1
jul
2016

Batom escuro: espelho mágico

Beleza, Make-up

Se na outra semana contei sobre mais um batom de uso diário chamado Floresta Encantada, hoje vou falar de outro que gosto de usar à noite ou com uma maquiagem muito específica, o Espelho Mágico. Ele também da coleção do Pausa para Feminices da T.Blogs.

ppf

montagem do Pausa Para Feminices

O batom Espelho Mágico, como o nome já sugere, é inspirado nas vilãs dos contos de fadas. Ele possui aquela textura da moda que tem finalização marte com acabamento metálico. É basicamente um batom líquido matte com adição de pigmentos brilhantes (além dos pigmentos cremosos sem brilho).” Disse a Bruna do PPF.

Ela resenhou melhor do que ninguém o batom que ela mesma criou, para ver o post no Pausa para Feminices é só clicar aqui. No post dá para ver o quanto o batom se encaixa bem tanto nas peles mais claras quanto nas mais escuras - as negras ficam lindas nele, assim como as loiras! Ele também foi uma dica que a Mandy do Starving me deu e eu amei.


Achei essa cor chique, poderosa e daquelas que podem ser usadas com uma maquiagem super simples. O resultado final fica muito especial porque ele rouba a cena.


Em mim ele durou bastante, quando eu como alguma coisa com mais gordura eu preciso retocar, mas isso acontece com todo batom escuro que eu uso na vida. Aliás, eu me apaixono com pouca frequência por batons escuros, por isso vejo ainda mais motivos para fazer este post. Minha única dica é passar com cuidado pra não borrar, mas não tem mistério nisso.

O Espelho Mágico pode ser comprado junto dom o Floresta Encantada e o Hermione pra aproveitar o frete! :)

Beijos

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30
jun
2016

Look da Cá: tudo branco e um pontinho vermelho

Looks, Moda

Outro dia eu dei um pulinho em Manhattan com a minha mãe e estava um típico dia gostoso, isso é, sol mas com um ventinho refrescante. E se no look passado eu fui toda de verde porque estava evitando cair na tentação do estilo gótica suave no verão, dessa vez foi muito fácil. Olhei para o céu azul e na hora me deu vontade de sair toda de branco!

Uma camiseta básica, uma calça rasgadona e pronto, fui bater perna! Eu já até postei esse look no instagram, mas gostei tanto dele que quis postar aqui também, tá?

Camiseta L’Usine | Calça Eva | Bolsa Coach | Óculos Ray Ban | Sandália Dumond

Quase botei uma bolsa preta, mas achei que uma bolsa vermelha seria mais interessante. Essa se chama Small Borough da Coach, mas ultimamente só tenho visto a versão grande dela para vender. Uma pena, porque essa pequenininha é praticidade pura!

Ela tem 3 compartimentos, é fininha, levinha e cabe o básico: celular, dinheiro (inclusive tem espaço especial para cartões), documentos, maquiagem e chave de casa. Acho que para andar o dia inteiro com uma criança, ela é perfeita. E ponto extra porque como ela é toda organizadinha, não acontece de você jogar algo dentro e perder. Quem achar pra vender, compra sem medo!

Acho que a calça toda rasgadona também ajuda a dar mais um toque de personalidade no look, não acham?

Enfim, esse é o típico look simplão que eu adoro, achei que valia a pena dividir! <3 E aqui por perto tem tantas paredes grafitadas que nem dá vontade de sair com um look cheio de informação! hehe Curtiram?

Beijos!

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30
jun
2016

Caindo em queda livre

crônicas, Lifestyle

Quando dois corpos quaisquer de mesmo peso mas características diferentes são abandonados no ar, caindo da mesma altura, podemos dizer que o tempo de queda para ambos será o mesmo. Independente das questões individuais de cada um, eles chegarão juntos ao chão. É uma questão de física, de ciência.

Quando escolhemos nos envolver com a outra pessoa, nosso subconsciente espera que o sentimento seja correspondido. A verdade é que gostar de alguém e descobrir que esse sentimento é recíproco é das coisas mais emocionantes que poderemos viver. Para mim, aquele momento específico em que você decide se jogar em uma história de amor tem exatamente essa ideia de que você pulou em queda livre sem ver o chão, rumando ao desconhecido e levando consigo expectativas de grandes emoções a serem vividas com o outro corpo que cai - ou que a gente espera que também esteja caindo.

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Os riscos que parecem muitos, são poucos. Se ambos pularem ao mesmo tempo, chegarão juntos. O grande problema acontece quando apenas uma das partes toma a coragem de se envolver e de pular.

É nesse contexto que começaram os problemas dela. Talvez seus traumas também existissem, talvez eles também pudessem ser reincidentes, mas até aquele momento, Ana nunca pôde ser chamada de covarde. Quando viu que estava envolvida naquele relacionamento, ela colocou seus medos no silencioso, respirou fundo e se jogou da ponte.

Ela percebeu o que havia acontecido quando já estava há algum tempo descendo. Ela tinha pulado sozinha. O mais grave nessa história é que ela só havia pulado depois de ter sido muito incentivada por ele. E ela só pulou porque pensou que ele havia pulado antes, mas no último segundo, os medos dele o impediram de se jogar junto com ela.

Enquanto ela caía, resolveu pensar em como amortecer sua queda livre e descobriu que teria que ser forte. Provavelmente chegaria no chão com algumas partes quebradas mas independente disso não poderia deixar de seguir em frente. Mais do que nunca, ela teria que ser forte. Mesmo com o coração angustiado, doendo e com medo da queda, ela não conseguia deixar de pensar que queria ser forte por ele também, queria ter conseguido chama-lo a tempo, talvez puxado suas mãos. Ela já estava no ar quando viu a cara dele lá no alto, parado, com medo.

Ela, que nunca pôde ser chamada de covarde, ficou pela primeira vez em muito tempo sem coragem e sem forças. Justo quando parecia que os dois estavam dispostos a mergulhar rumo a uma vida juntos, ele preferiu dar passos pra trás e fingir que nada havia acontecido. Ele olhou para baixo do precipício, desistiu e ela não poderia ignorar isso, não dessa vez.

Ana sabia que ele valia a pena. Ela concordava que ambos pareciam combinar, ele é uma pessoa singular e em pouquíssimo tempo eles se tornaram dois clichês dignos de novela das seis. Mas de que adiantava serem tão fora dos padrões? De que adiantou serem tão diferentes? O final foi tão comum, tão igual.

Hoje, Ana preferiu se resguardar, ficar em repouso e dar tempo ao tempo para se recuperar. Hoje ela não pula, mas sabe que provavelmente em um futuro próximo ela fará de novo. Tem gente que acha que insistir nos pulos é burrice, mas ela não encara dessa forma. Pode machucar, pode doer, pode demorar para se recuperar, mas dificilmente não valerá a pena quando você finalmente achar aquela pessoa que pulará contigo rumo à eternidade.

Esse texto pertence a tag de crônicas do blog | Joana Cannabrava

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Conforme contamos aqui, a tag de crônicas não tem nenhuma obrigação de refletir histórias verdadeiras, nossas ou recentes. Ela é inspirada em sentimentos reais e muitas vezes floreada com a imaginação.
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