Arquivo da tag: BOOK DO DIA

6
jun
2013

Book do dia: Inferno

Book do dia, Cultura, Lifestyle

Terminei o livro ontem de noite, mas confesso que já estava desde o começo da semana cogitando fazer essa tag mesmo se eu não tivesse terminado! rs

Quando saiu o livro, já comprei sabendo que eu iria gostar. É Dan Brown, o cara que descobriu a receita mágica dos best sellers de suspense, o cara que faz capítulos curtinhos que sempre terminam no meio de uma ação exatamente para que você fique presa ao livro. Enfim, o cara.

Sério, eu pago um pau para o Dan Brown. Esse é o quinto livro praticamente com a mesma história: Robert Langdon (só eu não consigo encaixar Tom Hanks no personagem do livro?) se mete em uma trama cheia de mistérios envolvendo simbologia e história da arte. Depois de mil reviravoltas envolvendo conspirações em relação à orgãos governamentais secretos e/ou sociedades anônimas, acaba descobrindo a charada e dando um beijo em alguma mulher que aparece no livro. Fim.

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Inferno não é diferente, se rolou um spoiler, me desculpem. É que, na verdade, o autor me ganha com a parte de história da arte presente fortemente nos seus livros. Claro, as vezes ele dá uma inventada e/ou exagerada - o que gera polêmicas desde o Código DaVinci - mas eu não me importo. Eu gosto é de ficar com um caderninho do lado e listar todas as obras que ele cita no livro e depois procurar saber mais sobre elas. É uma diversão à parte.

Em Inferno, tudo gira em torno de Dante Alighieri e A Divina Comédia. Fiquei louca de vontade de ler, ainda mais que comecei Inferno uns dias depois de ter visto o final de temporada de CSI (também sobre Dante e a DC) e, enquanto estava lendo vi Seven, aquele filme do Brad Pitt que também é baseado em Dante. Ou seja, era muito Dante em tão pouco tempo, ainda mais para uma pessoa curiosa como eu. Pela pouca experiência que eu tive pelo Ipad, já percebi que a Divina Comédia é livro para ler folheando as páginas e escrevendo nelas. Ainda compro. :)

Mesmo sabendo de antemão que no fim tudo dá certo, o livro é envolvente, o final faz sentido (diferente do último livro que eu li) e é uma leitura gostosa.

Se vale a pena comprar? Com certeza!

Quem leu concorda comigo?

Beijos!

Carla

29
mai
2013

Book do dia: Garota Exemplar

Book do dia, Cultura, Lifestyle

Vi esse livro na livraria e, pelo título e pela capa, jurava que fosse mais uma das 1278393901 versões inspired de 50 tons de cinza, por isso não levei de primeira. Depois, acabei lendo o resumo em uma revista e me interessei. Suspense psicológico + best seller (inclusive, tirou 50 tons do 1o. lugar da Amazon, não é pouca coisa!) = preciso ler agora!

Assim que cheguei em casa, comprei, baixei no Ipad e comecei. Vejam a descrição e me contem se não é tentadora:

“Na manhã de seu quinto aniversário de casamento, Amy, a linda e inteligente esposa de Nick Dunne, desaparece de sua casa às margens do Rio Mississippi. Aparentemente trata-se de um crime violento, e passagens do diário de Amy revelam uma garota perfeccionista que seria capaz de levar qualquer um ao limite. Pressionado pela polícia e pela opinião pública e também pelos ferozmente amorosos pais de Amy, Nick desfia uma série interminável de mentiras, meias verdades e comportamentos inapropriados. Sim, ele parece estranhamente evasivo, e sem dúvida amargo, mas seria um assassino?

Com sua irmã gêmea Margo a seu lado, Nick afirma inocência. O problema é: se não foi Nick, onde está Amy? E por que todas as pistas apontam para ele?”

O livro é daquele tipo que o capítulo acaba, você está morrendo de sono, mas resolve continuar a leitura para ver o que acontece. Além disso, eles são intercalados com as narrações de Amy e de Nick, de forma que você vai acompanhando a história de acordo com a visão de cada um.

É instigante e, quando você acha que está se solidarizando com um dos personagens principais, vem Gillian Flynn (a autora) e muda totalmente sua opinião.

Ah, o motivo do título Garota Exemplar? Os pais de Amy são autores de uma série de livros chamada Amy Exemplar, onde a personagem principal, baseada na própria Amy, é uma menina certinha e sem defeitos - o que deu um nó na cabeça da Amy real, que sempre se sentiu comparada com a personagem criada por seus pais.

Eu achei impossível parar de ler, esse sentimento de não saber em quem acreditar é estimulante, os personagens são bem construídos (apesar de precisarem urgente de um manicômio), mas chegou no final e, caso estivessem filmando, teriam me visto fazer assim:

Sério, eu achei o final decepcionante, mas não deixa de ser surpreendente. Mesmo perdendo esses pontos comigo, achei que valia indicar!

Alguém já leu? O que achou?

Beijos!

Carla

23
mai
2013

Book do dia: Morte Súbita

Book do dia, Cultura, Lifestyle

Eu sou da geração que cresci com Harry Potter, cheguei a me assustar quando me dei conta que tinha apenas 13 anos quando li o primeiro livro. Por isso, é óbvio que depois de anos orfã de HP (gosto até hoje e releio, admito!), eu fui mais uma que se empolgou com o lançamento de um novo livro da J.K. Rowling.

Foi bom eu não ter comprado assim que chegou nas livrarias, pois tive tempo de ler inúmeras críticas, desde as mais profissionais (muitas elogiaram), até as de pessoas decepcionadíssimas porque não tinha um traço de Harry Potter naquelas linhas. Dito isso, posso ter certeza que eu abri o livro (físico mesmo, até hoje não foi para o Iba!) sem muitas expectativas.

E mesmo sem esperar nada, QUE LIVRO CHATO.

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A história em si tem potencial, e a construção também. Relações familiares e interpessoais são contadas a partir de uma briga política/territorial de membros do conselho distrital de uma cidadezinha pequena que disputam a vaga de um sujeito que morreu.

Nós vamos acompanhando o desenrolar da história através dos olhos de cada núcleo familiar. É aí que eu achei que mora o problema. São 8 núcleos, com 19 pais e 11 filhos no total (acho que nem em Salve Jorge tinha tanta gente). Eu senti que J.K. Rowling quis criar personagens densos demais, mas não tem espaço em 501 páginas para 30 personagens com questões psicológicas/problemáticos. E olha que essas questões são bem reais, que nós já vivenciamos ou sentimos alguma hora na vida, daria pano pra manga, sabe?

O resultado? Alguns personagens idiotas, outros que poderiam ser muito mais explorados e uma história que se arrasta em diversas partes. Juro que cogitei fechar o livro algumas vezes, mas sou teimosa (e curiosa) demais para ficar sem saber o que acontece no final.

Falando em final, esse sim é surpreendente e nada típico do que conhecíamos em Harry Potter. A única coisa que adianto é que a surpresa não é das melhores.

Alguém leu? Gostou ou não? Quero saber se dá pra mudar de opinião (odeio não gostar de algum livro ou filme! rs)!

Beijos

Carla

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