6
set
2016

#babynofuti: Yoyo, novo carrinho desejo

maternidade

Quando eu comprei o carrinho do Arthur, eu estava certa de que tinha feito a melhor escolha. Aliás, quando minha amiga me disse que a Uppa Baby era uma marca bem popular aqui nos Estados Unidos, eu nunca imaginaria o tamanho da popularidade! Para vocês terem uma ideia, eu moro em um bairro cheio de mães e crianças e não tem uma vez que saio na rua e não me deparo com pelo menos umas 3 (ou mais) mães andando com o Cruz ou o Vista, os dois modelos mais populares da marca.

O meu carrinho é ótimo para andar na rua e sei que vai funcionar perfeitamente no frio, mas ele não deixa de ser um trambolhão. Sempre soube que mais dia, menos dia eu teria que começar a pensar em um carrinho mais compacto e fácil de fechar e esse dia chegou há duas semanas, quando eu me vi tendo que usar o metrô daqui de NY sozinha.

Foi bem mais fácil do que eu imaginava e eu me surpreendi como todas as vezes teve alguém me perguntando se eu precisava de ajuda (inclusive gente que só subiu ou desceu para me ajudar e não estava fazendo o mesmo caminho). Apesar de ter sido ajudada toda vez que precisei, uma única vez que eu desci sozinha com os quase 10kg de carro + 9kg de bebê + uns 7kg de bolsa me fez desejar algo mais prático. Abrir e fechar não é tão simples assim quando você está cheia de tralha e com um bebê no canguru e o bicho é pesado, mesmo sendo um dos mais leves da categoria. Foi assim que eu me vi procurando modelos guarda-chuva e acabei me deparando com o YOYO+, da marca Babyzen.

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Ele não é para o dia a dia e também não é tão barato quanto os outros carrinhos guarda-chuva. Enquanto a maioria fica na faixa de 250-300 dólares, esse custa 420 dólares só a estrutura e 70 dólares a cadeira. Pois é, também levei um susto quando descobri, mas os elogios foram tantos que resolvi dar mais uma chance. Não deveria nem de ter dado, porque quando fui pesquisar melhor fiquei encantada. rs

O YOYO+ tem mais ou menos 6,5kg e é um pouco mais baixo que os outros carrinhos. Em compensação, aguenta crianças de até 18kg, tem um bolsão espaçoso se comparado com outros carrinhos do estilo, a cadeira inclina quase toda e ainda por cima pode ser lavada na máquina. Mas o pulo do gato - e o que justifica o preço tão salgado - é o fechamento.

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O YOYO+ não fecha guarda-chuva, quando fechado ele fica meio quadrado, fazendo com que ele fique realmente compacto e caiba em qualquer lugar. Ele tem até uma alça que permite leva-lo como mala de mão no avião. Ou seja, ele não precisa ser usado no dia a dia mas é ideal para viagens ou qualquer outra situação que peça um carrinho que não ocupe muito espaço. Olha só o vídeo para entender a praticidade:

Achei ele incrível e, como eu disse, só tenho ouvido elogios! Já conversei com algumas mães que têm esse modelo e todas só têm coisas boas para falar do YOYO+. Eu ainda não sei se vou comprar ou não (tenho medo de comprar e não usar tanto já que daqui a pouco o frio está aí), mas queria dividir com vocês esse novo desejo de consumo que ando tendo!

Alguém aqui tem??

Beijos!

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6
set
2016

Tênis: mais conforto e mais estilo!

Acessórios, Moda, Sapatos

Eu sempre tive o costume de levar tênis em viagens para poder andar com conforto e aproveitar ao máximo o que cada cidade tinha a me oferecer. Há poucos anos - ou melhor, 2012 - isso era uma medida necessária porém meio cafona, daquelas que merecia uma gongada fashionistica, mas graças à senhora mãe das tendências esse cenário mudou.

Nos últimos dois anos o tênis tomou as passarelas, a moda de rua, as fotos de street style e chegou em todas as lojas nos mais variados tipos, cores e modelos. Esse calçado ganhou espaço e quando vimos, New Balance, Adidas e Nike saíram das academias para virarem o detalhe fashion no look!

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Foto Rica de Marre | tênis Cavage

Desde então minhas sapatilhas e rasteiras se tornaram peças menos utilizadas e meus looks ficaram mais esportivos. Eu poderia dizer que isso não é uma boa equação, mas dessa vez é a melhor possível. Um caminho meio sem volta, já que a moda vai passar e eu vou continuar guardando esses tênis estilosos no meu armário. Não vai ter mais desculpa para looks de viagem sem tênis ou com fotos do joelho para cima! hehe

Até o momento minha pequena coleção tem Adidas, New Balance e Cavage. Primeiro me vi usando os modelos de animal print mais simples e bonitinhos, numa vibe meio Keds.

Quando eu já estava toda feliz usando tênis de novo, resolvi me encantar com o Adidas estampado que eu e a Carla temos - toda vez que saio com ele de casa é o maior sucesso! <3

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Depois de imitar essa escolha da Carla na Dafiti, eu me peguei completamente apaixonada por esses modelos mais esportivos. Diferente do meu New Balance - que eu achei que tem muito jeitão de tênis de academia e não curti em looks do dia - esse eu tenho conseguido usar muito, já que ele realmente faz o meu estilo.

Minha maior obsessão se tornou esse modelo branco com dourado que eu mostrei melhor semana passada, o problema é que agora meus desejos não pararam por ai. Quando fui olhar o site da Cavage me vi criando uma lista infindável de tênis! Quando foi que aquela marca tradicional que me ganhou com aqueles scarpins feitos à mão se tornou tão modernosa e rica em modelos de tênis?

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Nina de oncinha com a boca | Nina branco com a boca | Ventura marinho com dourado |
starwars branco com estrela azul | Ventura azul celeste com dourado

Deu pra sentir meu drama? Eu estou completamente perdida entre esses 5 modelos, definitivamente eu fiquei encantada com essa coleção de tênis. Pra mim esses modelos são a perfeita mistura entre conforto e estilo.

Qual vocês levariam pra casa?

Beijos

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5
set
2016

O dia em que o tempo parou pela 1ª vez!

crônicas

Você acredita em destino? Pois bem, eu também não acreditava.

Até o dia que cruzei com um desses caras que você conhece numa festa, fica com ele achando que vai ser apenas uma noite divertida e quando o dia amanhece você se pega ali, conversando com ele, vendo o sol nascer e sem a menor vontade de sair de perto daquela pessoa. Esse foi nosso primeiro encontro, que eu julgava que seria o único.

Me despedir dele foi das coisas mais difíceis que já fiz, eu acreditava que nunca mais nos veríamos de novo e isso tornou o adeus mais complicado. Nossos mundos, gostos e hábitos tão distintos pareciam nos separar como um muro, mas não naquela noite. Naquele dia esse muro não separava a verdade dele da minha.

Estava na cara que o seu nome do meio era encrenca e seu sobrenome confusão, mas mesmo assim ele não saia da minha cabeça. Logo eu, que nunca fui de ver graça nos carinhas que fiquei em festas, baladas ou boates. Ele é desses tipo de crush que você mais reza para desaparecer da sua vida, porque é daqueles que pode virá-la de cabeça pra baixo. Obviamente aqui estou pensando racionalmente, porque na verdade tudo que eu mais queria era continuar desvendando esse mistério.

Foi mais ou menos assim que me vi nessa situação atual, sofrendo de paixonite aguda por aquele que tinha tudo para ser o “cara errado”. O tipo certo de “cara errado” que chega pra mudar a sua vida e te ensinar um monte de coisa.

Meu primeiro problema? Ele não pegou meu telefone. Nem eu o dele. No domingo seguinte eu estava deitada na minha cama quando meu telefone apitou, fui ver o que era e o impensado aconteceu: um pedido de amizade no facebook. Era ele! Nessa hora a dúvida do que fazer com o muro voltou a rondar minha cabeça! Como eu, que sabia tão pouco sobre ele, podia estar tão preocupada em escalar um muro, implodí-lo ou mandar construir uma porta? Eu mesma me chamei de louca, pode ficar à vontade para fazer o mesmo.

Depois dos primeiros momentos de empolgação ficou claro que apesar de ele ser um fofo, ele se mantinha distante, preso no seu universo e um tanto quanto desinteressado pelo meu. Não vi outra opção a não ser tirar meu time de campo e desistir de abrir espaço no muro. De toda forma entendi que nada havia sido em vão. Aquela noite me colocou de volta num lugar de onde eu nunca deveria ter saído. Foi um presente às avessas, desses que a gente não entende na hora, mas ao mesmo tempo desfruta tudo que tem dentro da caixa.

Com essa experiência tão curta porém tão intensa acabei encontrando em mim a tal paz que vinha procurando nos outros, tomei uma série de decisões, sai da minha zona de conforto e encontrei uma versão melhorada, mais madura e segura de mim mesma.

As semanas passaram, o hiato entre nós cresceu e nessa hora parecia que eu estava certa que nunca mais íamos nos ver e assim acabava só mais uma história que nem teve chance de começar direito.

Ia ser bonito acabar a história aqui, não é mesmo? Mas não foi bem assim que aconteceu.

Como num golpe do destino, desses sem sentido aparente, encontrei coisas da carteira dele dentro da minha bolsa daquele dia. Como podia? Ele achou que perdeu na festa e eu não lembrava de ter colocado nada ali, mas a verdade é que eu tive que lidar com a informação de que havia algo a ser devolvido e que alguma das duas partes iria ter de cruzar essa linha imaginária que nos separava.

Alguns dias depois, após uma longa conversa limpa e cheia de esclarecimentos, acordei nervosa porque sabia que iria encontrá-lo, porque sabia que ia mexer comigo e no fim, ia ficar mais difícil lidar com a possibilidade de um novo hiato de tempo entre nós. Mesmo assim eu não conseguia pensar em não ir.

Sai de casa, peguei meu ônibus e caminhei o resto do caminho até a praça. Sentei na fonte dos desejos, pensei no que iria dizer, o que iria sentir e como eu agiria. Quando eu terminei de respirar ele estava ali, com o abraço mais encaixado possível e um super beijo roubado. Ele sentou, me deu a mão, apertou ela de um jeito (!) e me olhou sério, meio sorrindo. Valeria viver mil vezes para ver a maneira como ele olhou pra mim. Ele simplesmente me viu, não o que os outros vêem, ele apenas me viu de um jeito que ninguém havia visto antes.

E tudo que eu te contei até aqui virou pó: o hiato, o muro e o medo. O tempo parou e assim nada mais parecia importante. Como num golpe de mágica parece que nós dois, juntos, temos mesmo essa habilidade de distorcer o tempo.

música: somente nela Paulinho Moska | letra: Carlos Rennó

 

Esse texto pertence a tag de crônicas do blog | Joana Cannabrava

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Conforme contamos aqui, a tag de crônicas não tem nenhuma obrigação de refletir histórias verdadeiras, nossas ou recentes. Ela é inspirada em sentimentos reais e muitas vezes floreada com a imaginação.

 

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