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5
ago
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1- Se você tem educação na vida offline, use-a online.

Ontem a Blogger Nati Vozza, do Glam4you, postou um desabafo bem relevante na fanpage do facebook do seu blog. Em meio a seu discurso ela mencionou uma crise de agressões virtuais que de fato está acontecendo.

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A gente entende que muita blogueira de moda já escorregou e tem culpa no cartório, mas o velho argumento continua: não dá para por todo mundo no mesmo saco e muito menos atirar pedras sem motivos. Não é porque a pessoa tem relevância na internet que ela virou alvo em um jogo de dardos.

Apesar de recebermos pouquíssimas críticas, já tínhamos reparado nessa falta de limite das pessoas. Muita gente está tomando uma liberdade que não têm nem com seus amigos mais íntimos, é uma loucura!

O post da Nati nos fez pensar em uma discussão mais profunda. Outro dia, lemos em um grupo do face, que as blogueiras querem vender a vida pessoal e, por isso, compartilham muitas coisas com suas seguidoras. Em contrapartida, já ouvimos muitos relatos que foram as leitoras que pediram por esse lado big brother no instagram e no blog pois elas gostam dessa “vida real”. Aliás, blogueira ou não, a maioria das pessoas presentes nas redes sociais estão ali pra mostrar um pouco da sua vida, né?

Sabemos que tem blogueira deslumbrada, nariz em pé, que adora esse tal pedestal e só falta querer uma cerimônia de coroação, mas se o sucesso subiu à cabeça ou se ela não responde ninguém, por que continuar seguindo só pra falar mal? Se ela te engana, te enrola ou desperta o pior de você, é hora de pular fora, não acham? Unfollow é a melhor arma que temos hoje em dia.

Agora se a blogueira é fofa, tenta responder, compartilhar as mais diferentes dicas e busca uma ligação legal com as leitoras, tenha paciência com ela. Você pode apostar que ela passa a maior parte do dia trabalhando para você ver algo legal. Se essa menina está dividindo um pouco do universo dela conosco, devemos entender que ela está aberta à opiniões, mas com responsabilidade. Da mesma forma que acontece na vida fora do computador.

Infelizmente muita gente entende que basta mostrar um pouco da vida pessoal na rede social que abre um espaço para as tais agressões e críticas impensadas, como a Nati disse. Óbvio que ela “botou a cara para bater”, mas com o devido respeito, de forma mais construtiva, leve, aberta à críticas, mas não à cyberbullying. Odiamos usar o velho clichê da inveja, mas muitas vezes não conseguimos achar outra explicação para esse tipo de atitude! E não precisa ser blogueira ou estar no instagram pra isso, só que na web é mais fácil colocar as manguinhas para fora, afinal, com a máscara do computador na frente do rosto, fica mole atacar na covardia.

Quem gosta desse universo da blogosfera, curte entender o comportamento do usuário e/ou segue alguma blogueira nas redes sociais, deveria ler os comentários da tal postagem no face do Glam. Foi legal (e estimulante!) ver como tem muita gente que pensa de uma forma mais fofa, compreensiva. Nos deu esperança de que nesse mundo online ainda tem muita gente boa pra se conectar! :)

2- Falando em blogueiras…

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Tem como não dar uma mini mencionada na história da Giovanna, atualmente conhecida como “a blogueira da Capricho”?

Até quem não acompanha blogs ficou sabendo da história da menina que fez esse texto (que, infelizmente, já foi apagado!):

Praticamente ninguém concordou com o que ela escreveu e, em menos de um dia, esse post já tinha mais de 2000 comentários. Claro, como falamos acima, tiveram os tais comentários desagradáveis, soltando os cachorros e xingando aé a 15a. geração da Familia Ferrarezi, mas gostamos mesmo de quem resolveu brincar e transformá-la em meme. Surgiram coisas assim:

adnews-115628304213752187424a95bc6f3a4198f1651cdff68a164970e49bb921capri10Ai, a criatividade…

3- Um paulista 365 dias no Rio de Janeiro

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Semana passada um dos links mais compartilhados nas nossas timelines - predominantemente cariocas - foi o do texto do paulistano Rica Perrone. Ele completou um ano morando na Cidade Maravilhosa e escreveu sobre esses 365 dias no Rio de Janeiro.

Como sabemos que temos leitoras do Brasil inteiro, quisemos compartilhar esse link que deu o que falar por aqui. O ponto de vista de Rica foi alvo de críticas de alguns de nossos amigos, que disseram que se tratava de uma lista de clichês, mas a maioria da turma de amigos AMOU a forma como ele definiu o carioca e como mostrou o estado de espírito de quem vive na cidade foi retratado.

Cariocas que somos, não poderíamos deixar de mencionar esse texto que brinca com muitas das características que nos permitem amar tanto esse lugar. Quem quiser ver o outro lado, da carioca morando em SP, pode ler esse post que a Ca fez para o StyleDrop!

E quem quiser ver clichê de verdade sobre paulistas x cariocas, precisa ler esse texto.

29
jul
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Até tu?

132071502infográfico da Folha de S.Paulo, que explica direitinho a situação.

Se nós achávamos que a história do trabalho escravo de bolivianos para indústrias de fast fashion já estava encerrada, hoje ficamos sabendo que não é bem assim que a banda toca.

Descobriram que a Restoque, dona de grifes de luxo como Bo.Bô, John John e Le Lis Blanc trabalhava com confecções que repassavam a produção para oficinas que submetiam seus trabalhadores estrangeiros ilegais à rotinas exaustivas e pagamento irrisório. Rolou até um caso em que o funcionário ganhou 2,50 para costurar uma calça que foi vendida por R$ 379,50.

A gente sabe que é normal o custo de costura de uma peça não ser muito alto. Infelizmente, muitas facções de costura quebraram no Rio de Janeiro devido à falta de pagamento das marcas e da necessidade de diminuir o custo das peças, para no fim de tudo, o produto ter um preço que seja vendável.

A falta de profissionalização do mercado de moda se une aos altos tributos que a indústria tem que pagar. O custo dos funcionários se torna mais um agravante, sem falar nos demais custos variáveis que uma marca de moda enfrenta hoje. Um mercado que sem apoio do governo, tem tido muita dificuldade em sobreviver.

Aqui vale comentarmos que a galera que compra boa parte das suas roupas no exterior também ajuda a fazer a engrenagem parar de girar. Não que os consumidores sejam culpados (até porque nós também compramos fora!), mas com a falta de apoio do nosso país, fica complicado priorizar os nossos produtos.

No meio desse furacão, a gente se impressionou muito com isso ter acontecido envolvendo o grupo da Le Lis Blanc, marca que nós duas amamos. Pra nós, no mercado de fast fashion poderia fazer ALGUM sentido essa busca incessante por fornecedores com os preços mais baixos do mercado, mas no universo do luxo isso nos assusta.

Na verdade, mais nos preocupa do que assusta. Se as marcas que estão conseguindo sobreviver à crise da moda estão precisando apelar para essa mão de obra quase escrava, o mercado fashion está com problemas maiores do que pensávamos.

É muito triste ver tantas marcas legais fechando as portas e mais triste ainda ver uma marca que investe muito em suas campanhas compensando tanto no produto. Entendemos que sem o investimento no branding a marca morre, como acontece aos montes por aí. Trabalhamos com isso e apostamos que o marketing e a força da marca são diferenciais notáveis entre as marcas que estão bem e as que estão mal, mas algo está errado nessa equação.

Você acha que é o lucro exagerado nas peças da loja? A gente acredita que não é totalmente por aí. Como falamos, nós sabemos que as empresas arcam com custos altíssimos. São muitos impostos, muitos fornecedores e, hoje em dia, com a nota fiscal eletrônica, fica cada vez mais difícil “burlar” o sistema. Por mais errado que isso seja, esse tipo de comportamento “parcialmente ilegal” ajudou a sustentar a indústria por bastante tempo. Hoje, tendo que pagar todos os impostos e todas as cadeias produtivas, fica muito mais complicado se sustentar vendendo peças por preços acessíveis.

À longo prazo, esperamos que o governo baixe os tributos para o mercado da moda e apoie aqueles que tentam construir uma forte indústria nacional. Com isso, poderemos garantir um mercado forte e duradouro.

Já visando um prazo mais curto, a gente acha que as marcas devem investir em um cargo de “fiscal de facção”, que deve acompanhar todas as oficinas com quem seus fornecedores trabalham e por aí vai. Todo lugar que etiqueta sua marca deve ser inspecionado e garantir as condições mínimas de trabalho para seus funcionários. Regime de tráfico de pessoas deveria ficar, no máximo, na ficção das novelas.

2 - Sobre os “vigilantes do peso” e a falta de amor próprio

Hoje demos de cara com um post super polêmico na blogosfera que a gente acompanha. Nossa amiga Lia Camargo, do Just Lia, fez um desabafo bem forte em seu blog e muita gente concordou com ela mas, como toda boa polêmica, outro tanto de gente achou que ela pegou muito pesado na sua reflexão.

O post foi pertinente, apesar de não concordarmos com tudo. Você pode ler ele aqui, mas ele foi complementado pelo comentário da Lu Ferreira, do Chata de Galocha, que para nós resumiu muito bem a situação.


O que levou a Lia a fazer o post foi o fato de muita gente estar comentando todo dia que “ela está linda, está magra” em seu instagram. Na cabeça dela, ser linda e ser magra não estão diretamente relacionados. Como ela mesma citou, muita menina mais gordinha é mais bonita que muita magra por aí, e a gente concorda totalmente com esse ponto.

Sabemos que o mundo fitness invadiu as redes sociais e MUITA gente pegou bode desse universo de projetos (insira seu nome aqui), dos planos de bunda dura ou planejamento de corpo para o verão. Nós não somos do time que acha isso um horror, não só acreditamos como também temos provas concretas (oi, Tati, estamos falando contigo!) que eles estimulam as pessoas de uma forma positiva. Várias vezes já nos pegamos saindo da cama depois de dar uma olhadinha no insta da Carol Buffara, por exemplo.

Aqui, nós temos o desafio de peso da Jô e ficamos sempre impressionadas com o feedback positivo que esses posts têm. Muitas mensagens de incentivo, muita gente trocando experiência e outros querendo ir por esse caminho.

No caso da Jô, a busca está totalmente ligada à dois desejos: o primeiro é de diminuir os riscos de ter as doenças que rolam na sua família, já o segundo desejo está, sim, ligado à vontade de emagrecer. Se para a Lia, falar que ela está magra não é um elogio, no caso da Jô é super, levando em conta a briga com a balança que ela traça há muitos anos.

Por fim, achamos que o maior problema não é dos “vigilantes do peso alheio”, na verdade, ele começa quando passamos a dar mais valor ao que falam e ignoramos o que estamos sentindo em relação à nós mesmas. Mais amor (próprio), por favor!

3 - Sobre a vinda do Papa

tumblr_mqo2lfwWmy1sowhfoo1_500ilustração da Liz De Souza, fofa!

E por fim como cariocas de coração, não gostaríamos de deixar a Jornada Mundial da Juventude de fora do DQF. Mesmo com muitos erros de logística envolvendo transportes e infra estrutura, é impossível negar que a passagem do Papa pela Cidade Maravilhosa deu o que falar e trouxe muita emoção para muitas famílias brasileiras. Nunca vimos tanta gente postando mensagens fofas de cunho religioso nas redes sociais, até gente que nunca demonstrou sua religiosidade antes!

Parece que o Papa Francisco trouxe uma esperança mágica e cheia de energia para aqueles que seguem, praticando ou não, a igreja católica. Pra nós, suas mensagens de simplicidade, humildade e carinho ensinaram muita coisa em poucos dias. Sem falar nas ruas lotadas de jovens de todo o mundo, cheios de energia e fé em uma sociedade melhor.

A gente espera de verdade que Francisco seja a mudança que a igreja precisa!

27
mai
2013

Deu o que falar…

Deu o Que Falar, Lifestyle

1 - Juliane Moore, nos solidarizamos!

Julianne Moore apareceu em todos os lugares essa semana por um motivo: em Cannes, ela caiu na armadilha da sandália que é tão tensa, tão tensa que fez seu dedinho cometer suicídio.

Nos solidarizamos, afinal, quem nunca amou uma sandália na teoria e, na prática, descobriu que ela era sua pior inimiga? Sem contar que Juliane Moore praticamente nunca erra, por isso, vale dar um desconto, por mais feio que tenha ficado!

Mesmo assim, deve ser horrível acontecer isso justamente em um momento onde todos os holofotes estão em você, né? (brigada, Aline!)

1 - Podia ser pior, podia ser com Comic Sans

Essa é a capa de Junho da Vogue. Ela está dando o que falar, imaginam o motivo? Nem precisa ser designer para se perguntar WTF diagramação??? Os comentários na página do Facebook são os melhores, por isso nem vamos nos alongar muito:

- “QUE CAPA É ESSA GENTE? alguém hackeou o facebook da VOGUE????”
- “Se fosse projeto de TCC reprovava.”
- “Que diagramação é essa? A licença do photoshop expirou e vocês foram obrigados a usar o paint? Pelo amor…”
- “achei a diagramação uma ofensa ao fotógrafo da capa.
- “é uma ofensa até ao estagiário que só pega café. meu deus!”
- “Uma ofensa tb até a arvore que foi cortada para a produção do papel que será impresso essa capa.”
- “Diagramação perfeita pra power point de auto ajuda!”

Precisa de mais justificativas? (brigada Carol e Luli!)

 

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