Arquivo da tag: DQF

9
set
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Viva as meninas reais!

carrie-bradshaw-carry-bradshaw-sex-and-the-city-favim-com-328047ahhh, e como a Carrie pagava seus Manolo Blahnik e Louboutin mesmo? Com uma coluna semanal no jornal? Boa pergunta, Garance!

Semana passada a Ale Garattoni compartilhou em sua fanpage esse texto que a Garance Doré escreveu sobre “as outras garotas”. Sabe quando você lê algo e concorda com cada linha, cada vírgula? Então, foi isso que aconteceu!

Ela começou a reflexão por causa uma polêmica que surgiu em um vídeo que ela postou onde ela almoçava com as amigas e, na hora da sobremesa, todas brincavam se valia mesmo a pena comer aquela “bomba calórica” justamente em época de fashion week. Mesmo postando um momento “real” (afinal, quem nunca teve essa conversa à mesa, não é mesmo?), ela ouviu várias criticas de que o video depreciava as mulheres, impunha a magreza e afins.

A partir daí, Garance começou a falar seu ponto de vista, sobre como existem muito mais mulheres que precisam se privar de uma sobremesa para não engordar do que aquelas que dizem que comem hamburguer todo dia e não ganham 1 grama na balança (ou então as que dizem que comem, mas na verdade se privam mais do que as que são sinceras! rs). E daí a reflexão foi para o mundo da moda, os blogs e como tudo isso está se tornando tão inacessível, distante e irreal. Claro que resumimos muito, mas dá pra ler em inglês aqui!

É engraçado notar que esse tipo de coisa não é pontual e acontece por aqui há um tempo, e sempre achamos muito contraditório. Ao mesmo tempo em que lemos comentários raivosos de que tudo está muito distante da realidade, vemos que os perfis mais acessados sempre são os mais inatingíveis.

Nada contra, adoramos nos encantar com certas coisas mais aspiracionais e fora do nosso alcance. Porém, estamos num momento onde procuramos nos inspirar em meninas reais com dicas legais, seja de estilo de vida, viagens, moda ou beleza. Sabemos que elas estão por aí, já acompanhamos algumas mas queremos mais! Alguma dica?

2 - Tattoo e moda, combinam? (dqf da Carla)

Resolvi fazer esse tópico sozinha porque a Jô não teve tempo de entender o que aconteceu.

Tudo começou com esse post do Te Dou um Dado um pouco agressivo demais para o meu gosto. Olha que eu amo o blog, acesso diariamente e sei que as meninas têm uma pegada mais curta e grossa. Porém, achei curta e grossa demais.

Logo depois, comecei a ver várias pessoas na minha timeline, em grupos do Facebook, e grupos de e-mail falando sobre o video. A maioria achou ridículo comparar tatuagem com um acessório de moda e várias outras pessoas tinham a mesma opinião que eu: esse video não é para quem pensa anos na sua tatuagem, se preocupa com o desenho, com o tatuador, etc.

Olha que eu sou do time que pensou para fazer cada traço (tenho 3), escolheu a dedo o tatuador e o desenho. Mas já teve uma época (e dou graças ao meu pai, que me proibiu! hehe) que eu quis fazer estrelas, fadas e tribais e, sim, essas eram tatuagens da moda. Mesmo não acompanhando mais esse tipo de “tendência”, eu entendo para quem a Ju está falando porque eu já fui essa pessoa e eu já ouvi (e tive, mea culpa!) as mesmas dúvidas!

De todas as opiniões que eu ouvi, uma que eu tive que concordar é que se for para falar com um público mais jovem, como parece ser o caso, a abordagem realmente não está das melhores e banaliza algo que é para a vida toda, que tem que ser pensado e repensado para evitar arrependimentos (e eles ainda podem acontecer!).

Mesmo assim, ainda não entendi o motivo de tanta polêmica. Alguém explica?

3- Demos o que falar…

Semana passada contamos aqui que entramos para o Fhits e os comentários se dividiram. Vários eram de parabéns, alguns decepcionados, a grande maioria nos dando um voto de confiança e torcendo muito para que o blog não mude. Algumas meninas, inclusive, acharam interessante que o Fhits tenha procurado blogs com conteúdos mais diferentes dos blogs que já estão na rede (como o Starving e Futilish, que foram mencionados em vários comentários).

Em meio a tudo isso ficamos REALIZADAS ao ver a quantidade de leitoras queridas que percebem nossos diferenciais. É mágico ver que vocês notam tudo: os textos reflexivos e/ou polêmicos, o posicionamento, nossas experiências, nosso cuidado em dar atenção às leitoras, enfim, tudo!

Aliás, duas leitoras (muito queridas) nos disseram que o nosso post teria de aparecer no DQF e até então não sabíamos qual seria o gancho para esse tema estar aqui. Depois de conversarmos muito, resolvemos esclarecer alguns pontos mais mencionados nos comentários, afinal, não queremos que nenhuma leitora entenda algo errado. Ainda mais com uma semana de moda internacional por vir!

1) look do dia: Há dois meses resolvemos por em prática uma das sugestões que mais se repetiram na pesquisa que fizemos em fevereiro aqui no blog: ver mais looks nossos (que até então apareciam mais no Insta ou Dujour!), com uma pegada mais real, menos montada, com peças repetidas e etc. Desde então estamos tentando fazer um look do dia por semana, mas é claro que com algum evento ou situação que encaixe esse tipo de pauta, nós iremos aproveitar!

2) quantidade de publieditoriais. Nos últimos meses passamos uma temporada de “vacas anoréxicas” (para nosso desespero, afinal não diminuímos a “carga horária de trabalho” no futi nem nos nossos trabalhos paralelos), mas Deus é pai, o período de seca ficou pra trás (assim esperamos!) e fechamos vários trabalhos e projetos antes de entrarmos pro Fhits. Isso não significa que iremos parar com nosso conteúdo. Ao contrário, estamos nos esforçando para planejar ainda mais posts diferentes. Reflexões estão surgindo com frequência, os books do dia também, sem falar nos outros posts de sempre sobre beleza, moda e afins.

O que vocês precisam saber sobre publieditoriais? Para continuarmos dedicando nossas horas de trabalho ao (f)uti, precisamos sim de anunciantes, parceiros, patrocinadores e por aí vai. Mas, assim como antes do Fhits, podemos decidir quais clientes combinam mais conosco e com nossa linha editorial. As tais publicações devem ser de algo que consumimos, acreditamos, consumiríamos (as vezes não conhecemos antes da marca nos procurar) ou apenas de cunho informativo, sempre dentro do contexto de alguma das categorias do blog. Tudo que fazemos por aqui é devidamente sinalizado, vocês já sabem (se não sabem, é só clicar aqui). E todos os publis são marcados com esse bannerzinho:

publipost

Agora teremos também novos marcadores (eles ficam embaixo do título do post!) :
- Fhits: para tudo que for proveniente da rede, que poderá ser um convite, um evento ou uma experiência. Também pode rolar publiposts, que serão marcados juntamente com a nossa já antiga categoria de “publieditorial”.
- Fhits Shops: vai funcionar da mesma forma que os afiliados.

- Patrocinadores: que bancam a estrutura de viagens, QG’s e afins.

O último caso acima será o que vai acontecer conosco no fim dessa semana. O (f)uti vai cobrir uma fashion week internacional e o Fhits vai nos proporcionar várias coisas legais juntamente com os patrocinadores que estarão envolvidos na nossa viagem (vale falar que alguns patrocinadores não serão os mesmos, irão variar de blog para blog). Todos os posts relacionados à viagem terão esse banner:

banner-futi-fhits LONDRES LFWEla incluirá experiências das mais diversas: vários looks (planejados com carinho, como sempre), eventos especiais e ações exclusivas. Além disso o blog também contará com a tag que a gente ama fazer: Trip tips! Serão diferentes dicas do destino, muito com o nosso olhar.

Pensamos muito e por enquanto, achamos que essa é a melhor forma de lidar com tudo de novo que está por vir. Alguém tem alguma sugestão?

19
ago
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Photoshop do mal

preta-gil

Nós somos fãs declaradas do Photoshop. Enquanto vemos muita gente reclamando que a manipulação das fotos criam pessoas falsas, exageradamente perfeitas, nós a defendemos com unhas e dentes se usado com parcimônia e bom gosto.

Não foi esse o caso das fotos da coleção Special for You by Preta Gil para C&A, divulgadas na fanpage da marca. O retoque foi tanto que deixou a cantora totalmente deformada, não valorizou a roupa, nada. Na verdade, só serviu para virar motivo de chacota e aparecer em breve no Photoshop Disasters.

Sabe o que achamos mais intrigante em relação à isso tudo? O mercado plus size, apesar de crescente, ainda está engatinhando no Brasil. E aí, quando surge a oportunidade de fazer algo legal, aparece uma foto como essa, que não dá desejo nenhum de ter algo da coleção, concordam? Quem quiser ler a opinião de uma consumidora desse mercado, vale ler o texto da Paula, do blog Grandes Mulheres.

2 - Plágio ou inspiração?

mostre-sua-pele

Outro assunto que deu o que falar essa semana que passou foi a campanha Mostre Sua Pele, da Quem Disse, Berenice?. Através desse aplicativo no Facebook, você diz qual é seu tom e seu tipo de pele e eles indicam os produtos adequados para você.

Achamos a ideia o máximo, afinal, sempre ouvimos reclamações de que as marcas de maquiagem brasileiras não produzem cores suficientes para a quantidade de tons de pele diferentes que existem.

Tudo estaria às mil maravilhas se não fosse a artista Angelica Dass comentar no facebook que a imagem da campanha é bem parecida com seu trabalho Humanae, onde ela classifica diferentes cores e tons da pele humana em escala pantone. O objetivo é registrar e catalogar, de forma exata, todos os possíveis tons de pele humana.

Na hora, concordamos que parecia plágio, mas depois, conversando com outras amigas desginers, mudamos de opinião. Sim, é claro que é fácil associar um trabalho ao outro, mas a ideia original de combinar o fundo da foto com o tom de pele do fotografado, não é nova nem exclusividade de Angelica, além de ser um recurso simples. A comparação é inevitável mas, para nós, não soaria como mentira se o responsável pela ideia da Quem Disse, Berenice? falasse que não conhecia o trabalho de Angelica. Sem contar que faz todo sentido associar essa proposta à produtos de maquiagem (chegamos a nos perguntar por que ninguém pensou nisso antes ou por que nunca vimos essa ideia!).

O único problema nessa história toda foi que a Quem Disse, Berenice? tirou essa imagem de circulação. Para nós, na maioria das vezes, o silêncio é a pior resposta, preferíamos que a marca tivesse se posicionado a respeito.

3 - Pegue tudo que conseguir carregar!

O João, nosso amigo de blogosfera e leitor, falou sobre esse vídeo e a gente teve que compartilhar aqui no DQF. No dia 1 de agosto o canal do youtube de Alexander Wang divulgou um vídeo que mostra uma ação publicitária da coleção Fall 2013 da linha T by Alexander Wang.

O vídeo mostra uma fila de jovens convidados para a loja em NY. Ao entrarem, eles “descobrem” que podem levar - de graça - tudo que conseguirem carregar, e aí começa a confusão, com direito a UFC sem octógono. Dezenas de adolescentes desvairados aparecem lutando com todo seu instinto de sobrevivência por roupas da marca.

Na internet tem gente dizendo que a ação foi genial e gente achando um absurdo o comportamento “animal”em questão. A gente acha a ideia boa, mas ficamos chocadas com a forma com que as pessoas se comportam no vídeo. De qualquer forma, imaginamos se não faríamos o mesmo se estívessemos nesse tipo de situação! hahaha

Também vimos muitas pessoas afirmando que ele foi combinado. Pra nós, a chance de não ter sido é mínima. Tudo foi filmado com muita calma, sem a câmera tremer. Achamos que seria impossível fazer algo tão bem feito e paradinho nesse tumulto. O que nos deixa na dúvida é a performance dos jovens, eles estão tão determinados a lutar pelas peças que, se isso era encenação, eles merecem um Oscar pela atuação.

O vídeo nos fez parar para pensar no quanto o consumo influencia as pessoas hoje em dia. É quase uma crítica à sociedade capitalista de consumo.

5
ago
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1- Se você tem educação na vida offline, use-a online.

Ontem a Blogger Nati Vozza, do Glam4you, postou um desabafo bem relevante na fanpage do facebook do seu blog. Em meio a seu discurso ela mencionou uma crise de agressões virtuais que de fato está acontecendo.

Captura de tela 2013-08-05 às 10.18.28

A gente entende que muita blogueira de moda já escorregou e tem culpa no cartório, mas o velho argumento continua: não dá para por todo mundo no mesmo saco e muito menos atirar pedras sem motivos. Não é porque a pessoa tem relevância na internet que ela virou alvo em um jogo de dardos.

Apesar de recebermos pouquíssimas críticas, já tínhamos reparado nessa falta de limite das pessoas. Muita gente está tomando uma liberdade que não têm nem com seus amigos mais íntimos, é uma loucura!

O post da Nati nos fez pensar em uma discussão mais profunda. Outro dia, lemos em um grupo do face, que as blogueiras querem vender a vida pessoal e, por isso, compartilham muitas coisas com suas seguidoras. Em contrapartida, já ouvimos muitos relatos que foram as leitoras que pediram por esse lado big brother no instagram e no blog pois elas gostam dessa “vida real”. Aliás, blogueira ou não, a maioria das pessoas presentes nas redes sociais estão ali pra mostrar um pouco da sua vida, né?

Sabemos que tem blogueira deslumbrada, nariz em pé, que adora esse tal pedestal e só falta querer uma cerimônia de coroação, mas se o sucesso subiu à cabeça ou se ela não responde ninguém, por que continuar seguindo só pra falar mal? Se ela te engana, te enrola ou desperta o pior de você, é hora de pular fora, não acham? Unfollow é a melhor arma que temos hoje em dia.

Agora se a blogueira é fofa, tenta responder, compartilhar as mais diferentes dicas e busca uma ligação legal com as leitoras, tenha paciência com ela. Você pode apostar que ela passa a maior parte do dia trabalhando para você ver algo legal. Se essa menina está dividindo um pouco do universo dela conosco, devemos entender que ela está aberta à opiniões, mas com responsabilidade. Da mesma forma que acontece na vida fora do computador.

Infelizmente muita gente entende que basta mostrar um pouco da vida pessoal na rede social que abre um espaço para as tais agressões e críticas impensadas, como a Nati disse. Óbvio que ela “botou a cara para bater”, mas com o devido respeito, de forma mais construtiva, leve, aberta à críticas, mas não à cyberbullying. Odiamos usar o velho clichê da inveja, mas muitas vezes não conseguimos achar outra explicação para esse tipo de atitude! E não precisa ser blogueira ou estar no instagram pra isso, só que na web é mais fácil colocar as manguinhas para fora, afinal, com a máscara do computador na frente do rosto, fica mole atacar na covardia.

Quem gosta desse universo da blogosfera, curte entender o comportamento do usuário e/ou segue alguma blogueira nas redes sociais, deveria ler os comentários da tal postagem no face do Glam. Foi legal (e estimulante!) ver como tem muita gente que pensa de uma forma mais fofa, compreensiva. Nos deu esperança de que nesse mundo online ainda tem muita gente boa pra se conectar! :)

2- Falando em blogueiras…

tumblr_mqrr2k3Cyf1r9e9fio1_500

Tem como não dar uma mini mencionada na história da Giovanna, atualmente conhecida como “a blogueira da Capricho”?

Até quem não acompanha blogs ficou sabendo da história da menina que fez esse texto (que, infelizmente, já foi apagado!):

Praticamente ninguém concordou com o que ela escreveu e, em menos de um dia, esse post já tinha mais de 2000 comentários. Claro, como falamos acima, tiveram os tais comentários desagradáveis, soltando os cachorros e xingando aé a 15a. geração da Familia Ferrarezi, mas gostamos mesmo de quem resolveu brincar e transformá-la em meme. Surgiram coisas assim:

adnews-115628304213752187424a95bc6f3a4198f1651cdff68a164970e49bb921capri10Ai, a criatividade…

3- Um paulista 365 dias no Rio de Janeiro

cartazes-10-620x438

Semana passada um dos links mais compartilhados nas nossas timelines - predominantemente cariocas - foi o do texto do paulistano Rica Perrone. Ele completou um ano morando na Cidade Maravilhosa e escreveu sobre esses 365 dias no Rio de Janeiro.

Como sabemos que temos leitoras do Brasil inteiro, quisemos compartilhar esse link que deu o que falar por aqui. O ponto de vista de Rica foi alvo de críticas de alguns de nossos amigos, que disseram que se tratava de uma lista de clichês, mas a maioria da turma de amigos AMOU a forma como ele definiu o carioca e como mostrou o estado de espírito de quem vive na cidade foi retratado.

Cariocas que somos, não poderíamos deixar de mencionar esse texto que brinca com muitas das características que nos permitem amar tanto esse lugar. Quem quiser ver o outro lado, da carioca morando em SP, pode ler esse post que a Ca fez para o StyleDrop!

E quem quiser ver clichê de verdade sobre paulistas x cariocas, precisa ler esse texto.

Página 23 de 27« Primeira...10...2122232425...Última »