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4
jan
2013

Trip Tips: Mais uma viagem incrível para Fernando de Noronha

Brasil, Trip tips, tt, Viagem

Vocês lembram da Lorena? Ela deu dicas muito especiais de NYC e agora ela está de volta para falar de sua viagem para Fernando de Noronha, impossível não morrer de vontade de conhecer a ilha! Vale comentar que esse é o segundo post de Noronha, o primeiro tem outras dicas e eles se complementam.

Passei este último feriado de novembro (de 2012) com meu namorado em Noronha, foi minha segunda vez na ilha. A primeira foi há 10 anos com minha mãe e muita coisa mudou por lá. Nossa! A mais recente mudança foi implantada no dia 22 de setembro, uma nova taxa para os turistas. Além de pagarmos a taxa de preservação ambiental (aquela que é proporcional aos dias que vamos passar na ilha) agora é preciso pagar para ter acesso à área do Parque Nacional Marinho (que representa 70% da ilha). A taxa atualmente é de 65 reais para brasileiros e 130 para estrangeiros e vale para 10 dias de visitação.

Com esta nova taxa algumas mudanças já foram feitas. A trilha para a praia do Sancho agora é feita por uma espécie de ponte sobre a antiga trilha de terra, bem como a trilha para o mirante dos golfinhos. E também colocaram um chuveiro e uma lanchonete no começo da trilha, o que é ótimo, pois depois daquela escadaria e trilha para voltar da praia do Sancho nada como uma ducha e um lanchinho. E o meio ambiente agradece, apesar de toda estrutura parecer ser feita de madeira, é plástico reciclado.

Os melhores meses para ir ao paraíso, segundo os locais, são setembro e outubro, quando o mar de dentro ainda está calmo e não é época de chuvas. Minha primeira vez na ilha foi em julho e choveu alguns dias, mas não deixei de fazer NADA. E tive o privilégio de ver uma cachoeira que se forma escondidinha na praia do Sancho. Teoricamente novembro ainda é uma época calma, mas tive a “sorte” de estar lá quando estava entrando um sweel, o que fez o mar de dentro ficar com bastante onda. Por outro lado me deparei com Cauã Reymond na Praia da Cacimba do Padre, prontinho para surfar. =)))

Na trilha & no mirante da Baia dos Porcos

Como já teve outro post aqui no blog vou abordar temas diferentes. Vamos começar por onde ficar. Na primeira vez fiquei numa pousada chamada Solar dos Ventos, muito boa! E dessa vez fiquei numa outra chamada Pousada do Vale.

A Pousada do Vale é localizada na Vila dos Remédios e conta com café da manhã, chá da tarde e toda quinta eles fazem uma peixada para seus hóspedes. Tudo incluso na diária. Este chá da tarde fez toda diferença na nossa viagem, pois é servido diariamente das 17:00 às 19:30 e muitas vezes acaba substituindo o jantar. Depois de acordarmos cedo e passarmos o dia na praia, muitas vezes ficávamos com tanta preguiça que não saíamos pra jantar.

Infelizmente Noronha é bem caro. Em alta temporada a diária dessa pousada pode chegar a ter tarifa mínima de 700 reais. E apesar da hospitalidade ser incrível a pousada não é luxuosa, por estes valores encontramos hotéis maravilhosos aqui no continente, no entanto todos os valores na ilha são fora do padrão.

Para quem procura algo mais em conta existem as pousadas domiciliares, várias pessoas da minha família já se hospedaram numa pousadinha chamada Leão Marinho e pelo que conversei com o pessoal de lá é umas das tops desse padrão, com média de 350 reais a diária. Como eu disse, não esperem luxo, ela é bem básica apesar do preço.

Luxo é algo difícil na ilha, o lugar é paradisíaco, mas sinceramente cheguei a conclusão que a vida não é nada fácil para os moradores. Na pousada os funcionários sentavam-se à mesa e batiam papo com a gente (hospitalidade incrível) e numa dessas conversas a funcionária me contou que legumes e frutas são luxo na mesa dos moradores e que não é sempre que é possível ter. Por lá o quilo do tomate sai por 8 reais . Em Noronha não existe fonte de água, toda água para cozinhar e beber tem que ser mineral vinda do continente. Já a água para o banho é salobra, vinda da dessalinização da água do mar e dos poços da ilha, o que deixa nossos cabelos um pouquinho duros contribuindo com efeitos normais da praia. Hehehe. Além disso, eles não têm maternidade, as grávidas precisam fazer pré-natal e tudo mais no continente. Isso porque existe uma lei local que diz que quem nasce na ilha tem direito a um pedaço de terra para construir sua casa – Tá explicado o porquê de não ter mais maternidade, né?!

A comida por lá também não é diferente. Em média eu e meu namorado gastávamos 120 reais por refeição, sem álcool e sem sobremesa. E, em minha opinião, a comida não é das melhores. Por estes valores comemos em restaurantes muito bons aqui no Rio, lá os valores não são condizentes com a comida. Claro que tem uns restaurantes melhorzinhos, mas não esperem muito.

O bugre ou Buggy, como eles chamam, é fundamental para sua maior comodidade. Com ele você terá toda liberdade de circular pela ilha. Existe um transporte público, um ônibus que só passa a cada meia hora e apenas pela BR 363 – a menor do Brasil, com 7km de extensão. O valor varia de 130 a 180 reais a diária, vai depender da época e do estado do carrinho.

Eu recomendo no primeiro dia fazer o ilha tour, pois o guia te leva para conhecer tudo, explica um monte de coisas sobre a ilha, dá várias dicas e te leva em ótimos pontos para mergulho livre. Nos outros dias você volta nos lugares que mais gostou com calma. O passeio começa as 9 da manhã e vai até o sol se pôr. Você pode optar pelo ilha tour coletivo ou privativo. Nós escolhemos o privativo que saiu por 350,00 reais e podem ir até 4 pessoas. Não sei o valor do coletivo, mas deve ser mais barato porque o grupo é bem maior.

Outra dica - essa para quem é fascinada por tubarões como eu - é no fim de tarde, por volta da 18:00 hs ir para uma parte de pedras da Praia Porto ver os tubarões nadando no raso. Pelo que me contaram os pescadores costumavam jogar restos de peixes por ali todo dia a esta hora e por isso os tubarões se habituaram a ir pra lá, agora foi proibido. Eu tenho um fascínio/pânico por tubarão que não sei nem explicar e fiquei ali observando durante 1 hora dois enormes nadando bem no rasinho. Meu Deus. Haha Também tive o desprazer de estar fazendo apneia e me deparar com um tubarão limão na praia do sueste, entrei em pânico e saí da água na velocidade da luz. Isso foi no dia do Ilha Tour e o guia ficou me sacaneando dizendo que eu fiz praticamente como Jesus e saí andando por cima da água.

Falando da praia do Sueste, lá é incrível para quem quer ver a vida marinha. Vi arraia, tubarão e um grupo com umas dez tartarugas gigantes. O local de mergulho é bem raso - cerca de 60 cm de profundidade - e cheio de corais que não podem ser pisados, por isso, o uso de coletes salva vidas é obrigatório.

Recomendo também o passeio de barco que fizemos para ver golfinhos, ele vai de uma ponta a outra do arquipélago pelo Mar de Dentro, fazendo uma parada de 40 minutos na praia do Sancho para mergulho. Com alguma sorte, muitos golfinhos poderão acompanhar o barco por todo passeio. Este passeio custa R$100 por pessoa e dura mais ou menos 3 horas.

Eu poderia escrever muuuito mais sobre Noronha, mas para não ficar muito extenso vamos às últimas dicas: não deixem de levar chapéu, protetor solar, um kitzinho básico de remédios e Off para os mosquitos. A ilha tem bastante mosquito, lagartixa (Mabuya, a espécie que só tem lá) , pererecas e sapos, preparem-se.

Espero que tenham gostado, qualquer outra dúvida que eu possa esclarecer é só perguntar aqui que as meninas me passam!

Beijinhoss

Lorena

26
out
2012

Trip tips: Munique & Berlim

Europa, tt, Viagem

Mais um trip tips chegou e desta vez com mais destinos dos meus sonhos! Minha prima Rita viajou com o namorado para duas cidades que sonho em conhecer, Munique e Berlim. Vamos ver as dicas dela? Beijos Jô

Dicas de Munique

Museus: - Deutsches Museum (maior museu técnico da Europa, talvez do mundo); - Pinakoteken (3 Museus de artes.: Arte antiga, clássica e moderna. Todas são fantásticas); - BMW Museum (museu da BMW. Show!); - Dachau campo de concentração (Muito interessante!); - Residência (Museu da realeza. Lindo!). Tem outros museus, mas esses são os principais.

Por lá é recomendável fazer o “Sightseeing(aquele ônibus de dois andares de turismo) para dar uma conhecida geral na cidade. Muitas das atrações abaixo listadas estão em pontos de paradas do sightseeing! E é bom que você pode sair, ficar um tempão e depois pegar outro ônibus, já que eles têm paradas constantes. Acho que o sightseeing tem 3 rotas!

Atrações variadas:

- Olympia Park;

- Schloß Nymphemburg (castelo);

- Marienplatz: É a praça principal, onde tem o prédio da prefeitura. Às 17 horas, todos os dias, os bonecos do prédio se mexem. Achei lindooooo o prédio!!!!

- Alter Peter: Igreja na praça principal para subir na torre, onde tem uma vista fantástica. Em dias bonitos, é possível ver os Alpes;

- Ópera: Muito bonita. Tem tour de visitação;

- Alter Hof: Prédio mais antigo de Munique;

- Odeonsplatz: Onde Hitler fazia os discursos. É uma praça bem bonita.

- Maximilianeum: Prédio muito bonito onde fica o parlamento.

- LMU Universität: Onde teve o “Movimento da Rosa Branca”. Há um museu pequeno dentro da Universidade, sobre a história dos irmãos gêmeos que fizeram manifestação pacifica (panfletaram) contra o nazismo, e foram condenados à morte.

- Englischer Garten (Parque dos Ingleses): É o parque central de Munique (maior parque urbano do mundo). Dentro do parque, seguintes pontos a serem vistos: a onda fixa onde pessoas surfam o ano inteiro, chinesischer Turm (Biergarten) e Monopteros. Essa onda é incrível! Eu passando mal de frio e váriossss loucos surfando numa onda que foi formada no rio do parque por uma pedra ou sei lá o que. Loucura! Deu frio só de ver…

- Königsplatz: Linda praça com monumentos e museus gregos em volta.

- Viktualienmark: Mercado no centro, com especiarias da Europa.

- Biergarten (jardins da cerveja): Vários em Munique: dentro do jardim dos ingleses (chinesischer Turm), Max Weber Platz, Hirschgarten (onde o rei caçava)…

- Cervejarias: Hofbräuhaus (HB - mais tradicional) e Löwbräuhaus.

- Theresienwiese: Onde ocorre a Oktoberfest. Lá fica a estátua “Bavaria”

- Ludwigstraße: Rua principal que dá no centro. Onde fica a Universidade, a biblioteca da Bavária, prédio onde nasceu a princesa Sissi. Ela termina na Odeonsplatz.

- Leopoldstraße: Ela é comprida, então só considerar a parte perto do centro, entre Münchner Freiheit (estação de metro) e Arco do Triunfo. É uma rua onde tem muitos bares e restaurantes.

- Siegestor (arco do triunfo): Fica entre a Ludwigstraße e a Leopoldstraße.

- Arcos medievais: São 3 que ficam no centro, formando um círculo.

Restaurantes (pratos principais variam entre 7 a 15 euros por pessoa):

- Augustiner Bräuhaus: Comida tradicional da Bavária. É o restaurante da cerveja Augustiner. Considerada uma das melhores pelos bávaros. Eu comi joelho de porco, confesso!!! É super tradicional, tinha que experimentar. Vinha acompanhado de um “purê de batata”, que eu não gostei não. O joelho, ok! Mas preferi mil vezes a salsicha branca com a mostarda especial de lá! Vale a pena pedir! Déeeeeli!!!

- Alter Simpl: Restaurante bávaro/alemão.

- Türkenhof: Restaurante bávaro/alemão.

- Vizzenz Murr: Bávaro. Mais tipo lanchonete (é também açougue).

- Brenner: Italiano.

- Vapiano: Italiano.

- Mario: Italiano.

- Blue Nile: Comida da Etiópia. Experiência muito interessante!

- Lemar: Comida do Afeganistão.

- Nam Nam: Tailandês.

- Kun-Tuk: Tailandês.

- Shere Punjab: Indiano.

- Cavos: Grego.

- Sausalitos: Mexicano.

Dá pra perceber que com tantas opções (óbvio que não deu tempo pra ir a todos), eu engordei horroreeeees!!! Mas pra quem é bom de garfo, é maravilhoso, né? Pode comer cada dia um tipo de comida, e por um preço muuuuuito justo (especialmente quem vai do Rio pra lá heheheh)… Eu fiquei mais entre os alemães e os tailandeses.

Bairros interessantes:

- Münchner Freiheit e Schwabing: São bairros vizinhos onde tem muitos bares e restaurantes. Tipo Leblon no Rio. Recomendo ficar nesses bairros. São super centrais.

- Bogenhausen: É um bairro que fica no leste de Munique, onde tem as mansões.

Como não fiquei em hotel, e sim na casa de uma amiga, não tenho indicação de hotel específico, mas pesquisaria nesses bairros. Fiquei em um deles e amei!

Bares: - Sausalitos (mexicano); - Tijuana (mexicano); - News Café; - Basta andar pela Leopoldstraße, que tem vários!

Night: - Pacha; - 089; - P1 (mais chique); - Mamsita; - Filmcasino; - 8 Seasons.

Cafés: - Vorstadt Cafe; - News Café; - Vários pelo centro e pela Leopoldstraße.

Bom, pra quem vai viajar com um namorado louco por futebol (\o/) e quer dar uma agradada, também pode fazer o tour guiado no estádio do Bayern Munich (Allianz Arena). Eu até que gostei!!! Já fui a vários estádios (namorado louco-master-super-ultra-viciado), então já me acostumei a esse programa - e acabo gostando - mas realmente acho que é legal, porque você vê a diferença da modernidade, as instalações, etc. O Allianz Arena fica um pouquinho distante, na estação de metrô Fröttmaning U-Bahn station. É só procurar no mapa, saltar nessa estação e ir andando. É pertinho!

No mais, em relação a transporte de aeroporto-cidade, recomendo ir de trem mesmo (é distante da cidade)! Na ida, minha amiga me buscou com um carro alugado da BMW (é um esquema iraaaaaaaado, que você localiza um carro disponível perto da sua casa, estacionado na rua, e, estando cadastrado no site, você vai até o carro e abre a porta encostando a habilitação de motorista no vidro, através de um “sensor” ou coisa que o valha, e a chave já está na ignição, simples assim! Na volta você estaciona em qualquer lugar! Incríiiiiiivel, mas você precisa ter algum amigo lá para alugar), é baratinho (deu 24 euros e utilizamos por 1h30 +-), e pode dar uma acelerada na “Autoban”, pra quem curte! Se você não tem esse amigo legal (ehheheh), o trem é uma ótima solução. Custa 10 euros, mas se você vai usar o resto do dia, compre o ticket de 11 euros que pode ser usado durante o dia inteiro, além do trajeto aeroporto-centro.

E, por fim, OKTOBERFEST: Incríiiiiiiiiivel!!!!! Especialmente para quem AMA cerveja! Não há nada igual, e pelo o que eu vi na TV sobre o Oktober que rola no sul aqui no Brasil, é bem diferente! Vale a pena conhecer “o original” se você for à Munique na época em que tá rolando (final de setembro, começo de outubro: são 2 semanas seguidas, com 3 finais de semana… Ah! Durante os dias da semana rola também)! O Oktober rola num parque enorme, que geralmente não tem muita coisa, e uns 3 ou 4 meses antes do evento eles começam a construir (as “tendas” são construídas “de verdade”, de madeira, lindinhas! Não são tendas de verdade! São casas enormes, que, segundo informações que me passaram, cabem entre 5 a 10 mil pessoas).

Nesse parque (parte aberta), rolam várias barraquinhas com comida, bebida e tal, e um parque de diversões (tipo uma “feira de exposição” – quem nunca foi? Heheheh). E em volta, formando um “corredor”, há diversas “tendas” das cervejarias (cada tenda, uma cervejaria). Eu não sabia, mas é super ultra mega difícil entrar nas tendas! Eu presenciei várias pessoas com “bilhetes” falsificados, e os seguranças não são NADA amigos heeheh Eu tinha (ainda beeeeem) uma reserva do primo do namo dessa minha amiga. Ele é alemão e reserva há anos 2 mesas, e nos deu 2 ingressos! =) Nesse esquema, você entra, come-come-come (muuuuuuuuita comida: tem uma entrada deliciosa e enorme, um prato principal e uma torre com várias sobremesas. 2 para cada mesa!!! O menu é escolhido com antecedência. O nosso foi pato, e pagamos 35 euros pela entrada, pato e sobremesa… fala sério, né??????? Ia virar obesa se morasse lá!).

Enquanto vamos comendo, já começamos “os trabalhos”: só cerveja deliciosa num canecão de 1L! Depois de comer, começa a agitação, só bebida e música (claro que cantaram “ai se eu te pego”, e “tchetchereretchetche” hehehe)… Vai preparado pra ver muita gente trebada e ter paciência (mas nada comparado a quem tem um passado micareteiro, né? Hahahaha).

De qualquer forma, vale a pena ir até lá e tentar entrar numa tenda (minha amiga, no primeiro ano em Munique, ainda não tinha “esquema” e conseguiu entrar, porém… detalhe: ela foi às 7h da manhã!). E mesmo que não consiga entrar tem várias coisas legais na parte aberta! Ou seja: vá prá lá de qualquer maneira!!!!!!

Ah, uma última coisinha… A vestimenta! A cidade inteira fica vestida a caráter (inclusive vai trabalhar assim)… É muito fofo! Eu não ia gastar uma grana nisso pra usar uma única vez, mas como minha amiga tem vários modelitos eu fui a caráter, e é zero “miquento”, é muito legal… Mas, fato: é punk beber litros de cerveja e ficar com aquele vestido super emagrecedor! Alívio geral quando chega em casa heheh Mas se você tem a roupa ou está disposta a gastar nisso, acho muito legal.

BERLIM:

Serão menos dicas, já que não tenho ninguém “local” pra dar tantas dicas como em Munique, mas acho que vai ajudar! =)

Hotel: Fiquei no Motel One bem próximo à estação do zoológico. Tem mais de um Motel One, e acho que esse é o mais bem localizado. Adorei o hotel!!! Super “clean”, muito bem localizado, e com preço super justo (84 euros/dia). Optamos por não tomar café da manhã lá, porque tinha a dica da lanchonete do supermercado que é colado no hotel, e é delicinha!!! Acabou que eu comi pretzel salgado com manteiga com suco de laranja todos os dias! Hahahaha É típico de lá, e eu levei esse fato a sério! Hahaha

Transporte aeroporto-cidade: Trem, fato! Gastei menos de 3 euros e me deixou na estação ao lado do hotel! Não cogitaria taxi, nunca! Totalmente desnecessário considerando aquela rede de metrô-trem. Tudo interligado, uma maravilha!

Turismo: Fiz o sightseeing, que achei bem aproveitável. Comprei um ticket que dava direito às duas linhas, durante dois dias… Dá pra fazer em um único dia, mas acho muito corrido! Do que vou citar abaixo, acho que tudo passa pelo sightseeing: é só saltar do ônibus, passear, e depois pegar outro. Fizemos muita coisa também de metrô…

- Checkpoint Charlie: É um local onde reproduziram um posto militar entre a Alemanha Ocidental e a Oriental durante a guerra fria, de controle de transição de estrangeiros e membros da Força Aliada de um lado para o outro. Achei legalzinho e ponto. Nada demais. Você vê em um minuto, literalmente. Porém, tem que ir… Do lado da rua tem um museu do Checkpoint (eu não fui, então não posso opinar), mas eu fiquei mais entretida numa exposição ao lado, aberta ao público, com um pedaço do muro de Berlim, e vários relatos contando a história, que eu amei, amei, amei (li tanto a respeito lá, e recomendo pra quem curte história)!

- East side Gallery: Adoreeeei! Pra quem gosta de tirar fotos então, acho um lugar bem legal. É um pedaço do muro de Berlim em que ficam várias pinturas, grafites, etc. Aproveitei pra sentar num barzinho/lanchonete que tem ali para comer um prato de salsicha (óbvio) e tomar uma cerveja. Estava um dia lindo, então ficamos passeando, vendo as “pinturas” e simplesmente aproveitando hehehe

- Jüdisches Museum: É o museu sobre a história judaica. Curti! Não achei “incrível, uhul”, mas gostei sim!

- Deutscher Bundestag (reichstag): Imperdível, na minha opinião! É o parlamento, e é possível fazer uma visitação na cúpula. É grátis, mas tem que entrar numa fila grandinha com antecedência para conseguir uma reserva. Eu tive paciência, fiquei na fila e valeu a pena. É simplesmente INCRÍVEL a modernidade do interior com a construção clássica por fora. Quando você vê de fora, não imagina o quão moderno é internamente. Essa cúpula tem um “buraco” em cima, onde escoa água para geração de energia, e também vários espelhos apontando para baixo, em formato de “funil”, que ilumina a sala Plenária… No passeio na cúpula, a gente vai subindo “a ladeirinha” e conforme umas marcações no chão, o guia do fone de ouvido (tem em português!) vai mudando o que ele está falando de acordo com o ponto que estamos… O guia vai falando da cidade inteira, de todos os pontos turísticos (já que a cúpula é de vidro e redonda, dando vista para a cidade toda). É um resumo… Eu sei que não deu pra entender muito bem, mas garanto que vale a pena ir conhecer. Fora o guia falar da cidade inteira, fala também sobre o próprio Parlamento e o processo legislativo deles, o que me interessou particularmente.

- “Bunkers”: Na verdade são “shelters”, pois se caísse uma bomba atômica, todos morreriam asfixiados e soterrados, ou seja, não protegiam nada como se prometia, apenas servia como um “escudo”. Resumindo, eram construções subterrâneas (p.ex. numa estação de trem, num estacionamento subterrâneo de um prédio, etc…), feitas para a 2ª Guerra Mundial (utilizados) e para a Guerra Mundial (não utilizados, já que a guerra foi “fria”). Fiz o tour da 2ª Guerra Mundial e o da Guerra Fria. Foi o passeio que eu mais gostei… eu AMEI! Fiz os dois passeios com a “Berlin Underworlds Association”. Antes de ir até lá, é importante conferir no site dessa associação qual o horário do tour em inglês naquele dia (ou do tour em alemão, se for o seu caso). E recomendo chegar, pelo menos, 1 hora antes do tour para comprar o ticket (eles não vendem com 1 dia de antecedência). Cada tour dura cerca de 90 minutos e eu fiquei simplesmente apaixonada!

- Museumsinstel: É a “praça dos museus”! É lindo, lindo, lindo! Fui lá num dia com sol e feriado na Alemanha (dia comemorativo da unificação), então estava beeem cheio. Acho legal, não só para entrar nos museus que a circundam, como também para passear mesmo, quem sabe fazer um picnic, sei lá! Essa “praça” é mais um gramadão e fica na avenida principal… Andamos bastante por ela: passamos por uma feirinha de artesanato, tem várias lojas pra quem quer comprar (nem reparei quais, mas tem! Hehehe).

- Memorial dos judeus: É um memorial bem bonito numa praça (são vários blocos de concreto, parecendo um campo ondulado de pedras, de diversos tamanhos)… Embaixo dele parece que tem alguma exposição (no subsolo da praça), mas não pude ir porque estava meio pânico heheh tava chovendo e eu estava atrasada para a visita do Parlamento, fora que eu já tinha ido ao Museu dos judeus, né..

- Museu “The Story of Berlin”: É um museu moderno (com interações tecnológicas) sobre a história de Berlim (auto-explicativo, não? Hahaha). Tem a parte da história “mega antiga”, que não me atraiu tanto (é muito legal, mas não era muito de meu interesse), e tem a parte das Guerras, da divisão de Berlim, etc., que me interessou bastante. No geral, acho que vale a pena, especialmente porque em determinados horários tem uma visitação guiada em um “shelter”/”bunker” da Guerra Fria, que está construído no subsolo do prédio que abriga o museu. No total, então, eu fui a 3 “bunkers”: Esse do museu, e mais dois daquela associação que eu falei antes (que achei mais legais).

- Torre de TV: A torre de TV super-mega-alta é um famoso ponto turístico de lá, e pode ser vista em diversos pontos da cidade (várias fotos minhas, lá estava ela hehehe). Ela fica no centro, na Alexanderplatz (aliás, esta é uma praça turística, passeamos por lá!). Tem uma plataforma para visitantes e um restaurante que gira de tempos em tempos lá em cima…

- Berlin Wall: Tem uma parte do muro que tem uma exposição bem legal ao lado (não sei se é permanente, mas deve ser), sobre toda a história deles. Muito legal também. Na realidade, tem várias partes do muro pela cidade, e em vária delas há exposições, repletas de história!

Restaurantes: É o mesmo esquema de Munique: Em cada praça, cada rua bacaninha, tem um milhão de opções de restaurante, com especialidades diferentes! Numa praça perto do meu hotel (Savignyplatz), p.ex., tinha italiano, vietnamita, mexicano, espanhol, alemão, etc.etc. De diferente, eu lembro de ter ido ao Van-Long (era mais distante), um restaurante Vietnamita e Tailandês (eu comi thai e o meu namo comeu vietnamita! Peguei uma provinha dele e até curti, mas é super diferente); e fui ao KIMCHI PRINCESS (comida coreana): Esse eu ameeeeeeeeeeei! Era distante, mas valeu a pena! Ele é mais carinho do que o normal, mas curti bastante. Comemos um “barbecue” típico deles. A chapa fica na mesa e o garçom vai fazendo, e tem vários molhos que acompanham… Bom… eu curti MUITO (e meu namorado também), mas talvez não seja unanimidade hehehe Fora isso, deu pra perceber que é um restaurante badaladinho, se quiser ir para beber um vinho ou um drink e petiscar, acho que vale também!!! Foi indicação de uma sueca que eu conheci em Munique!

No mais, fui a mais de um dia ao Vapiano. Fica pertinho do meu hotel (tem outros Vapianos pela cidade). É um restaurante grandão, que tem salada, massa, pizza, etc.etc… É gostozinho sim, mas é um esquema meio “self service com pager” (se pedir pizza, p.ex., você vai ao balcão, escolhe o sabor e fica com o pager estilo Outback), não é a la carte… mas é uma opção bem legal, juro! Não para um jantar romântico, é claro hehehe

Espero que gostem!
Beijos
Rita

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Minha prima arrasou não foi? Eu amei mesmo a quantidade de detalhes dessa viagem! Fiquei ainda mais animada para conhecer a Alemanha e desvendar os arquivos da Bauhaus. :) Beijos e bom fim de semana Jô

12
out
2012

Trip Tips: Fernando de Noronha

tt, Viagem

Mais um post de viagem chegou e desta vez vamos falar de um lugar que tem tirado o meu sono. De alguns meses para cá, eu só penso em ir para Fernando de Noronha. Com esse desejo tomando conta de mim estou começando a reunir as dicas das amigas sobre a cidade. Começamos hoje com as dicas da Isabella, que esteve recentemente neste paraíso!
Beijos!

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De acordo com a Bella, Noronha é um paraíso incrível! O oceano tem uma cor diferente, é um azul profundo lindo, bem diferente do azul turquesa das praias que já apareceram em outras Trip Trips anteriores. A natureza e o mar formam um conjunto tão bonito que não tem como explicar com palavras.

Vamos separar as dicas em tópicos?! Começando com MERGULHOS & PRAIAS:

A primeira dica é, antes de mais nada, providenciar um pé de pato e uma máscara. É possível comprar por lá mas é bem mais caro. Todas as praias são legais para mergulhar, mesmo para os leigos, Noronha vai ficando mais linda a cada detalhe do fundo do mar.

A praia do PORTO fica cheia de tartarugas no fim da tarde. Depois de ver o pôr-do-sol vale a pena comer um tartar de atum com manga no Mergulhão.

A praia do SUESTE também tem muitos animais! São tartarugas enormes, arraias e muito mais. Também vale a visita.

Para mim a campeã é a praia do SANCHO, ela é incrível, linda de viver. A praia mais linda em que eu já estive na vida. Para chegar até ela é preciso descer uma fenda entre as pedras, mas é muito tranqüilo. Vale muito a pena andar nessa praia e aproveitar muito.

A segunda mais linda, para mim, é a praia do LEÃO. É surreal o efeito da cor do mar se misturando com as pedras. É maravilhoso.

O Mirante dos Dois Irmãos é obrigatório!!!! A vista é linda, mas para ver melhor e tirar as melhores fotos, você tem que ir para Cacimba do Padre. Outra praia linda, aliás tudo é tão lindo lá que é impossível não usar muito essa palavra. A Cacimba é conhecida como a praia dos surfistas… Pena que não encontrei nenhum rs

Uma boa ideia é fazer logo no primeiro dia o Ilha Tour, depois dele cada um pode ver aonde mais deseja voltar com calma e organizar melhor os programas da viagem.

Para quem é curioso com a vida marinha vale se informar sobre o Batismo. Ele custa na faixa de R$350. Eu não fiz pois muitos me disseram que eu veria as mesmas coisas coisas que no Plana Sub ou mergulhando nas praias. Outros me disseram que era imperdível.

O Plana Sub eu fiz e amei! Ele é uma pranchinha puxada pelo barco que te leva até o fundo do mar. A sensação de ser puxada com o mar passando por você é surreal. Você sai de alma lavada. Aiiiiiiiiii quero voltar!

Para se locomover, alugar um bugre é fundamental, vale cada centavo.

A Trilha do Atalaia é muito legal e, de quebra, dá para mergulhar com tubarão. =] Essa dica é para os corajosos!

Para o pôr-do-sol eu recomendo PRINCIPALMENTE os seguintes pontos: Boldro, Forte dos Remédios e Praia da Conceição, são todos lindos.

Outro tópico importante em Noronha é a VIDA NOTURNA. É possível que haja uma festa especial ou um acontecimento na cidade, vale a pena se informar antes de ir. Em linhas gerais, existem as boas de sempre do fim de semana:

Sexta-feira: Na sexta costuma ter um forró no Bar do Cachorro. Rolam também algumas festas com caipivodkas deliciosas.

Sábado: Tem um reggae numa pizzaria que fica ao lado Igreja, todo mundo sabe onde fica.

Domingo: Tem um samba, para quem gosta, nessa mesma pizzaria. É muito animado, eu adorei!

As dicas de RESTAURANTES também não podem faltar por aqui:

Varanda: Tem um camarão com uma farofa crocante e arroz de coco que é dos deuses.

Xica da Silva: Conheci o pessoal todo do restaurante! Não almocei lá, mas saí de barco com eles e o chefe fez um churrasco na lancha com um monte de delícias! A galera é super legal, então também recomendo…

Flamboyant: Comi um camarão e peixinho na chapa com macaxeira grelhada… humm Muito bom também!

Cachorrão: Esse fica na beira do mar, com umas espreguiçadeiras com almofadas coloridas. Muito bom! É de um italiano. Comi Cacciotara (anchova) com alecrim e amêndoas. Nossa esse era mtoooooooooo bom.

Pizza na Moita: Pizza M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, muito boa mesmo, e o lugar e super fofo escondidinho, à luz de velas. Ah, não tem banheiro, então…

Esses são alguns dos bons restaurantes de Fernando de Noronha!

Amei Noronha com sua energia e seu colorido fantástico!!!

Beijokas

Bella

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Eu adorei esse post! Ele não será o primeiro e nem o único sobre a cidade, eu estou realmente planejando ir, então vou reunir aqui todas as boas dicas que eu puder! :)
Beijos

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