Há algumas semanas fui num evento de lançamento da kiehl’s. Conversei com a minha dermatologista Vanessa Metz e resolvemos que eu iria usar o lançamento de lá pra cá. A indicação do produto é uso diário, mas quem tem a pele oleosa como eu poderia alternar. Eu estava preparada pra usar esse concentrado de forma alternada, algo em torno de 3 vezes por semana, mas acabei mudando de ideia.
No primeiro dia em que usei o “daily reviving concentrate” já achei que o rosto ficou com mais viço, gostei da textura e do cheiro. No dia seguinte fiquei com vontade de testar de novo e assim vim fazendo, usando diariamente. Sempre tive muita resistência a usar produtos durante o dia, com esse eu não tenho nenhuma.
Durante essas semanas eu não tive acne, não tive oleosidade maior que o normal e minha pele ficou com mais viço mesmo. A carinha de cansada demora mais a aparecer. Claro que o clima de outono-inverno pode estar ajudando a não melecar em nada. Se no verão minha pele der qualquer revertério irei passar a alternar o uso e ver no que dá. No entanto agora não me vejo interrompendo o uso dele. Minha pele anda sendo elogiada e acho que um dos fatores de sucesso é esse concentrado, além de todos os tratamentos na clínica e cuidados especiais que eu tenho, devido ao histórico que muitos de vocês já conhecem.
O que o produto promete entregar? O que ele tem de especial?
Pele radiante e rejuvenescida durante todo o dia.
Fortalecer a barreira da pele contra os agressores diários (poluição, fadiga, estresse).
Proteção antioxidante com um mix de óleos naturais poderosos. Contém Óleo de Gengibre, Óleo de semente Girassol e Óleo de Tamanu, para manter a pele revigorada e energizada da manhã à noite.
100% natural, livre de óleos minerais, livre de parabenos, não comedogênico, fórmula não acneica.
Como usar?
Pressionando levemente algumas gotas em toda face (eu uso duas) com um movimento circular ascendente (as vezes esqueço dessa parte) . Sempre evitando a área dos olhos. Ele deve ser usado após um serum, mas como não uso nada de manhã, só lavo o rosto, aplico as duas gotas e depois o protetor. Depois, apenas depois, eu aplico a maquiagem.
A marca diz que para obter o melhor resultado é legal casar o tratamento com o Midnight Recovery Concentrate à noite. Por isso eu já encomendei o produto.
Eu estou usando, gostando e pretendo seguir o tratamento com esse lançamento. :)
Alguém mais está usando e gostando? Se sim divida a experiência com a gente!
Acabaram os dias de sombra, rede, água fresca, banho de mar, amigos e loucuras pré casamento. Durante esse tempo em Fortaleza, aproveitei uma volta que demos na praia de Iracema no fim da tarde pra fazer fotos de mais um look daqueles meus que vocês já sabem como são.
Quem me acompanha no insta e no snap sabe que nunca deixo de levar essa terceira peça nas minhas viagens, ô coisa versátil. Aqui no blog já postei ela nesse look numa vinícola em Punta Del Este. Dá pra ver que é possível usar na piscina, num look de fim de tarde, na praia ou mesmo passeando por aí. Tapa os braços, faz um estilo e deixa qualquer look simples um pouco mais interessante.
Comprei ela numa loja chamada MAVI em Istambul. É uma espécie de fast fashion turca que é fera nos jeans. Minha mãe me disse pra não comprar, toda vez que uso eu lembro que valeu muito a pena não ter ouvido o conselho dela nesse caso. Eu uso tanto que esse item já se pagou faz tempo.
camiseta: Topshop | 3ª peça: Mavi Turquia | short Maria Filó
bolsa Zadig & Voltaire | sapato: Cavage | óculos Miu Miu
Recentemente a Carla postou o dela nesse look de inverno carioca que eu amei, mais na vibe do meu de Nova Iorque. A cor dela é a indigo e a minha é a fendi, duas que já estão esgotadas no site da Cavage. Mesmo assim ainda tem várias cores, vale dar uma olhada! Eu recomendo esse sapato de olhos muito fechados, nunca usei tanto uma alpargata. O tipo de produto que pode não ser dos mais baratos mas tem uma durabilidade que compensa muito!
Eu amei as fotos, achei que deu pra sentir a vibe desse dia bom. Adoro essa luz do fim da tarde. Só posso agradecer a mordomia de ter o Lucas, que é fotógrafo lá em Berlim, comigo nesse dia.
Fotos: Lucas Pinheiro | Fique Peixe | fotógrafo em Berlim
Acho que pela primeira vez na história desse blog fui para um filme entrando em um terreno desconhecido. É, eu não li o livro da Jojo Moyes… Inclusive evitei ler as resenhas da Ca e da Jô, quando soube que o livro iria ser adaptado para uma versão cinematográfica. Eu queria ter a minha versão da história mas entrei naquela sala de cinema simplesmente carregando o peso de saber que esse foi o livro mais recomendado e talvez mais comentado aqui. As luzes se apagarem e o rosto de Will, interpretado por Sam Clafin de Jogos Vorazes, aparecer na tela que esqueci completamente qualquer compromisso que não fosse acompanhar a história verdadeiramente apaixonante daquele homem lindo, que estreia no dia 16 de junho nos cinemas brasileiros.
Filmes da Sil: Como Eu Era Antes de Você
Antes que as pessoas que conhecem a história e a polêmica me achem louca por dizer que a saga de Will é apaixonante, é melhor eu me explicar: personagens bem construídos e, no caso, bem interpretados, te envolvem e te emocionam. Will é uma das “pessoas” que tem crescimento e que não importa o que façam, seu carisma irá fazer com que você torça por ele. E é por isso que eu me apaixonei por Will, entendi e apoiei sua jornada.
O elenco - e incluo aqui Emilia Clarke, que não curto muito como Daenerys em Game of Thrones, mas funcionou como Lou, a protagonista desse filme - é excelente. Os fãs de seriados vão delirar: Brendan Coyle - o Sr. Bates de Downtown Abbey - como pai de Lou; Charles Dance - o Tywin Lannister, também de GoT - como pai de Will; Jenna Coleman - de Dr. Who - como a irmã de Lou; e, claro, Matthew Lewis - também conhecido como Neville Longbottom de Harry Potter - como Patrick, namorado de Lou. E fiquem de olho em Stephen Peacocke como Nathan! ;)
O filme, conta a história de Lou, uma menina sem muitos talentos que após perder seu emprego como garçonete vai trabalhar como cuidadora - na verdade, ela mais faz companhia - para Will. Tetraplégico, após ter sofrido um acidente dois anos antes, Will só mantém o movimento do polegar. Sua imunidade também não é mais a mesma, pois seu corpo não funciona normalmente.
Apesar das incapacidades físicas, ele continua com a mente brilhante e afiada de antes do acidente, ou seja, os maiores prazeres que lhe restam são as lembranças de como era sua vida antes do acidente, e assistir alguns DVDs, quando a dor lhe permite. Lou aceita o emprego, na sua inocência, achando que como uma boa “Mary Poppins” - a história aqui se passa em uma cidadezinha da Inglaterra - tudo se resolve com uma boa xícara de chá; mas nós sabemos que algumas dores são mais complicadas. O filme não adoça nenhuma situação, na minha opinião, e sim, me fez chorar.
Eu chorei no fim do filme, mas porque me lembrei de algo que não estava ligado diretamente a história. Pelo contrário, a cena final me deixou emocionada - cheia de uma emoção pura. Me lembrei da minha viagem no início do ano com o Erick quando fomos a Paris e colocamos nosso cadeado na Pont Nuef. Foi o último dia da nossa viagem, e eu saí do cinema desejando por mais viagens e momentos especiais para lembrar no futuro. Especialmente com aquela trilha sonora - aliás, fazia tempo que uma trilha sonora não me deixava com vontade de correr para a loja, comprar o CD e ficar ouvindo sem parar! - que te faz viajar literalmente. <3
*******************Eu recomendo que quem não leu o livro, ou não queira ler spoiler, não leia daqui para baixo****************************************
Muito se discutiu sobre o título do livro, pelo que andei lendo na internet: está rolando uma polêmica forte sobre o filme ser um desfavor para os deficientes físicos. Uma das opiniões que eu li seria que o título seria como a Lou era antes de conhecer o Will. Confesso que depois de ver o filme e da parte onde ele diz que não é um homem inteiro como gostaria de ser para ela - perto do final - acredito que o título é na verdade sobre o Will.
Também li e ouvi muita reclamação sobre a questão da morte assistida, escolha que o personagem faz. Algumas pessoas acreditam que o livro faz apologia à ideia de que é preferível morrer a ser um deficiente e levar uma vida incompleta ou ser um peso na vida das pessoas que o amam, enquanto na verdade seria possível uma vida normal com deficiências físicas. Acho que nesse caso, uma frase dita me marcou: “Não se pode ajudar uma pessoa que não quer ser ajudada”. Eu me perguntei: e se ele jogasse a cadeira de um penhasco? Isso seria mais aceitável para essas pessoas que estão criticando?
Will viveu dois anos pela mãe, ou pelo menos foi isso que eu interpretei da história, mas sua condição não melhorou. Ele se apaixonou por Lou e viveu intensamente aqueles últimos meses ao lado dela. Ela trouxe o máximo de normalidade possível para a vida dele, e eu acredito que ele foi feliz com ela. Mas como disse aqui, no filme nada é adoçado (imagina que no livro também não): Will sabe que sua vida é frágil e por amar Lou, ele decide que não vai mudar sua decisão porque ela acredita em “arco íris” e finais felizes. Ele sabe o quão ínfimo é o tempo de felicidade deles e ele quer ser a Paris dela, ser uma lembrança feliz mesmo que mesmo curta, seja duradora e importante.
E é por isso que o filme me fez chorar, eu me lembrei de que é sempre triste perder alguém que a gente ama, mesmo que seja uma avó, ou uma tia, e eu perdi duas ano passado. Mas na carta final de Will para Lou ele diz que ele sempre estará com ela, em tudo o que ela fizer. E é isso que eu acredito: todos aqueles que nós amamos e que são importantes para a gente estão na nossa memória e sempre nos acompanharão.
*************************Fim dos Spoilers ****************************
Para nós, que estamos de fora, não nos cabe julgar a escolha de cada um. Devemos aproveitar cada momento com as pessoas que gostamos e lembrarmos deles com carinho. E se gostamos mesmo de alguém, o nosso maior trabalho como “cuidadores” é dar o apoio que aquela pessoa necessita e o amor incondicional que ela precisa, independente das escolhas dela.
No máximo podemos dar nossas opiniões com cuidado, mas julgar quem você ama é correr o risco de perder alguém por não aceitar aquela pessoa. E felizmente Lou percebe isso a tempo de aproveitar o amor de Will. Porque sim, o filme é uma história onde duas pessoas se apaixonam igualmente e ensinam uma à outra sobre a vida, mesmo que seja passageira…