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14
ago
2015

Extra! Extra! Qual é o limite das fofocas Hollywoodianas?

Celebs, Convidados, Lifestyle, Mayara Oksman, Reflexões
Assim como vocês nós amamos os textos da Mayara, recentemente ela escreveu duas vezes sobre relacionamento e foi um total sucesso. Primeiro ela contou que ser solteira não é defeito e depois falou brilhantemente sobre pé na bunda. Hoje ela veio falar de um assunto diferente, algo que estava rondando a cabeça dela e mais uma vez achamos que valia muito a pena compartilhar!

Eu tenho uma quedinha por Hollywood. Minto, eu sou apaixonada/louca/doida por Hollywood. Amo o letreiro, os estúdios de filmagem, as calçadas e… as celebridades. Mas quem não ama Hollywood e todos os seus filhos? Acho que consigo contar nos dedos quantas pessoas na minha vida não se interessam por isso.

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Talvez eu me interesse um pouquinho demais. Vejam bem, meu cachorro chama Oscar. Não é uma coincidência, eu sempre quis ganhar um Oscar, só nunca imaginei que ele viria na forma de um pug e não de uma estatueta de ouro. Eu sou dessas que sabe o nome do marido, da filha e do papagaio da atriz X. Sou dessas que sabe soletrar de cor o nome daquele ator que fez o cowboy gay e que chorou quando o outro cowboy gay morreu na vida real. Eu tenho uma lista negra de celebridades (você está nela, atriz de uma expressão só que namorou lobos e vampiros). Também sei os nomes de todas as irmãs daquela moça com bumbum avantajado que hoje é casada com aquele moço que se ama mais do que tudo. Sei que elas não são “material Hollywood”, mas são consideradas celebridades e é das celebridades que estou falando. E quer duas coisas mais atreladas que celebridade e fofoca? Elas andam juntas, de mãozinhas dadas, quase num abraço apertado.

Mas e quando as fofocas passam dos limites? Não deveria existir um limite? Pergunto isso, porque só hoje apareceram uns dez posts na minha timeline sobre a babá-que-não-deve-ser-nomeada e eu parei para pensar: digamos que todos os boatos sejam verdadeiros, que rolou traição, que famílias foram separadas e que essa moça está realmente atrás dos 15 minutos de fama. Não é um pouco bizarro dar espaço para isso na mídia? Não digo falar da separação de um casal famoso, acho que um dos lados negativos (bem negativos ao meu ver) de ser uma celebridade é ter uma notícia dessas estampada na capa de todas as revistas do país. Estou falando de dar ibope para essa pessoa cuja vida não é pública e alimentar fofocas “ruins”.

Realmente importa saber o que aconteceu para o casal se separar? Importa mesmo ir atrás do suposto pivô, saber “cinco curiosidades sobre ela”, ou qual carro ela comprou ou deixou de comprar? Eu sei que esse tipo de fofoca vende, porque as pessoas são curiosas. Mas é um tipo de fofoca que machuca, que toca em feridas recém-abertas e que, na minha opinião, traz benefício apenas para a dita cuja, que conseguiu a suposta sonhada fama. Até eu que sou a louca das celebridades, sou a favor de limites. Acho que existem fofocas inofensivas e fofocas maldosas. Que tal tentar evitar, ao máximo, a segunda opção?

Ou realmente precisamos saber em que estado aquele comediante foi achado morto um ano atrás? Ou precisamos discutir incansavelmente se aquela atriz é ou não é lésbica? Precisamos saber mesmo quem entrou na rehab essa semana e qual o motivo? A vida de alguém ia mudar se uma foto confirmasse o boato que uma ex-princesa estava namorando um milionário? Eu me recuso a dar ibope e levar as fofocas ruins a diante.

Mayara-L.-Oksman

11
ago
2015

Relacionamento: se fazer de difícil e o joguinho da conquista!

Lifestyle, Reflexões, Relacionamento

“Você tem que se fazer de difícil para conquistar ele de vez!”

Máxima absurda que algumas mulheres falam umas para as outras.

Cara leitora, se um dia eu disser uma frase como essa, favor mandar eu me tratar. “Se fazer” de difícil é das coisas mais falsas que existem na face da terra. E posso falar mais? Dá para perceber e não cola por muito tempo.

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É natural a gente querer o que não é tão fácil, isso é uma verdade absoluta em diversos universos e também é válido no mundo da conquista. No entanto, isso vale quando é verdadeiro, quando acontece de forma natural. Um exemplo que todo mundo já deve ter passado: você fica de olho em um cara por um tempão, ele percebe e vai falar contigo. Na hora que a investida acontece, o que você faz? Aceita diretamente ou prefere dar uma enrolada e fazer um joguinho para ver se ele realmente está na sua mão?

Me desculpem as entusiastas dos joguinhos, mas eu prefiro morrer sozinha ter que planejar uma mudança na minha personalidade ou nas minhas atitudes para “convencer” um cara de que eu realmente valho a pena.

No entanto na hora de ouvir histórias e conselhos a coisa que mais me choca é o quanto homens e mulheres são vítimas de uma necessidade extrema de transformar seus relacionamentos em jogos de tabuleiro.

Eu não tenho paciência para joguinho, para fingir desinteresse e principalmente para calcular cada movimento que eu teria que fazer numa determinada situação. Para mim, um casal que sai no primeiro encontro e uma das partes está mais focada em seguir regras de conquista não tem muitas chances de dar certo, afinal, o elemento principal - espontaneidade - fica perdido, quase sempre fora do jogo.

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Eu gosto de coisas orgânicas, que têm vida, que começam de um jeito e terminam de outro, que fluem de forma natural, leve e engraçada. Que não te obrigam a fazer tipo ou a perder essa tal espontaneidade, que nos dá a autenticidade, característica super em falta no mercado pelo que vejo e ouço falar.

Mas isso também não quer dizer que a gente deve se jogar de corpo, alma e coração na primeira história que aparece. Precisamos nos preservar, pelo menos um pouco, mas que seja pelos motivos certos e não para falsear características.

Eu sou muito intensa, as vezes carinhosa demais e de vez em quando um pouco mais romântica do que gostaria. Então, as vezes tento dar uma segurada nessa intensidade toda, não para fazer tipo ou para conquistar ninguém, mas para não atropelar o curso natural de cada história. Como sou muito ansiosa, esse exercício de me policiar é super importante para mim, nada tem a ver com o outro. E é claro que não foi tão óbvio ver isso, precisei de uma escorregada aqui e outra ali para entender como eu funcionava.

Fingir “algo que não é” para conquistar é diferente de se preservar. Eu querer me policiar para não cair nos mesmos erros e completamente diferente de eu tomar qualquer atitude por estar “me fazendo” de algo que não sou e nem preciso ser.

Na boa, por que uma mulher adulta precisa ser difícil quando está com vontade e à vontade? Por que ela precisa ganhar um jogo para conquistar o que deseja?

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Falando em ganhar, quanto mais eu conheço jogadores e jogadoras mais acho que eles ficaram viciados na conquista, todos os esforços são válidos até conquistar o objeto de desejo. Muitas vezes depois o tempo passa e o interesse também.

Acho que calcular todos os movimentos para fazer com que o cara ou a garota se apaixonem por você é um talento usado em vão. Tantos trabalhos no mundo precisando dessa característica e a pessoa por aí, fazendo joguinhos de amor? Dá para usar isso pra coisas muito melhores.

Para você de fato conquistar alguém ou despertar maior interesse só existe uma máxima: seja você mesma! Não se faça de difícil, de desinteressada ou mesmo de desencanada quando isso não for real. A pessoa que precisa entrar na sua vida na hora certa só vai se interessar por quem você é, não por uma máscara que você criou baseada em listas machistas que dizem “do que os homens gostam” - e que provavelmente fizeram com que nós, mulheres, crescêssemos achando que precisávamos seguir as regras da conquista para fisgarmos alguém, enquanto homens não parecem se preocupar tanto com isso.

Mas se o cara com quem você vai sair precisa que você se faça de difícil e julga tudo de forma superficial e pelas aparências, numa boa? Não perca o seu tempo, não vai valer a pena, disso eu tenho certeza.

E vocês, o que pensam sobre joguinhos de conquista?

Beijos

6
ago
2015

Crise: as primeiras mudanças no comportamento de consumo!

Lifestyle, Reflexões

Aqui sempre falamos de consumo - normal, um blog de moda e beleza não tem como escapar desse tema. Com o decorrer dos anos, nosso blog deixou de ser uma lista de produtos de “tem que ter” e passou a ser mais um espaço para falarmos de um conteúdo mais denso, ainda que as vezes focado nas amenidades e futilidades da vida.

Continuamos falando de compras e produtos, mas demos espaço a grandes reflexões, dividimos experiências e compartilhamos um pouco de tudo que cerca nosso universo com vocês. Esse movimento aconteceu mais forte nos últimos dois anos e agora parece que ele faz mais sentido do que nunca. A mudança de conteúdo acontece de forma tão instintiva que a gente nem para para analisar as questões do inconsciente coletivo, sem falar que nem paramos para pensar na influência que sofremos com a situação sócio-econômica do país, que altera totalmente o comportamento de consumo.

Hoje a gente parou para pensar sobre isso. Muita gente já parou de comprar supérfluos, outras pessoas ainda não pararam mas vêm reduzindo o ritmo e mantendo uma postura mais cautelosa por medo do que está por vir. Em ambos os casos, o consumo inteligente e consciente é de suma importância.

Exercitar o ato de repetir roupas é uma ótima forma de evitar fazer compras desnecessárias. Roupas não são descartáveis e não é nenhuma vergonha usá-las até o fim de suas vidas úteis.

Exercitar o ato de repetir roupas é uma ótima forma de evitar fazer compras desnecessárias. Roupas não são descartáveis e não é nenhuma vergonha usá-las até o fim de suas vidas úteis.

Apenas uma minoria muito específica do país vai continuar vivendo sem se preocupar com o quanto compra. Até quem tem uma condição legal já está deixando para consumir apenas o que é estritamente necessário. A sensação que dá é que agora vamos ter que bolar um conteúdo ainda mais voltado para quem curte um consumo consciente. Isso nos parece um desafio maravilhoso.

O foco dos posts de consumo vai ter que ser ainda mais cuidadoso do que antes, quando já adorávamos falar de achados de fast fashion ou itens de luxo mais caros mas que duram tanto que valem a pena. Trabalhar mais nesse conceito onde “custo por uso” faça todo sentido.

Essa mudança não parece muito radical para o nosso blog, verdade seja dita, a gente nunca pregou o consumo compulsivo por aqui. No entanto, quando você vê todo um mercado mudando seu comportamento, você para para pensar e refletir sobre como você pode ajudar as mulheres, que seguirão igualmente vaidosas, a se sentirem lindas gastando menos.

Não precisa ser apenas amiga, não. Pode ser mãe, tia, prima, companheira de quarto, etc...Tente propor uma troca por tempo determinado para elas e veja um mundo de possibilidades se abrir!

Não precisa ser apenas amiga, não. Pode ser mãe, tia, prima, companheira de quarto, etc…Tente propor uma troca por tempo determinado para elas e veja um mundo de possibilidades se abrir!

Obviamente que cada ser humano tem suas prioridades, e nem por isso vamos virar um blog só de achados ou de tratamentos estéticos baratinhos, jamais. Quando mexe com saúde a gente vai continuar tão exigente quanto antes, mas talvez a gente vá consumir um pouco menos e melhor.

Talvez, agora escolher o modelo de sapato certo seja mais importante, ou quem sabe o look daquela festa vai ter que se transformar através de análise combinatória de peças em outros tantos looks mais. Podemos estar soando conservadoras, mas achamos que as boas dicas de consumo, de uso consciente do cartão de crédito e de não desperdício nunca foram tão necessárias.

Tente achar acessórios que mudem completamente a cara de determinadas peças. As possibilidades se tornam quase infinitas!

Tente achar acessórios que mudem completamente a cara de determinadas peças. As possibilidades se tornam quase infinitas!

Se antes a gente já focava em looks com peças repetidas, agora isso se torna ainda mais importante. Precisamos mostrar que uma peça só deve entrar no seu armário quando ela puder dar vida a várias produções.

Nessa fase, aproveitar ao máximo tudo que a gente tem pode ajudar a mantermos uma boa qualidade de vida em meio aos dias mais difíceis que podem estar por vir - mas que a gente gostaria do fundo do nosso coração que não viessem. Talvez seja a hora de guardar dinheiro para o que realmente importa e aproveitar mais o que a gente tem no armário.

Claro que vamos fazer compras nesse tempo, provavelmente você também, mas podemos nos esforçar para comprar melhor! Coisas que vão fazer muita diferença nos nossos looks, que vão ter qualidade e durabilidade, ou senão, que tenham um preço muito amigo.

Tomara que a crise ajude as marcas que fazem bem feito e leve embora aquelas que nada tem mais a nos acrescentar. Se o mercado da moda carioca já estava em crise nos tempos de bonança, imaginem agora. Esperamos que o que for mais legal e/ou criativo fique e vingue, traga bons preços, qualidade e algo diferente para nós. Somos sonhadoras? Talvez, mas a hora pra sonhar em um futuro mais coerente é essa, né?

A gente sofre vendo a quantidade de lojas fechando, só que tem tanta coisa mais do mesmo que parecia não fazer muito sentido e talvez por isso a crise no setor já não vinha de hoje. Já teve post por aqui falando um pouco dessa preguiça que a moda vem dando e só conseguimos concluir uma coisa: quem não se reinventar vai morrer tentando nadar até a praia. Então, talvez o lado bom da crise seja uma mudança forçada para produtos e marcas que realmente valham o que custam ou que custam o que valem.

O consumo de moda não mudou só no Brasil, ele vem mudando de forma radical com a força da internet e das redes sociais, mas sobre isso a Thereza Chammas falou muito melhor do que a gente lá no Fashionismo.

Nós mulheres amamos consumir, mas talvez a gente ame consumir por amar se sentir bonita, e isso é algo que pode ser feito consumindo menos. Provavelmente nos tornaremos consumidoras mais exigentes do que nunca e esperamos que essa mudança traga um novo respiro para a moda, as marcas e para os produtos.

Se quiser apostar em peças mais caras -  como uma bolsa de marca, por exemplo - escolha com cuidado, veja se seu armário combina com a peça e reflita se o "investimento" vai valer a pena!

Se quiser apostar em peças mais caras - como uma bolsa de marca, por exemplo - escolha com cuidado, veja se seu armário combina com a peça e reflita se o “investimento” vai valer a pena!

Acreditamos que isso vai ser possível e esperamos que blogs como o nosso possam ajudar nesse momento, nesse desafio. Como vocês viram ao longo desse post, a gente já quis dividir as dicas que mais usamos para evitar gastos que julgamos desnecessários!

Claro que vamos continuar sonhando com uma bolsa aqui ou um óculos ali, mas já temos a consciência que a conta vai mudar e a organização para isso também.

Vocês já também se pegaram comprando ou gastando menos com supérfluos? Tem dicas para aproveitar melhor o que já temos em casa?

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