Arquivo do mês: julho 2013

31
jul
2013

Inspiração do dia: Look todo preto nada básico (ou nada chato!)

Inspire-se!, Looks, Moda

Já não é a primeira vez que fazemos um post sobre look all black. Mas fazer o quê? A gente ama!

Por incrível que pareça, mesmo não tendo grandes desafios nas combinações de cores dá pra criar looks cheios de emoção visual! Duvidam?

Que tal esse look que foi postado no blog Tuula Vintage?

look-vestido-preto-sandalia-pretaNão tem um pingo de outra cor além do preto, mas as rendas do vestido e o grafismo dos recortes da sandália fizeram toda a diferença! Até ignoramos que esse look foi usado (ou melhor, fotografado) na Grécia (oi? Sandália de salto naquelas ruelas? No, no, no!) e já pensamos em achar um vestido parecido e uma sandália nesse estilo para copiarmos pra ontem. Se bem que…vocês não acham que também ficaria incrível com uma gladiadora preta toda recortada que nem as desse post?

Aliás, já descobrimos que essa sandália é Sophia Webster (ou seja, $$), então, pedimos encarecidamente para marcas brasileiras começarem a pensar em modelos parecidos (só não copiem, vai…).

E aí? Não merece ir pra pastinha de inspirações?

31
jul
2013

Book do dia: Precisamos Falar Sobre o Kevin, de Lionel Shriver

Book do dia, comportamento, Cultura

Semana passada, quando falei de As Vantagens de Ser Invisível (aliás, vi o filme e achei tão melhor que o livro!), acabei citando Precisamos Falar Sobre o Kevin. E notei que teve gente interessada em saber mais sobre esse livro.

Na verdade, eu já li há um tempão - logo assim que saiu o filme - mas só não falei dele por aqui pois o livro está com a minha mãe, no Rio, e eu queria fotografá-lo. Mas como eu ainda estou longe de terminar o livro que eu estou lendo atualmente e não queria deixar uma semana sem essa tag (minha queridinha! <3), resolvi deixar minha frescura de lado e falar dele mesmo assim.

precisamos-falar-sobre-o-kevin-resenha-livro

A descrição do livro já te faz ter vontade de ler imediatamente: Lionel Shriver realiza uma espécie de genealogia do assassino ao criar na ficção uma chacina similar a tantas provocadas por jovens em escolas americanas. Aos 15 anos, o personagem Kevin mata 11 pessoas, entre colegas no colégio e familiares. Enquanto ele cumpre pena, a mãe Eva amarga a monstruosidade do filho. Entre culpa e solidão, ela apenas sobrevive. A vida normal se esvai no escândalo, no pagamento dos advogados, nos olhares sociais tortos.

Transposto o primeiro estágio da perplexidade, um ano e oito meses depois, ela dá início a uma correspondência com o marido, único interlocutor capaz de entender a tragédia, apesar de ausente. Cada carta é uma ode e uma desconstrução do amor. Não sobra uma só emoção inaudita no relato da mulher de ascendência armênia, até então uma bem-sucedida autora de guias de viagem.

Cada interstício do histórico familiar é flagrado: o casal se apaixona; ele quer filhos, ela não. Kevin é um menino entediado e cruel empenhado em aterrorizar babás e vizinhos. Eva tenta cumprir mecanicamente os ritos maternos, até que nasce uma filha realmente querida. A essa altura, as relações familiares já estão viciadas. Contudo, é à mãe que resta a tarefa de visitar o “sociopata inatingível” que ela gerou, numa casa de correção para menores. Orgulhoso da fama de bandido notório, ele não a recebe bem de início, mas ela insiste nos encontros quinzenais. Por meio de Eva, Lionel Shriver quebra o silêncio que costuma se impor após esse tipo de drama e expõe o indizível sobre as frágeis nuances das relações entre pais e filhos num romance irretocável.

Eu AMEI Precisamos Falar Sobre o Kevin, foi um livro que me impressionou bastante, muito bem escrito e muito bem amarrado, é um terror psicológico instigante. O fato de ser escrito como cartas para o marido só deixa a história mais real. Em diversas horas eu senti tanta realidade que achei impossível que não existisse uma Eva e um Kevin de fato.

Lionel Shriver consegue criar uma personagem muito densa, muito humana e verdadeira até demais (ela descrevendo o que sente enquanto está grávida de Kevin é assustador até para quem não planeja ter filhos!). Ela é uma mulher meio fria, um tanto egoísta e o contraste de Eva com o marido é tão grande que é impossível não achá-la uma bruxa em vários momentos. Mesmo assim, quando você entra na mente de Eva através das cartas, é impossível não sentir raiva, medo, pena, compaixão. Como eu li em uma resenha no Skoob: “’algo’ incorporou em Shriver para escrever este livro. E “isso” vai ficar em você.” É bem por aí o que eu senti lendo Precisamos Falar Sobre o Kevin.

Aliás, o que falar de Kevin? Ele é um monstro, tudo indica que é um psicopata nato e, ao mesmo tempo, com traços tão parecidos com os de Eva que você chega a ficar na dúvida se o que ele fez é fruto da relação com sua mãe ou se ele já nasceu desse jeito.

Quem não estiver com muito tempo ou paciência para ler o livro, o filme deixa muito pouco a desejar. As atuações de Tilda Swinton, Ezra Miller e John C. Reilly são impecáveis, apesar de eu achar que no livro a relação entre mãe e filho é um pouco mais aprofundada.

Alguém mais leu? O que achou?

Beijos!

Carla

30
jul
2013

Saia + Suéter (ou tricot, ou moletom!)

Inspire-se!, Looks, Moda

Nós reparamos que estávamos apaixonadas por esse tipo de look “meia estação”, quando vimos que estávamos pinando várias referências com a mesma ideia.

Já não é de hoje que nós somos bem adeptas desse estilo curto embaixo e manga comprida em cima. Claro, que sempre ouvimos algo do tipo “tá indecisa?” ou “não sabe se tá com frio ou com calor” (clássicas), mas a verdade é que esse jogo de comprimentos é ótimo em climas amenos. Pelo menos pra quem sente menos frio na perna do que nos braços - nosso caso!

É feminino, é confortável e sem nenhuma pretensão de ser tendência. Tudo que a gente gosta!

não achamos que é a combinação mais fácil de fazer, principalmente se você não conhece direito seu corpo e suas proporções. Eu, Carla, por exemplo, não consigo usar saia rodada com blusa soltinha pra fora, tenho a impressão que fico 500 mil vezes maior do que eu realmente sou. Mas muitas vezes, coloco a parte da frente pra dentro e resolvo meu problema!

Aliás, a Carla, do Modices, já fez um post dando dicas de como usar moletom e tem o truque para usá-lo com saia!

Mesmo assim vale tentar, porque é o tipo de produção que você faz em dias de preguicinha, é uma delícia! E ainda dá pra brincar com cores, texturas e estampas.

ideias-looks-saia-sweater-moletomAnimale | Renner | Tryia | Rock Lily

Vocês gostam desse tipo de look?

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