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10
jun
2015

Book do dia: Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

Book do dia

Depois do sucesso de Garota Exemplar, mesmo não tendo curtido o final do livro, deixei o nome de Gillian Flynn bem guardadinho na minha lista de autores legais para compras sem erros. Por isso, quando me deparei com Objetos Cortantes, comprei sem pensar duas vezes - e sem ver que esse livro é de 2007, ou seja, 5 anos antes de Garota Exemplar.

objetos-cortantesAh, também não li a história, que é a seguinte: Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida.

Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.

Se Gillian Flynn tem um trunfo, é o fato de conseguir criar suspenses psicológicos completamente eletrizantes, com personagens cheios de questões. Sem contar que eu achei incrível ter o assassinato como pano de fundo, mas a medida que você passa as páginas, você vê que o livro é muito mais do que isso.

Se semana passada eu reclamei de um final previsível que me decepcionou, não posso dizer o mesmo de Objetos Cortantes. Eu saquei o fim com uma certa antecedência, mas a leitura foi tão envolvente que eu nem dei importância a esse detalhe. Aliás, se tem uma crítica que eu faço sobre o fim é que achei meio corrido demais. Ou eu que estava com vontade de ler mais? Nunca saberei. rsrs

Apesar de ter achado Objetos muito bom, eu terminei com a impressão que se ele fosse escrito depois de Garota Exemplar, ele seria muito melhor. Apesar dos personagens serem densos, eu senti que faltou aquele elemento “ninguém é 100% bom ou 100% mau” que te deixa sem saber para quem torcer.

Só acho que vale alertar que não é uma leitura leve. O tema é pesado e perturbador, mas bem interessante. Quem curte um suspense dos bons, provavelmente vai curtir muito!

Alguém já leu? O que achou?

Beijos

Ca

 

27
mai
2015

Book do dia: O chamado do Cuco, de Robert Galbraith (a.k.a. J.K. Rowling)

Book do dia, Lifestyle

Faz tempo que eu não faço um #bookdodia, né? Estava com saudades dessa tag que é uma das minhas preferidas de todo o blog! Na verdade, eu terminei esse livro na semana que eu viajei, ou seja, aquela semana em que você tem que correr contra o tempo para deixar tudo organizado. Por isso, acabei esquecendo de deixar esse post pronto, mas não tem problema… Estou voltando com o gás todo!

Para quem não sabe, Robert Galbraith é o pseudônimo que J.K. Rowling arrumou para escrever livros com outras temáticas. “O Chamado do Cuco” foi lançado em 2013 e foi o 1o. livro da série do detetive Cormoran Strike.

FullSizeRenderEu só demorei tanto para encarar esse livro porque fiquei com trauma de J.K pós Harry Potter depois de Morte Súbita, até que uma amiga me convenceu a ler. Quem não sabe do que se trata, a sinopse é essa aqui: Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso. Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega.

Eu amo thrillers policiais, mas sinto informar que J.K. me decepcionou…DE NOVO! “O Chamado do Cuco” não é chato como Morte Súbita, a história é ágil e o personagem principal é até interessante, mas é um livro correto e previsível, o que eu não acho que combine com uma narrativa de assassinatos e mistérios. Nesse estilo literário, eu gosto de virar a página prendendo o fôlego, gosto de ficar ansiosa pelo próximo capítulo, e isso não aconteceu nesse caso.

No começo do livro eu já tinha certeza do que aconteceria no final, e não deu outra: era exatamente o que eu esperava. Confesso que dei uma broxadinha, afinal, fiquei torcendo por uma reviravolta surpreendente que nunca chegou.

Outra coisa que me incomodou foram os vários personagens que ganharam backgrounds até interessantes, mas que não foram tão explorados ao longo do livro. Imagino que Robert/J.K. decidiu deixar algumas informações para as continuações da série do detetive, que sinceramente, eu não sei se vou querer acompanhar.

Alguém aqui já leu? O que achou? Eu que estou sendo implicante ou J.K. ainda tem um caminho meio longo para virar a próxima Agatha Christie?

Beijos!

7
abr
2015

Book do dia: Os assassinos do cartão postal, de James Patterson

Book do dia

Acho que perdi a conta de quantas pessoas me indicaram esse livro, por isso, vou agradecer as duas últimas leitoras que me deram essa dica aqui no blog: Ana e Marcela, meus sinceros agradecimentos! hehehe

Aliás, muito obrigada mesmo, já que depois da leitura arrastada do último book do dia, confesso que estava precisando de um livro que eu sentisse vontade de largar minhas séries, minha televisão, meu joguinho de celular, e até mesmo meu sono, só para acabar em tempo recorde! Acho que consegui isso, pois terminei em menos de 2 dias!

resenha-livro-assassinos-cartao-postal

Pausa para a sinopse: Uma viagem para conhecer as mais belas cidades da Europa é o sonho de qualquer pessoa. Porém, o detetive da NYPD Jacob Kanon não está interessado nos pontos turísticos. Após receber a notícia do brutal assassinato de sua filha e namorado, mortos em Roma, Kanon viaja para o Velho Continente para tentar juntar pistas sobre o crime que mudou sua vida. E a onda de assassinatos está só começando: jovens casais são encontrados mortos em Paris, Copenhague, Frankfurt e Estolcomo.
Os crimes parecem não estar conectados, com exceção de um cartão-postal enviado para o jornal local da cidade de cada nova vítima. Quando a repórter sueca Dessie Larsson recebe um postal, Kanon junta forças com a jornalista e partem para o novo destino para tentar capturar o serial killer.

Foi só coisa da minha cabeça ou eu achei que o James Patterson tem uma pegada muito Dan Brownesca de escrever (ou Dan Brown que imitou, sei lá, realmente não parei para ver quem foi o primeiro!)? Na verdade, qualquer livro de thriller policial com elementos de arte já abririam espaço para comparações, né? No fim das contas eu nem fiquei comparando muito, até porque eu amo esse estilo de narrativa com capítulos pequenos e cheios de pontos para serem ligados nas próximas páginas. É preciso ter uma força de vontade do tamanho do mundo para conseguir deixar para depois, e eu não tenho, confesso. rs

Outra coisa que eu amei em “Assassinos” foi que cada capítulo você via o que estava acontecendo com um personagem, incluindo aí o ponto de vista dos próprios assassinos. Eu adorei essa dinâmica que, por incrível que pareça, não deixa o livro menos intrigante ou com menos mistérios para serem explicados.

A única coisa que me incomodou foi —— acho que é mini spoiler, quem ainda não leu, pula esse parágrafo se preferir! ——- a tentativa de casal que James Patterson tentou criar. Juro que não entendi o casal. A menina (não vou citar nomes para tentar amenizar o spoiler) parecia a Amanda do BBB de tão carente que ela ficou depois que o cara começou a dar um pouquinho mais de atenção. E gente, o cara só apareceu na história desgrenhado e fedendo, não tomava banho….que borogodó é esse??? hahaha Enfim…não consegui ver química entre esses personagens, mas isso não alterou em nada a minha opinião sobre o livro.

Acho que “Assassinos…” é a leitura perfeita para quem está procurando algo intrigante, dinâmico e rápido, mas sem compromissos. É total entretenimento!

Preciso repetir que quem quiser dar suas dicas, é mais do que bem vinda? Eu leio de tudo, mesmo! rs E quem resolver começar Assassinos, depois me conta se gostou!

Beijos!

Carla

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