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4
nov
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1. Tendencioso ou não, eles têm sua razão!

Durante essa temporada de SPFW, a Glamour fez um vídeo super polêmico que deu mesmo o que falar nas nossas redes sociais! O vídeo é inspirado no trabalho do Jimmy Kimmel durante o Coachella, onde o entrevistador fazia perguntas sobre bandas que não tocaram no festival, visando tirar um sarro da galera que se fazia de hypster e descolada que analisavam shows que não existiram.

Vimos o CQC seguir essa linha, mostrando que profissionais do congresso assinavam projetos de leis sem ver o que era e depois não sabiam explicar para a jornalista o que tinham feito. Nesse caso, era uma crítica a forma como parte da turma de Brasilia trabalha.

Já a Glamour teve uma ideia boa, que foi mostrar o quanto a galera fala de moda, desfile e conceitos sem entender dos assuntos. Ao que nos parece uma crítica importante, é fundamental se informar um pouco para falar de qualquer assunto. Na moda isso é muito recorrente e muita gente dita regra sem entender das coisas.

Tudo parecia genial, inclusive a frase final convidando a turma a ler a revista para se informar! O único porém que nos deixou na dúvida e também dividiu opiniões nos grupos em que participamos no facebook foi: Por que só colocar blogueiras de moda (que em grande parte pareciam novatas)? Algumas amigas acham que era uma crítica descarada às bloggers, aquela velha história das diferenças entre revistas e blogs. Para nós, não é necessariamente assim, até porque a publicação sempre dá muito valor a categoria, que ajudou a tornar a revista a queridinha do mercado.

Enquanto ponderávamos surgiu a melhor pergunta: será que se eles tivessem feito outras perguntas fictícias, claro que não usando a bota de um pé só ou o Paulo Borges como exemplo, não teríamos visto parte das equipes das maiores publicações e sites do país inventarem boas respostas? Muito provavelmente, talvez por outro nível de desinformação ou falta de pesquisa ou mesmo se a pessoa se sentiu acuada a responder “não sei, não vi esse desfile”.

Independente da intenção, achamos válido realizar que é preciso estudar, pesquisar ou se informar antes de sair avaliando o trabalho dos outros por ai. Claro que uma gafe ou outra podem acontecer com qualquer um, mas quanto maior a responsabilidade, menor a chance de erro né?

De qualquer forma, para nós, o fato da revista só ter entrevistado blogueiras de moda foi um erro. Colocou na berlinda uma categoria que é amiga da publicação e deixou de mostrar que sites e revistas também tem profissionais que falam das coisas sem saber. Achamos que a revista tinha mesmo um ponto para criticar, mas pode ser que o tiro tenha saído pela culatra.

2. O rei do camarote

Ok, não tem muito o que dizer sobre o Alexandre, o Rei do Camarote. Não sabe do que estamos falando? Vem nesse link da Veja SP antes de qualquer coisa.

Se você viu o vídeo, sabe que a gente pensa exatamente de forma oposta ao Rei as avessas. Concordamos que em muitas carreiras a imagem é importante, mas tem que ter muito cuidado com o limite do “valor normal da imagem” e a super valorização do que o seu dinheiro pode comprar.

A Ale Garattoni levantou um ponto importante também. Ela lembrou que existem mulheres e homens que alimentam o reinado desses personagens, gente que acha que ser o rei do camarote é atributo para ser considerado na hora de namorar ou não alguém. Quem nunca viu uma menina que gostava do cara que pagava as bebidas da boate?! Ou um cara que colava no amigo que bancava todo mundo na festa?! Essas pessoas que ajudam a soprar o balão do ego dos reis e rainhas da noite por todo o Brasil?!

Podemos falar também da audiência que idolatra uma blogueira por ter 10 bolsas da Hermés ao invés de dar valor ao seu estilo pessoal ou mesmo ao que ela escreve no seu veículo. Para variar, precisamos lembrar que uma pessoa não pode ser resumida a quantidade de cifras que ela tem no banco. Isso é o que ela tem, não o que ela é!

Para nós, Alexandre, 39 anos de idade, pode ter muito dinheiro para gastar, mas é um pobre coitado, que precisa de um cenário de ilusão comprado para sentir que é “diferenciado”! Assim, com seu Amex que não é nem gold e nem black, ele compra os amigos, mulheres e experiências que por mais absurdo que possa parecer, causa inveja em outras pessoas.

28
out
2013

Deu o que falar….

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Putting (UM SENHOR) ring on it!

anel-kim-kardashianfoto: getty images

Kim & Kanye formam um casal pouco convencional. A filha gerada após meses de namoro e nomeada segundo os pontos cardeais e o fato de Kanye estar fazendo um “esquadrão da moda” em Kim são apenas detalhes. Não podemos esquecer que estamos falando da junção de duas pessoas completamente egocêntricas, uma louca por atenção e um megalomaníaco.

Por isso, quando surgiram as primeiras fotos do pedido de casamento, não esperávamos nada menos que algo grandioso. Ou melhor, grandiosíssimo. E é claro que Kanye - pessoa que já proferiu frases como “vocês estão tendo um prazer que eu eu nunca terei, o prazer de me ver cantando ao vivo” - não nos decepcionou.

Um estádio de beisebol alugado, orquestra, telão e, é claro, um baita de um diamente de 15 quilates! Provavelmente uma coisa bem simples e discreta na cabeça de Kanye, né?

Se o pedido já está nesse nível e o último casamento de Kim foi aquele auê, alguém imagina como será o casório deles? Queremos ouvir os palpites!

2 - E aí, Kate, qual o segredo?

barriga-kate-middleton-pos-partofoto: getty images

Uma das fotos que mais chocou o público feminino foi a barriga totalmente chapada de Kate Middleton fotografada semana passada durante um jogo de volei. Claro que ela estava numa posição que favorecia bastante (nunca ouviram falar que foto de biquini, só com braço pra cima? rs), mas é inegável que, com um filho de 3 meses, ela está melhor do que muita mulher que nunca engravidou (tipo a gente! rs)

Também achamos que essa foto é quase uma afronta à nós, reles mortais. Kate é rica, bem casada, poderosa e, ainda por cima, parece ter uma genética muito amiga. Só esperamos que ninguém entre na paranoia do corpo pós filho perfeito depois desse episódio.

A Dani, do Style Drop, postou essa semana um relato bem verdadeiro e sincero sobre essa experiência. Quem está encanada com isso, pode (e deve!) ler! Enquanto isso, vamos continuar com um pinguinho saudável de inveja da barriga de Kate.

3 - O vestido de R$800

vestido-800-reais-cavalli-c-a

Apesar de termos falado da coleção do Roberto Cavalli para a C&A na quinta feira passada, ficamos de comentar um assunto que deu o que falar assim que os preços da coleção foram divulgados: os vestidos de R$800, ou melhor, R$799.

No post, rolou uma discussão ótima entre a Ana e a Sílvia, nossa leitora que sempre argumenta com inteligência e já aprendemos muito com seus comentários. Um dos argumentos expostos foi que o povo só caiu em cima dos preços dessa coleção porque ainda rola um preconceito com a C&A. Concordamos, mas também é impossível discordar de quem achou o vestido caro demais para o que é.

Sim, ele é de seda, é longo, com uma estampa exclusiva e de um estilista que cobra 200% mais em suas criações originais. Em contrapartida, por esse preço é possível achar modelos originais, com tecido/modelagem mais bem resolvidos e qualidade superior em várias outras lojas bacanas.

Lá fora, algumas coleções com parcerias entre marcas de luxo e fast fashion também foram bem mais caras que as outras peças vendidas nas lojas. A coleção da Isabel Marant para H&M, por exemplo, teve vestido custando 70 pounds, casaco custando 200 pounds, bota por 150. Apesar de não termos visto a qualidade das peças, já dá pra perceber que esses preços estão bem distantes dos clientes da H&M, certo? Ou seja, isso não é algo exclusivo do Brasil, ou da C&A.

A questão que fica é: será que os brasileiros estão dispostos a pagar essas exorbitâncias em peças assinadas de fast fashion? Ao que tudo indica, uma boa parte não está, mas não nos chocaremos se soubermos que a coleção esgotou.

21
out
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - PS4K ou P$4

DQF

Nós sabemos que nosso blog nada tem a ver com tecnologia mas não conseguimos deixar essa história de fora do nosso querido DQF! Sem contar que é quase como um fio de esperança para as mulheres que perderam seus maridos/namorados para o GTA! Brincadeiras à parte, essa notícia é de certa forma bem revoltante (e olha que essa semana teve foi assulto para se revoltar, hein).

A Sony anunciou essa semana que o Playstation 4 será vendido no Brasil por nada mais, nada menos que R$3.999. Até aí, (quase) tudo bem. Vai que ele é feito de ouro, com controles de platina e diamantes, né. Mas não. Ele será vendido nos EUA o equivalente a 860 reais. Uma das justificativas que deram foi o alto valor dos impostos, mas ela não colou. Vários blogs fizeram as contas e descobriram que mesmo com todas as taxas possíveis e imagináveis, o videogame não sairia por mais de R$2500.

Para piorar a situação da Sony, na mesma semana, a Microsoft divulgou o lançamento do Xbox One, console concorrente ao PS4. Ele custará nos EUA US$500, mas chegará no Brasil custando R$2.200. Epa, tem alguma coisa errada aí, né?

Como já lemos por aí, “olha a SONY achando que somos ATARI”. E é isso mesmo! Já estamos tão (mal) acostumados a pagar impostos absurdos em cima de praticamente tudo que não duvidamos que tenham achado que engoliríamos esse preço (sem contar que vai ter gente comprando, certamente!)

Diz a Sony que em breve irá explicar o motivo dos altos preços. Vamos aguardar os próximos capítulos!

2 - Instabarraco

DQF@

Quem estava acordada ontem à noite e gosta de seguir perfis de fofoca no instagram, com certeza não perdeu o mini barraco no insta da Yasmin Brunet. Quem tinha coisa mais importante pra fazer (tipo, dormir) mas gosta de acompanhar babados da internet, a gente conta:

Depois de receber várias críticas de Yasmin Brunet por usar peles, Lalá resolveu revidar quando viu uma foto da mãe de Yasmin, em uma revista, com um casaco de peles que custa mais de 100.000 dilmas. A discussão toda está aqui, para quem quiser ver.

Só estamos falando dessa “briga” por aqui porque ela realmente deu o que falar, mas sinceramente, que coisa de jardim de infância!

Barracos à parte, só uma pergunta ficou martelando na nossa cabeça: será que a Luiza Brunet não pensou em momento nenhum que poderiam relacionar essa foto à campanha que a sua filha apoia?

3 - De Royal não tem nada, né?

1381511_10151918491002279_1556430874_nFoto “roubada” da fanpage do Starving!

Há um tempo atrás a Lush, marca de cosméticos que já falamos aqui no blog, resolveu fazer uma campanha bem inusitada para chamar atenção sobre testes de cosméticos em animais e, por um dia, expôs em sua vitrine uma mulher sendo submetida aos mesmos testes que os animais são obrigados.

Muita gente parou pra ver, ficou agoniada, achou um absurdo, mas a frase que ficou na nossa cabeça foi a do diretor de marketing da marca: “O irônico é que se fosse um cachorro na vitrine e nós estivéssemos fazendo todas essas coisas com ele, em poucos minutos teríamos a polícia e a Organização Protetora dos Animais aqui”.

Essa frase não saiu da nossa cabeça desde o momento que começamos a acompanhar todo o movimento em cima do Instituto Royal, que além de ratos e coelhos, também usa cães da raça Beagle como cobaias. Assim como todo mundo, também ficamos com corações apertados com a história, ficamos felizes quando eles foram capturados e revoltadas quando a polícia devolveu vários dos cãezinhos para o Instituto.

Ao mesmo tempo, sabemos que essa história é complexa demais para um DQF e não achamos que é o tipo de assunto que de um dia para o outro consiga ser resolvido. Nós estamos cada vez mais à procura de boas alternativas que sejam cruelty free e procuramos nos informar cada vez mais sobre o assunto e, para nós, isso está sendo um bom início. Falar muito sem conhecimento de causa ou sem entender como funciona esse mercado pode ser leviano, por isso, acreditamos que o aprendizado é o primeiro passo, o mais importante, na verdade.

Esse tema sempre será polêmico, mas se você se interessa por ele, não pode deixar de ler esse texto. A Lu do Chata de Galocha o compartilhou e nós paramos para ler juntas, a leitura foi fundamental por permear muitos pontos que conhecíamos por alto, mas não saberíamos fundamentar para vocês. O autor consegue explicar como a coisa toda funciona, sem concordar ou discordar. Ele deixa muito claro como qualquer pessoa, seja ela contra ou a favor dos testes, se beneficia de um teste anterior mesmo que indiretamente.

É tudo muito triste, não concordamos com testes em bichinhos (tanto em cães, quanto em ratos, coelhos ou qualquer outro que seja), entendemos que a tecnologia tem que evoluir para deixarmos mais e mais essa prática para trás. No texto mencionado fica claro o motivo de ser quase impossível ser um vegan completo, ainda assim, a gente admira muito as pessoas que são.

Nós olhamos para tudo isso de uma forma mais macro, acreditamos que as coisas vão mudar, mas a longo prazo e mais do que nunca precisamos de incentivo dos governos para ajudar a desenvolver pesquisas e afins.

Nada justifica as atrocidades feitas pelo Instituo Royal, mas no meio de tanta comoção, é válido parar pra estudar como todo esse mercado dos testes funciona. Acreditamos que é primordial entender como funciona a cadeia de produção de cada remédio ou produto de beleza, assim fica mais fácil entender pelo que temos que lutar.

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