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9
fev
2015

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Tadinho do Marcos…

Tem coisas que a gente vê/recebe/lê por aí que não conseguimos acreditar que não seja de propósito, com o único intuito de aparecer. Foi o caso dessa mensagem que apareceu em uma foto que o Hugo Gloss postou:

marcosVamos confessar, nós rimos. Mas a não ser que Marcos tenha dado outros motivos, só podemos achar que esse comentário foi para aparecer (e deu certo, né? rs.)

Apesar de ser muito fútil querer terminar com o namorado por causa de um abdomên tanquinho, por incrível que pareça, a gente entende o lado frustrante da coisa toda. É claro que querer ficar bonita para agradar os outros é e sempre será uma roubada, mas se o relacionamento já está desgastado por algum outro motivo, esse pingo vira tempestade mesmo.

Mas amiga que não sabemos o nome, se você continuar usando esse tipo de critério para arrumar namorado, daqui a pouco estaremos vendo outro comentário seu reclamando que o cara só pensa em acordar cedo para malhar, não te acompanha na bebida do fim de semana e ainda te faz comer frango com batata doce de café da manhã.

2 - Brasileiros na Disney (a gente é assim mesmo?)

Essa semana um vídeo super compartilhado foi esse, onde dois americanos resolveram imitar como são os brasileiros na Disney:

No vídeo eles vão para a Disney vestidos de roupas de academia, ficam tirando selfies em tudo quanto é lugar, fazem perguntas em inglês e fingem que não entenderam a resposta, forçam uma barra perguntando onde é um brinquedo que fica em outro parque, furam fila, entre outras coisas.

Teve gente que ficou revoltada e achou um absurdo. Nós não vimos nenhuma graça no vídeo, mas também não nos incomodamos com a crítica. Tirando algumas críticas que podem acontecer com qualquer turista, como não falar direito a língua do país que está visitando e se ver em uma situação que tem que se virar como pode, e outros exemplos que achamos que forçaram a barra - como furar filas (todas as vezes que nos estressamos com isso, não foram brasileiros que furaram), de fato, até hoje todas as pessoas que vimos em roupas de ginástica em parques da Disney eram brasileiras. Aliás, pergunta: alguma leitora nossa vai pros parques assim? Qual o motivo? É mais confortável? Se molhar não tem problema? Nunca entendemos! rs

PS: Pelo menos um dos deboches foi a quantidade de “thank you” que brasileiros falam. Que bom que reconheceram que somos educados, né? rs

3 - Taylor Swift, pra quê isso, amiga?

etsy

A gente já tinha lido que Taylor Swift tinha registrado a patente de algumas frases de músicas do seu CD 1989, e apesar de adorarmos a cantora, achamos a atitude bem antipática. Algumas das frases: “Blank Space”, “I Could Show You Incredible Things”, “Party like it’s 1989″ e “This Sick Beat”.

Mesmo achando que as frases em questão são muito comuns e qualquer um poderia usá-la sem nem saber que é de autoria de Taylor Swift, entendemos o lado dela querer se proteger para que grandes marcas não se aproveitem do trabalho dela para ganhar dinheiro. Só que depois de lermos essa matéria, ficou difícil de defendê-la.

Uma coisa é querer proibir que gigantes como H&M, Forever 21 e outras empresas de mesmo porte se utilizem de suas músicas, mas achamos que ela passou da linha ao ameaçar uma fã que fez uma caneca com uma frase de Blank Space.

Claro que Taylor está nos seus direitos e provavelmente nada disso vai afetar seus fãs, mas levando em conta que ela já ganhou a antipatia de muitos quando resolveu tirar suas músicas de aplicativos de streaming de músicas (como Spotify, R.dio, etc), ela poderia maneirar pelo menos nisso, né?

2
fev
2015

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Coitada da coroa

Já dizia o poeta, chegar em segundo lugar nada mais é que ser o primeiro perdedor. E quando vimos o vídeo de Sheislane (valeu pela indicação, @limalarisa!), só conseguimos pensar que ela não soube lidar muito bem com a derrota. Deem uma olhada no gif e sintam o climão:

gif-miss-amazonas300_1

Gente, qual a necessidade disso?

Obviamente, Sheislane instantaneamente ficou muito mais famosa que a real vencedora do concurso de miss. E para quem achava que foi inveja/raiva ou que Sheislane simplesmente não sabe perder, e até pode ser isso mesmo. Ela disse que fez isso em forma de protesto, já que havia um boato de que a ganhadora estava decidida muito antes do concurso em si.

Seria um pouco mais elegante se Sheislane fosse xingar muito no Twitter ou no Instagram, né? Mas não podemos deixar de achar que ela conseguiu passar a mensagem muito melhor (e pra muito mais gente) pagando esse mico!

2 - Oi? Não entendi…

video-da-thassia

Hoje mais cedo a blogger Thássia Naves postou esse vídeo de um publi da batata Ruffles no seu instagram. Muita gente achou “sem sentido”, tosco e muitas outras coisas mais. O texto foi altamente zoado e no fim, a gente parou para refletir: será que a propaganda que parecia ter dado muito errado, deu muito certo?

“Como assim, meninas?” Então, o vídeo que foi postado no seu insta foi replicado em uma série de perfis de gongação, alguns bem grandes como @nanarude e @tiacrey. Para nós, ficou óbvio que o insta-video alcançou muito mais do que apenas os seguidores da Thássia. Ele deu o que falar de uma forma geral e provavelmente até quem não sabe quem ela é, assistiu os 11 segundos de vídeo. Sem contar que no fim das contas, acabou tendo muito mais repercussão que o da Tatá Werneck, que postou o vídeo dela anteriormente.

Muita gente detestou, muita gente achou “sem noção” e outras pessoas não entenderam, mas fato é que muitas pessoas vão lembrar disso quando passar pela nova batata no mercado. Talvez a intenção tenha sido essa, talvez não, mas aquela velha máxima continua: “falem bem ou mal, mas falem de mim”. Certamente a Ruffles não pagou por esse tanto de mídia espontânea que esse publi polêmico gerou para ela.

Claro que não achamos que todo caso como esse vale a pena, mas no fim, esse especificamente ficou engraçado, valeu a zoeira.

3- Absurdo mirim no instagram…

mini-fit

Não acreditamos quando vimos esse post no instagram da @babadeira. A gente podia imaginar mini blogueira/instagrameira de tudo, menos do mundo fit. Foi um choque inicial. A verdade é que os pais permitiram e cooperaram para que essa menina, uma criança, se tornasse uma blogueira fit.

Essa história tem muitos lados, a mãe disse que atendeu ao desejo da filha deixando ela compartilhar suas experiências na internet, o pai por sua vez é personal e supervisiona tudo de perto e no fim, vai ter quem concorde ou não com tal atitude. Como ela faz atividades físicas desde os 2 anos, os pais resolveram atender o desejo da filha de fazer musculação.

Primeiro, quem tem que saber se a menina pode ou não malhar com essa idade é o médico. Quando demos uma olhada no perfil da menina, achamos que não soa normal uma menina de 9 anos postando que resistiu aos doces de uma loja e ficando feliz porque não comeu nenhum. Claro que a mãe pode cuidar da alimentação da filha - não só pode como deve - mas ao que parece, a menina está vivendo aqueles casos de brincar de ser adulta e o pior? Está fazendo esse movimento precoce influenciando outras pessoas.

Nós jamais deixaríamos nossas filhas de 9 anos de idade ter um instagram (leitoras do futi que já têm filhos, vocês deixam eles terem contas nesses perfis de redes sociais?), ainda mais um com esse tipo de assunto. Com essa idade a gente estava brincando de Barbie e fazendo aulas de dança porque era legal. Claro que as redes sociais vão vir cada dia mais cedo, mas cabe aos pais filtrar e educar, até para proteger os filhos de gente mal intencionada.

Já tem alguns textos na web para saber mais sobre esse caso, no pensando magro e na uol. Vendo tudo isso mais a fundo a gente parece que esse é mais um caso de pais que querem ficar famosos as custas dos filhos.

5
jan
2015

Deu o que falar…

Deu o Que Falar

2015 começou e o primeiro DQF do ano não poderia ficar de fora, né? Só relembrando, quem quiser indicar algum tópico, está mais que convidada a nos mandar e-mail ou comentar aqui ou em qualquer rede social! :)

1 - Que rei é esse?

Eu, Carla, já falei por aqui algumas vezes que o livro O Rei e o Réu me fez pegar uma antipatia absurda pelo cantor Roberto Carlos. Só tinha esquecido que o começo da antipatia vem de outro livro: Tim Maia, do Nelson Motta, que virou musical, filme, e agora, minissérie que foi exibida pela Globo no começo do ano.

625_315_1420284591roberto_timEu estava viajando e não vi, mas fui atingida por vários links que falaram a mesma coisa: a Globo resolveu proteger a imagem de Roberto Carlos - que não foi uma pessoa exatamente legal com Tim Maia - e mudou essa parte da minissérie, dando a entender que o “”””rei”””” (com muitas aspas mesmo) tinha ajudado Tim, quando na verdade, ele só fez esnobar.

Tenho certeza que estou completamente influenciada pela imagem que fiz dele depois de ambos os livros e depois com o filme, que deixa essa relação bem explícita (inclusive o diretor do filme se manifestou pedindo para que ninguém visse a minissérie), mas eu só consegui pensar: “Rei? Que rei é esse?”. Meu bode por ele só ficou maior - e eu nem sabia que isso era possível, visto que ele já se encontra mais ou menos do tamanho de um elefante.

Não vejo problema em quem quer florear sua biografia ou dar um jeito de melhorar um passado que condena (não gosto mas não julgo), mas achei essa história um tremendo desrespeito com Tim Maia, seus fãs, simpatizantes e até mesmo com quem já leu o livro de Nelson Motta (que também caiu no meu conceito depois de ter topado aparecer na minissérie dando um depoimento mudando o tom que tinha escrito no livro) ou viu - e gostou - do filme Vale Tudo. Para mim, virou mais um ponto para eu anotar na minha lista de antipatias ao “rei”. Sou muito mais o síndico.

2 - Imagens fortes - que esperamos que surtam efeito!

Hoje vimos muita gente no Facebook e no Twitter comentando um mesmo link: as fotos de Andressa Urach no hospital. É o tipo de coisa que a gente preferia desver, mas como somos curiosas, clicamos. Quem também não se aguenta, a imagem que postamos é a foto mais light do Ego. Depois daí só piora.

oo_aualeotdocs150104_07Não vamos entrar no mérito de parecer que ela ela mal voltou à vida e já está se aproveitando do fato para dominar o Ego e outros portais de fofoca, mas de certa forma, achamos importante e muito válido divulgar essas fotos.

A busca pelo corpo ideal hoje em dia é objetivo de vida de muitas pessoas que acabam perdendo os limites em busca dessas metas. Não vemos problemas em querer uma barriga trincada, uma bunda dura ou pernas maravilhosas - a gente também quer! rs - mas a partir do momento que essa busca deixa de ser algo saudável, não tem como defender. O caso do hidrogel que a Andressa aplicou é o pico do iceberg. No mundo de instagram, principalmente, a gente encontra relatos de meninas que começaram a consumir whey, termogênicos e outras substâncias sem nenhuma recomendação médica só porque virou “moda fitness”, gente que faz umas dietas malucas sem acompanhamento, enfim. Esse choque de realidade no fundo é bom, assim como achamos maravilhoso que a Bella Falconi resolveu abrir o jogo e mostrar que não estava saudável, apesar de ter o corpo que tanta gente aspirava.

Nenhum corpo será perfeito se não for esculpido com responsabilidade. Seja na alimentação, na academia ou na cirurgia plástica. Pode até ser que muita gente não sinta os efeitos colaterais ao injetar líquidos ou consumir produtos estranhos, mas vale mesmo a pena entrar nessa roleta russa? A gente acha que não, a vida é muito mais valiosa do que isso! Só esperamos que Andressa Urach tenha aprendido.

3 - Um outro tipo de pele

Ficamos sabendo por esses dias que existe uma marca americana chamada Petite Mort Fur cujo diferencial é vender roupas de pele de animais que morreram atropelados. Teve quem aplaudisse essa ideia “politicamente correta” - aliás, a marca se vende como “pele ética” - mas só conseguimos achar bizarro.

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Com tantas peles fake maravilhosas, não dá para entender o glamour de quem acha legal sair por aí com pele verdadeira. E entendemos menos ainda uma marca que, nos dias atuais, quer ser conhecida por vender pele verdadeira - mesmo que não tenha matado um bichinho para esse uso específico. No fim das contas, o bicho também sofreu uma morte violenta.

Nunca conseguiríamos usar essas peças sem imaginar os animais atropelados na beira de estrada. Pode até ser ética, mas é triste do mesmo jeito, não acham?

 

 

 

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