Você está navegando na categoria: "Lifestyle"

8
fev
2015

Futi indica: blog Deep Fried Chicks

(f)uti indica, Gastronomia, Lifestyle

Sendo muito modesta (#sqn), eu só tenho amigas muito talentosas. Dia sim, dia também alguma delas faz algo novo que eu acabo curtindo e quase sempre, me vejo com vontade de dividir os projetos delas com vocês.

DFC

Esse é o caso de hoje, minhas amigas Nina Ribeiro, aquela do She Calls Me Mary e Liv Brandão, do Go To Heaven, criaram um novo blog. Elas levaram para a web o que já faziam naturalmente no dia-a-dia, entre whatsapp e Foursquare, elas passaram a compartilhar suas melhores dicas de restaurantes em um só site: o Deep Fried Chicks.

Antes todas nós trocávamos figurinhas no chat, agora conseguimos acompanhar as dicas com maiores detalhes - consequentemente com mais água na boca - no blog delas. Eu já estou ansiosa pelo que elas vão contar dos restaurantes e bares.

O problema? Quem faz (ou está de) dieta fica com a fome maior do mundo. Eu espero um dia que estou super satisfeita para navegar por lá e acrescentar o que desejo na minha lista de lugares para ir no futuro. As vezes vejo uma dica de lugar que também amo e isso também é uma delícia, tem até dica de lugares que também contamos por aqui, mas com novos pontos de vista e pratos diferentes.

Se você é daquelas que tenta ficar mais regrada durante a semana e procura bons lugares onde as calorias valham a pena, você vai gostar do Deep Fried Chicks.

Quem já gostou das nossas dicas de restaurantes, tanto no eixo Rio e São Paulo, quanto no trip tips, pode ler esse blog com toda a confiança do mundo. Nós sempre trocamos dicas e as meninas têm a mesma paixão por comer que eu tenho.

comidas

Outra coisa legal é que o blog não procura ter mil correspondentes dando dicas por todo o mundo. Ele é super pessoal e completamente focado nas experiências das meninas, então aos poucos vocês vão sentir um pouco mais do que a Nina e a Liv gostam, se identificam e dividem por lá.

O blog tem de 3 a 4 posts por semana, o foco é o Rio de Janeiro, mas valerão dicas de todos os lugares do Brasil e do mundo. Sempre nos pontos de vista da Nina ou da Livia. Outro detalhe legal é que as duas escrevem muito bem, então, o que poderia ser uma delicia apenas para abrir o apetite, acaba sendo gostoso pela fluidez do texto.

Espero que vocês possam conhecer um pouco mais dessas minhas duas amigas através do blog. Eu e o namorado já estamos de olho e separando tudo! E quem amar esse tipo de dica, fica de olho que a Liv está com uma coluna de gastronomia carioca no Modices.

Quis compartilhar o site por aqui e acredito que a maioria dos cariocas (principalmente) vai adorar.

Beijos

5
fev
2015

Book do dia: Bringing Home the Birkin, de Michael Tonello

Book do dia, Lifestyle

Fiquei sabendo da existência desse livro depois de compartilhar com algumas amigas a minha experiência atrás de uma Birkin para a minha mãe. Foi uma saga que durou quase 2 dias, 3 lojas da Hermès em Paris, alguns vendedores nojentos, fila antes de abrir uma das lojas, encontros em outras Hermès com pessoas que estavam nessa fila e também à caça de uma Birkin (me senti em um episódio de go-see de America’s Next Top Model) e uma encarada na vendedora no melhor estilo “ah, não tem aqui? Então deve ter em Monaco, né? Se não tiver, Monaco é do lado de Cannes, dá para eu dar uma passadinha lá” para conseguirmos ouvir as palavrinhas mágicas da vendedora: “perai que eu vou ver o que posso fazer para vocês” (o nome da vendedora é Naomi e ela trabalha na Faubourg St Honoré, para quem quiser tentar rs). Até o desembarque das mercadorias do carro da transportadora para dentro da loja a gente viu enquanto esperava a loja abrir.

Juro que depois desses 2 dias - detalhe, ficamos um total de 4 em Paris, ou seja, metade da viagem - eu virei para minha mãe e agradeci que virei herdeira de uma Birkin sem fazer nada, já que eu nunca teria a paciência para ficar atrás de uma bolsa, por mais incrível que ela seja. E também agradeci porque a experiência, no fim das contas, virou uma história pra lá de interessante e engraçada! rs

Enfim, voltando a falar do livro, ele não é novo, é de 2008 - e Michael Tonello começou com esse “negócio” justamente quando a Birkin estava tão no auge, que para conseguir uma, você precisava entrar numa fila de espera de 2 anos. Hoje em dia eu acho que já não tem mais isso, tem?

Existe a versão em português, que se chama “Como entrei na lista negra da Hermès” (que aliás, é a tradução mais equivocada que eu já vi), mas eu não consegui comprar pelo Ibook. Como eu queria muito ler, acabei optando pela versão em inglês mesmo, mas acho que vale dar uma procurada!

resenha-bringing-home-thebirkinA sinopse é a seguinte: Motivado pela saga desesperada de muitas mulheres atrás de uma bolsa Birkin, o autor narra com um humor inteligente e sagaz, suas aventuras incomuns e conta como conseguiu driblar as enormes filas e adquirir, uma a uma, a bolsa mais falada entre os fashionistas. O ex maquiador e cabeleireiro conta como foi sua jornada para se tornar um empresário bem-sucedido, investindo na venda e revenda dessas peças tão cobiçadas. Ele traz também a sua experiência com as celebridades e com as pessoas que vivem de aparência.

Enquanto eu lia página por página, eu só conseguia pensar que precisava saber de tudo aquilo antes de encarar o desafio com os meus pais. Em meio às histórias da sua vida à procura das Birkins, ele conta a “formula” para driblar a tal fila e mapeia os tipos de vendedores. Acabei descobrindo que, sem querer e sem saber, fomos na vendedora certa! rs

Durante a leitura eu ri, eu fiquei chocada, eu não acreditei, eu achei ele muito doido e ao mesmo tempo muito genial, espirituoso e engraçado. É aquele livro que eu chamo de “só mais um capítulo”, aquele que apenas quando a última página é virada que você percebe que está há dois dias trancada em casa e só parou para tomar banho e dormir (em cima do livro, claro).

Para quem acha que precisa gostar desse universo de mercado de luxo, bolsas e moda para ler Bringing Home the Birkin, eu discordo. Acho que até quem nunca viu uma Birkin na vida, ou não tem ideia do que isso significa vai se divertir com o livro.

E quem se interessar e quiser saber mais, Michael Tonello tem um blog homônimo voltado para esse assunto que eu achei bem interessante!

Alguém já leu e também amou? E quem tiver dicas de livros com essa narrativa, pode me dar os nomes que eu já vou comprar! Amo esse tipo de leitura!

Beijos!

Carla

4
fev
2015

Netflix: Bates Motel

Lifestyle, séries

Nesse meu verão com férias prolongadas de eventos + fins de semana de descanso, eu realmente me dediquei aos seriados, tanto no Netflix quanto no Apple TV. Um desses que eu parei para assistir foi totalmente diferente dos demais, nenhuma amiga me indicou, não conheço ninguém que viu e isso nunca acontece. {nota da Carla: não conhece porque nunca me perguntou. Eu AMO Bates Motel!}

Da onde eu tirei de assistir Bates Motel? Um dia, trocando de canal, vi uma matéria falando desse seriado, nela me lembrei de onde conhecia esse nome, do cinema. “Bates Motel” era o nome do hotel onde acontece a trama de Psicose, um dos filmes de Alfred Hitchcock. Eu amo os filmes do diretor/produtor, quando novinha ainda assistia o programa com os curtas dele e sempre fui louca por Vertigo & Janela Indiscreta.

bates-motel-2

Assisti Psicose com meu pai, já que ele sempre foi o responsável por me fazer viajar nos filmes e seriados antigos. Na verdade, essa categoria é uma paixão em comum dos meus pais e por isso eu já assisti mais filmes em preto e branco que a maioria das pessoas da minha idade. Foi nesse contexto que conheci uma das cenas mais impactantes do cinema: o fatídico chuveiro do “Bates Motel”. Nunca esqueço como fiquei impressionada com o desfecho da história e foi isso que me fez ficar vidrada nessa matéria sobre esse seriado atual.

O seriado conta a história de Norman Bates, que mais tarde seria o protagonista do filme Psicose, na sua juventude/infância. No filme fica claro que ele e a mãe têm uma relação complicada - para não dizer doentia - e isso se mostra de forma muito interessante na série, que visa retratar esse drama familiar nos dias de hoje. A trama envolve mistério, suspense e relações familiares distorcidas, é impressionante como os atores trabalham bem essa família disfuncional.

bates-motel-Os sentimentos velados entre a mãe e o filho me deixaram tensa, assim como as histórias paralelas que buscam trazer mais suspense e velocidade para a pequena cidade onde a família Bates mora. Eu, que tenho muitos anos de terapia nas costas, acho interessantíssimo ver a construção do personagem que mais tarde seria um dos principais psicopatas do cinema.

A primeira temporada está disponível no Netflix, a segunda eu ainda não vi se tem para comprar no Apple Tv. Confesso que andei vendo tanta série que estou evitando começar novas temporadas de uma vez.

bates-motel-poster-620x4111-1

Com toda a certeza eu assistirei a sequência, ela já está entrando na terceira temporada agora em 2015. Quero começar a acompanhar de forma atualizada, fica mais fácil para mim se eu assistir dessa forma.

Espero gostar das próximas temporadas como gostei da primeira, só desejo que as histórias de pano de fundo se tornem um pouco mais verossímeis. Na primeira temporada achei que a construção do problema mental de Norman está super coerente e interessante, no entanto o que acontece na cidade mais parece as histórias mirabolantes de Smallville. De qualquer forma acho que não atrapalha o borogodó do seriado.

Quer ver o trailler? Pode vir, só não coloquei no blog porque acho que ele está meio cheio de “spoilers”.

E vocês, tem visto alguma série incrível?

Beijos

{ps da Carla: Eu amo Bates Motel, tanto que achei que tinha que dar meu pitaco nesse post da Jô. Me interessei por causa dos atores. Acho Vera Farmiga genial e não acreditei quando vi que o Norman Bates seria interpretado pelo menininho que fez o Charlie, de A Fantástica Fábrica de Chocolate. E também porque acho Psicose incrível e estava curiosíssima para ver o que saía dessa série.

Eu adoro, não perdi um capítulo e estou ansiosa para que a terceira temporada comece, mas concordo com os pontos da Jo. Acho que as histórias que usam como pano de fundo são meio surreais e só não enfraquecem a trama principal porque essa é muito forte (e com atores muito bons).

Outro ponto que eu acho negativo pra caramba é a quantidade de capítulos. Você mal começa a engatar quando percebe que a temporada já está chegando ao final. Levando em conta que é uma temporada por ano, fico muito tempo “orfã” de Bates Motel, e não gosto muito disso! rs

 

 

Página 13 de 224« Primeira...1112131415...203040...Última »