Arquivo do mês: abril 2015

30
abr
2015

#futinoprovador: C&A, Andrea Marques para C&A, Renner e um passeio pela Forever 21

Fast Fashion, Moda, Provador, Visitinha

Faz tempo que eu não faço um post desse tipo, né? Pois é, ultimamente eu estava completamente sem tempo e nunca conseguia uma tarde de folga para ir até um shopping com muitas lojas fast fashion. Como isso foi um tópico que muita gente falou que curtia na pesquisa que fizemos, resolvi criar o tempo e dar uma olhada no que está acontecendo por aí!

Fui no Shopping Morumbi, que apesar de ser um dos lugares que eu mais gosto em termos de fast fashion - afinal, tem C&A, Renner, Forever 21 e Zara - é um dos que eu mais demoro, afinal ele é enooooorme. Daí, eu crente que ia fazer pelo menos 3 dessas lojas em 3 horinhas, demorei mais de 4 horas e acabei comprando algumas coisinhas (assim vocês vão me falir, não vale rsrs).

Bem, deixa eu mostrar logo! A primeira loja que eu passei foi a C&A.

Tentei não focar muito na coleção da Andrea Marques porque vocês pediram para eu não falar apenas dessas especiais, mas como eu não fui conferir no pré lançamento, não resisti e fui dar uma fuçadinha nas araras dessa parceria, que ainda estavam cheias de peças em todos os tamanhos. Na verdade, eu amo o trabalho da Andrea mas ele não faz muito o meu estilo, e eu acabei ficando nessas duas saias, no body e no tricot, mas não curti muito nenhum. Achei o 42 das saias apertado e apesar de ter achado o body maravilhoso, achei que ele abre muito facilmente (mas eu também não sei me comportar com essas roupas, não hahaha).

Voltando para a coleção normal, nada me empolgou muito, confesso. De saias, shorts e calças, não vi nada que me chamasse a atenção. Quanto à parte de cima, só curti a camisa camuflada, que veste absurdamente bem (levei, claro! rs) e os tricôzinhos, que acabei não levando porque o colorido é muito curtinho (uma pena, porque amei esse camuflado diferente!) e o preto com dourado pinica e é mais transparente do que eu gostaria.

Logo depois, saí e fui para o outro extremo do shopping: Renner!

 

A Renner me decepcionou, gente. Tirando poucas peças (só essas daí que levei para o provador), todo o resto me pareceu igual. Aliás, não só pareceu, como eu vi com meus próprios olhos um cardigã quase idêntico (se não era o mesmo…) ao que eu postei aqui em outubro!

Sei lá, a impressão que eu tenho é que ela perdeu um pouco o gás. Espero estar errada, porque existe potencial, afinal, o pouco que me empolgou foi o suficiente para eu querer continuar dando chances.

O poncho foi uma dessas peças que me fez ficar muito feliz e contente, por exemplo. Amei essa versão em cores mais sóbrias e quase levei para casa, mas achei que seria exagero ter outra peça parecida no armário e também achei caro. Aquele meu da Dafiti, por exemplo, está 40 reais mais barato!

O tricot listrado p&b e o vestido são fofos e vestiram bem, mas levei para o provador só por levar mesmo. Não me emocionaram. rsrs

Agora a saia….bem, a saia eu tive que levar! Apesar de não ter curtido o modelo da Andrea Marques, eu fiquei na cabeça que seria interessante ter uma saia de couro midi no armário. E aí eu achei essa na Renner onde eu curti a modelagem, curti o preço e apesar de ser um “couro” beeeem fininho, eu achei que valia a pena. Usei ela pela primeira vez no sábado passado e assim que coloquei, tive certeza que o investimento vai se pagar rapidinho! Valeu a pena MESMO!

Bem, de foto no provador eu só vou ter isso mesmo. E a Forever 21 do título? Então…a Forever foi a grande decepção! Desde que a loja inaugurou eu já fui algumas vezes, inclusive uma dessas vezes, eu fiz as duas compras mais maravilhosas da minha história com fast fashion: a minha calça jeans boyfriend que eu não tiro e o meu moletom da Frida Kahlo que é elogiado toda vez que eu uso.

Só que de uns tempos para cá, eu entro na Forever e não consigo achar nada do meu tamanho. Sabem o que é nada? Nada! A grande maioria das peças que eu encontro só tem P - que parece PP - e os poucos M’s que eu acho também parecem PP. Está mais fácil achar o Wally do que achar uma peça L e os shorts e saias que eu estou vendo devem ficar curtos até na minha Barbie.

Na verdade, notei isso mês passado, quando fui conhecer a Forever que abriu na Haddock Lobo, mas achei que era fase ou coincidência. Um mês depois, entrei nessa do Morumbi e vi que a dificuldade permanecia, mesmo as peças tendo mudado. Na boa, to quase desistindo. O que me faz continuar dando uma olhadinha são os acessórios, que eu nem fotografei porque fiquei tão decepcionada que acabei indo embora da loja rapidinho.

Vou ver se mantenho uma rotina de pelo menos uma vez por mês dar uma passadinha para contar para vocês o que eu achei nas fast fashion, mas quem quiser contribuir, pode mandar fotos ([email protected]) com preço ou marcar nosso instagram (@futilidades)! Adoraria ter a participação de vocês por aqui! :)

Beijos!

Carla

30
abr
2015

Trip tips de Londres: chegando e saindo de Heathrow (metrô, trem e taxi)

Europa, Londres, Viagem

Eu estou devendo a vocês 3 posts de Londres: a parte 2 dos restaurantes da última viagem, como se locomover em Londres com o Oyster Card e por fim, o post de hoje: as diferentes formas de ir e vir do aeroporto de Heathrow!

Eu com meu ticket de ida e volta no trem expresso.

Nas minhas últimas viagens à cidade, eu cheguei e voltei por Heathrow. Eu adoro a British, “adoro”/ prefiro voar de Boeing e amo as dezenas de lojas fantásticas + restaurantes deliciosos que têm no terminal 5. Nele é possível comprar muitas coisinhas: tem desde Boots até Harrods (versão pocket), além das lojas da Burberry, Gucci, LV e outras. Obviamente lá as bolsas, casacos e sapatos nem precisam de tax free, todos os produtos vêm sem taxa.

Já comprei bolsa, maquiagem, mas o que eu não deixo de fazer é comer no Gordon Ramsay Plane Food. Almocei duas vezes com o namorado, uma vez almocei sozinha e dessa vez, tomei um café fantástico com direito ao meu rosê preferido da vida (fica a dica: a taça do Chapel Down Brut Rosê) .

Ok, até aqui vocês já entenderam meu verdadeiro amor pelo aeroporto de Heathrow. Tenho até o programa fidelidade para me sentir “habituê”. rs Vamos então falar de coisa séria? Como ir ou voltar de Heathrow?!?!

Entre chegadas e partidas, acredito que fiz quase todas as maneiras: metrô tradicional, Heathrow Express, taxi e aquele taxi especial que te dá mais de 10 pounds de desconto.

Qual é a melhor maneira? Não existe uma resposta certa. Tudo depende de MUITOS fatores. O aeroporto é longe, o taxi é caro, mas quando se tem de 3 a 4 pessoas é muito fácil o valor compensar se comparado ao Heathrow Express.

O Heathrow Express é um trem que sai direto para Londres, tem um que faz algumas poucas paradas (2 ou 3) e outro que vai direto para Paddington Station, que fica bem no meio da cidade. Eu brinco que costuma compensar pegar o que passa primeiro. Ele passa mais ou menos de 15 em 15 minutos e também chega na cidade mais ou menos nesse tempo. Ele custa 20 pounds se você comprar uma perna e 35 se fizer ida e volta. Como dessa vez não ia fazer compras e estava sozinha, optei por esse esquema de ida e volta.

ticket

Com meu bilhete e minhas muitas malas esperando o Heathrow Express!

Como eu ia ficar perto de Paddington Station eu achei perfeito. Não poderia ser melhor, só que não é barato. É prático, é bom, mas não é mega em conta. Uma vez eu e o namorado pegamos esse trem + um taxi para nosso apartamento e, quando nos demos conta, gastamos quase um valor de taxi. Na volta optamos voltar de taxi por comodidade. Tudo depende do que você quer, de quanto você vai gastar e onde você vai ficar.

Por exemplo, se eu voltar a ficar em Knightsbridge e arredores, como foi em setembro de 2013, eu sem dúvida nenhuma vou optar pelo método mais barato. Chegar no aeroporto, comprar um Oyster Card (pela semana ou pelo número de dias que você vai ficar na cidade) e ir de metro normal até a cidade.

Demora mais? Sim, demora, mas te deixa onde você vai saltar.

O metrô que sai do aeroporto de Heathrow é o Picadilly Line. Ele corta a cidade inteira, pára em muitos pontos turísticos e deixa você, sua mala e cia na “porta de casa”. Sem dúvida esse é o método mais usado pelos europeus.

Então, se você vai ficar de 5 a 7 dias na cidade, é só comprar um Oyster Card (5 libras), pagar o valor da semana (40 libras) e tem direito a metrô + ônibus na principal zona da cidade. O grande pulo do gato de sair de metrô do aeroporto é saber qual estação mais próxima de onde você vai ficar tem elevador. Tem um site que te ajuda nessa parte, para você evitar escadas.

Se minha memória não me falha, Knightsbridge tem escada rolante, mas não para todo o trajeto. Então eu tive que carregar malas sozinha, mas não foi muito, no fim compensou. Foi o modo mais econômico e também mais prático, sem baldeação e direto ao ponto.

O custo benefício de ir de metrô é o melhor - e me desculpem os que pensam diferente - mas a libra custa muito caro, sem contar que prefiro gastar meu dinheiro comendo, bebendo e passeando. No entanto, se você é como eu e leva mala grande, vale a pena ver onde vai ficar, pois se for para trocar de linha com mala, eu confesso que não fico muito animada.

Então se não vou ficar nos arredores das paradas de Picadilly Line, que são muitas, não me aventuro com o metrô. Dessa vez não tive nem dúvida. A casa dos meus amigos era a 10 minutos andando de Paddington. Na ida eles me buscaram e viemos a pé para casa (minhas malas de viagem da Roncato têm um ótimo jogo de rodinha) e na volta fui de ônibus para a estação. Não daria para ser mais fácil, o Heathrow Express não poderia ter sido mais prático.

Como vocês podem ver, eu não fico só andando de metrô em Londres, eu ando MUITO MAIS de ônibus. Adoro subir na parte de cima para ver a cidade e em trajetos curtos fico sentadinha lá em baixo. Se locomover de ônibus é fácil e vai ser assunto de um próximo post onde vou contar como faço para aproveitar ao máximo meu cartão de transporte público.

Quanto ao táxi, se eu gasto fácil 20 pounds me locomovendo no meio da cidade, vocês podem imaginar que não tenha sido barato o taxi para o aeroporto. Já gastei em torno de 70 e 80 pounds em uma perna no tradicional “black cab”, taxi preto mais famoso da cidade. Já li que esse valor pode chegar a 100 pounds, ou seja, quase 500 Dilmas. Dizem que o “mini cab” pré agendado tem um preço bem amigo, acho que eles são do aeroporto, mas eu não usei esse serviço então prefiro não comentar. Sei que dá entre 50-60 rainhas.

Para 3 ou 4 pessoas juntas, acredito que um “black cab” fique mais barato que o trem expresso. Basta ter uma quantidade de mala ok para o taxista levar todo mundo + as tralhas.

Posso fazer um adendo? Quando o assunto é transporte com bagagem, brinco que boas malas fazem toda a diferença do mundo. Desde que entrei de cabeça nesse kit da Roncato eu me sinto mais confiante para ir para lá e para cá com minhas malas. Quando eu fiz mochilão e minha mala quebrou, só eu sei o que eu e minha coluna passamos até eu comprar uma nova. Uma vez para nunca mais. Hoje sempre recomendo que um viajante apaixonado tenha boas malas.

Voltando ao assunto, no fim não tem jeito, Heathrow é um dos melhores aeroportos do mundo, mas não fica perto e por isso é importante que a cada viagem você tome a melhor decisão sobre o meio de transporte. Não existe resposta certa sobre qual é o melhor. A cada aventura eu vejo em quantas pessoas estarei e para onde vou, só aí sei responder qual é a melhor maneira de chegar.

Seja de metrô, de Heathrow Express ou de táxi da riqueza!

Espero que vocês tenham gostado desse trip tips super atípico! E quem tiver mais dicas, já sabe, né? É só comentar!

Beijos

 

29
abr
2015

Moda: ousando com slip ons

Acessórios, Sapatos

Eu tive a ideia desse post recentemente, quando passei numa loja de sapatos e fiquei vidrada em um modelo de slip on todo bordado com paetês. Fiquei tão hipnotizada que me surpreendi quando me peguei em uma conversa interna onde minha parte comedida tentava convencer a minha parte consumista a não comprar mais um slip on bordado porque eu já tinha dois no armário (sem contar o de glitter preto e o de tachas), e isso já estava virando um exagero.

Não comprei o slip on, mas resolvi fazer um post. Porque para mim, esse tipo de tênis sempre foi associado à marca Vans e a um estilo meio skatista, e eu achava que não combinava comigo. Até ganhar o primeiro modelo, um preto básico, mais Vans impossível, e ver que ele tinha tudo a ver com o que eu usava!

Daí eu fui para o meu segundo modelo, um nude com tachas, que achei bem tranquilo de usar, afinal, nude é neutro e as tachas não atrapalham em nada. E quando eu fui para o meu terceiro, confesso que comprei com o pé atrás porque sabia que eu podia estar fazendo uma extravagância: bordado com paetês e flores. Achei que ia ser o slip on que eu usaria quando quisesse dar um tchan em um look basiquinho, mas errei feio. É o que eu mais uso e mais gosto de combinar! E desde então perdi o medo. :)

slipons

Toda vez que estou usando um desses slip ons mais “ousados”, sempre tem alguém que diz que acha lindo mas não consegue usar. BES-TEI-RA! Então esse foi o motivo que me levou a fazer esse post. Catei alguns modelos bem legais (uma droga, porque agora quero ter todos, inclusive um deles é o que me deixou hipnotizada rs) e sugeri alguns looks para vocês verem que dá para ser versátil, sim!

Começando por esse bordado floral da Fiveblu, que é muito parecido com o que eu comprei, achei que tinha exagerado e hoje em dia uso com tudo. Amo usar com calça jeans skinny e short, e se seu look tiver algum detalhe em vermelho ou rosa (pode ser até mesmo o batom), já vai ficar legal!

Foi esse modelo da Schutz que me deixou atordoada. Agora que percebi que escolhi looks mais básicos, mas além do militar (escolha mais “ousada”), acho que ele funciona perfeitamente com blusas laranjas, azuis, off white… Nossa, são tantas as opções (e eu tenho uma bolsa nesse mesmo tom de azul) que eu já to me convencendo que ele vale a pena. hehehe #carlaconsumistaatacanovamente

Achei esse slip on da Chiara Ferragni UMA COISA! O brilho prateado, o detalhe do olhinho, o solado mais grosso….Acho que de todos os que eu escolhi, esse é um dos mais fáceis de ir com quase tudo, mas a possibilidade que eu mais gostei foi com a saia metalizada.

Eu já ensaiei comprar um modelo dessa estampa diversas vezes, mas sempre desisto porque tenho certeza que assim que ele entrar em casa, eu não vou usar outra coisa. Eu amo sapatos e bolsas de oncinha por um motivo: dá para fazer mix de estampas discreto e efetivo. E como oncinha é neutro, dá para brincar de diversas formas e combinar com listras, poás, florais….Esse da foto também é da Schutz.

Mais um étnico, esse da Luiza Barcelos me dá vontade de usar com vestidinhos e roupas mais frescas. Acho que são as flores étnicas. rsrs Acho que as cores do bordado combinam bem com tons militares e, para quem quiser brincar de combinar estampas, um vestido básico listrado é o complemento perfeito, mas o vestido jeans com o lenço foi o meu xodó. Nasceram uns para os outros!

Por fim, esse metalizado da Santa Lolla! Depois do preto ou nude, acho que é o modelo mais fácil de começar a se acostumar com slip ons. Diria que eu pulei etapas indo direto para os bordados. O metalizado dá com tudo, faz um charme e ainda adiciona um toque de ousadia que é fácil de se acostumar.

Tem muita gente por aqui que tem esse bloqueio também? Acho que esse meu pequeno “manual” já ajuda um pouco, né? Se alguém se inspirar, depois me conta se deu certo! :)

Beijos

Carla

 

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