugares mais legais que já fui.

A Disney oferece alguns cargos - chamados por nós como roles - para trabalho por lá. Como tudo no programa, a escolha final não é sua. Quando você é aprovado recebe uma job offer com a sua data e role determinada por eles, então fica a seu critério aceitar ou não. Eu caí na data do dia 17/ novembro até 23/ janeiro. Não vou especificar sobre cada role para não me estender muito, mas é fácil encontrar mais informações sobre na internet. Cada uma possui seus prós e contras e na entrevista você escolhe sua ordem de preferência e cabe ao seu recrutador dar a palavra final.

A minha role foi Merchandise no parque Disney’s Hollywood Studios. Sua work location também é escolhida pela Disney e você pode trabalhar em um dos quatro parques temáticos, nos resorts ou no Downtown Disney. Eu dei sorte de cair no meu parque favorito e pude aproveitar o Studios todo dia.

No parque que eu trabalhava, quando o Sorcerer’s Hat ainda existia (eles retiraram ele em janeiro/feveiro de 2015)

Tá, o que eu fazia lá? Merchan é uma das roles mais tranquilas em relação às outras. É basicamente trabalhar em lojas, operar caixas registradoras e atender clientes. Acredito que já esteja subentendido que a Disney exige um inglês de intermediário a avançado, certo? Se você conseguir se comunicar, compreender ordens, atender bem os guests - como chamamos os visitantes do complexo - e resolver certos problemas tá tudo certo.

Para quem não sabe, o padrão Disney de atendimento ao cliente é referência no mundo inteiro, existem n livros sobre ele e para isso recebemos treinamento pesado para manter esse padrão e fazer com que os guests possam ter a melhor experiência possível, afinal, existem famílias que economizam por anos para poder visitar a WDW e realizar seu sonho.

Sunset Boulervard um dos lugares que eu trabalhava, minha work location querida

Agora falando um pouco da parte difícil do trabalho, não existe rotina e a gente rala MUITO. Cada semana você recebe um cronograma diferente e com horários variados. Eu trabalhava em média umas 10 horas por dia, e isso incluía Natal e Ano Novo, que eu trabalhei até quase 4h da manhã, que tal?

Então, o trabalho é super puxado mas pelo menos pra mim valeu muito a pena. Tive contato com pessoas do mundo todo e trabalhei com pessoas incríveis que tornaram minha experiência ainda melhor. Fora isso, eu sempre fechava parque, o que quer dizer que ficava no mínimo duas horas a mais por lá deixando tudo pronto para que no dia seguinte, estivesse tudo certinho. Tive semanas que abri e fechei o parque em dias seguidos, o que quer dizer muitas horas de trabalho e pouca de sono, mas quem disse que fui lá pra dormir?

Falando em dormir, explicarei rapidamente sobre a moradia lá. A Disney possui quatro condomínios para os seus funcionários, maioria são pessoas mais novas que tem trabalho temporário de até 1 ano por lá. Os condomínios são fechados, com segurança e tem alugueis cobrados do nosso salário semanalmente e podemos morar em várias configurações de apartamento. O meu eram três quartos com seis pessoas. Morei com quatro americanas e uma brasileira e foi demais, pude viver bem o american experience do tipo colocar máscara de pepino no rosto, decorar a casa com meias de natal enquanto a gente assistia Grinch.

Eu morei em um condomínio que se chamava Vista Way (o mais antigo e amado deles) e do lado da minha casa tinha: Wendy’s, Chicken Fill-A, Walgreens (❤), Applebees, Starbucks, Dunkin Donuts, Dollar Tree etc - tudo isso à pé, o que pra gente, que não tinha carro, era uma grande facilidade. E o nosso transporte para o trabalho é uma linha de ônibus exclusiva da Disney, chamada Transtar.

Trabalhando na Once Upon a Time durante o Natal, era dia 24 de dezembro! Fiquei triste que eles só comemoram dia 25 mas eu desejava Feliz Natal do mesmo jeito hahaha

É óbvio que como cast member - nome que a Disney usa para seus funcionários, afinal, fazemos parte de um show - nós tínhamos alguns privilégios! E um deles é poder visitar os parques sempre que não estivéssemos trabalhando. Poder conhecer cada pedacinho dos parques, visitar minhas atrações favoritas, assistir as paradas e aos fogos sempre que podia é algo que pra mim era maravilhoso e eu aproveitava sempre que podia, já que sou viciada em parque é já tinha visitado a Disney 3 vezes antes de trabalhar por lá.

intercambio-disney-6

dia de day off visitando meu chefe no trabalho hehe das maravilhas de ser cast member :)

Além de tudo, a melhor parte do ICP foram as amizades que pude fazer por lá. Fiz amigos de todos os lugares do País e hoje já tenho meu coração espalhado em cada um das cinco regiões! Dizem que durante o programa conhecemos nossos novos amigos de infância e é bem isso. Imagina morar perto dos seus melhores amigos por três meses? É incrível e viramos uma família mesmo, já que as datas comemorativas que geralmente passamos com a família como o Natal, passamos com eles e passam a ter um novo significado.

Indico o ICP para quem é flexível e é aberto a novas experiências, pois como já disse, todas as palavras finais são deles e pode acontecer de você cair em algo que você não gostaria tanto. Pra mim foi a melhor experiência da minha vida, se pudesse faria tudo de novo e morro de saudades todos os dias.

Dia da Graduation, que é a nossa formatura! Essa é uma parte de todos os brasileiros que foram em 14/15

Se alguém quiser saber mais sobre o programa, na internet e no próprio site do STB tem informações mais completas e específicas como os valores e entrevistas (eu devorei livros e sites antes das entrevistas). Para quem ficou curioso, no meu Instagram tem muita foto do meu ICP, @costaaninha, dá pra ver mais ou menos como era meu dia a dia por lá. Também fiz um vídeo mostrando mais do meu programa, pra quem se interessar, o link é esse:

Espero que vocês tenham gostado um pouco de saber da minha experiência e que quando visitarem o Walt Disney World lembrem de mim e procurem os brasileiros que tenho certeza que terão prazer de ajudá-los! Have a magical day! :)

Ps: Quem, assim como a Ana, tiver uma experiência legal (não precisa ser só de viagem, não, hein!) para compartilhar, fala com a gente! Adoraríamos ver mais dicas de vocês por aqui!

 

2
abr
2015

Novário 4: Habemus DIU de cobre

Lifestyle, Saúde

Vocês lembram que eu estava na dúvida se iria ou não por o DIU? Depois desse post tomei minha decisão final. Semana passada foi uma semana mega intensa, mas segunda-feira eu consegui horário para por meu DIU e cheguei na ginecologista com as pernas bambas, MUITO tensa e com muito medo, mesmo tendo sido relativamente bem acalmada.

Eu optei por colocar o DIU no consultório devido à minha agenda, já que não tinha como parar tudo para fazer sedação e afins. Combinamos que iríamos fazer no hospital se não desse mesmo para fazer, afinal, a saúde vem sempre em primeiro lugar.

Para ler os outros posts: Parte 1, Parte 2 e Parte 3.

Na hora que estava tudo encaminhado, o DIU que eu levei “entrava aberto” e por isso a Helena ficou preocupada. Eu já estava vendo o episódio cair por terra quando eu tive a ideia de perguntar se ela tinha o “T” de cobre tradicional, uma alternativa que já tinha sido conversada. Ela tinha um de tamanho compatível e só tive tempo de respirar e mandar um “vamos lá”. Se eu pensasse muito, provavelmente chegaria perto de desistir.

Ela anestesiou, organizou a entrada e para isso, tivemos uma primeira “dor”, depois chegou a hora de colocar oficialmente e pronto, a segunda “dor”. Na verdade ambas “dores” não foram oficialmente DORES, foram mais dois incômodos fortes, e eu aguentei bem até. Achei que seria muito pior, mas acho válido lembrar que eu sou bem tolerante para dores. Terminamos a consulta, fizemos uma ultra normal e vimos que aparentemente tudo estava perfeito.

Da hora que eu coloquei até a hora de dormir, eu senti muita cólica. Foi um dia inteirinho de desconforto, que só era aliviado por gotinhas de Buscopan Composto de tempos em tempos. Sempre respeitando todos os horários da medicação que a médica passou, claro. Não fiz nenhum movimento sem falar com ela.

Foram exatamente 24 horas de incômodo. Em nenhum momento a cólica foi mortal, mas foi chatinha. Bem chatinha. Eu tive que tomar o remédio exatamente de acordo com a posologia. Eu sabia que essa chatura poderia demorar 3 dias, mas para minha sorte, demorou apenas um dia intenso. Eu, que nunca tive cólica, não amei, mas aguentei bem.

Quanto ao sangramento, tive vários escapes, mas nada de outro mundo, um sangramento 100% sob controle.

Agora eu tenho que fazer a ultrassonografia transvaginal para ver se está tudo no lugar, se eu não expeli meu novo amigo (acredito que não) e por fim, poder começar a ver como vai ser.

Enquanto isso, sigo ansiosa para fazer a outra ultra, que deve ser mês que vem, para saber se a metformina está funcionando para o SOP, como contei na parte dois dessa novela dos ovários.

Como já contei aqui, minha pele não está sendo muito fácil, mas minha dermatologista está me ajudando muito com a LIP (luz pulsada) mais fraca de efeito antiinflamatório e com a limpeza de pele, fora tudo que estou usando em casa. Os ciclos estão se repetindo o tempo todo, começa com pele boa -> pele média -> pele ruim -> pele boa. Digamos que estamos cuidando de tudo de pertinho e vendo quais serão as próximas decisões para lidar com essa minha pele oleosa e em crise.

Vou atualizando vocês de tudo. Agora é torcer para o DIU estar no lugar.

Ah! Vale lembrar para quem acompanhou que eu fiquei doente semana passada que nada tinha a ver com o DIU. Tive apenas uma faringite e, pelo visto, uma pequena falta de sorte por tudo ter acontecido na mesma semana (o bom é que já passou e eu saí ilesa dessa! rs)

Qualquer novidade eu atualizo por aqui, mas seja o que Deus quiser. Tomara que eu me adapte a essa nova fase.

Beijos

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