28 em Comportamento/ Convidadas/ Mayara Oksman/ Reflexões/ Relacionamento no dia 03.07.2015

Pé na bunda: deixe doer e deixe passar!

Vocês lembram do texto que a Mayara escreveu? Ele se chamava “Ser solteira não é defeito“. Ele foi um verdadeiro sucesso e nós ficamos morrendo de vontade de que ela escrevesse mais alguma coisa para nós. Esse dia chegou, hoje a May resolveu falar sobre “pé na bunda”! 

Eu ainda não sei o que é ter um relacionamento a dois. Como disse no meu post anterior, o maior dos meus rolos durou quatro meses. Mas o que eu não disse para vocês, é que o meu maior rolo só durou quatro meses porque levei um belo de um pé na bunda. Daqueles doídos, chorosos e dramáticos.

Meu mundo caiu. Achei que eu nunca mais seria feliz, achei que eu nunca ia parar de chorar. Aliás, chorei tanto que respirar era difícil. Não fui para a faculdade por uns dois dias, apaguei todas as luzes, fechei as janelas, me joguei na cama e coloquei em repeat uma playlist repleta de músicas tristonhas. Acho que eu ganharia um Oscar de melhor atriz se minha vida fosse um filme Hollywoodiano de drama.

pe-na-bunda-3

Ok, dor é para ser sentida, só não podemos nos permitir exagerar não é mesmo?

 

Minha mãe, muito sábia, me deixou sofrer. Me deixou chorar, me segurou no colo e disse que eu tinha que passar por aquela experiência. Parece besteira, especialmente por ter durado apenas quatro meses, mas passei pelos chamados “cinco estágios da perda”: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação (ok, não exatamente nessa ordem e alguns mais do que os outros, confesso, mas passei por todos). Não importa quanto tempo depois, mas um belo dia eu acordei e não me vi mais triste. Não fiquei com vontade de chorar e nem pensei naquele-que-não-deve-ser-nomeado. Simplesmente aceitei que o que quer que tinha acontecido entre eu e ele não existia mais.

pé-na-bunda-1

Como dizem por aí, não tem arco-íris se não tem chuva.

 

E por que contei sobre meu pé na bunda? Contei porque se eu, a rainha do drama em pessoa conseguiu passar por isso e sobreviver ao – suposto – fim do mundo, você também consegue. É um aprendizado, um amadurecimento, algo que todo mundo passa pelo menos uma vez na vida.

Então para quem levou um pé na bunda recentemente fica a minha dica: sofra, chore, grite, ouça as músicas que quiser, veja filmes românticos. Você tem que passar por esse momento (sozinha, acredite). Mas uma hora você vai perceber que você está viva, linda e maravilhosa, pronta para levantar e sacodir a poeira. O importante é ver a luz no fim do túnel e saber que esse sentimento horrível é passageiro.

Mayara Oksman

Você também pode ler o texto “ser solteira não é defeito“.

Mayara-L.-Oksman

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28 Comentários

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    Paola Alves
    03.07.2015 às 10:35

    Namoro há 5 anos e só de pensar em pé na bunca me dá um frio na barriga HAHAHAH afinal, ngm quer perder alguém que ama né? Maaaaaas, o erro que mta gente comete é tentar pular a parte do sofrimento, tem que sofrer mesmo, chorar, comer chocolate e querer morrer.. dps vai passar, a mente vai acostumar com a ausência da pessoa e a nova rotina e vai doer menos, até não doer mais <3 http://simsemfrescura.blogspot.com.br/

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    gil
    03.07.2015 às 10:35

    oi jô, oi cá, oi may, tambem acho que nao devemos pagar nada na mesma moeda, o tempo cura tudo, depois a gente esquece, so é chato na hora e se muita gente ficou sabendo e espalhou a historia, sinceramente da uma raiva enorme kk ja passei por isso mas esqueci com outro cara kk hj esqueci aquele e ate os q deram certo mas teve q terminar, feliz e casada <3
    jô, cá e may, me visitem tambem;
    http://www.gilvaniaevans.com

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      Joana
      03.07.2015 às 10:39

      Eu passei pela mesma coisa que a May, achei que fosse morrer de tanta dor. Eu tinha uns 20 anos na época, foi um big drama.
      Eu fui aceitando e esquecendo sozinha, dai na época conhecer outro cara foi a cereja do sundae. hehehe
      Não deu em nada sério com esse, mas me fez lembrar que o mundo tinha coisas muito melhores guardadas para mim, e teve mesmo.
      Pq dar certo não tem a ver com “serem felizes para sempre né”, pra mim dar certo significa que foi incrível enquanto durou.
      <3 Vou visitar o seu blog Gil, obrigada por estar sempre aqui.

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      Vivi
      03.07.2015 às 13:37

      Nossa, Joana! Passei pela mesma coisa! Sou bem novinha (tenho 18 anos) e no fim do ano passado terminei um relacionamento de quase 4 anos (sim… hahaha). Achei que ia morrer, sério. Um casal de amigos resolveu me apresentar a um amigo deles “que era a minha cara” e lá estava eu, um mês e meio depois do término, ficando com outro cara. Resumo da ópera: ficamos “enrolados” por quase 5 meses, mas também terminou. Estou sofrendo PACAS e ainda não consigo entender o porquê das coisas. Dessa vez não tem nenhum outro amigo pra me apresentarem hehehe Estou descobrindo, pela primeira vez na vida “”crescida”” o que é ser sozinha – e feliz. Beijo!

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    Anna
    03.07.2015 às 10:42

    May linda, obrigada pelo texto. Estou exatamente no pós pé na bunda e, infelizmente, esse não é o primeiro da vida. Então, lado bom: eu sei que a gente sobrevive. Só dói, demora e vc não sabe quando acaba. Então estou na fase AA: só mais hoje, um dia de cada vez. Até o dia em que não doer mais né :)
    Parabéns! Bjs #melhorgrupo haha

    • RESPONDER
      May
      06.07.2015 às 18:01

      Já te falei na sexta e falo de novo: é um aprendizado. É um aprendizado duro, chato, que parece desnecessário. Mas você vai sair dessa ainda mais forte! <3

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    Adriana
    03.07.2015 às 10:54

    Comentei seu outro post sobre ser solteira e vou comentar esse também.
    Namorei 4 anos, um relacionamento “maluco”, que nós nos gostávamos demais mas quase nos matávamos de tanto brigar, muito ciúme, muita possessividade, enfim, uma coisa louca mesmo hehehe. Foram quatro anos de uma paixão louca que, tanto eu quanto ele, não conseguíamos imaginar viver um sem o outro, sabe?
    Não levei um pé na bunda, um dia sentamos, olhamos um pro outro e falamos “o que estamos fazendo das nossas vidas?”, terminamos, mas durante 5 anos nos falamos muito, ficamos algumas vezes e nunca conseguiamos romper verdadeiramente o laço, sabe?
    Então ao em vez de um pé na bunda, foi como se nós tivessemos passado por vários minis pés na bunda, uma hora eu não queria mais, uma hora ele não queria mais, aquela confusão.
    E, MEU DEUS, como dói, como é dolorido ficar longe daquele pessoa que vc sabe que ama loucamente, mas que não adianta, não dá certo e ponto.
    Foram 5 anos muito doloridos pra mim (felizes também por estar vivendo meu momento solteira) mas muito doloridos. Não consigo lembrar quantas vezes eu perguntei “Meu Deus, quando isso vai passar? Será que um dia essa dor vai acabar?”.
    Minhas amigas me chamavam de louca por “sofrer” por tanto tempo, mas era aquele tipo de sofrimento que vc quer se livrar, quer se livrar, quer se livrar, mas parece que ele não desgruda de ti. É horrível!
    Até que um dia, como vc falou, parou de doer. Um dia fiquei sabendo que ele ficou com outra menina e não doeu mais, um dia o vi passando na rua e não doeu também, hehehe. Até que pensei “gente, acho que estou curada!!!” hahahahaha.
    E estava mesmo, quando nem mesma eu tinha mais esperança de me livrar daquele sentimento ele “saiu” de mim, sumiu sem eu nem perceber.
    E hoje sou tratada pelas minhas amigas como uma “expert” no assunto fim de relacionamento hahahaha, tipo a pessoa mais experiente do assunto. E quando consolo alguém que ficou solteira falo com aquele propriedade sobre o assunto, como “alguém que sobreviveu ao fim de um grande amor” hehehe.
    A vida é feita de experiências, todas trazem algo de bom pra nós, hoje olho para trás e não tenho a dimensão que foram, no total, 9 anos dessa história louca, parece que foram meses que passaram tão rápido, acho que todo sofrimento acaba sendo reduzido na nossa memória e hoje guardo apenas as coisas boas que vivi nesses anos, porque elas sempre existam, nem que seja perder uns quilinhos por não sentir vontade de comer hehehe.
    Boa sorte a todas que estão iniciando essa caminhada de “novas solteiras”, não é fácil, mas você vai conseguir! Pode apostar :)

    • RESPONDER
      Vi
      03.07.2015 às 12:39

      Poxa, Adriana…lendo o seu relato eu fico com medo de passar por tudo isso. Namoro há menos de 1 ano e meu relacionamento já é assim…nos gostamos MUITO, nao queremos ficad sem o outro, mas simplesmente nao damos certo na maior parte do tempo…tem isso do ciúme e possessividade também, mas também brigamos por qualquer besteira, toda hora…é muito instável. Tenho medo de ficar anos numa relaçao assim, pois isso nao faz bem pra ninguem.
      E as comparaçoes tornam-se inevitáveis: namorei 6 anos com meu primeiro namorado e acho que só começamos a brigar quase depois de 1 ano. Por que agora tenho que brigar tanto com o atual desde o começo, sendo que deveriam ser os melhores e mais felizes momentos?
      Desculpa o textão!
      Beijos

    • RESPONDER
      Adriana
      03.07.2015 às 13:58

      Oi Vi, eu acredito que seja difícil vc ler meu depoimento estando em uma situação parecida. Nosso relacionamento foi muito louco mesmo, eu era apaixonada por ele e sei que ele era por mim também, mas acho que, mesmo com tanto amor, um relacionamento desses não é saudável para ninguém e com o tempo vcs só tendem a se machucar mais e mais se continuar assim.
      Acredito que se estamos dentro de um relacionamento é para ter mais leveza na vida, porque nosso dia a dia já é tão conturbado, tão cansativo, que quando chegamos em casa temos que ter ao menos paz.
      Hoje namoro há 1 ano e meio com outra pessoa e é isso que ele faz por mim, ele me traz paz. Não vou dizer que é um relacionamento perfeito, sem brigas, porque acho que isso nem existe, mas ele traz leveza pra minha vida, é meu porto seguro, sabe?
      Quando criei coragem para colocar um ponto final no meu outro relacionamento foi quando parei e fiz uma lista, uma lista de verdade, papel, caneta, sentei e escrevi: pontos positivos e pontos negativos. A lista de ponto negativos era imensamente maior e nem assim me convenci a terminar, então comecei a anotar em uma agenda todos os dias em que discutiamos e todos em que estavamos bem, mais uma vez os dias de brigas era imensamente maiores, foi quando percebi que não dava mais para continuar assim.
      Sugiro que vc faça isso, uma lista de pontos positivos e negativos e reflita o que realmente é importante pra vc.
      Beijo e espero que sua situação se resolva da melhor forma possível :)

    • RESPONDER
      Vi
      03.07.2015 às 14:44

      Muito obrigada pela atençao e carinho! :)
      E sim, concordo plenamente…um relacionamento tem que fazer bem e não ser mais um problema ou motivo de stress na nossa vida. Já falei isso pra ele e, inclusive, já falei que não queria que chegasse num ponto onde terminassemos praticamente nos odiando. Mas mesmo tendo alguns momentos mais racionais assim, ainda não consigo abrir mão e acho que ainda me resta um fio de esperança que as coisas melhorem de vez…
      Mas obrigada pelas dicas! Realmente acho que vale a pena fazer essa lista, principalmente o comparativo de dias bons e ruins.
      Fico feliz que você esteja num relacionamento feliz e em paz agora, pois é assim que deve ser! :)
      Beijos!

    • RESPONDER
      Adriana
      03.07.2015 às 15:21

      Vou torcer muito para que vcs consigam superar esses momentos difíceis e vivam esse amor em plenitude.
      Cada história de amor é única, a minha teve que acabar e hoje vivo uma história de amor com outra pessoa, a sua não precisa ser assim e espero de verdade que vcs achem o equilíbrio da relação.
      E te apoio por querer tentar mais um tempo e mais um tempo e mais um tempo, o tempo que vc quiser, porque só vc pode dizer quanto tempo é necessário e não importa o que os outros digam, siga seu coração.
      Eu tentei por 4 anos e depois ainda fiquei mais 5 com aquele fio de esperança de que talvez desse certo. Muitas amigas minhas falavam “vc é louca, jogou 9 anos de vida fora”, mesmo hoje, vendo que não deu certo, não considero nem um minuto jogado fora, porque tudo que fiz foi de coração e por amor, e tudo que é feito por amor é válido!
      O que importa é viver de coração leve! :)

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    Jessyca
    03.07.2015 às 11:19

    Bom, não levei um pé na bunda mas passei por um término de seis anos, acho que é tão ruim quanto o pé na bunda, e depois de um tempo a gente se acostuma, felizmente, agora eu entendo que terminar com alguém não é o fim do mundo, talvez seja só o começo. Adoro o blog de vcs meninas :)

    • RESPONDER
      Joana
      03.07.2015 às 12:05

      Toca aqui Jessyca!

      Eu ainda tenho sustentado uma teoria de que terminar (em alguns casos) é tão duro quanto “ser terminada”. Afinal a gente tem que carregar nas costas a coragem de abrir mão de algo tão importante, sem saber se está fazendo uma grande besteira ou a melhor coisa para os dois. É muita responsabilidade e zero fácil. No entanto isso é papo para um post do futuro, pois me jurei que não vou começar a escrever sobre essas coisas agora. ;)

      Beijos

    • RESPONDER
      Andreia
      06.07.2015 às 16:26

      Jessyca, exatamente o que penso.. arrisco dizer, inclusive, que dependendo da situação, terminar pode ser muito mais difícil que tomar o pé na bunda, especialmente nos casos em que, apesar de haver amor, a situação do casal já é tão tensa e pesada que não há como ver futuro. Passei por isso recentemente, e tive que tomar a dura decisão de pôr fim em um relacionamento de mais de cinco anos, e olhe, não foi fácil. Na época li um texto que me identifiquei muito, se chama “A separação como ato de amor”, de Martha Medeiros, que fala um pouco sobre como o ato de separação pode ser uma prova de amor e respeito pela pessoa a quem você confiou sua intimidade durante o relacionamento, antes de deixar que a mágoa apague tudo o que foi bom.

      Quando recebemos o pé na bunda, por mais doloroso que seja (e eu sei que é, porque já vivi as duas situações, a da vítima e do algoz), você tem a quem culpar, você é a vítima da história, todos estão ao seu lado te consolando.. Mas quando damos o pé na bunda, nós arcamos com a grande responsabilidade da escolha e com as consequências dessa atitude, para o bem ou para o mal, e muitas vezes somos vistos como “os culpados”, realmente. (Claro, estou falando de relacionamentos “saudáveis”, em que o término ocorre pelo desgaste natural do amor e da convivência, e não dos casos em que uma das partes faz alguma burrada homérica que leve ao fim!)

  • RESPONDER
    Bia
    03.07.2015 às 11:29

    Eu tenho uma filosofia sobre o fim de relacionamentos: 48h de luto. A gente fica triste, é claro, mas não adianta ficar sofrendo uma eternidade por alguém que não que ficar com a gente! Ou pior, que é um babaca, não merece a nossa companhia, e muitas vezes nos leva a terminar. Concordo muito com o ditado: quando uma porta se fecha, uma janela se abre (para tudo na vida). Nunca sabemos o que vamos encontrar na próxima esquina e,cedo, ou tarde, percebemos que ninguém além de nós mesmas é insubstituível!

    • RESPONDER
      May
      06.07.2015 às 15:57

      Hahaha Bia, queria ser como você e seguir essa regra das 48 horas. Mas sou dessas que precisa de um tempo para digerir tudo e ir seguindo em frente aos poucos! E sim, a lição mais importante é ver como NÓS somos a pessoa mais importante das nossas vidas!

  • RESPONDER
    Milena Miano Fernandes
    03.07.2015 às 11:33

    Namorei durante 5 anos e tomei um pé na bunda daqueles. Chorei horrores e achei que fosse morrer (dramas)! Passado um tempinho minha mãe soltou: não se preocupa, ninguém nunca morreu disso e vc não vai ser a pioneira! Parece que aquilo me deu um estalo! Um dia eu acordei e percebi que não sentia mais vontade de chorar por aquilo, apesar de que depois de 5 anos tudo na sua vida e rotina lembram a pessoa… Lembrava, mas não sentia vontade de chorar! O velho ditado de que nada como um amor novo para curar o antigo (mesmo que seja um amor curtinho) fez tanto sentido pra mim! Meu único “arrependimento” é não ter enviado um e-mail que eu escrevi na época, me sentiria mais aliviada se eu tivesse falado o que eu queria! hahahahahahhahahhahaa!

    Beijos, meninas!

    • RESPONDER
      May
      06.07.2015 às 15:55

      Minha mãe falou a mesma coisa: todo mundo já passou por isso e sobreviveu. Quanto ao e-mail, acho que você deveria ter enviado mesmo! Umas duas semanas depois do pé na bunda me deu na telha que precisava gritar na cara dele tudo o que estava entalado na minha garganta. Foi ai que escrevi uma carta e sem papas na língua falei tudo que precisava. Desabafei mesmo. Entreguei e não esperei uma resposta (que obviamente não veio). Foi meu jeito de extravasar a raiva que sentia e me ajudou muito. Óbvio que em nenhum momento parti para a ignorância, só desabafei mesmo, falei que não tinha entendido, bla, bla, bla. O importante é fazer isso por você e não por ele. Não entreguei a carta esperando que ele me ligasse, me respondesse ou viesse correndo me abraçar. Escrever e entregar foi suficiente.

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    Gabi
    03.07.2015 às 13:49

    Muito bom o texto. Eu passei por um baque desses na pior época possível – ano de vestibular. hahaha. Fiquei em depressão por uns três meses, passei por tooooodas as fases, e foi bem como descreveu o texto: um belo dia eu acordei e não doía mais.
    É importante mesmo sofrer, mas consciente de que tudo tem limites. <3

    F-uti sempre arrasando nos posts sobre relacionamentos!

    http://gabivasconcellos.com.br

  • RESPONDER
    Silvia
    03.07.2015 às 16:18

    O meu melhor pé na bunda fui que dei e fiquei sofrendo ANOS por isso, por ter sido idiota e largado o cara que eu gostava – que era um galinha safado, etc – em prol de ficar de bem de novo com o colegio. Pq como nada na minha vida é simples, minha amiga e eu nos apaixonamos pelo MESMO cara, mas impensável ele me escolheu. Foi uma cena linda o momento onde nos conhecemos, eu de pé quebrado – pra variar – sendo carregada por ele na frente da escola toda. É ou não é para gamar? E foi assim que durante ANOS “As long as You love me” foi a música que mais me fazia chorar pq era a “nossa” música. Um dia, solteira, encontrei a criatura no centro do Rio e ele me solta um “e ai gatinha?!” Eu passei horas rindo de mim mesma de como fiquei tantos anos sofrendo por alguém tão brega!

    Segundo pé na bunda cômico: entro para a faculdade faço um BFF – aquela q eu dei a rosa amarela q contei em outro post – e de novo nós nos apaixonamos pelo mesmo cara. Pior dessa vez foi ela q empurrou ele para cima de mim sem querer. Eu não ia ter nada com ele, mas ela falou “Vai lá, seja feliz! Eu não vou deixar de ser sua amiga” e nos empurro para nos beijarmos em uma festa a fantasia – que ele mudou de fantasia com um amigo para fazer par comigo. Depois disso, a gente saiu do meio de todo mundo e foi conversar, qdo voltamos ela deu um escândalo. No primeiro dia de aula, eu estava com ele no bar junto com todo mundo e de novo de pé quebrado – óbvio – e ela me empurra no chão, me jogando e levanta a mão para me bater na cara. Eu deixei, deixei ela fazer o que ela tinha q fazer. Ele começou de “nós temos q evitar a faculdade” até q uma hora ele disse q tinha cansado de ficar comigo. Eu não sofro, juro! Depois ele tentou voltar comigo e eu já estava em outro – meus 18 anos <3 – e ficou por ai. Sai da faculdade, ele tb. Alguns anos depois descubro por uma nova melhor amiga – essa pra vida – que ele era Tcham Tcham Tcham O NAMORADO DO MELHOR AMIGO DELA! Ou seja?! Tanto estardalhaço e o cara no fim foi jogar do outro lado!!! Durante anos me zoaram com isso, que fazia os homens desistirem das mulheres – isso q dá ter muito amigo homem!

    Ai comecei com o meu Pelotense e ai sim tomei o pé na bunda mais dolorido da vida. Eu estava mega deprimida – dessas q você nem sai da cama – e os amigos dele fazendo pressão contra. Todo mundo achava q eu tinha mudado ele, que eu era uma bruxa, um amigo dele chegou a falar isso para os irmãos mais novos dele que eram super novinhos – isso eu NUNCA vou perdoar. Enfim, Erick foi pra casa desse amigo e eu deprimida fiquei chateada. Começamos a brigar pelo telefone e ele foi para minha casa mas já dizendo que estava tudo terminado. Nisso liga uma amiga e eu vomitando e chorando, ela no desespero liga para minha mãe, que foi para casa. Erick chegou lá junto com a minha mãe, os dois na porta da minha terapeuta – que era do lado de casa. Bem, para piorar a situação era aniversário de 15 anos do irmão dele. E claro que o Erick me "obrigou", junto com a minha mãe a ir na porcaria do jantar na casa dos meus sogros. Até hoje eu odeio o dia do aniversário do meu cunhado, nunca quero ir jantar lá – é sempre uma briga – e eu me sinto mal na casa dos meus sogros por causa disso. Tudo bem que eu acho q meu sogro suspeitou e falou para o Erick q mulher como eu, ele não achava em qq esquina. Que eu não era só paixonite, que eu era capaz de levar o Erick a lugares q eles não podiam, pq eu era parceira e companheira. E o melhor de ter amigos homens? Os que eram amigos dos dois até e souberam – um noivo até – falaram para o Erick q ele estava sendo Babaca. Falaram para mim q ele estava sendo babaca q eu não podia deixar homem fazer isso comigo – não é pra morrer de amores?! – é mais me levaram pra encher a cara e ainda me levaram brigadeiro!!!! <3 Lógico que minhas amigas me deram todo o apoio tb, mas a gente não espera esse apoio de homem de 20 e poucos anos né?! E bem, hoje estamos casados, amanhã fazemos 12 anos de namoro e esse ano 6 de casamento.

    Então sim, tem que sempre deixar a "diva" interior por para fora todo o drama necessário. Pq é isso q nos prepara para os próximos choques. O meu primeiro durou ANOS! O segundo nem uma semana direito pq voltamos e aqui estamos, mas pés na bunda acontecem e eu recomendo Alanis Morissete "You oughta know" repetidamente em volume BEM alto! Dá para colocar muita raiva para fora!

    Beijos!

    • RESPONDER
      Adriana
      07.07.2015 às 10:18

      Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Gente que histórias doidas. Mas realmente, a pior parte é quando choramos por um idiota que anos depois chega e diz “eai gata”, aí é demais hahahahaha

    • RESPONDER
      May
      07.07.2015 às 11:13

      Pior é que na hora a gente nem pensa como o cara é babaca, né? Tudo que queremos é estar com ele de novo! Hahahaha por isso disse que passei mais ou menos pelas 5 fases. Mal tive raiva do dito cujo!

  • RESPONDER
    Ka Lopes
    04.07.2015 às 15:35

    Amei muito o texto, principalmente porque estou passando exatamente por isso agora. Aquela falta que parece que você está sem ar, sabe? Aquela saudade de conversar, o que querer estar junto… Enfim, essa dorzinha chata que incomoda, tira o sono, a fome… :/
    Mas, como não é a primeira vez que passo por isso, sei que uma hora esse vazio será preenchido e vai deixar de existir. Ansiosa pelo fim dos cinco estágios!
    Beijos, meninas!

    • RESPONDER
      May
      06.07.2015 às 18:16

      Ka, espero que você preencha esse vazio logo <3

  • RESPONDER
    Mariana
    04.07.2015 às 20:50

    Nossa Mayara estou passando por esse momento agora …. espero que a minha dor passe obrigada pelo texto …..

    • RESPONDER
      May
      06.07.2015 às 15:45

      Mari, fica tranquila que quando você menos esperar a dor vai passar. Cada um tem o seu tempo, cada um lida de um jeito. Mas todo mundo fica bem no final! <3

  • RESPONDER
    Viih
    03.07.2016 às 19:25

    Oi, eu tenho apenas 15 anos, sei que tenho a minha vida inteira pela frente, mas sabe quando vc abre mão de tantas coisas para ficar com e pessoa, vc muda, deixa de lado suas melhores manias, só para poder viver bem com uma pessoa e mesmo tendo meus vacilos, que segundo ele foram perdoados (nada que tenha envolvido traição). Ficamos juntos 1 ano e 3 meses, foi uma relação maravilhosa, meus planos eram viver o resto da vida com ele, casar, ter filhos, enfim formar uma família, não me importava com o tempo que nosso amor teria que resistir, pq eu SEMPRE achei que realmente fosse verdadeiro de ambos, porém bastou somente um porre meu (o primeiro, inclusive) para eu levar um pé na bunda, eu acho que tenha sido isto, irá fazer 2 meses que acabou esse namoro, ele quem terminou, até hj não sei o real motivo, fiz várias “loucuras” para poder voltar,mas não funcionou, acho que não era amor. Se era, era somente o meu amor !

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