1- Se você tem educação na vida offline, use-a online.
Ontem a Blogger Nati Vozza, do Glam4you, postou um desabafo bem relevante na fanpage do facebook do seu blog. Em meio a seu discurso ela mencionou uma crise de agressões virtuais que de fato está acontecendo.
A gente entende que muita blogueira de moda já escorregou e tem culpa no cartório, mas o velho argumento continua: não dá para por todo mundo no mesmo saco e muito menos atirar pedras sem motivos. Não é porque a pessoa tem relevância na internet que ela virou alvo em um jogo de dardos.
Apesar de recebermos pouquíssimas críticas, já tínhamos reparado nessa falta de limite das pessoas. Muita gente está tomando uma liberdade que não têm nem com seus amigos mais íntimos, é uma loucura!
O post da Nati nos fez pensar em uma discussão mais profunda. Outro dia, lemos em um grupo do face, que as blogueiras querem vender a vida pessoal e, por isso, compartilham muitas coisas com suas seguidoras. Em contrapartida, já ouvimos muitos relatos que foram as leitoras que pediram por esse lado big brother no instagram e no blog pois elas gostam dessa “vida real”. Aliás, blogueira ou não, a maioria das pessoas presentes nas redes sociais estão ali pra mostrar um pouco da sua vida, né?
Sabemos que tem blogueira deslumbrada, nariz em pé, que adora esse tal pedestal e só falta querer uma cerimônia de coroação, mas se o sucesso subiu à cabeça ou se ela não responde ninguém, por que continuar seguindo só pra falar mal? Se ela te engana, te enrola ou desperta o pior de você, é hora de pular fora, não acham? Unfollow é a melhor arma que temos hoje em dia.
Agora se a blogueira é fofa, tenta responder, compartilhar as mais diferentes dicas e busca uma ligação legal com as leitoras, tenha paciência com ela. Você pode apostar que ela passa a maior parte do dia trabalhando para você ver algo legal. Se essa menina está dividindo um pouco do universo dela conosco, devemos entender que ela está aberta à opiniões, mas com responsabilidade. Da mesma forma que acontece na vida fora do computador.
Infelizmente muita gente entende que basta mostrar um pouco da vida pessoal na rede social que abre um espaço para as tais agressões e críticas impensadas, como a Nati disse. Óbvio que ela “botou a cara para bater”, mas com o devido respeito, de forma mais construtiva, leve, aberta à críticas, mas não à cyberbullying. Odiamos usar o velho clichê da inveja, mas muitas vezes não conseguimos achar outra explicação para esse tipo de atitude! E não precisa ser blogueira ou estar no instagram pra isso, só que na web é mais fácil colocar as manguinhas para fora, afinal, com a máscara do computador na frente do rosto, fica mole atacar na covardia.
Quem gosta desse universo da blogosfera, curte entender o comportamento do usuário e/ou segue alguma blogueira nas redes sociais, deveria ler os comentários da tal postagem no face do Glam. Foi legal (e estimulante!) ver como tem muita gente que pensa de uma forma mais fofa, compreensiva. Nos deu esperança de que nesse mundo online ainda tem muita gente boa pra se conectar! :)
2- Falando em blogueiras…
Tem como não dar uma mini mencionada na história da Giovanna, atualmente conhecida como “a blogueira da Capricho”?
Até quem não acompanha blogs ficou sabendo da história da menina que fez esse texto (que, infelizmente, já foi apagado!):
Praticamente ninguém concordou com o que ela escreveu e, em menos de um dia, esse post já tinha mais de 2000 comentários. Claro, como falamos acima, tiveram os tais comentários desagradáveis, soltando os cachorros e xingando aé a 15a. geração da Familia Ferrarezi, mas gostamos mesmo de quem resolveu brincar e transformá-la em meme. Surgiram coisas assim:
3- Um paulista 365 dias no Rio de Janeiro
Semana passada um dos links mais compartilhados nas nossas timelines - predominantemente cariocas - foi o do texto do paulistano Rica Perrone. Ele completou um ano morando na Cidade Maravilhosa e escreveu sobre esses 365 dias no Rio de Janeiro.
Como sabemos que temos leitoras do Brasil inteiro, quisemos compartilhar esse link que deu o que falar por aqui. O ponto de vista de Rica foi alvo de críticas de alguns de nossos amigos, que disseram que se tratava de uma lista de clichês, mas a maioria da turma de amigos AMOU a forma como ele definiu o carioca e como mostrou o estado de espírito de quem vive na cidade foi retratado.
Cariocas que somos, não poderíamos deixar de mencionar esse texto que brinca com muitas das características que nos permitem amar tanto esse lugar. Quem quiser ver o outro lado, da carioca morando em SP, pode ler esse post que a Ca fez para o StyleDrop!
E quem quiser ver clichê de verdade sobre paulistas x cariocas, precisa ler esse texto.









