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7
nov
2014

Trip Tips (do amor): Hotel Unique

Brasil, Fhits, parceria, Viagem

Acho que já faz um tempo que não escrevo um Trip Tips tão apaixonado! A verdade é que eu amo escrever sobre experiências de viagem e sempre aprendo coisas novas a cada vez que entro no avião. Cada embarque e cada destino me trazem algo novo, desta vez, minha já tão conhecida São Paulo foi quem me despertou novas sensações.

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Durante essa semana realizei uma vontade enorme, fiquei hospedada no Unique, hotel dos sonhos que eu ouso dizer ser um dos mais incríveis do Brasil. O Fhits sempre faz nossos QGs de SPFW no hotel, e por causa disso, eu já estava mais do que familiarizada com a suíte presidencial e a estrutura do hotel. Sem falar no restaurante Skye, que conheci em 2012, quando a gente ainda nem pensava em fazer parte da rede.

espaco-fhits-unique espaco-QGespaco-qg-fhits-2Essas fotos são do QG do Fhits na suíte presidencial, a decoração é do SUPER Roni Vieira, um decorador que vale o click. Ele fez toda a diferença nessa edição.

Já mostrei o espaço do Fhits durante a semana de moda, agora chegou a hora de eu contar para vocês um pouco mais sobre a minha experiência com o hotel, com meu quarto e com toda a estrutura que tive por aqui.

Sempre quis ficar nesse hotel, e mesmo com as mais altas expectativas eu consegui amar a estadia mais do que eu imaginava ser possível. Essas são as mais sinceras palavras de uma carioca que se apaixonou por um cantinho de SP de forma muito especial - e olha que eu já tenho um canto pra lá de especial na cidade, a casa da Ca!

Pelo o que eu já pude perceber com minhas experiências em hotéis na cidade é que a maioria é muito igual, pouco acrescentam algo de único e sempre fazem com que as pessoas se sintam em qualquer lugar do Brasil. O Unique não. Tudo começa com a arquitetura diferenciada, com o prédio mais ousado da cidade e a estrutura mais diferente possível.

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Deixando a questão do visual visto de fora de lado, o hotel tem um dos restaurantes com vista mais legais de São Paulo (se não o mais legal). O Skye e sua piscina são pontos que valem visitar, inclusive quem não está hospedado. A primeira vez que fui, fiquei encantada com os arredores, com os prédios e a beleza urbana que eu não imaginava que existia na capital “workaholic” mais cinzenta do país.

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A decoração da entrada, a estrutura dos quartos e as janelas de escotilhas eram apenas mais elementos que chamavam minha atenção. Eu nutri a vontade de ficar nesse hotel por achar que tanta coisa junta criava algo tão moderno e diferente que trazia o espírito da cidade para um lugar sofisticado, urbano e único.

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detalhe

banheiroNa prática, adorei o tamanho do meu quarto, sem contar que é possível aproveitar a vista da cama, ou mesmo da banheira, a divisão do quarto com o banheiro é móvel e permite que até relaxando seja possível aproveitar o espaço.

O café da manhã foi uma modalidade que eu só experimentei do quarto, confesso que não fui tomar com a linda vista do Skye por estar sempre na correria e no cansaço, então, por pelo menos 3 dias seguidos, pedi a refeição no quarto e foi um luxo. Um verdadeiro banquete com pães maravilhosos e os mais variados detalhes, foi uma das coisas que eu mais adorei no hotel.

cafe-da-manha cafe-da-manhã-2De tudo, a maior surpresa foi o serviço. Precisei de ajuda com um detalhe e a equipe veio me socorrer. Um dia eu literalmente fiz a Cinderella e consegui perder um par do meu sapato. Como não tinha príncipe, precisei achar o pé desaparecido com a maior urgência e um santo funcionário do hotel desvendou o mistério e achou onde tinha ido parar o par (embaixo da cama, para quem ficou curiosa rs).

Por volta das 18/19h, todos os dias, recebíamos uma água e um doce de cortesia no quarto, isso foi outra delicadeza impressionante. A verdade é que o atendimento tão especial fez toda a diferença na minha estadia, minha roomie Cony (do Futilish) também foi fator decisivo para a alegria que eu tive nesses dias.

Se eu pudesse escolher, ficaria sempre no Unique. Achei que o hotel consegue misturar luxo, design, sofisticação, vista, simpatia e atenção como nenhum outro na cidade de São Paulo.

Eu nunca imaginei que diria isso, mas achei um lugar melhor que a casa da Cá aqui em SP. Até hoje até os bons hotéis onde fiquei tinham menos estrutura e conforto que o quarto de hóspedes da casa da Carla. Foi a primeira vez que gostei de não ter ficado lá (desculpa, amiga!).

Não sou uma pessoa deslumbrada, mas esse hotel ajuda com que a gente viva dias mais mágicos! Quem estiver de viagem marcada para cá, não deixe o biquini em casa, a piscina do terraço é imperdível, claro que com a correria de trabalho em que eu estive não pude desfrutar desse detalhe. E quem mora na cidade, pode fazer como alguns casais de amigos que conhecemos, que aproveitaram um aniversário de namoro/casamento para passarem o fim de semana longe da rotina e no maior conforto possível (todos amaram a experiência!).

Para quem se interessou, o site do hotel fica aqui e dá para espiar mais fotos por lá.

Obrigada, São Paulo e Unique por me receberem tão bem nessa semana de moda, valeu muito a pena.

Beijos

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3
nov
2014

Deu o que falar…

Deu o Que Falar

Hoje nossa tag entra um pouco mais cedo por motivos de SPFW! Estaremos cheias de coisas para fazer, muitos looks para postar e mais ativas ainda no instagram, mas não poderíamos deixar de postar nossa tag queridinha, né? Sem contar que essa semana que passou teve polêmica para se discutir por semanas! rs Então vamos lá!

1 - Blogueiras graduadas

Lá pelo meio da semana, a internet explodiu com a notícia de que agora existe uma faculdade para blogueiras. Tudo começou com o post que a Helena fez contando sobre a graduação de Midias Digitais que agora faz parte da grade de cursos oferecidos pela Belas Artes.

blogueira-faculdadeNão conseguimos deixar de rir com a piada, confessamos. rs

A gente entendeu o motivo de tanto auê e concordamos que foi um prato cheio para quem adora pensar que blogueira é um bicho meio burro, com uma vida que só tem espaço para luxo e glamour e que vive para enganar as leitoras/seguidoras/fãs. Até existem alguns exemplares que se encaixam nessa categoria, mas que bom que não são todas, né? rs

Assim que ficamos sabendo da tal graduação, corremos no site da Belas Artes para ver do que se tratava e, ao contrário do que esperávamos depois de tantos comentários, nos deparamos com um curso bem legal, com coordenação de uma professora super elogiada (Carol Garcia, da Anhembi Morumbi), e que ao contrário do que se pensa, não é só para blogueiras, e sim para qualquer pessoa que queira trabalhar com mídias digitais.

Só para deixar mais claro, essa é uma graduação de curta duração, ou seja, são 2 anos e, pelo menos na nossa visão, ela será mais bem aproveitada se você já tiver feito outra faculdade. De preferência, algo complementar como Comunicação, Design, até mesmo Moda.

Uma pausa para uma historinha: Há 4 anos atrás, eu, Carla, comecei a trabalhar com mídias digitais e, na época, quase não havia curso sobre esse assunto, e os poucos que tinham, eram de curtíssima duração. Muita gente aprendeu as coisas meio “na marra”, e eu fui uma delas. Quando resolvi fazer pós, acabei optando por Marketing de Moda, achando que seria o mais adequado à fase que eu estava vivendo (ou seja, blog + produtora de conteúdo de mídias sociais para uma marca de moda) e fiquei bem frustrada quando tive 2 meses de aulas de marketing digital contra quase 5 meses de aula de TI. Só contei essa historinha para falar que, se existisse um curso com a grade curricular do “curso das blogueiras” na época que eu fiz minha pós, eu provavelmente optaria por ele (e acho se fosse rolar algum arrependimento, acho que não me arrependeria tanto quanto me arrependi com a minha pós).

A gente sabe que tudo que tem “blogueira” do lado já tem meio caminho andado para alguma piada pronta, e não julgamos esse pré-conceito, mas nesse caso específico, achamos que dá para se ater apenas na parte de “midias digitais” e dar uma olhada. O relacionamento com o consumidor está cada vez mais online, e esse é o tipo de profissão que só tende a crescer. Quanto mais cursos nessa área tiver, melhor!

2 - A etiqueta da discórdia

E lá vai a Reserva se meter em mais uma confusão! Dessa vez, por causa de uma etiqueta. Essa aqui, para sermos mais específicas:

etiqueta-reservaMuita gente encarou a história de dar a roupa para a mãe lavar como uma ideia machista que deve ser abolida, enquanto outras pessoas acham que o politicamente correto está matando o humor. Segundo a marca, essa mensagem nada mais é que uma forma de ressaltar o cuidado especial que as mães sempre tiveram (mas também dá para interpretar que o dono da peça é um mimado que não sabe fazer as coisas sozinho, né?).

Sinceramente, a gente realmente entende quem se incomodou e viu machismo nisso. De fato, essa história de que mãe lava e passa e pai que vive fora trabalhando é um conceito antigo de uma sociedade machista. Ao mesmo tempo, a gente não consegue se ofender tanto porque nós sabemos que grande parte da nossa geração provavelmente não vai ter filhos que vão pensar que as mães que têm que cozinhar e lavar as roupas. Nós não fomos criadas para sermos donas de casa, isso é apenas uma das inúmeras opções que temos pela frente.

Outro motivo que fez com que a gente não se irritasse com a etiqueta é que a história de não saber lavar roupas não é exclusiva dos homens. A gente brincou com a ideia do moleque mimado, mas a verdade é que muitas mulheres também veem a máquina de lavar roupas como um bicho de sete cabeças que vai manchar sua peça preferida ou encolher aquela camiseta novinha (quem nunca?). Nós já que tivemos que pedir socorro às nossas mães e, no caso dessa etiqueta, a carapuça serviu tanto que não tivemos como achar engraçadinha.

No caso, nós achamos que ao invés de ficar xingando muito pelo Facebook, é muito mais efetivo você começar a ensinar seus filhos essas tarefas domésticas, desde novinhos. Desse jeito, daqui a alguns anos, essa etiqueta não terá a mínima referência para ser engraçada.

Em tempo, essa brincadeira não é original da Reserva. A versão em inglês dela já pipoca há tempos pelo Pinterest e até então nunca tinha dado problema.

1828b30b53229940332ae73524931e8aA gente sabe que tem muita gente que pensa diferente sobre esse tema, e está todo mundo mais que bem vindo para debater esse assunto!

3 - Da série: bizarrices do Facebook

Depois da história da noiva revoltada porque os padrinhos “só” poderiam dar um presente de R$500, agora nos deparamos com a grávida que vende testes positivos de gravidez para quem quiser “segurar o homem”.

1653492_852556138118612_6732239533396152055_nDe verdade, essa história é tão absurda que nem temos muito o que falar. Será que tem quem compre? Se tiver, a pessoa é meio Amy, de Garota Exemplar, né?

30
out
2014

Sexo: prazer é uma via de mão dupla (ou pelo menos deveria ser)

Lifestyle, Reflexões, Variadas (f)utilidades

Hoje o tema vai ser bem diferente do habitual. Confesso que queria muito escrever sobre ele para as leitoras de sempre, mas ao mesmo tempo tinha medo de escrevê-lo para o fantástico mundo da internet e suas tribos radicais. Os “forasteiros” não conhecem nosso perfil e nem mesmo nossos valores como você que vem sempre aqui. Como eu queria falar desse assunto para você, leitora (e leitor) deste blog, vou ignorar qualquer clima de tensão que o assunto possa trazer.

Neste post vou falar de um assunto que nunca apareceu por aqui antes: sexo. Não sou leviana e sei exatamente a faixa etária de quem lê o blog, 95% das leitoras têm mais de 18 anos e, por isso, me sinto confortável para compartilhar com vocês uma matéria muito polêmica que chamou a minha atenção.

Graças à Nuta, eu li a seguinte estatística no Bolsa de Mulher : 1 em cada 3 homens tem nojo de fazer sexo oral nas mulheres, a matéria está na integra aqui. Logo na chamada, a matéria enumera que enquanto 78% das mulheres faz sexo oral nos seus parceiros, 56% dos homens não se sentem confortáveis de fazê-lo nas suas parceiras. Pelo que posso imaginar, a pesquisa só levou em conta casais heterossexuais.

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Quando eu li o post no facebook da Nuta, escrevi que estava chocada. Dias se passaram e eu continuo chocada. Primeiro fiquei impressionada com a discrepância dos percentuais, depois fiquei embasbacada com as diferentes reações que eu não esperava ler. Alguns homens chamavam essa “turma do nojo” de gays, outros defendiam o direito de não ter vontade, só sei que ambos os polos da questão foram intensos.

Primeiramente acho que pode acontecer de MULHERES e HOMENS terem nojo de tal modalidade, não acho que seja o padrão, mas acho que sempre vão existir diferentes exceções, e vai caber a cada casal impor seu limite. Acredito que ninguém deva ser obrigado ou induzido a fazer o que não deseja, muito menos em um momento que é para ser legal, para relaxar. O que não dá é o cara abusar do amor daquela mulher para “conseguir” o que só ele quer, e vice versa.

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O que mais me chamou atenção nesse caso é a diferença entre os sexos. A margem de “pessoas que têm nojo” deveria ser a mesma, afinal, pode acontecer com os dois. Me desculpem, mas para mim essa é a chave da questão: a diferença. Como já disse, acho “ok” a pessoa não curtir algo, de verdade, mas vamos combinar que não vivemos num mundo onde pênis são feitos de chocolate e vaginas de tamarindo, não é mesmo? No fundo, tudo é meio estranho, mas um estranho que pode ser bom e pode fazer bem ao casal.

Eu já mudei de opinião sobre o que eu acho de “receber sexo oral”, hoje eu acho ótimo e, honestamente, me sinto feliz de ter um namorado que se preocupa com essa parte. Quando li o texto, fiquei com pena das mulheres que estão com caras que têm nojo de fazer isso e eu sei que pena não é um sentimento saudável. Depois me ocorreu que se o boicote vier dos dois lados, é mais fácil de entender. De um lado só me soa “sexismo” e isso não parece legal, pelo menos não do meu ponto de vista.

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Hoje tenho uma vida sexual bem resolvida. Como demorei bem mais que a média do país para começar essa vida, eu confesso que no início ela foi meio turbulenta, por isso, sempre busquei situações nas quais eu me sentisse à vontade, foram poucas mas boas em sua maioria. Há 5 anos eu venho descobrindo coisas novas com o namorado, afinal, todo casal tem diversas fases.

Justamente por me sentir bem resolvida, eu me sinto confortável de compartilhar com vocês este estranhamento. Acho que pode ser super normal uma mulher não gostar de receber essa categoria de sexo, ou mesmo em alguns casos o parceiro querer mais do que a mulher, mas ao ler os argumentos da matéria - sugiro que vocês façam o mesmo! - eu fiquei com vontade de escrever para o mundo: Amiga, se esse é seu caso, converse com ele, com seu terapeuta ou sua melhor amiga. Não se permita passar por uma situação desagradável sem dividir com alguém que você confia.

É muito importante alinhar expectativas em uma vida a dois, eu diria que é fundamental.

Todos nós precisamos falar sobre sexualidade em algum momento, é na troca que ficamos mais lúcidas (os) e nos sentimos mais à vontade para falar do que gostamos, do que queremos ou esperamos.

Cada dia que passa eu converso mais com o Gu, me dou a liberdade de perguntar certas coisas, responder outras, experimentar lingeries ou brincadeiras. Sempre respeitando o nosso universo, os meus limites e os dele, (no nosso caso) com muito amor. Sem contar as doses de bom humor e amizade, que são sempre bem vindas! Assim, aos poucos, a gente vai desmistificando esse “bicho papão” que é o sexo.

E eu só posso desejar que mais homens se aventurem para satisfazer suas parceiras, afinal, muitas delas já dão o seu melhor, nada mais honesto do que esperar o mesmo em troca. Sem falar que quanto mais empenho de ambas as partes, melhor é, em todos os sentidos.

Beijos

Obs: Acho que toda mulher deve fazer sexo quando quiser, com quem quiser, por amor, paixão ou o mais puro desejo. Se não me fiz entender assim, vocês me perdoem, fui muito auto referente na maneira que me coloquei nesse texto, sou muito nova nisso! Respeito e admiro as minhas amigas que não precisam de tanta intimidade para se divertir na cama. Acho inclusive que elas “se tornaram” bem resolvidas antes de mim. hehehe
Obs2: Sexo deve ser praticado com muita vontade e responsabilidade, você pode e deve demandar tal responsabilidade do parceiro ou parceira também. Lembrem-se que camisinha é fundamental para prevenir as pessoas de DST
.
Obs3: Não me coloquei como uma mulher solteira pois não sou há mais de 5 anos, usei a dupla homem e mulher mas essas questões são válidas para todo os tipos de casal.
Obs4: Se você achou que esse assunto pode aparecer mais por aqui ou pode ser abordado de uma forma melhor deixe sua opinião nos comentários.
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